quinta-feira, julho 20, 2017

Monthly Archives: junho 2016

UMA CAMA QUEBRADA é um espetáculo livremente inspirado no livro “Urânios”, do escritor Roberto Muniz Dias, escrito em 2013. É uma tentativa de sintetizar o pensamento do escritor acerca da poliafetividade e da desconstrução dos desejos. A obra conta a história de três homens envolvidos numa relação poliamorosa.

A narrativa é entrecortada pelas falas deste mesmo personagem em três tempos: o convívio, a separação e o diálogo inusitado com a figura misteriosa de um quadro. A peça se aventura nestas memórias de um amor nada convencional. Entre o presente e o passado, um quadro de um galo colorido o remete sempre a esta paixão inusitada. O amor entre estes três homens se intensifica à medida que não descobrem o que fazer com ele. No final, as identidades são esfaceladas pela lembrança, pelos medos, ciúmes e a morte das coisas vivas.

A peça encerra um tema contemporâneo que discute as relações afetivas pós-modernas.

ENCENAÇÃO:

A montagem da peça teatral será realizada nas cidades de Brasília e São Paulo. Está programada uma temporada de duas semanas, de quinta-feira a domingo, em horários que serão estabelecidos no curso do projeto.

A previsão de encenação da peça será para o primeiro semestre de 2017.

O projeto intenciona problematizar questões tão presentes na sociedade moderna como afetividades direitos humanos e respeito à diversidade como forma de suscitar artisticamente o debate. Temas como estes são importantes para trazer à comunidade a conscientização sobre cidadania e diversidade sexual.

LINK DO CATARSE PARA COLABORAÇÃO:

Para contribuir com o projeto, basta seguir as orientações do Catarse.Me, site de financiamento coletivo de projetos onde o proponente, caso tenha 100% de contribuições de amigos e pessoas interessadas, consegue o apoio financeiro solicitado. Lembrando que não existe um valor fixo para contribuições.

Você pode apoiar o projeto até 21/08/2016, às 23h59m59s:

https://www.catarse.me/pt/camaquebrada

O cantor Ryan Beatty, de 20 anos, assumiu que é gay usando sua conta no Instagram nesta ultima terça (28). Para dizer isso ao seu público, ele usou a foto de um casal de homens com um balão escrito “poder gay”, com os seguintes dizeres:

“Orgulhoso de ser um homossexual indomável. Levei 20 anos sufocando no armário para me sentir confortável ao dizer isso, mas agora posso, finalmente, respirar. Consegui!”, escreveu Ryan.

Misturando acústico com música moderna, Ryan lançou seu primeiro EP, Because Of You, em 2012. O single Hey LA chegou no mesmo ano, junto com Little Thing, seus grandes sucessos.

Cantor Ryan Beatty gay Instagram

O Instagram de Ryan é o https://www.instagram.com/ryanbeatty. Neste momento a foto já tem mais de 1000 comentários. Vai lá e registre o seu também!

Nesta tarde no Pentágono, o secretário de Defesa dos EUA, Asthon Carter, anunciou a retirada da proibição de pessoas transgêneros dentro das Forças Armadas americana.

Com a regra ”Don’t ask, don’t tell” (não pergunte, não conte), a omissão da orientação sexual sempre foi muito comum por lá. Em 2010, o presidente Barack Obama derrubou o veto para que gays assumidos se alistassem livremente e assumissem as forças armadas se assim desejassem. Segundo ele, orientação sexual não deveria ser motivo para o não alistamento.

Mesmo porque, como já sabemos, orientação sexual não tem relação alguma com caráter ou competências.

Após seis anos, agora, vem a notícia que além de gays, as Forças Armadas também aceitarão pessoas transgêneros. Respeitando, assim, a identidade de gênero de cada indivíduo: indiferente de sua orientação sexual.

Segundo pesquisa do Departamento de Defesa em nota publicada na CNN, por ano, aproximadamente 65 militares buscam a redesignação sexual conforme sua identidade de gênero e, também aproximadamente, 2.450 se identificam com o gênero diferente que possui na certidão de nascimento. Um número bem expressivo e que ajudou na tomada de decisão.

Grupos, militantes e ONGs do mundo inteiro comemoram esta grande notícia pelos direitos LGBTs. Esperando que decisões como esta se espalhem pelo mundo.

Produzida e encenada pelo Teatro da Conspiração de Santo André, este projeto recebeu o “PROAC /2015 – Apoio a projetos de promoção das manifestações culturais com temática LGBT” e tem como trama a jovem Cíntia que está prometida em casamento para o príncipe do reino vizinho, porém se apaixona pela costureira responsável por confeccionar seu vestido de noiva.

Na cultura há uma carência de produções artísticas sobre a diversidade sexual e identidade de gênero, diante de uma sociedade insegura para falar com os jovens sobre as ”diferenças”. A peça é a adaptação teatral do livro homônimo de Janaína Leslão, que levou cinco anos buscando uma editora que aceitasse sua história, ela foi homenageada na categoria literatura durante o 16º Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade, organizada pela Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo.

Com uma linguagem acessível, a partir do conto de fadas, o texto aguça a reflexão do adolescente sobre as chamadas “diferenças”, que não devem ser traduzidas em “desigualdades”.

A encenação traz músicas compostas originalmente para o espetáculo, adereços cênicos e figurinos que se transformam de acordo com o enredo dando agilidade à trama. Já na atuação dos atores, há mudanças constantes de personagens, em forma de jogo, sugerindo a necessidade de nos colocarmos no lugar do outro para entendermos diferentes formas do ser.

O Teatro da Conspiração foi fundado em 2000 e já encenou cinco espetáculos adultos e cinco infantis que foram apresentados nas cidades do ABCD e em temporadas na cidade de São Paulo, recebendo prêmios em diversos festivais. Coordenou também entre 2005 e 2015 o Projeto-Oficinão no Parque Escola de Santo André produzindo diversas montagens com atores iniciantes.

SERVIÇO:

A PRINCESA E A COSTUREIRA

Dramaturgia: Solange Dias a partir da obra de Janaína Leslão
Direção: Antônio Correa Neto
Atores: Erika Coracini, Mariana Sancar e Marcio Ribeiro
Direção musical e Música Original: Elaine Marin
Música “Costura da Vida” gentilmente cedida por Sérgio Pererê
Figurinos, Cenografia e Arte Gráfica: Mauro Martorelli
Iluminação: Cássio Castelan
Produção: Erika Coracini
Duração: 60 minutos
Faixa Etária: livre

QUANDO? De 09/07 a 04/09 – sábados e domingos, às 16h (exceto 17/07)
Ingressos: R$20,00 (meia para estudantes, aposentados e classe artística)
Onde? Centro Cultural São Paulo – Sala Jardel Filho
Vergueiro, 1000. São Paulo – SP
Próx. a estação Vergueiro de metrô

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Ontem celebramos o Dia Internacional do Orgulho LGBT, 47 anos após a revolta no bar Stonewall Inn que durou dias, pelo basta à repressão militar pelo simples fato dos frequentadores serem LGBTs, notícias de vítimas de homofobia e transfobia ainda são frequentes nos noticiários.

Rhodney Claro Peixoto
Rhodney Claro Peixoto

No início da semana, na Baixada Fluminense (RJ), o corpo do cabeleireiro Rhodney Claro Peixoto, de 39 anos, foi encontrado em frente ao Samu de Mesquita. O reconhecimento do corpo e enterro aconteceram no final de semana, a Coordenadoria da Diversidade Sexual de Mesquita trata o caso motivado por homofobia e nessa tarde, militantes, amigos e familiares se reuniram com o delegado Giniton Lages, da Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), para pedir solução à esse crime e outros também de cunho homofóbico.

Ele trabalhava em um salão de beleza na Zona Norte do Rio, seu corpo foi encontrado com marcas de espancamento e tiro no pé. Familiares definem o fato como covardia.

travesti Julia Almeida
Travesti Julia Almeida

No sábado em Ituverava, interior paulista, o corpo da travesti Julia Almeida foi encontrado após uma denúncia anônima. Ela estava desaparecida, segundo familiares, desde o dia 21.

O crime contou com requintes de crueldade: corpo estava nu, parcialmente carbonizado e com arames em volta do pescoço. A Polícia Civil investiga o crime e os primeiros depoimentos sobre o caso foram recebidos segunda-feira (27).

”Ela sempre falava aonde ia e nesse dia não avisou. O telefone tocou várias vezes, estava desligado.” disse delegado João Paulo Oliveira Marques ao portal G1. “O corpo foi carbonizado talvez para se desfazer dos vestígios. A gente não sabe a motivação ainda, se foi em razão de uma questão amorosa ou entrevero no passado”, completa o delegado que aguarda laudo do exame necrológico.

Danielly Barbie
Danielly Barbie

Também no sábado (25), em Mogi das Cruzes (SP), a travesti Danielly Barbie foi assassinada após sair de um hotel no centro.

A vítima foi socorrida pelo Samu mas entrou em óbito no local, o 1º Distrito Policial transferiu o caso para Delegacia de Homicídios e aguarda os vídeos de monitoramento do hotel para identificar o principal suspeito que estava com a Danielly naquela noite.

Segundo Fernando Quaresma, presidente da ONG APOGLBT:

“Os casos de homofobia no Brasil e no mundo são recorrentes. Acontecem todos os dias e a toda hora. Não privilegiamos casos aqui e nem lá fora. Todos os casos são perdas de seres humanos vítimas do preconceito e ódio. Precisamos sim, de mais educação, mais tolerância, respeito e principalmente de leis que punam os requintes de crueldade nos crimes contra LGBTs”

Todos estamos tristes. Todos estamos chocados. Todos estamos em luto! A LGBTFobia (homofobia, transfobia, e afins, focada na comunidade LGBT), infelizmente existe e faz diversas vítimas todos os dias no Brasil e no mundo. Até quando?

A bandeira arco-íris foi usada como símbolo de pacificação em 1960 na Itália, substituindo o “triângulo rosa”, símbolo usado até então para identificar homossexuais nos campos de concentração durante a Segunda Guerra Mundial.

A partir de 1978, o artista Gilbert Baker (amigo de Harvey Milk, importante militante LGBT) inspirado na mensagem de paz, do movimento hippie e da diversidade da sociedade, criou a primeira bandeira arco-íris LGBT com 8 cores.

Na versão original, a bandeira têm as cores rosa, azul-turquesa e anil; mas como nos dias de hoje a bandeira é costurada e não estampada, a aquisição de tecidos com essas cores era muito complicada. Várias alterações ocorreram até chegarmos na atual bandeira com 6 cores: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul e roxo.

Veja o significado de cada cor:

Vermelho – fogo, vivacidade.
Laranja – cura, poder.
Amarelo – Sol, claridade da vida.
Verde – Natureza.
Azul – Arte, amor artístico.
Roxo – Espírito, vontade e luta.

Cores antigas da bandeira:
ROSA – Simboliza o sexo e o prazer carnal.
TURQUESA – Simboliza a harmonia e a pacificação.

Em todas as manifestações LGBTs as cores do arco-íris estão presentes, um símbolo internacional e universal da diversidade na luta pela equidade de direitos.

A Skol mais uma vez inova e mostra pessoas LGBT, negros e mulheres representados de forma positiva no comercial da cerveja.

Neste ano, a Skol foi a primeira marca oficial de cerveja da 20ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, onde já demostra sua atitude pró-respeito às minorias que a marca deve manter. Na fanpage oficial da Skol, as palavras:

“A estrada fica mais colorida quando não se está sozinho.
Cada passo é um avanço. Cada abraço, uma conquista.
Respeitar a diversidade é o caminho.
Dê o play e siga com orgulho.”

Assista ao vídeo:

orgulho lgbt
orgulho lgbt

Em 28 de Junho de 1969, nas primeiras horas da manhã, a polícia de Nova Iorque entrou no bar chamado Stonewall Inn, frequentado por LGBTs e, sob a alegação de irregularidades no local, prenderam diversas travestis. Não era a primeira vez que os policiais invadiam o local com essa desculpa. Mas foi a primeira vez que gays e lésbicas reagiram. E foram dois dias de confrontos intensos.

Essa batalha, de luta, ficou marcada na história do movimento LGBT do mundo todo. Por isso se comemora o dia mundial do Orgulho LGBT: pela primeira vez lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros deixaram de ser vítimas passando a lutar por respeito e direitos.

Nosso presidente, o advogado Fernando Quaresma, à frente da ONG APOGBLT (responsável pela maior parada LGBT do mundo), gravou um vídeo com um recado para todas as pessoas, movimentos sociais e interessados pela luta LGBT.

Assista agora mesmo:

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Thiago Aranha, diretor-presidente da ONG

A Casa de Apoio Brenda Lee reabriu em março, acolhe travestis e transexuais portadores de HIV, após cinco anos de atendimentos suspensos, o renascimento do legado de Brenda Lee é representado pelo Thiago Aranha diretor-presidente da ONG.

Em 1985, um ano depois de ter comprado o imóvel no bairro da Bela Vista, aconteceu uma série de assassinatos de travestis em São Paulo, Brenda, então, acolheu um número maior de meninas e, assim, a pensão recebeu o nome de Palácio das Princesas. Com o tempo, algumas de suas amigas começaram a aparecer doentes e ela as acolhia também. Até que recebeu o primeiro paciente portador do vírus HIV, em 1986, e virou casa de apoio.

Em entrevista ao Agência Aids, Thiago explica sobre o fechamento da casa entre 2011 e 2015:

“As atividades de acolhimento foram encerradas porque a diretoria não sabia mais lidar com o novo perfil das acolhidas. Na época da Brenda, a maioria dos usuários era de travestis que vinham da Europa doentes de aids. Em 2011, já eram travestis mais jovens, usuárias de drogas, que precisam até de reabilitação. Por falta de estrutura para lidar com o novo perfil, a procura também foi diminuindo.”

Outro motivo que contribuiu no encerramento das atividades desse período, e causou muitos problemas entre as usuárias, foi a antiga regra de quarentena, pois como elas chegavam com a saúde muito debilitada pelo HIV de hospitais especializados como Emílio Ribas, elas precisavam ficar 40 dias confinadas na casa. Com o avanço e inovações no tratamento do HIV, essa regra perdeu sentido.

”Uma das primeiras mudanças que fiz, foi extinguir essa regra.” conta Thiago.

Em 2013 a Casa de Apoio Brenda Lee foi reestruturada para retornar ao serviço de acolhimento, revendo documentos, conforme Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), adaptações e promoção de rodas de conversa aos interessados.

A casa possui 4 andares, 6 quartos ocupados, sala de estar, sala de TV, cozinha, banheiros, recepção e laje com varanda; funciona 24 horas e por mais que a casa tenha foco em pessoas travestis e transexuais, jovens gays também são acolhidos.

“A Brenda dizia que tudo o que a sociedade rejeitava, ela acolhia. Se um homossexual estava com AIDS e todo mundo dava as costas para ele, ela ia atrás, trazia pra cá e cuidava. Buscamos trazer sempre esse exemplo para o nosso dia a dia. Ela ajudou as pessoas num momento que ninguém sabia nada sobre a aids. Recebeu e cuidou dos primeiros casos da doença e também tinha uma ala para cuidar das que estavam com tuberculose”, continua Thiago, que, antes de ser diretor-presidente da ONG, era voluntário.

Após seu assassinato, a família de Brenda Lee não quis assumir a casa, que foi comprada, virou ONG para que sua memória fosse mantida e seu trabalho também, comenta ainda Thiago Aranha.

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Para ajudar a Casa de Apoio Brenda Lee, basta entrar em contato no telefone (11) 3112-1384 ou no endereço Rua Major Diogo, 779, Bela Vista, São Paulo – SP.

Serviço

Casa de Apoio Brenda Lee
Tel.: (11) 3112-1384
Rua Major Diogo, 779, Bela Vista, São Paulo – SP

Para quem não sabe, o Centro de Referência e Treinamento-DST/AIDS-SP (CRT-DST/AIDS) é uma unidade de referência normativa, de avaliação e de coordenação do Programa Estadual para Prevenção, Controle, Diagnóstico e Tratamento de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) e da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS) no Estado de São Paulo.

Além de coordenar o Programa Estadual de DST/AIDS-SP, o CRT-DST/AIDS tem por finalidade: elaborar e implantar normas relativas às DST/AIDS, no âmbito do SUS/SP; elaborar propostas de prevenção; prestar assistência médico-hospitalar, ambulatorial e domiciliar a pacientes com DST/AIDS; propor e executar ações de vigilância epidemiológica e controle das DST/AIDS; desenvolver programas de formação, treinamento e aperfeiçoamento, como também desenvolver e apoiar pesquisa científica em seu campo de atuação e promover o intercâmbio técnico-científico com outras instituições nacionais e internacionais.

Localizado no bairro Vila Mariana, São Paulo, o Centro de Referência e Treinamento-DST/AIDS, é um complexo ambulatorial e hospitalar de 6.189.91 metros quadrados. Conta ainda com diversos funcionários e colaboradores em três turnos, fazendo parte da equipe médicos sanitaristas, infectologistas, ginecologistas, pediatras, neurologistas, psiquiatras, otorrinolaringologistas, dermatologistas, proctologistas, pneumologistas, urologistas, enfermeiros, dentistas, farmacêuticos, biologistas, nutricionistas, psicólogos, assistentes sociais, técnicos de laboratório e de enfermagem e oficiais administrativos.

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Trabalho voluntariado

O trabalho voluntário funciona no CRT de 2ª a 6ª feira, em horário comercial. O voluntário pode atuar em um de projetos uma ou duas vezes por semana.

Atualmente, o CRT tem voluntários que atuam na internação realizando visitas, ajudando no fluxo interno encaminhando as pessoas para as recepções ou demais locais de atendimento, há voluntários que também desenvolvem atividades de Heiki, arteterapia, dança e outros que atuam em um Projeto de Leitura em salas de espera. O CRT também está aberto para novas propostas de trabalho voluntariado.

As pessoas interessadas deverão preencher ficha de interesse no link abaixo:
http://formsus.datasus.gov.br/site/formulario.php?id_aplicacao=3144

Aqueles com dificuldade de acesso à Internet poderão ligar para agendar o preenchimento da ficha no Núcleo de Desenvolvimento do CRT DST/AIDS localizado à Rua Santa Cruz, 81 –  Vila Mariana, próximo ao metrô Santa Cruz.

Mais informações com Tânia pelo telefone: 11-5087-9858 ou e-mail taniacnn@crt.saude.sp.gov.br

Serviço:

Seja voluntário no Centro de Referência e Treinamento-DST/AIDS-SP
Rua Santa Cruz, 81 – Vila Mariana – SP
CEP: 04121-000 – Tel: 11 5087-9911
contato@crt.saude.sp.gov.br