quinta-feira, junho 22, 2017

Monthly Archives: julho 2016

Com o tema “O amor transforma preconceitos”, o curta protagonizado por Laura Zanotti, maquiadora, mulher transexual e ativista LGBT, conta a história de uma tradicional família mineira que vive na zona rural.

Dirigido por Eduardo Zunza, no vídeo, a transexual sai de casa após rejeição e só volta na celebração dos 50 anos de casamento dos seus pais. Ela chega acompanhada pelo companheiro e pela filha.

Laura Zonetti diz que foi uma honra ter representado pessoas LGBTs, especialmente por ser uma mulher transexual, mostrando que todos existimos e estamos em todos os espaços.

O vídeo também faz parte da “Livres & Iguais”, campanha da Organização das Nações Unidas (ONU) pela igualdade LGBTI, com parceria da embaixada do Reino dos Países Baixos no Brasil.

Assista:

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A revelação foi noticiada pelo jornal australiano Herald Sun e, segundo o ator John Cho, a decisão foi tomada pelo escritor Simon Pegg e pelo diretor Justin Lin como uma forma de homenagear o ator George Takei, que hoje tem 79 anos e é um dos principais ativistas da causa LGBT nos Estados Unidos.

Alias, George Takei assumiu publicamente sua homossexualidade em 2005, mesmo ano que outro ator e governador da California, Arnold Schwarzenegger, vetou o projeto que legalizaria o casamento homoafetivo no estado; ele se casou em 2008 com Brad Altman.

Em “Star Trek: Sem Fronteiras” vai mostrar o Sulu com o seu marido e a filha, no momento em que ele sente saudade da família.

O filme estará em cartaz no dia 1º de setembro no Brasil, marcando os 50 anos da franquia: a série foi ao ar na TV americana em 8 de setembro de 1966. A notícia é sempre bem vista por ativistas do movimento LGBT, já que mostra personalidade e personagens importantes assumindo plenamente sua orientação sexual, sem medos ou receios.

A Caixa Cultural Brasília apresenta até o dia 21 de julho, a mostra New Queer Cinema – Segunda Onda, com filmes que desafiaram padrões estéticos, políticos e sexuais na segunda metade da década de 1990. A programação intercala títulos conhecidos do grande público, como “Kids” e “Meninos Não Choram”, com conceituados nomes do cinema autoral, como “Apichatpong Weerasethakul” (Mal dos trópicos), “Karim Aïnouz” (Madame Satã) e “Lucrecia Martel” (O pântano).

PROGRAMAÇÃO PARA HOJE E PARA OS PRÓXIMOS DIAS:

18 de julho (segunda-feira)
16h40 – Rosas selvagens / Les roseaux sauvages, de André Téchiné. FRA, 1994, 110min, 14 anos
18h45 – Vive l’amour / Ai qing wan sui, de Tsai Ming Liang. TWN, 1994, 118min, 16 anos
21h – Meninos não choram / Boys don’t cry, de Kimberly Pierce. EUA, 1999, 118min, 18 anos

19 de julho (terça-feira)
17h – Vida sem destino / Gummo, de Harmony Korine. EUA, 1997, 89min, 18 anos
19h – Lola + Bilidikid / Lola and Billy the Kid, de Kutluğ Ataman. ALE, 1999, 93min, 18 anos
21h – Mal dos trópicos / Sud pralad, de Apichatpong Weerasethakul. TAI/FRA, 2004, 118min, 12 anos

20 de julho (quarta-feira)
16h45 – Meninos não choram / Boys don’t cry, de Kimberly Pierce. EUA, 1999, 118min, 18 anos
19h30 – DEBATE: Novas Configurações do Gênero no Cinema. Com Tania Montoro (pesquisadora) e Denílson Lopes (pesquisador e curador da mostra). Mediação por Mateus Nagime (pesquisador e curador da mostra). Entrada Gratuita. Livre.

21 de julho (quinta-feira)
17h – Elefante / Elephant, de Gus Van Sant. EUA, 2003, 81min, 16 anos
19h – Rosas selvagens / Les roseaux sauvages, de André Téchiné. FRA, 1994, 110min, 14 anos
21h10 – Lola + Bilidikid / Lola and Billy the Kid, de Kutluğ Ataman. ALE, 1999, 93min, 18 anos

 

Serviço:

Telefone: 61 3206-9448 | 61 3206-6456
Horários: Consultar programação
Ingressos: R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes e funcionários CAIXA e doadores de agasalho pagam meia.
Lotação: 406 lugares (8 para cadeirantes)
Bilheteria: de terça a sexta e domingo, das 13h às 21h, e sábado, das 9h às 21h.
Classificação Indicativa: Consultar programação
Acesso para pessoas com deficiência
Patrocínio: Caixa e Governo Federal

Claro que a internet não substitui o primeiro encontro com aquela mulher que você conheceu naquele barzinho badalado do centro, porém, se esse primeiro encontro não aconteceu como você gostaria, que tal uma “força” dos aplicativos? Se eles existem, vamos utilizar, certo?

E se você achava que só os meninos arrasavam com Grindr, Scruff, Hornet, Growl (para ursos), entre outros, engana-se. Meninas também tem seus próprios apps e vão muito bem obrigado. Não sabia? Não faz mal. Aqui vai uma lista feito para elas:

Her – O aplicativo é uma rede social que possui recurso de match para sinalizar quando gosta do perfil de outra usuária conforme requisitos de pesquisas e distância; o ponto positivo é que não possui recursos que exigem upgrade (assinatura, taxas) e diariamente há questões diferentes sobre comportamento e cultura. Também são realizados bate-papo com personalidades, por exemplo, dia 11 de Julho agora teve a entrevistada com a californiana e youtuber Ingrid Nilsen. Um dos pontos que serão melhorados será o idioma português (Brasil) que, até o momento, não está disponível.

Conheça o aplicativo na página oficial https://weareher.com

Wapa (antigo Brenda) – Lembra muito o aplicativo Grindr entre os gays: a busca por outras mulheres é por meio da localização (GPS) e tem um recurso chamado “Piscadela”, similar ao match que já conhecemos do Tinder, porém a versão gratuita tem ações limitadas e propagandas que comprometem a aparência da página inicial do mesmo. A vantagem é que é um diferencial o recurso para bloqueá-lo preservando a privacidade das usuárias caso alguém mexa no celular.

Tenha mais informações sobre o Wapa no site http://wapa-app.com/

Happn – Você cria um perfil nele vinculando o seu Facebook e o app proporciona mais interatividade sobre a vida de alguém: o que ela gosta de ouvir, o que ela tem em comum com você (páginas curtidas) e pode favoritar ou mandar um “charme”. Você tem direito a uma quantidade de charmes para experimentar o aplicativo só que, para conseguir mais, somente se alguma amiga que receber seu convite criar uma conta no Happn ou comprar na loja online pacotes de charmes. Quem cruzar o seu caminho, você será notificada.

Conheça mais sobre o Happn aqui https://www.happn.com

Nos aplicativos acima tem serviço de segurança para denuncias de perfis falsos, uso indevido de conteúdo com direitos autorais e bloquear outras usuárias inconvenientes. E, claro, como toda rede de encontros, seja por aplicativo ou pessoalmente, todo cuidado é sempre bem vindo: a gente nunca conhece 100% a outra pessoa, por mais que tenha um rostinho lindo, vá com calma. Mas, no geral, curta e entregue-se aos “matches”, “likes”, “favoritagens” e tudo o que a vida lhe reserva de bom. Só não se esqueça de combinar e se conhecer pessoalmente, afinal, a vida é muito curta para vivermos apenas no digital. 🙂

Para quem não acompanhou, nesse final de semana em Las Vegas aconteceu o UFC 200. E não foi uma luta “qualquer”, a baiana Amanda Nunes ganhou da Miesha Tatecom ao finalizar a luta com um mata-leão no primeiro round. A comemoração foi em dobro: Amanda é brasileira e a primeira lésbica assumida a ganhar um título no Ultimate Fighter.

Na coletiva de imprensa ela agradeceu a namorada, Nina Ansaroff, companheira de luta na categoria peso-palha do American Top Team.

”É incrível, sou feliz comigo mesma. É isso o que importa. Nina é a melhor parceira de treinos da minha vida. Ela vai ser a próxima campeã dos palhas, podem ter certeza! Ela tem muito talento e significa tudo para mim. Me ajuda demais. Eu a amo. ”

A declaração de amor (que jamais deve ser escondido!) foi exemplar. Parabéns pela conquista, Amanda! Estamos todos orgulhosos! Que você sirva de exemplo para muitas outras meninas que estão no armário e precisam viver uma vida plena e satisfatória. E, de preferência, com grandes conquistas como a sua!

De 44, em 2015, agora subiu para 290 o número de estudantes travestis e transexuais que solicitam na secretaria da escola a vigência do seu direito pelo uso do nome social. É um direito respaldado pelo Decreto Estadual nº55.588, de 17 de março de 2010 que vale também para todos os órgãos de administração paulista, direta e indireta.

“Um dos propósitos dessa legislação é fortalecer, já na escola, a inclusão social desses cidadãos e assegurar-lhes desenvolvimento digno e respeitoso”, explica o professor Thiago Sabatine, responsável pela equipe técnica de Diversidade Sexual e de Gênero da Coordenadoria de Gestão da Educação Básica (CEGB), da Secretaria da Educação do Estado, que levantou estes dados.

Ele explica que o nome social é ligado à identidade de gênero: “É a forma como o indivíduo se vê, o resultado da construção de sua identidade ao longo de sua vida”, afirma.

No levantamento realizado pela CEGB, no início do primeiro semestre de 2015, 44 alunos haviam requerido o nome social e, após seis meses, somavam 127. No final do ano, o crescimento continuou e o total chegou a 182 solicitantes. Hoje, encerrando o primeiro semestre, o nome social é uma realidade para 290 estudantes.

Do total de solicitações, 78% são adoção de nome social feminino; e os 22% restantes, masculino. Entre os solicitantes, 65%estão matriculados na Educação de Jovens e Adultos (EJA) e 35% no ensino fundamental e ensino médio regular. Destaca-se, ainda, que 26% têm menos de 18 anos, e 74%, 18 anos de idade ou mais.

Para reconhecimento às diferenças e prevenção de ações discriminatórias estão inclusas algumas regras como tratamento exclusivo pelo nome social e inclusão do mesmo em documentos internos como lista de chamada, carteirinha de estudante e boletim escolar; porém não é utilizado no histórico escolar, certificados e declarações.

Nos últimos dois anos a Secretaria da Educação promoveu videoconferências de capacitação aos professores e servidores das escolas em respeito ao tema. Os materiais foram ”Intitulados Travestis e Transexuais – O direito ao nome social e Tratamento nominal de discentes, travestis e transexuais, os mesmos estão disponíveis na Videoteca Rede do Saber, uma plataforma de ensino e capacitação à distância, acesse www.rededosaber.sp.gov.br

Em 2013 foram realizados capacitações presenciais, aonde 4 mil educadores foram contemplados nas 91 Diretorias de Ensino do Estado.

Você perdeu o 15º Ciclo de Debates realizado em São Paulo pela Associação da Parada LGBT? Mora em outra região e não pode comparecer? Não faz mal. Gravamos e disponibilizamos os vídeos para que você assista on-line.

Os temas deste ano são recorrentes e foram muito bem discutidos por excelentes profissionais. Aqui estão os vídeos de todos os dias. Assista e compartilhe!

Lei de Identidade de Gênero

Relação de trabalho X Relações Homoafetivas

LGBT em situação de Rua

Educação e Gênero

Saúde da Mulher, Cultura e Empoderamento Feminino.

A OAB SP realiza no final de agosto e início de setembro o “VI Congresso Nacional e II Internacional de Direito Homoafetivo”. Serão três dias (31/08, 01 e 02/09) de discussões em painéis como: “A construção jurídica da pessoa: uma reflexão sobre desafios contemporâneos para a afirmação dos direitos LGBTI”; “Entre o Direito e a ética: os avanços da ciência, reprodução assistida e proteção à pessoa humana”; “Direito Civil, pluralidade de famílias, diversidade sexual e de gênero”; “Multiparentalidade e parentalidade socioafetiva”, e “Direitos sociais, mercado de trabalho e diversidade de gênero”.

Com o objetivo fortalecer o debate em torno da diversidade e combater a “homotransfobia”, o evento terá característica interdisciplinar como explica a presidente da Comissão da Diversidade Sexual da OAB SP, Adriana Galvão Moura Abílio. “A programação é bastante acessível para várias áreas, por isso, as pessoas que têm interesse em conversar sobre o assunto podem participar. Até porque, quanto maior for o envolvimento da sociedade nas discussões, mais conhecimentos e argumentos serão replicados, o que nos ajuda a combater a atual cultura do desrespeito”, pontua.

Na oportunidade, será lançada ainda a campanha institucional da OAB SP, que neste ano é também uma comemoração dos 15 anos da Lei Estadual 10.948/01. A norma dispõe sobre as penalidades administrativas aplicadas à prática de discriminação em razão de orientação sexual. Entre as punições previstas, estão: multa, suspensão e cassação da licença estadual para funcionamento. “Essa lei está à disposição da sociedade e de pessoas que se sentirem agredidas e discriminadas. É uma obrigação, enquanto Comissão da Diversidade Sexual, divulgar essa lei para que as pessoas tenham conhecimento de que aqui em São Paulo nós temos uma legislação no âmbito administrativo”, reforça.

Eleição entre as Secionais

A escolha da Seção de São Paulo para sediar o evento anual foi uma demonstração de confiança no trabalho desenvolvido no estado. Essa é a conclusão de Adriana Galvão Moura Abílio. “A decisão foi uma vitória. Os presidentes das comissões das Secionais de todo o país elegeram a OAB SP para a realização desta edição”, comemora a advogada que lembra outra recente conquista: a aprovação do uso do nome social na carteira profissional de advogados e advogadas travestis e transexuais. A iniciativa nasceu na Secional paulista e teve intensa atuação da Comissão para que fosse levada a Brasília para análise do Conselho Pleno da Ordem dos Advogados do Brasil. “A OAB SP foi pioneira em propor essa discussão em relação ao nome social e o Conselho Federal entendeu a necessidade de garantir esse direito aos profissionais”, comenta.

As inscrições para o congresso estão abertas e devem ser feitas no atendimento, ou por meio do link abaixo, e mediante a doação de duas latas ou pacotes de leite em pó e um brinquedo novo: http://www2.oabsp.org.br/asp/cultura/cultura05.asp?pgv=a&id_cultural=18692.

Confira, a seguir, a programação completa:

31 de agosto (quarta-feira)

Abertura
Dr. Marcos da Costa
Presidente da OAB SP

Dra. Márcia Regina Machado Melaré
Conselheira Federal Da Oab

Dra. Adriana Galvão Moura Abílio
Conselheira Seccional e Presidente da Comissão da Diversidade Sexual da OAB SP

19h – Lançamento Da Campanha Institucional da OAB SP em Comemoração aos 15 Anos da Lei Estadual Nº 10.948/01

19h30 – Entrega do Prêmio Empresa Amiga da Diversidade

20h – Conferência de Abertura

A Construção Jurídica da Pessoa: Uma Reflexão Sobre Desafios Contemporâneos para a Afirmação Dos Direitos LGBTI

– Maria Berenice Dias
Advogada; Especialista em Direito Homoafetivo: Direito das Famílias e Sucessões; Vice-Presidente Nacional do IBDFAM e Presidente da Comissão Especial da Diversidade Sexual da OAB.

1º de setembro (quinta-feira)

8h30 – Conferência I
A Defesa dos Direitos LGBTI nas Cortes Internacionais

Oscar Vilhena Vieira
Advogado; Pós-Doutor pelo Centre for Brazilian Studies – St. Antonies College, Universidade de Oxford; Doutor e Mestre em Ciência Política pela USP; Mestre em Direito pela Universidade de Columbia – Nova York; Graduado em Direito pela PUC SP; Diretor da FGV DIREITO SP e Fundador/Diretor da organização Conectas Direitos Humanos.

9h30 – Painel I
Direitos, Diversidade Sexual e de Gênero

Entre o Direito e Ética: Avanços da Ciência, Reprodução Assistida e Proteção à Pessoa Humana

– Frederico Dos Santos Messias
Juiz de Direito da 4ª Vara Cível da Comarca de Santos/SP; Graduado pela Faculdade Católica de Santos/SP; Pós-Graduado em Direito Público, Coordenador do Núcleo Regional da Escola Paulista da Magistratura e Professor Universitário.

Direito Civil, Pluralidade de Famílias e Diversidade Sexual e de Gênero

– Viviane Girardi
Advogada; Pós-Graduanda na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco; Especialista em Direito Civil pela Faculdade de Jurisprudência da Universidade de Camerino – Italia; Mestre em Direito das Relações Sociais pela Faculdade de Direito da Universidade Federal do Paraná e Diretora Cultural da AASP.

Multiparentalidade e Parentalidade Socioafetiva: Efeitos Jurídicos

Christiano Cassettari
Advogado; Doutor em Direito Civil pela Universidade de São Paulo – USP; Mestre em Direito Civil pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC/SP; Especialista em Direito Notarial e Registral pela PUC/MG; Coordenador dos Cursos de Pós-Graduação em Direito Imobiliário da ESA/SP; Diretor do Instituto Brasileiro de Direito de Família São Paulo – IBDFAM SP e Autor de diversos livros e obras jurídicas.

12h30 – Intervalo

14h – Painel II
Travestilidade e Transexualidade: Reconhecimento do Direito à Identidade e Direitos Humanos

Poder Judiciário e Identidade de Gênero: Competências, Jurisprudência e Reconhecimento Jurídico das Identidades Sociais

– Guilherme Madeira
Juiz de Direito da 44ª Vara Cível do Fórum João Mendes SP; Graduado, Mestre e Doutor em Direito na Faculdade de Direito pela USP; Professor do curso de Graduação e Pós-Graduação da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Transfeminismo, Sociedade e Direito: Rupturase Construção de Novas Relações Sociais

– Jaqueline Gomes De Jesus
Professora do Instituto Federal do Rio de Janeiro – IFRJ; Doutora em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações pela Universidade de Brasília – UnB; Pós-Doutora pela Escola Superior de Ciências Sociais da Fundação Getúlio Vargas – FGV – Rio de Janeiro e Autora e organizadora do livro “Transfeminismo: Teorias e Práticas”.

Autonomia, Direito à Saúde e Reconhecimento Jurídico das Identidades de Gênero: Análise Crítica a Luz do Poder Judiciário Brasileiro

– Miriam Ventura
Graduada em Direito, Mestre e Doutora em Saúde Pública na Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz; Professora Adjunta do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva (IESC) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); Integra o corpo docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva do IESC e Faculdade Medicina da UFRJ, e do Programa de Pós-Graduação em Bioética, Ética Aplicada e Saúde Coletiva PPGBIOS.

16h – Painel III
Direitos Sociais, Mercado de Trabalho e Diversidade de Gênero

Assédio Moral e Dignidade Humana: Violências, Identidade de Gênero e Proteção Jurídica

– Fabíola Marques
Advogada; Mestre e Doutora em Direito pela PUC; Professora de Direito do Trabalho e Direito Processual do Trabalho da PUC SP nos cursos de Graduação e Pós-Graduação; Membro efetivo da Comissão da Diversidade Sexual e da Comissão da Mulher Advogada da OAB SP.

Mercado de Trabalho e Políticas de Afirmação das Diferenças Sexuais

– Esabela Cruz
Coordenadora do Programa de Diversidade e Inclusão da Hewlett Packard Enterprise; Psicóloga; Especialista em gestão de Recursos Humanos e Mestre em Diversidade Cultural e Inclusão Social. Tradutora/Interprete da Língua Brasileira de Sinais e Moderadora da página HPECareers na rede social.

A Valorização e o Compromisso das Empresas com a Diversidade Sexual e de Gênero

– Jorgete Leite Lemos
Diretora de Diversidade da Associação Brasileira de Recursos Humanos ABRH – Nacional; Membro do Comitê de Responsabilidade Social da FIESP (Cores); Consultora e Docente em Cursos de Pós-Graduação e MBA em diversas organizações de treinamento e Conferencista Nacional na área de Gestão Corporativa.

17h – Conferência Internacional

Direitos Sexuais: Sexualidade, Gênero e Direitos Reprodutivos

– Eszter Kismodi
Advogada; Especialista em Direitos Humanos;, Master of Laws (LLM) pela Universidade de Toronto Law School e licenciatura em Direito (JD) pela Universidade de Direito, Pécs , Hungria e Assessora de Direitos Humanos na Organização Mundial da Saúde, Departamento de Saúde Reprodutiva e Pesquisa (2002-2012), Orientadora da rede de pesquisa e educação em saúde sexual e reprodutiva da OMS.

2 de setembro (sexta-feira)

8h30 – Conferência III
Sexualidade e Constituição Federal: Afirmação Democrática e Reconhecimento dos Direitos LGBTI

– Debora Duprat
Curso de Mestrado Direito e Estado – UnB, nomeada para o cargo de Procurador da República de 2ª categoria; Designação para compor Comissão Permanente de atuação na Defesa dos Interesses Indígenas; Designação para o exercício da Coordenadoria de Defesa do Meio Ambiente e dos Direitos do Consumidor; Coordenadora da Coordenadoria de Defesa dos Interesses Difusos e Coletivos; Membro da 7ª Câmara de Coordenação e Revisão (consumidor e minorias); Membro da 6ª Câmara de Coordenação e Revisão (populações indígenas e minorias étnicas); Promovida, por merecimento, ao cargo de Subprocurador-Geral da República.

9h30 – Painel IV
Proteção Constitucional da Diversidade Sexual – Diálogos Brasil e Argentina

– Flávia Piovesan
Secretária de Direitos Humanos do Ministério da Justiça; Graduada , Mestre e Doutora em Direito pela PUC SP; Professora Doutora da PUC nos programas de Graduação e Pós Graduação em Direito; Visiting fellow do Human Rights Program da Harvard Law School; Visiting fellow do Centre for Brazilian Studies da University of Oxford; Visiting fellow do Max-Planck-Institute for Comparative Public Law and International Law e Humboldt Foundation Georg Forster Research Fellow no Max-Planck-Institute for Comparative Public Law and International Law e Membro Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, da UN High Level Task Force on the implementation of the right to development e do OAS Working Group para o monitoramento do Protocolo de San Salvador em matéria de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais.

– Dimitri Sales
Advogado; Mestre e Doutor em Direito Constitucional pela PUC SP; Membro da Comissão Diversidade Sexual da OAB SP; Professor Visitante da Faculdad de Derecho de la Universidad de Buenos Aires (Argentina), do Curso de Graduação em Direito da Universidade Paulista e do Curso de Pós-Graduação em Direito da Escola Superior do Ministério Público do Estado de São Paulo; Presidente do Instituto Latino Americano de Defesa e Promoção dos Direitos Humanos (ILADH); Ex-Coordenador de Políticas para a Diversidade Sexual do Estado de São Paulo.

– Andres Gil Domingues
Advogado, graduado em Direito pela Universidade de Buenos Aires; Doutor em Direito pela Universidade de Buenos Aires; Conselheiro Constitucional – Área de Direito; Diretor-geral da AGD Consultant; Membro Associado da Associação Argentina de Direito Constitucional; Professor Adjunto de Elementos questão de Direito Constitucional da Faculdade de Direito e Ciências Sociais (UBA), Professor Titular regular do Campo Direito Estudantes de Direito Constitucional pela Faculdade de Economia e Direito da Universidade Nacional de La Pampa e do Mestrado em Estudos latino-americanos da Universidade de Salamanca (Espanha) e do Mestrado em Direito da Família da Faculdade de direito da Universidade de Buenos Aires e Ph.D.

12h – Intervalo

14h – Painel V
Versos Diversos: Diferentes Olhares para a Proteção da Diversidade Sexual e de Gênero

Sexualidade e Sociedade: A Construção do Sujeito Contemporâneo

– João Silvério Trevisan
Romancista; Contista; Ensaísta; Roteirista; Cineasta; Tradutor e Autor dos livros “Em Nome do Desejo e Vagas Notícias de Melinha Marchiotti”.

Responsabilidade Pública e Sociedade: Entre Moral e Direito

– Roberto Romano
Graduado em Filosofia pela USP; Doutorado em Filosofia pela L´École des Hautes Études en Sciences Sociales na França e Professor titular do instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP.

16h – Conferência de encerramento
Humanismo, Direito e Diversidade Sexual e de Gênero

– Nancy Andrighi
Graduada em Direito pela PUC do Rio Grande do Sul; Pós-graduação lato sensu, pela Universidade do Vale dos Sinos/RS; Curso de Pós-Graduação e Especialização de Professores pelo Centro Unificado de Brasília – CEUB, com defesa de tese; Pós-graduada em Direito Privado pela Universidade Católica de Brasília; Ministra do Superior Tribunal de Justiça; Membro da Corte Especial, do Conselho de Administração e Corregedora Nacional de Justiça.

Serviço:

Evento: “VI Congresso Nacional e II Internacional de Direito Homoafetivo”
Datas: 31/08 – às 18h30, 01 e 02/09 – das 08h30 às 19h00
Local: Novo Hotel Jaraguá – Rua Martins Fontes, 71 – Centro

Além de atividade física, grupos promovem visibilidade e protesto contra todos os tipos de preconceito!

Os encontros são organizados em São Paulo e no Rio de Janeiro por dois grupos distintos, e que fazem a diferença:

Gay Bikers

Em São Paulo, o “SP Gay Bikers” é o primeiro grupo de amantes LGBT de bicicletas do Brasil. Promovem os encontros e passeios há quase 7 anos passando por vários lugares da capital paulista. Inclusive em cidades próximas. As regras para fazer parte do grupo são: ser maior de idade (+18), ter uma bicicleta e usar capacete e outros acessórios de segurança durante os passeios. Os organizadores não cobram taxas e o grupo não tem filiação-partidária. Neste domingo, 9, por exemplo, eles se reunirão na Rua São Carlos do Pinhal, 451, próximo da Avenida Paulista. Para mais informações, eles possuem uma fanpage no endereço: https://www.facebook.com/SPGAYBIKERS

BiciQueer

Na capital carioca, o grupo BiciQueer Rio tem projeto semelhante. Eles já estão organizando o próximo encontro acontecerá dia 24, penúltimo domingo de julho, a partir das 13h na Praça Cinelândia. Algumas das regras são: usar protetor solar, utilizar equipamentos de segurança e, quem desejar, pode ir de patins, patinete, triciclo, skate ou outro meio de locomoção sem motor.

Segundo Aurora Black, 21 anos, assistente de edição:

“A BiciQueer Rio é a filha mais nova do BiciQueer Recife. A nossa ideia é juntar LGBTQs e protestar por lugares seguros para nós mesmas na cidade. A BiciQueer é coletiva. Pra fazer parte, basta chegar (e você nem precisa ter uma bike pra isso). Esse é um serviço pra comunidade, e de forma alguma queremos lucrar com isso. A ideia de usar locomoção que dependa da propulsão humana tem a ver com um alinhamento da comunidade com a vontade de ser cidadão e se sentir mais pertencente a cidade, que é uma coisa que tem sido cada vez mais difícil diante dos dados assustadores de assassinatos que temos sofrido. Essa será nossa primeira edição aqui no Rio, criamos o evento ontem e já temos mais de 640 pessoas interessadas. Isso mostra que realmente queremos e precisamos ir pras ruas. Lá em Recife, a primeira edição aconteceu em 24 de Agosto e rola semanalmente, aqui será mensal.”, conta com exclusividade ao ParadaSP.org.br.

Mais detalhes na página:https://www.facebook.com/biciqueerrio

Segundo nota do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), 406 candidatxs utilizarão o nome social na realização do Exame Nacional do Ensino Médio nos dias 5 e 6 de novembro deste ano.

O Instituto recebeu 842 solicitações, destas, 432 foram reprovadas porque não foram encaminhados os documentos necessários dentro das regras publicadas no edital do exame. A opção do nome social foi usado pela primeira vez em 2014 e teve 104 pessoas transgêneros inscritxs.

Veja no quadro abaixo as inscrições confirmadas de 2015 e 2016:

transgêneros-enem

Fonte: inep.gov.br

Qualquer informação sobre o cartão de inscrição, local de prova e outras dúvidas, acesse a página do(a) participante www.enem.inep.gov.br/participante