quarta-feira, agosto 23, 2017
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O deputado federal Jean Wyllys (Psol-RJ) apresentou na Câmara dos Deputados a proposta da “escola livre”, contrapondo o projeto de lei que cria a “escola sem partido”, que tem como objetivo fixar um cartaz em todas as salas de aula do ensino fundamental e médio com algumas regras aos docentes.

Além de liberar as discussões de qualquer natureza nas salas de aulas, o PL 6005/16 prevê o respeito à liberdade religiosa e a educação contra o preconceito, violência e estigmatização de pessoas por questões de cor, condição social, deficiência, nacionalidade, identidade de gênero ou orientação sexual.

No projeto, Willys também prega a valorização permanente dos profissionais de educação e deixa claro que fica vedado qualquer tipo de censura. Porém, ressaltando que os princípios da lei não podem ser invocados para uma imposição autoritária aos estudantes por docentes e autoridades.

Também enfatiza a liberdade de manifestação de pensamento e de “aprender, ensinar, pesquisar, ler, publicar e divulgar por todos os meios a cultura, o conhecimento, o pensamento, as artes e o saber, sem qualquer tipo de censura ou repressão”.

“Uma escola para a democracia é uma escola com muitos partidos, com muitas ideias, com muito debate, com muita análise crítica do mundo. Uma escola para a democracia é uma escola sem ódio, sem autoritarismo e sem discriminação”, diz Wyllys.

No final do mês passado, o MFP (Ministério Público Federal) encaminhou ao Congresso Nacional uma nota técnica em que aponta a inconstitucionalidade do projeto de lei que inclui o Programa Escola sem Partido entre as diretrizes e bases da educação nacional. Deborah Dupra, procuradora federal dos Direitos do Cidadão, informa que o PL 867/2015 coloca professores em constante vigilância.

A APOGLBT SP, ONG responsável pela maior Parada do Orgulho LGBT do mundo e outros eventos de militância LGBT, a pedido de seu presidente, vem a público agradecer os serviços prestados de forma voluntária pelo Sr. Agripino Magalhães, como Relações Públicas, até o final do ano de 2015.

São de esforços assim que conseguiremos, não só a APOGLBT SP mas diversos movimentos sociais de luta por direitos humanos, construir juntos um mundo melhor para todos.

Portanto, desde o início deste ano, o Sr. Agripino Magalhães não tem mais nenhum vínculo com a Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo.

Aproveitando este momento, comunicados que para intermediar relações, a ONG APOGLBT SP firmou contrato com uma Assessoria de Comunicação que deve, sempre que solicitado, informar quais os porta-vozes que podem e devem falar em nome da APOGLBT SP.

Em casos de dúvidas, entre em contato com nossa Assessoria de Comunicação.

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Assumir-se “diferente” dos demais, seja por sua orientação sexual ou identidade de gênero, não é algo fácil para muita gente. Ainda mais para aqueles que sofrem pelo peso da religião (pois algumas, infelizmente, a condenam ferozmente). Quando você junta com o machismo social, muito presente nos esportes, a situação é ainda mais delicada.

Porém, assim como na sociedade, para a nossa alegria, encontramos pessoas que são assumidas e plenamente felizes com sua identidade de gênero ou orientação sexual. Pessoas que souberam escolher, trilhar caminhos (mesmo difíceis) e viver uma vida autêntica: não precisando esconder sua sexualidade/afetividade de famílias, amigos e colegas de trabalho.

Confira a lista dos esportistas das Olimpíadas Rio 2016 que, até o momento, são assumidamente gays, lésbicas, bissexuais e/ou pessoas trans. Em ordem alfabética:

Alexandra Lacrabère  (França, handebol)
Amini Fonua  (Tonga, natação)
Angel McCoughtry (EUA, basquete)
Ari-Pekka Liukkonen (Finlândia, natação)
Ashley Nee  (EUA, caiaque individual)
Brittney Griner (EUA, basquete)
Carl Hester (Reino Unido, hipismo)
Carlien Dirkse van den Heuvel (Países baixos, hockey)
Carolina Seger  (Suécia, futebol)
Caster Semenya (África do sul, atletismo)
Dutee Chand (India, track & field)
Edward Gal (Países Baixos, hipismo)
Hans Peter Minderhoud (Países baixos, hipismo)
Hedvig Lindahl (Suécia, futebol)
Helen Richardson-Walsh (Reino Unido, hockey)
Ian Matos (Brasil, saltos ornamentais)
Jeffrey Wammes  (Países Baixos, ginástica olímpica)
Jillion Potter  (EUA, rugby)
Julia Vasconcelos  (Brasil, taekowndo).
Kate Richardson-Walsh (Reino Unido, hockey)
Katie Duncan (Nova Zelândia, futebol)
Kelly Griffin  (EUA, rugby)
Larissa França (Brasil, vôlei de praia)
Lisa Dahlkvist (Suécia, futebol)
Maartje Paumen (Países Baixos, hockey)
Marie-Eve Nault (Canadá, futebol)
Martina Strut  (Alemanha, salto com vara)
Mayssa Pessoa (Brasil, handebol)
Megan Rapinoe (EUA, futebol)
Mélanie Henique  (França, natação)
Melissa Tancredi  (Canadá, futebol)
Michelle Heyman (Austrália, futebol)
Nadine Müller  (Alemanha, lançamento de disco)
Nicola Adams (Reino Unido, boxe)
Nilla Fisher (Suécia, futebol)
Robbie Manson (Nova Zelândia, remo)
Seimone Augustus (EUA, basquete)
Spencer Wilton  (Reino Unido, hipismo)
Stephanie Labbe  (Canadá, futebol)
Sunette Stella Viljoen  (África do Sul, lançamento de dardo)
Susannah Townsend  (Reino Unido, hockey)
Tom Bosworth (Reino Unido, atletismo)
Tom Daley (Reino Unido, saltos ornamentais)
Victor Guttiérez  (Espanha, pólo aquático)

Conhece mais alguém que não esta nesta na lista? Mande-nos um e-mail com o nome e a referência sobre o atleta (link de alguma publicação séria que fale sobre sua orientação sexual ou identidade de gênero). Teremos o maior prazer em incluir na listagem.

Fabrício Viana (www.fabricioviana.com) é jornalista, escritor e bacharel em psicologia, em seis anos ele já escreveu e publicou quatro livros com temática LGBT: “O Armário” (sobre a homossexualidade), “Ursos Perversos” (contos homoeróticos), “Orgias Literárias da Tribo” (coletânea LGBT premiada duas vezes em 2015) e o recente “Theus. Do fogo à busca de si mesmo” (romance com temática gay).

COLETANEA-LGBT-LITERATURALGBTPara comemorar mais de 20 mil leitores, Viana está dando de graça, 100 exemplares da coletânea “Orgias Literárias da Tribo“. A única coletânea no Brasil onde é possível encontrar pelo menos um autor representando cada segmento LGBT.

Ao contrário do que se imagina, o livro “Orgias Literárias da Tribo” não é um livro erótico/pornô. É um livro de contos, crônicas, poesias e textos em geral que representam o dia a dia da comunidade LGBT. Com 144 páginas, 10 autores e com dois prêmios recebidos em 2015, a coletânea permite que gays leiam textos de lésbicas, lésbicas de pessoas trans e trans de bissexuais. Ou tudo fora desta “ordem”. Afinal, como diz Viana no livro, é “uma orgia literária” e a ordem não importa tanto. A leitura da obra, sim.

Para ganhar o livro gratuitamente e autografado, você terá apenas que morar no Brasil e pagar o valor do frete (R$ 8,00). Segundo Viana, como ele separou 100 exemplares para doação, não pode bancar o frete para todos (R$ 800,00). Se você gostou e quer ganhar um exemplar autografado, corra, visite o link agora mesmo e leia todas as regras:

http://fabricio-viana.blogspot.com.br/2016/07/coletanea-lgbt.html

Lembrando que não é promoção. As primeiras 100 pessoas que fizerem o pagamento do frete, leva o livro de graça e autografado. É um presente do autor, não tendo vínculo algum com a APOGLBT ou com a Editora. Portanto, se gosta de Literatura LGBT, vai lá agora e garanta o seu!

Nico Hines
Nico Hines – Foto Reprodução/Twitter

Nico Hines conseguiu “enfiar o pé na jaca”. Editor britânico do “The Daily Beast”, ele gerou um desconforto mundial ao “arrancar do armário” atletas das Olimpíadas Rio 2016. O que ele fez? Bom, como ele se diz heterossexual, criou um perfil em alguns aplicativos de encontros gays (como Grindr, Hornet, etc) e mapeou a Vila Olímpica, no Rio, para ver quais pessoas apareciam por lá.

Com o título “Consegui três encontros no Grindr em uma hora na Vila Olímpica”, Nico Hines disse no artigo o quanto era fácil não só encontrar homossexuais mas também marcar encontros reais de sexo. Segundo ele, “Um viveiro de atletas em festa, pegação, e sexo, sexo, sexo”, diz o jornalista.

E não parou por aí. Além de tudo, ele mencionou no artigo um atleta da Ásia Central, um país onde a homossexualidade é extremamente criminalizada fazendo com que LGBTs vivam em situação de risco extremo. Esse tipo de matéria e exposição vem gerando questionamentos por todo o planeta sobre a ética do jornalismo.

Amini Fonua, nadador que esta no Rio, publicou em seu Twitter um texto criticando Nico Hines. “Algumas dessas pessoas que você tirou do armário são meus amigos. Com família e vidas que serão afetadas para sempre”, disse Amini que é gay assumido.

Pedido de desculpas

O artigo, após inúmeras denúncias, foi retirado às pressas do site. No lugar, colocaram um texto pedindo desculpas:

“O artigo não teve a intenção de prejudicar ou degradar membros da comunidade LGBT, mas intenções não importam, os impactos, sim. Nossa esperança é que, ao remover o artigo que está em conflito com nossos valores bem como com aos quais aspiramos como jornalistas demonstre quão seriamente levamos nosso erro”

E você, o que pensa a respeito? Como pessoas, formadas, que trabalham em grandes veículos de comunicação conseguem pisar na bola deste jeito? Desrespeitando o outro? Sua orientação sexual? Até quando?

No final deste mês, dia 28 de Agosto, das 8h30 as 10h, acontece a edição do CIRCUITO DIVERSA SAMPA de Corrida e Caminhada em São Paulo. Um evento de corrida onde pessoas LGBTs são muito bem vindas!

Em contato com Silvio Sipliano, organizador do evento, ele nos disse que a participação na corrida é gratuita (entrega de 1kg de alimento não perecível) mas que a inscrição precisa ser feita até segunda-feira, 15, sem falta. Quem tiver dificuldades, pode entrar em contato no telefone (11) 2847-0790.

“Nós realizamos corridas há mais de 10 anos. Já fizemos circuitos para o SESI, SESC e outras grandes organizações. Para inovar e sair um pouco do comum, resolvemos abrir as portas para todos os públicos, inclusive os LGBTs”, conta Silvio com exclusividade ao site da ParadaSP.

O local escolhido é o Parque Ecológico do Tietê, um parque sob administração da DAEE (Departamento de Águas e Energia Elétrica) muito frequentado por pessoas que gostam de praticar atividades físicas. A idade mínima para participar é de 16 anos, com autorização dos pais (até 18 anos desde que eles não estejam presentes). O ideal, segundo Silvio, é que se chegue pelo menos 30 minutos antes da corrida.

“Queremos que as pessoas curtam o parque. Não apenas a corrida em si”, completa Silvio.

Todos os participantes que concluírem a prova (5km de caminhada e 10km de corrida) ganham medalhas e kit lanche. Na Arena, serão disponibilizados ainda massagem, pintura facil, escultura de balões e brinquedos infláveis para crianças.

Para se inscrever:

Para se inscrever no CIRCUITO DIVERSA SAMPA de Corrida e Caminhada você deve entrar no site (utilize a senha “LGBT” – tudo em maíusculo):
http://namastebemestar.com.br/eventos/corrida-e-caminhada-rainbow-run/

E, quem puder, compartilha esta notícia. Uma corrida LGBT e gratuita deve ser muito bem divulgada e nós só temos nossos iguais (e muitas vezes diferentes) para que esse evento seja realmente um sucesso!

SERVIÇO:

CIRCUITO DIVERSA SAMPA de Corrida e Caminhada
28 de Agosto, das 8h30 as 10h
Local Parque Ecológico do Tietê – São Paulo / SP
(11) 94005-1612 | 97169-8068 | 2847-0790
contato@namastebemestar.com.br

Do dia 01 ao dia 07/11/2016 acontece o 2º Congresso Nacional Online sobre Diversidade Sexual, evento organizado pelo advogado e defensor dos Direitos LGBTs William Bryan. E melhor, gratuito e por meio da internet.

O primeiro evento focou na conscientização do público geral e especializado para melhor lidarem com as diversidades sexuais e de gênero, e essas palestras serão retransmitidas no 2º evento, que terá seu foco na Orientação aos próprios LGBTs sobre longo processo de Aceitação, Superação e Conquistas pessoais. Aliás, esse é o foco do segundo encontro: diversos profissionais e estudiosos indicarão o caminho as pessoas LGBT para viver com felicidade de forma plena, com respeito, paz, amor próprio e compartilhado.

O projeto CONADS trata sobre a luta contra a discriminação, intolerância sexual e de gênero, e concepções ultrapassadas que pioram o setor cultural do nosso país. Até o momento, diversos profissionais já confirmaram suas palestras, entre eles:

Adriana Souza, Coach de Corpo e Alma, Especialista em Florais de Bach e Idealizadora do Hoje eu me sinto. Trabalha reconectando as pessoas às suas essências naturalmente perfeitas. Cada ser é único e especial, por isso o tratamento respeita o ritmo e objetivos particulares de cada indivíduo, trazendo de volta a plenitude, leveza e alegria, que é sua por direito. Abordará o tema da autoaceitação, e da percepção das nossas qualidades, independente do ponto de vista social, explorando a essência perfeita, nata em todos os seres humanos.

Anderson Schirmer é Professor Doutor em Psicologia Social pela PUC/SP e trabalha em consultório particular. Sua linha de pesquisa é Psicanálise, Políticas da Sexualidade e Homofobia.

Fabrício Viana, jornalista, escritor e bacharel em psicologia. Com mais de 20 mil leitores, Viana é autor do livro O Armário (sobre a homossexualidade), Ursos Perversos (literatura erótica), Orgias Literárias da Tribo (coletânea LGBT premiada), Theus: Do fogo à busca de si mesmo (romance com temática gay) e outras publicações. Entre seus projetos, destacam-se a “Criando Livros” e a “Bons Livros Editora Digital

Henrique Goetten, Mago, Sacerdote, Coach Transformacional e Palestrante de Ética e Diversidade Humana.
Estuda filosofia como autodidata desde os 16 anos na área de neurolinguística, ética, metafísica e física quântica voltadas à transcendência da matéria. Autor do Curso e Livro “Língua Solta” dedicado às pessoas que têm dificuldades de se comunicar interna e externamente. Atualmente dedica a vida a ajudar pessoas a se libertarem de seus paradigmas e descobrirem o EU verdadeiro, para que possam conquistar seus objetivos e realizar seus sonhos de maneira simples e definitiva

Marcos Lacerda, Psicólogo Mestre em Psicologia Social e Especialista em Psicologia Clínica e Teoria Psicanalítica pela UFPB. Autor do premiado Romance “Um Estranho em Mim”, e do Romance “Libélula” (Pontes Editores). Atua em clínica particular desde 1993, em que enfatiza, principalmente, os temas: saúde mental, vida cotidiana, preconceito e violência.

Além de muitos outros nomes:

congresso-nacional-diversidadesexual-genero

Para se inscrever e assistir a todas as palestras gratuitamente é simples, basta acessar o link abaixo e se cadastrar com nome e e-mail:
http://www.inads.com.br/conads

Não existem barreiras para o amor. Quando amamos, nada mais importa. E mostrar este amor ao mundo faz parte da maioria dos casais. Com Isadora Cerullo e Marjorie isso não poderia ser diferente.

Nas Olimpíadas 2016, Isadora beija Marjorie após ser pedida em casamento, na frente de todos. Veja o vídeo:

Jogadora da seleção brasileira de rúgbi, Izzy, como é conhecida, foi pedida em casamento por sua companheira após a cerimônia de entrega de medalhas. E viva o amor. O amor que envolve todas as pessoas, independente de sua orientação sexual ou identidade de gênero.

Parabéns meninas! Vida longa ao casal.

O curso de Escrita Narrativa com temática Queer – 2ª edição é um espaço para quem deseja escrever histórias que tratem de personagens e experiências que desafiem os lugares-comuns da heteronormatividade.

Mas o que é o queer? Longe de buscar uma definição, aqui o queer como um convite à desestruturação de noções tradicionais de gênero e sexualidade. Uma escrita criativa com temática queer é aquela que provoca as expectativas dos leitores em temas relacionados à orientação sexual e identidade de gênero, criando outro espaço para que sujeitos historicamente marginalizados, silenciados ou apagados se manifestem.

E para quem é este curso? Para todas as pessoas que se sentem silenciadas ou que não encontram espaço para se reconhecer nas histórias que já estão sendo contadas – supostamente sobre quem somos. Este é um curso para quem deseja escrever a própria história.

O curso é gratuito. Serão dez encontros, de 23 de agosto a 25 de outubro, sempre às terças-feiras das 19h30 às 22h.

Endereço: Complexo Cultural Funarte, Alameda Nothmann, 1058 – Campos Elíseos, São Paulo/SP.

Cada encontro será orientado por um tema centralizador e contará com exercícios, leituras críticas e debates:

Dia 23/08 – Por que e como escrever
Dia 30/08 – Como planejar uma história
Dia 06/09 – As ferramentas de quem escreve
Dia 13/09 – O tema
Dia 20/09 – A criação de personagem
Dia 27/09 – As tramas do enredo
Dia 04/10 – A narração e o ponto de vista
Dia 11/10 – O tempo narrativo
Dia 18/10 – O uso da descrição
Dia 25/10 – Fechamento / celebração

As vagas para o curso são limitadas. Para se inscrever, preencha o formulário na página www.ninhodeescritores.com/queer

Os inscritos selecionados serão informados via e-mail e, eventualmente, SMS.

Quem ministrará este curso?

Tales Gubes é o fundador do Ninho de Escritores, projeto de aprimoramento da escrita por meio do acolhimento, e escreve sobre gênero e sexualidade em textos e ficção e não ficção. Mestre em Cultura Visual, já ministrou cursos de extensão sobre educação e sexualidade na Universidade Federal de Goiás.

A diversidade sexual existe e está em todos os lugares, implícita ou explicitamente. Nas Olimpíadas do Rio 2016 ela também se fez presente. Durante o revezamento da tocha olímpica no Rio de Janeiro no final da semana passada, dois condutores se beijaram na passagem da tocha.

Durante a abertura das Olimpíadas, mesmo não tendo sido narrado pela TV, três transexuais conduziram as delegações: Lea T. (filha do jogador Toninho Cerezo) à frente da delegação brasileira, Fabíola Fontinelle à frente da República Theca, Índia e outras, e Maria Eduarda Menezes à frente da República Islâmica do Irã.

Somos diversos e estamos mesmo em todos os lugares.