quinta-feira, junho 22, 2017
Filmes LGBT

Mostra de Cinema tem filmes Esteros, Mãe só há uma e Divinas Divas na sua programação

A Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, dentro da programação do Mês do Orgulho LGBT 2017, promove a Mostra de Cinema dia 12, 13 e 14 de Junho no Cine Belas Artes. Entre os filmes escolhidos para exibição gratuita estão Esteros, Os Invisíveis e Divinas Divas.

Segue a programação:

Dia 12 as 21h30
Exibição do filme: Esteros
Data de lançamento 8 de junho de 2017 (1h 17min)
Direção: Papu Curotto
Elenco: Ignacio Rogers, Esteban Masturini, Renata Calmon, Maria Merlino, Marcelo Subiotto, Pablo Cura e Felipe Titto
Gêneros: Drama, Romance
Nacionalidades: Argentina, Brasil
Sinopse: Matias e Jerônimo são dois grandes amigos de infância que cresceram juntos em Paso de los Libres, cidade folclórica na fronteira entre Brasil e Argentina. Durante a adolescência, a atração sexual inesperada entre os dois surge e o desejo floresce. No centro de preconceitos familiares, a história de amor entre eles é interrompida, mas, dez anos depois, eles se reencontram e têm uma nova chance.

Dia 13 as 21h30
Exibição do filme: Mãe só há uma
Data de lançamento 2016 (1h 22min)
Direção: Anna Muylaert
Elenco: atores desconhecidos
Gênero Drama
Nacionalidade Brasil
Sinopse: Após denúncia anônima, o adolescente Pierre é obrigado a fazer um teste de DNA. Ele descobre que foi roubado da maternidade e que a mulher que o criou não é sua mãe biológica. Após a revelação o garoto é obrigado a trocar de família, de nome, de casa, de escola, tudo isso em meio às descobertas da juventude.

Dia 14 as 21h30
Exibição do filme: Divinas Divas
Data de lançamento 22 de junho de 2017
Direção: Leandra Leal
Elenco: Miguel Falabella, Rogéria, Jane di Castro, Valéria, Brigitte de Búzios, Fujika de Holliday, Camile K. E Eloína.
Gênero: Documentário
Nacionalidade: Brasil
Sinopse: A história de Maurice, Monette, Lucien e Thérèse, que nasceram entre as duas guerras mundiais. Hoje, eles são idosos e homossexuais, mas, tirando essas características, não têm nada em comum. Através deles, o filme retrata um século de história da sociedade francesa.

Os ingressos gratuitos para assistir aos filmes serão distribuídos 30 minutos antes de cada exibição. Cheguem cedo! Sujeito a lotação da sala.

Serviço:

Mostra de Cinema do Mês do Orgulho LGBT 2017
Exibição dos filmes Esteros, Mãe só há uma e Divinas Divas
Dias 12, 13 e 14 com exibição de um dos filmes as 21h
Ingressos gratuitos. Retirar 30 minutos antes de cada exibição ((Sujeito a lotação da sala.)
Local: R. da Consolação, 2423 – Consolação, São Paulo – SP

 

Aconteceu no último domingo (07), uma das mais badaladas premiações de filmes nos Estados Unidos, o MTV Movie Awards. A premiação que reconhece os destaques do ano na TV e no Cinema teve um movimento celebrando a igualdade e a diversidade de gêneros: O prêmio de melhor beijo foi para um casal gay.

O beijo em questão é uma cena protagonizada por Jharrel Jerome e Ashton Sanders, em “Moonlight: sob a luz do luar”. A produção estava concorrendo com outras grandes cenas, mas era a única a apresentar um casal LGBT.

“Eu acredito que é seguro dizer, que está tudo bem para nós, jovens atores, especialmente nós, minorias, pensar fora da caixa. Eu acho que está tudo bem pensar fora da caixa e fazer o que for necessário para contar uma história e para fazer uma mudança. Então esse prêmio é para isso. É para nós, artistas por aí que precisam dar um passo ousado e fazer o que for necessário para que as pessoas acordem”, disse Jerome ao receber o prêmio.

“Esse prêmio é maior que nós dois. Representa mais que um beijo. Esse prêmio é para aqueles que se sentem desajustados, nos representa, então, eu amo vocês todos e obrigado”, completou o parceiro de cena.

Apesar de ainda vivermos em tempos onde a homofobia é grande e a intolerância nos divide, o mundo está, aos poucos, dando passos em direção à igualdade. Para as pessoas LGBT, o prêmio significa que, de um jeito ou de outro, elas são aceitas, e que apesar da repressão, a maioria das pessoas já pregam o amor como princípio.

Sobre viagens e amores, 04/05 nos cinemas.

Só é possível compreender as diferenças quando entendemos que antes de tudo, somos todos humanos. Quando dois mundos são colocados em contato, acontece um forte choque cultural e social, que pode gerar desconforto, resistência e preconceito com o diferente.

“Sobre viagens e amores” é um filme independente que chega aos cinemas brasileiros no dia 4 de Maio, e vai nos mergulhar em uma emocionante aventura acompanhados de Marco e Maria, colegas de quarto italianos que vão aos Estados Unidos.

Aquilo que parecia ser a viagem dos sonhos, se tornou um grande problema: Maria é homofóbica e ao chegar em São Francisco descobre que a hospedagem será na casa de Matt e Paul, um casal gay.

O contato com o casal despertou em Maria o fato que mais incomoda Marco: o jeito esnobe e conservador. Ao longo da viagem, a resistência e o preconceito da italiana atrapalha a convivência dos quatro, que inicialmente não conseguem desenvolver uma amizade.

O que Maria não esperava era que aquela viagem iria mudar drasticamente a maneira como ela encara a vida, e que junto com Marco, Matt e Paul viveria o período mais incrível de sua vida.

Dirigido por Gabriele Muccino, que já trabalhou em grandes obras como “Sete Vidas” e “A procura da felicidade”, o longa promete emocionar o público e mostrar que a convivência com o outro pode revelar quem nós realmente somos, e nos deixar heranças que levaremos para sempre.

“Se não for pra ser feliz, nem vale a pena viajar!”

Durante a CCXP Tour Nordeste, que aconteceu entre os dias 13 e 16 de Abril, a Netflix apresentou os três primeiros minutos da segunda temporada de Sense8 onde cenas da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo aparecem.

No primeiro trecho, Will Gorski (Brian J. Smith) aparece dormindo do lado de Riley (Tuppence Middleton) e tendo um pesadelo. Ele acorda e vê Nomi (Jamie Clayton). Ela ira passar por um estranho experimento e pede ajuda. Nesta hora Nomi some do quarto de Will, que acorda em transe assustado.

No segundo trecho, Will e Riley saem de um museu. Seguranças estão escoltando as pessoas de um ataque terrorista. Lito (Mighel Ángel Silvestre) toma o controle do corpo da Riley e eles passam ser serem vistos.

Já no terceiro trecho mostra Lito na Parada do Orgulho LGBT de São Paulo. Ele é chamado no palco do trio na Parada e diz que está muito assustado. Ele comenta que sempre teve que esconder sua sexualidade mas agora declara ao mundo que é gay. O pessoal vai a loucura e chama seu namorado Hernando (Afonso Herrera) para o palco. Os dois se beijam em grande festa. Outros protagonistas da série aparecem.

Durante a parada, nós registramos algumas imagens das gravações, publicadas em nosso Instagram e Facebook, confira:

A segunda temporada de Sense8 começa a ser exibida na Netflix dia 5 de Maio.

Para ver outras fotos, acesse:
http://paradasp.org.br/veja-as-fotos-da-nossa-20o-parada-do-orgulho-lgbt-de-sao-paulo

Inédito, o documentário Ingrid apresenta as memórias de uma mulher transexual, sua busca por autoconhecimento e a luta pela igualdade de direitos

Ganhador do Prêmio Aquisição SescTV, na categoria Melhor Filme, durante a 16ª edição do Goiânia Mostra Curtas, realizada no ano passado, o documentário Ingrid (2016, 6’45”, MG), dirigido por Maick Hannder, traz depoimentos de Ingrid Leão, uma jovem que nasceu em um corpo masculino. Ela relembra a infância, a adolescência e o dia em que se tornou mulher. O curta, filmado em preto e branco, será exibido pela primeira vez no SescTV, no dia 20/4, quinta, às 21h (assista também em sesctv.org.br/avivo).

Ingrid recorda seu sofrimento, quando ainda era criança, ao se descobrir em um corpo que, segundo ela, não a pertencia. Sem entender o que estava acontecendo, a menina só queria ter cabelos longos. “Minha mãe sempre me obrigava a cortá-lo e aquilo me machucava de certa forma”, relata. Ela conta que o que mais marcou a sua infância foi ter que ir ao barbeiro, local frequentado apenas por homens. “Eu não me sentia à vontade”.

Com um corpo que não retratava o que se passava em sua cabeça, Ingrid rememora quando começou a entrar em conflitos consigo mesma. “Eu sabia que não ia ter seios, não ia ter quadril largo, não ia ter pernas torneadas. Eu sabia que minha voz não seria delicada”, fala. “Mas uma coisa eu sabia que poderia ser minha, meu cabelo grande, e sempre me tiravam isso”, completa. Ingrid diz que sentiu medo ao pensar sobre as transformações que viriam na puberdade e, na adolescência, começou sua busca por um corpo feminino. Ela também comenta sobre os problemas que devido ao uso de hormônios e sobre o dia em que se tornou mulher. “Ali é onde eu comecei a sentir a verdadeira pessoa que eu sou”.

O filme surgiu da necessidade do diretor de falar sobre a autoimagem, mas por tratar de questões sobre sexualidade e gênero, acabou ganhando um contexto social importante, ao representar minorias invisíveis. “Para um diretor, isso significa uma responsabilidade a mais. Aprendi muito com todo o processo e fico muito grato pela Ingrid ter confiado em mim para contar sua história”, comenta Hannder.

Sobre o SescTV:

SescTV é um canal de difusão cultural do Sesc em São Paulo, distribuído gratuitamente, que tem como missão ampliar a ação do Sesc para todo o Brasil. Sua grade de programação é permeada por espetáculos, documentários, filmes e entrevistas. As atrações apresentam shows gravados ao vivo com grandes nomes da música e da dança. Documentários sobre artes visuais, teatro e sociedade abordam nomes, fatos e ideias da cultura brasileira. Ciclos temáticos de filmes e programas de entrevistas sobre literatura, cinema e outras artes também estão presentes na programação.

SERVIÇO:

Prêmio Aquisição SescTV, na categoria Melhor Filme, na Goiânia Mostra Curtas 2016
Ingrid
Direção: Maick Hannder
Duração: 6’45”
Ano: 2016

Estreia: 20/4, quinta, às 21h
Reapresentações: 22/4, sábado, às 20h; 23/4, domingo, às 6h30; 24/4, segunda, às 22h; e 26/4, quarta, às 6h30.. Classificação indicativa: 14 anos

Para sintonizar o SescTV:
Canal 128, da Oi TV
Ou consulte sua operadora
Assista também online em sesctv.org.br/aovivo
Siga o SescTV no twitter: http://twitter.com/sesctv
E no facebook: https: facebook.com/sesctv

Segundo a Revista Attitude, a Disney Channel exibiu nos EUA o primeiro beijo gay em um desenho animado produzido pela Disney. O episódio da animação “Star vs. as Forças do Mal”, teve beijo entre dois homens, beijo entre duas mulheres e beijo entre casais formados por um homem e uma mulher.

Os beijos fazem parte de um número musical chamado “Apenas Amigos” (Just Friends) onde Star está com seu melhor amigo em um show quando todos os casais que estão no público começam a se beijar.

A cena dura poucos segundos e, segundo a mesma revista, o episódio causou controvérsia entre os jovens americanos, principalmente porque Star e Marco não ficaram juntos no final.

Nas redes sociais a polêmica gerada por grupos anti-LGBTs é com o envolvimento das crianças que assistem. Por outro lado, especialistas da área de edução e psicologia deixam claro que é só um beijo. E que ninguém é influenciado por isso. Se assim fosse, não existiriam gays, visto que todos eles cresceram vendo beijos heterossexuais nas novelas, filmes e TVs e nem por isso ˜se tornam heterossexuais˜.

Assista ao trecho aqui:

Com casais heterossexuais, gays e personagens trans, a campanha do Governo Federal foi lançada agora, no final de Dezembro, e inclui cartazes e vídeos que falam a respeito da prevenção ao HIV.

No vídeo abaixo, por exemplo, citam não apenas o uso da camisinha, mas também sobre PreP e até mesmo comentam, rapidamente, que quem tem HIV e toma medicação, geralmente tem carga viral baixa e não transmite HIV.

Bacana, não? Assista ao vídeo completo aqui:

Entre os cartazes, alguns deles, aqui:

A temática LGBT está presente nas artes em geral: peças de teatro, livros, esculturas, pinturas e… filmes! A sétima arte! Pensando nisso, iniciamos aqui nossa sugestão de 15 indicações para você curtir sozinhx, a dois ou com amigxs.

Essa é a nossa primeira lista. Teremos mais. E melhor, você também pode contribuir, basta deixar sua sugestão nos comentários ou ainda enviar para pauta@paradasp.org.br.

Nesta primeira seleção, se quiser uma sugestão por onde começar, a redação recomenda o filme “Tatuagem”, de Hilton Lacerda. Filme brasileiro que aborda a “noite LGBT” em uma cidade pequena. Mostra diversidade, diversão, assuntos que não deveriam ser polêmicos e ainda detalhes da homofobia: um dos personagens tem atitudes homofóbicas e quando menos se espera, ele também curte o “babado”. Algo muito comum, não? Pois é, mas não vamos comentar a história toda (que é baseada em outras tramas). Assista e tire suas próprias conclusões. O filme é realmente incrível e o Lacerda está de parabéns.

E sim, novamente, aguardamos seus comentários com muitas sugestões! 🙂

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“Garotos de Programa” (1991) 
Direção: Gus Van Sant
Elenco: River Phoenix, Keanu Reeves e James Russo
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O filme, do diretor Gus Van Sant, mostra a jornada dos amigos Scott Favor (Keanu Reeves) e Mike Waters (River Phoenix). Sem dinheiro, os dois entram no mundo da prostituição e vendem seus corpos para clientes gays pelas ruas da cidade de Portland. Entre uma aventura e outra, Scott decide encontrar sua mãe e acaba descobrindo que está apaixonado pelo melhor amigo.
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Morte em Veneza (1971)
Direção: Luchino Visconti
Elenco: Dirk Bogarde, Silvana Mangano e Marisa Berenson
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Início do século XX. Gustav von Aschenbach (Dirk Bogarde) é um compositor austríaco que vai para Veneza buscando repouso, após um período de estresse artístico e pessoal. Porém ele não encontra a paz desejada, pois logo desenvolve uma paixão por um jovem, Tadzio (Björn Andrésen), que está em férias com sua família. Tadzio incorpora o ideal de beleza que von Aschenbach sempre imaginou e pensa em ir embora antes de cometer um ato impensado, mas sua bagagem foi para outra cidade, obrigando-o a permanecer ali. Além disto a cólera asiática começa a chegar em Veneza.
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“Parceiros da Noite” (1980)
Direção: William Friedkin
Elenco: Al Pacino, Karen Allen, Paul Sorvino
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O policial Steve Burns (Al Pacino) foi destacado para investigar uma série de assassinatos de homossexuais em Nova York. Com a intenção de crescer dentro da corporação, aceita o desafio de se passar por gay, sabendo que terá que frequentar a comunidade e mergulhar nos clubes de sadomasoquismo. Só não sabia que a sua caçada ao maníaco poderia ser longa e que ninguém sai normal de uma experiência tão brutal como esta.
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Tangerine (2016)
Direção: Sean Baker
Elenco: Kitana Kiki Rodriguez, Mya Taylor, Mickey O’Haga
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Assim que sai da prisão, a prostituta transexual Sin-Dee (Kitana Kiki Rodriguez) descobre através de sua melhor amiga (Mya Taylor) que o namorado Chester (James Ransone) está saindo com outra pessoa, uma mulher cisgênero. Sin-Dee decide encontrar os dois e puni-los pela traição.
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“Priscilla, a Rainha do Deserto” (1994) 
Direção: Stephan Elliott
Elenco: Terence Stamp, Hugo Weaving e Guy Pearce
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Um clássico em se tratando de temática LGBT, o filme fez tanto sucesso que ganhou um musical nos palcos da Broadway. Colorido e divertido, o longa mostra a aventura de duas drag queens, Anthony (Hugo Weaving) e Adam (Guy Pearce), e uma transexual, Bernadette, que são contratadas para realizar um show em Alice Springs, uma cidade que fica no deserto australiano. A bordo do ônibus Priscilla, elas partem de Sydney na companhia do mecânico Bob (Bill Hunter). Durante a viagem, acabam descobrindo que quem as contratou foi a esposa de Anthony.
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“Meninos não choram” (1999) 
Direção: Kimberly Peirce
Elenco: Hilary Swank, Chloë Sevigny, Alison Folland
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O drama, que rendeu o Oscar de melhor atriz para Hilary Swank, mostra a história do garoto Brandon Teena, que nasceu em um corpo de menina e passou a viver sua verdadeira identidade de gênero em uma pequena cidade rural de Nebraska. Após se apaixonar por uma garota, Brandon tem o seu segredo revelado e passa a ser vítima de preconceito dentro e fora de sua família.
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O Jogo da Imitação (2015)
Direção: Morten Tyldum
Elenco: Benedict Cumberbatch, Keira Knightley, Matthew Good
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Durante a Segunda Guerra Mundial, o governo britânico monta uma equipe que tem por objetivo quebrar o Enigma, o famoso código que os alemães usam para enviar mensagens aos submarinos. Um de seus integrantes é Alan Turing (Benedict Cumberbatch), um matemático de 27 anos estritamente lógico e focado no trabalho, que tem problemas de relacionamento com praticamente todos à sua volta. Não demora muito para que Turing, apesar de sua intransigência, lidere a equipe. Seu grande projeto é construir uma máquina que permita analisar todas as possibilidades de codificação do Enigma em apenas 18 horas, de forma que os ingleses conheçam as ordens enviadas antes que elas sejam executadas. Entretanto, para que o projeto dê certo, Turing terá que aprender a trabalhar em equipe e tem Joan Clarke (Keira Knightley) sua grande incentivadora. Alan Turing era gay.
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“Má Educação” (2004)
Direção: Pedro Almodóvar
Elenco: Gael García Bernal, Fele Martínez, Javier Cámara
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Um dos filmes mais tensos e polêmicos de Pedro Almodóvar. A trama conta a história de Ignacio e Enrique, dois homens que se encontram décadas depois de se apaixonarem em um rígido colégio espanhol. Além da abordagem homossexual, o filme retrata o abuso sexual de padres.
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“O Segredo de Brokeback Mountain” (2005)
Direção: Ang Lee
Elenco: Heath Ledger e Jake Gyllenhaal
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Baseado no conto homônimo escrito por Annie Proulx, a história narra o amor proibido entre dois cowboys, Jack Twist (Jake Gyllenhaal) e Ennie Del Mar (Heath Ledger), que decidem manter sua relação em segredo durante anos. O filme, dirigido por Ang Lee, retrata os conflitos de uma sociedade conservadora no Texas, entre as décadas de 1960 e 1980.
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“Milk: A Voz da Igualdade” (2008)
Direção: Gus Van Sant
Elenco: Sean Penn, Josh Brolin, Emile Hirsch
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Em 1977, Harvey Milk (esq.) entrou para a história como o primeiro homem abertamente gay a ser eleito a um cargo público na Califórnia (EUA). Milk exerceu o mandato por 11 meses, de janeiro a novembro de 1978, data em que foi assassinado por um opositor político. Em 2008, a história do “mártir dos direitos gays” ganhou as telas do cinema. O ator Sean Penn (dir.) interpretou o ativista no filme do diretor Gus Van Sant.
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“Tomboy” (2012)
Direção: Céline Sciamma
Elenco: Zoé Héran, Malonn Lévana, Jeanne Disson
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Laure, uma garota de 10 anos, começa a viver uma vida dupla após sua família mudar de bairro. A “nova identidade” começa quando sua vizinha, Lisa, a confunde com um menino. Laure, que usa cabelo curto e gosta de roupas masculinas, aceita a confusão e se apresenta como Mickael. Para evitar que o seu segredo venha à tona, Laure começa a passar por diversas situações embaraçosas até que os seus pais descobrem a verdade.
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“Tatuagem” (2013) 
Direção: Hilton Lacerda
Elenco: Irandhir Santos, Jesuíta Barbosa, Rodrigo Garcia
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O filme, de Hilton Lacerda, traz um retrato da capital nordestina Recife, de 1978, onde Clécio Wanderley (Irandhir Santos) lidera um grupo teatral e se envolve com o cunhado de seu affair, o jovem militar Fininha (Jesuíta Barbosa), que é seduzido pelo mundo do teatro e pelo jogo de conquista de Clécio.
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“Um Estranho no Lago” (2013) 
Direção: Alain Guiraudie
Elenco: Pierre Deladonchamps, Christophe Paou, Patrick d’Assumçao
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O diretor Alain Guiraudie causou polêmica ao retratar um drama policial com cenas de sexo explícito. Na história, Franck (Pierre Deladonchamps) frequenta um lago usado como praia nudista por vários homens homossexuais e acaba se apaixonando por Michel (Christophe Paou), um homem bonito, poderoso e bastante perigoso. Franck sabe com quem está se envolvendo, mas ignora o perigo para poder viver essa paixão.
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“Minha Vida em Cor-de-Rosa” (1997)
Direção: Alain Berliner
Elenco: Georges du Fresne, Jean-Philippe Écoffey, Hélène Vincent
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Ludovic é uma garota transsexual que está começando a assumir sua verdadeira identidade perante o mundo. Seu desejo é se casar com o filho de sua vizinha, mas os novos rumos que Ludovic dá para sua vida surpreendem sua própria família e os vizinhos, que não conseguem aceitar, de fato, a felicidade, os desejos e a real identidade de Ludovic.
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“Eu Matei Minha Mãe” (2010) 
Direção: Xavier Dolan
Elenco: Xavier Dolan, Anne Dorval, Suzanne Clément
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Estrelado e dirigido pelo jovem cineasta Xavier Dolan, o filme explora a relação conturbada entre um mãe controladora e um filho que tenta impor seus gostos e conquistar sua liberdade. Confuso por sentir amor e ódio por sua própria mãe, o personagem de Dolan vaga por uma adolescência ao mesmo tempo marginal e típica, repleta de descobertas artísticas, experiências ilícitas, amizades e sexo.

A revelação foi noticiada pelo jornal australiano Herald Sun e, segundo o ator John Cho, a decisão foi tomada pelo escritor Simon Pegg e pelo diretor Justin Lin como uma forma de homenagear o ator George Takei, que hoje tem 79 anos e é um dos principais ativistas da causa LGBT nos Estados Unidos.

Alias, George Takei assumiu publicamente sua homossexualidade em 2005, mesmo ano que outro ator e governador da California, Arnold Schwarzenegger, vetou o projeto que legalizaria o casamento homoafetivo no estado; ele se casou em 2008 com Brad Altman.

Em “Star Trek: Sem Fronteiras” vai mostrar o Sulu com o seu marido e a filha, no momento em que ele sente saudade da família.

O filme estará em cartaz no dia 1º de setembro no Brasil, marcando os 50 anos da franquia: a série foi ao ar na TV americana em 8 de setembro de 1966. A notícia é sempre bem vista por ativistas do movimento LGBT, já que mostra personalidade e personagens importantes assumindo plenamente sua orientação sexual, sem medos ou receios.