domingo, abril 30, 2017
Notas de Esclarecimentos

A entrevista concedida pelo novo diretor artístico, Heitor Werneck, sobre a Parada LGBT 2017 com o tema – Independente de nossas crenças nenhuma religião é lei! Todas e todos por um Estado Laico, para o colunista João Batista Jr da revista Veja SP em 20 de abril de 2017, não é confirmada e nem retrata a opinião da APOGLBT (Associação da Parada LGBT de São Paulo) e nem de sua Presidência e Diretoria.

Atenciosamente,

Presidência e Diretoria
Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo

A Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (APOGLBT SP) tomou conhecimento do trágico acidente aéreo desta quinta-feira (19) no mar próximo a Paraty (RJ), que vitimou o Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Teori Albino Zavascki e lamenta profundamente o ocorrido.

Teori Zavascki exercia o cargo de ministro substituto no TSE desde março de 2014. Antes, em 2011, na época em que o STF decidia igualar a união estável LGBT ao casamento civil, Teori se declarou favorável aos direitos da união homoafetiva ao dizer “Há aqui um tratamento discriminatório em relação a esta entidade familiar decorrente da união estável”.

A diretoria da APOGLBT SP está profundamente abalada com a triste notícia e se solidariza com os familiares do Ministro Teori neste momento de pesar.

Os LGBTs têm conseguido todas suas vitórias e avanços através do Poder Judiciário para garantir a igualdade entre os iguais. Infelizmente no dia 19/02/2017 tivemos uma grande perda na nossa luta com o falecimento do Ministro Teori Zavascki, o qual apresentou brilhante voto na questão da união estável entre LGBTs e grande jurista que sempre defendeu bandeiras de direitos humanos. Solidarizamo-nos com a dor da família Zavascki e os Ministros do STF que perderam um grande membro e jurista.” (Fernando Quaresma, advogado e presidente da APOGLBT SP)

A APOGLBT SP, ONG responsável pela maior Parada do Orgulho LGBT do mundo e outros eventos de militância LGBT, a pedido de seu presidente, vem a público agradecer os serviços prestados de forma voluntária pelo Sr. Agripino Magalhães, como Relações Públicas, até o final do ano de 2015.

São de esforços assim que conseguiremos, não só a APOGLBT SP mas diversos movimentos sociais de luta por direitos humanos, construir juntos um mundo melhor para todos.

Portanto, desde o início deste ano, o Sr. Agripino Magalhães não tem mais nenhum vínculo com a Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo.

Aproveitando este momento, comunicados que para intermediar relações, a ONG APOGLBT SP firmou contrato com uma Assessoria de Comunicação que deve, sempre que solicitado, informar quais os porta-vozes que podem e devem falar em nome da APOGLBT SP.

Em casos de dúvidas, entre em contato com nossa Assessoria de Comunicação.

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A Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo vem manifestar às famílias, amigos e companheiros das vítimas do atentado na boate Pulse, em Orlando, Flórida, nosso mais profundo pesar pela tragédia que resultou na morte de tantos LGBT nesta madrugada de domingo, 12/06.

É inconcebível e inaceitável a perda sofrida. A morte é um fenômeno natural, mas por terrorismo e LGBTFobia, não.

Neste momento, alguns integrantes da APOLGBT, junto com outros movimentos de direitos humanos LGBT, estão em vigília no vão do MASP, em São Paulo.

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Aos sobreviventes e aos familiares dos atingidos, nossos votos de solidariedade.

Fernando Quaresma
Presidente da APOGLBT

A APOGLBT vem a público esclarecer que não está comercializando pulseiras para a participação nos trios que irão compor a Parada do Orgulho LGBT 2016 em São Paulo. Algumas pessoas estão se passando pela equipe da APOGLBT ou parceiros e efetivando as vendas por valores absurdos e sem nossa autorização.

A APOGLBT deixa claro que esta prática é criminosa (estelionato) e que as vítimas devem fazer um boletim de ocorrência na delegacia mais próxima.

Aproveitando a ocasião, a APOGLBT informa que o acesso aos trios é feito por convite individual á militantes do movimento LGBT, parceiros da APOGLBT e/ou instituições que lutam pela causa LGBT.

Este mesmo boletim por estelionato, deve ser feito também contra pessoas ou grupos que estejam comercializando tendas para a Feira Cultural LGBT. A pessoa responsável pela comercialização das tendas na APOGLBT é a Sra. Neusa, que pode ser contatada pelo telefone 11 3335-1040 dentro do horário comercial.

Caso tenha algum dúvida ou suspeita de fraudes, inclusive de pessoas se passando por voluntários ou funcionários da APOGLBT, querendo favores ou comercializando produtos e ou serviços, por favor, entre em contato conosco e faça sua denúncia anônima por e-mail paradasp@paradasp.org.br ou telefone 11 3335-1040.

 

Sem mais,
Atenciosamente,

Assessoria de Imprensa da APOGLBT
www.paradasp.org.br

Por meio das redes sociais, o presidente da ONG ABCDs Marcelo Gil, desde 22/04/16 publica informações que não condizem com a realidade proposta pela APOGLBT para o ano de 2016 referente a Parada do Orgulho LGBT de São Paulo sobre a organização dos trios elétricos que compõem nosso movimento social. Por isso, a APOGLBT vem a público esclarecer alguns fatos:

1. Desde Outubro de 2015, a APOGLBT vem se reunindo com ONGs e Coletivos LGBTS, além de pessoas independentes, com a finalidade de discutir a Parada que queremos em 2016. No último dia 16/04/2016 aconteceu a 12ª segunda reunião. Ao longo destes meses, foi neste coletivo que escolhemos o tema da parada, a arte do tema e outras conjecturas. Vários debates produtivos aconteceram nestes sete meses e entre as principais decisões do grupo foi referente a organização dos trios elétricos como veio se estruturando ao longo dos anos: trios separados (de outras ONGs e/ou empresas privadas) onde a comunicação do tema da Parada, que deveria ser única, acabava se perdendo ao longo dos trios. Por este motivo, a principal mudança para a Parada de 2016 é justamente a unificação dos trios: pela primeira vez, ao longo desses últimos 19 anos, todos os 15 trios da Parada do Orgulho LGBT 2016 serão, em sua maioria, da APOGLBT. Isto significa que não teremos trios elétricos de outras ONGs, empresas ou até mesmo dos nossos possíveis patrocinadores. O objetivo, com esta unificação, é justamente ter uma comunicação mais efetiva do “Tema da Parada” deste ano, que é: “Lei de Identidade de Gênero Já! Todas as Pessoas Juntas Contra a Transfobia”. Onde todos os trios elétricos, independente de terem militantes, artistas, gays, lésbicas, bissexuais, transgêneros, etc, possam, juntos, levar a mesma comunicação e objetivo, empoderando e deixando a Parada com cara de menos “eu” e mais “nós”.

2. Com base nesta principal decisão, o senhor Marcelo Gil, presidente da ONG ABCDs, publicou em suas redes sociais, onde temos todas as conversas salvas eletronicamente, dizendo que ele e seu trio foram expulsos da APOGLBT e consequentemente, da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo neste ano. Segundo ele, sua ONG não terá mais o trio exclusivo na Parada. Estas informações que ele propaga são inverdades. Ninguém foi expulso! Apenas ocorreu uma mudança de estratégia da APOGLBT com relação aos trios, baseado em diversas reuniões, citadas acima, e que ele mesmo não participou da maioria e nem enviou um representante de sua ONG para acompanhar estas novas decisões. Novamente, frisamos que em momento algum, Marcelo Gil e sua ou outra ONG foram expulsas do nosso movimento social. Apenas as estratégias foram modificadas, e nós democraticamente e conscientemente, não abriremos exceções para privilégios em 2016.

3. Outro ponto interessante e que deve ser frisado é que o senhor Marcelo Gil, e alguns membros de sua ONG ABCDs, foram convidados para participarem do nosso trio de militância em 2016, junto com outros militantes e ONGs. Mais um motivo que deixa claro que o mesmo não foi expulso da Parada ou de nossos eventos políticos e sociais.

4. Para finalizar esta nota de esclarecimento, nós da APOLGBT, informamos que estamos profundamente indignados e chateados com essas declarações falsas do senhor Marcelo Gil da ONG ABCDs, que além de não ter entendido as estratégias para a Parada que queremos em 2016, não se solidariza pela nossa causa, além de tudo já explanado acima, propaga inverdades sobre a organização do nosso evento político.

5. Todos nós sabemos que temos inimigos reais, fortes e que querem, dia após dia, nos verem mortos apenas por termos uma orientação sexual diferente das deles. Ficar criando alardes com ataques falsos entre nós, iguais, só gasta energia com o não comprometimento solidário com o movimento LGBT brasileiro.

6. Esperamos que atitude impensadas como estas não voltem a acontecer, e que não precisemos investir tempo em uma nota de esclarecimentos para apresentar os fatos verdadeiros que já é de conhecimento da ONG e dos grupos e pessoas que vem participando das nossas reuniões de trabalho desde Outubro de 2015, como já dito anteriormente.

Atenciosamente,

Assessoria de Imprensa da APOGLBT
www.paradasp.org.br