quinta-feira, junho 22, 2017
LGBT
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Ato será realizado no Parque Vila do Rodeio na Zona Leste de São Paulo dia 11 de Junho as 9h

 Em parceria com a Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente de São Paulo, Ultrafarma e a Associação da Parada do Orgulho LGBT (APOGLBT), ONG responsável pela maior Parada LGBT do mundo, o projeto Em Memória faz parte das atividades do Mês do Orgulho LGBT 2017.

Em Memória busca, por meio do plantio das árvores, transformar um fato triste em esperança por meio da natureza: o plantio de uma árvore simboliza a vida em sua forma mais plena, pois cada muda de árvore plantada representará uma vida ceifada de uma pessoa identificada como sendo LGBT; e a cada árvore plantada ficará como memória desta pessoa que não teve a chance de realizar seus sonhos.

As árvores são símbolo de vida e sabedoria, o Brasil possui uma flora e fauna riquíssima, mas da mesma forma há uma pobreza com as questões sociais e de direitos humanos para o cidadão LGBT, onde os agressores saem impunes.

O ato terá apresentação de Stella Windson,  participação musical da cantora Suellen Luz e da artista convidada Flavia Carvalhais. Além da presença de representantes do governo e parceiros da APOGLBTSP.

Serviço:

Em Memória: Homenagem às vítimas de LGBTfobia
Dia 11 de Junho às 9h
Local: Parque Vila do Rodeio. Rua Igarapé da Bela Aurora, 342 – Cidade Tiradentes / SP
Realização: APOGLBT SP, Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente de São Paulo e Ultrafama
Apoio: Microsoft
Patrocínio: Skol e Uber
Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/207887943048106

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A Pinacoteca de São Paulo, museu da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, prepara uma programação especial para o fim de semana da Parada LGBT, marcada para 18 de junho na capital paulista. A iniciativa integra a programação oficial do evento oferecendo atrações ao público que estará na cidade neste período com atividades culturais que abordam as questões de gênero e sexualidade.

Para isso, o museu convidou Rodolpho Parigi para duas ações: dia 16 (sexta-feira), às 17 horas, haverá performance de Fancy, persona criada pelo artista em 2013 e que não aparecia publicamente há dois anos. Na ação, Fancy posará como modelo-vivo para uma aula de desenho – uma referência à época em que o prédio da Pina recebia aulas de pintura neste formato. A instituição, em parceria com Parigi, selecionará até 30 artistas para participar da ação desenhando Fancy. Os demais visitantes poderão assistir à performance. Para se inscrever é preciso seguir as orientações do edital. Consulte-o no fim deste texto.

No dia seguinte, 17 (sábado), às 16 horas, está prevista uma visita pelo acervo da Pina Luz. Durante o percurso, Parigi discutirá o homoerotismo presente nas obras do museu. Podem participar até 30 pessoas. Para se inscrever é preciso enviar e-mail para pinacotecasp@pinacoteca.org.br.

“A iniciativa surgiu para colocar a Pina, uma instituição já de vanguarda, no circuito oficial da Parada LGBT de São Paulo e para seguir apresentando uma programação atual e crítica sobre as questões de gênero e sexualidade também no campo das artes”, disse Paulo Vicelli, diretor de Relações Institucionais do museu.

O ingresso da Pinacoteca custa R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia). Adultos com mais de 60 anos não pagam.

SERVIÇO

Performance / Fancy em Modelo-vivo
Data: 16/06, sexta-feira
Horário: Das 17 às 20 horas
Local: Pinacoteca, Átrio, 2º andar
Endereço: Praça da Luz, 2
Inscrição para artistas: studioparigi2@gmail.com

Visita guiada com o artista Rodolpho Parigi / Tema: O homoerotismo na coleção da Pinacoteca
Data: 17/06, sábado
Horário: Das 16 às 17 horas
Local: Pinacoteca, Átrio, 2º andar
Endereço: Praça da Luz, 2
Inscrição: Enviar e-mail para pinacotecasp@pinacoteca.org.br

O museu fica em frente à estação Luz do Metrô e da CPTM e também possui estacionamento gratuito. pinacoteca.org.br – (11) 3324-1000

A Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (APOGLBT SP) precisa, todos os anos, de voluntários para os eventos do Mês do Orgulho LGBT (Ciclo de Debates, Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade, Feira Cultural LGBT, Parada do Orgulho LGBT, entre outros).

Pessoas interessadas em fazer a diferença!

Se você tem um tempo disponível, e muita vontade de ser voluntário(a), cadastre-se abaixo. Assim que tiver alguma demanda, entraremos em contato com você!

O Museu da Diversidade Sexual (MDS) abre no próximo dia 13, a 2ª Mostra Diversa 2017. A exposição é uma coletiva com trabalhos de artistas que imprimem questões de diversidade, sexualidade e gênero em suas obras.

A mostra diversa acontece a cada dois anos, e esta em sua segunda edição. Com o objetivo de abrir espaço para novos artistas e visões, a mostra coloca em pauta o questionamento do binarismo de gênero, a descriminação e a violência sofrida pela comunidade LGBT, a transexualidade e a questão dos padrões impostos pela sociedade.

Foram inscritos 70 projetos, mas apenas 17 foram selecionados, contemplando diferentes técnicas artísticas como fotografia, colagem, desenho, aquarela e pintura.

Dentre os projetos, destaca-se “Adágio” de Rafael Roncato, “POSTALGBT” de Weio e “Luz dos Olhos Meus” de Victor Grizzo.

Com entrada gratuita, a exposição estréia às 17h do dia 13/06 e fica em cartaz até o dia 30 de setembro.

 

SERVIÇO:

Abertura: 13 de junho, terça-feira, das 17h00 às 20h00
Endereço: Estação República do Metrô – Piso Mezanino, loja 518
Entrada Sugerida: Rua do Arouche, 24, República – São Paulo

Em cartaz até 30 de setembro
Funcionamento: de terça a domingo, das 10h00 às 20h00
Entrada gratuita

A primeira edição dos Jogos da Diversidade de São Paulo acontecerá no dia 17/06, véspera da nossa Parada do Orgulho LGBT. O evento foi criado para celebrar a diversidade através de competições esportivas saudáveis entre os membros da comunidade LGBT, e é organizado pela APOGLBT e CDG Brasil – Comitê Desportivo LGBT.

Dentre as modalidades disponíveis estão: Bilhar, Carteado, Dança, Futebol Feminino, Futsal Masculino, Gaymada, Handebol, Natação e Voleibol, além de uma aula livre de Zumba.

Para participar, basta enviar sua inscrição através do site oficial. Existem duas possibilidades de inscrição: “Inscrição de equipes” para modalidades coletivas, e “Inscrição de atletas” para as individuais.

A participação é gratuita, mas no dia do evento, cada participante deve contribuir com 1 pacote de leite em pó (mínimo 400 gramas), que será doado para uma instituição de caridade.

Os jogos serão realizados no Complexo Desportivo do Ibirapuera. Mais informações no evento oficial.

Serviço:

Jogos da Diversidade                                                                                                                                                Dia: 17/06 (Sábado)                                                                                                                                               Hora: Das 08h às 20h                                                                                                                                             Endereço: Complexo Desportivo do Ibirapuera (Rua Abilio Soares, 1480 – São Paulo)
Website: http://www.timebrasil.lgbt/jogosdadiversidade

A Associação da Parada LGBT de São Paulo (APOGLBT SP) convida outras ONGs de direitos LGBTs, coletivos e militantes independentes para a reunião dos GTs (Grupos de Trabalho) para o Mês do Orgulho LGBT em 2017.

A reunião será neste sábado, 03/06, às 13h30, na UGT (Rua Aguiar de Barros, 144)

Pedimos a gentileza para que, todas as pessoas interessadas, cadastre seus dados abaixo (caso já tenha se cadastrado em outro momento, não é necessário cadastrar-se novamente!):

A SKOL é, pelo segundo ano consecutivo, parceira oficial da Parada LGBT de São Paulo. A empresa, que costuma trazer grandes atrações, terá nesse ano Daniela Mercury como destaque do seu trio elétrico.

A cantora, que defende o respeito e a causa LGBT, será uma das principais atrações do evento.

Devemos cada vez mais ostentar a força da comunidade LGBT e agir contra a violência e a favor dos direitos humanos. Estou muito feliz de comandar este trio em uma das maiores paradas LGBT do mundo. Mais que uma celebração, a Parada de Orgulho LGBT é uma atitude política”, disse a cantora baiana.

Comandado por Paullete Pink, uma das mais icônicas drags do Brasil, o trio da SKOL promete agitar a Avenida Paulista. Ao longo do percurso, Daniela fará o seu show e DJ Adipe encerrará a programação.

Para SKOL, o diálogo e a conscientização são passos importantes para se chegar ao respeito e por isso é tão importante para nós apoiarmos a Parada do Orgulho LGBT”, comenta Maria Fernanda de Albuquerque, diretora de marketing de SKOL.

Além do trio, SKOL terá uma edição especial de sua lata de 269 ml que terá sua conhecida seta-logo vestida com as cores da bandeira LGBT. Parte da venda será destinada para a Casa 1, uma local de acolhida e centro cultural para jovens expulsos de suas casas por sua orientação sexual ou identidade de gênero.

Lembrando que a Parada do Orgulho LGBT de São Paulo será dia 18/06 e o evento oficial no Facebook é https://www.facebook.com/events/105978123240834

Dia 15 de Junho, para quem estiver ou chegar em São Paulo antes da Parada, tem também a Feira Cultural LGBT no Vale do Anhangabaú, uma feira com mais de 200 mil participantes. Link do evento: https://www.facebook.com/events/1113142945497908

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Prepare-se para conhecer o maior festival de diversidade que o Brasil já viu. Dia 16 de junho tem a estreia do Milkshake Festival em São Paulo. O festival, que é sucesso em Amsterdã, desembarca por aqui com 4 palcos confirmados, DJs, bandas, performances, trio elétrico, brinquedos de parque de diversão e muito mais atrações distribuídas em 11 horas coloridas de festa.

E o mais legal de tudo isso: em parceria com a APOGLBT SP, ONG responsável pela maior Parada LGBT do mundo, você pode comprar seu convite com desconto! Isso mesmo! Basta usar o código promocional “PARADASP” no site http://www.milkshakefestival.com/

Milkshake Festival Brasil
16 de junho, sexta-feira, das 18h às 5h
Local: Av. Francisco Matarazzo, 678, Barra Funda, São Paulo/SP

Ingressos à venda: http://bit.ly/milkshake-tickets
Conheça o lineup: http://milkshakefestival.com.br/line-up/
Teaser: https://youtu.be/0kqo1Y51G5w

A Prefeitura de São Paulo e a Associação da Parada do Orgulho LGBT se reuniram nesta segunda-feira, dia 29 de maio, para alinhar e traçar o planejamento para que a 21ª edição do evento seja um marco para a cidade.

Com estimativa de receber 3 milhões de pessoas, Prefeitura e Associação trabalham juntas para arrecadar recursos junto à iniciativa privada. Diversas empresas de diferentes segmentos, como alimentos e bebidas, cuidados de higiene pessoal, companhias áreas, setor de tecnologia e telefonia estão sendo procuradas para demonstrar apoio e patrocinar a Parada, que contará com um investimento de R$ 1,5 milhão.

De acordo com pesquisa realizada em 2016, cada pessoa que participa da Parada gasta, em média, R$ 73 no evento. Unindo esforços, a Prefeitura de São Paulo e a Associação pretendem melhorar e otimizar a Parada do Orgulho LGBT e torná-la ainda mais a cara de São Paulo.

Publicado originalmente no portal da Prefeitura de São Paulo

Por Leonan Oliveira

Mulher transexual, fotógrafa, produtora e presidente da Associação de Pessoas Portadoras de Deficiência de Passos, essas são apenas algumas das diversas funções de Leandrinha Du Art. A mineira, de 22 anos, é referência de empoderamento, ativismo e resistência LGBT.

Durante uma viagem à São Paulo, onde participou do Ciclo de Debates, ela visitou a sede da Associação da Parada do Orgulho LGBT, e dividiu conosco suas idéias e crenças.

Leandrinha Du Art visita a sede da APOGLBT (26/05)

Confira abaixo nossa entrevista na íntegra:

APOGLBT – Você acredita que ser LGBT e ter alguma deficiência torna tudo mais complicado? Existe preconceito dentro do preconceito?

Leandrinha: Eu acredito que ser LGBT já é complicado… ser portadora de necessidades especiais já é complicado… Os dois juntos é o pacote da desgraça completo. São lutas diferentes, mas não deixa de ser. É mais um enfrentamento para as pessoas porque choca mais.

Existe muito muito preconceito dentro do preconceito. Eu acho que na classe LGBT é muito mais, nem é por conta da deficiência física, mas por conta de alguns pensamentos que você passa a ter, por conta de ser trans e não se importar de se intitular travesti…porque eu sou mulher transexual e a menina da esquina é travesti? Só porque a gente não teve as mesmas oportunidades? Só porque eu tô tendo um destaque maior? Então quando eu me intitulo travesti é para representar essas meninas, que na maioria das vezes não teve a oportunidade que eu tive para chegar onde eu cheguei.

APOGLBT – Como você se descobriu uma mulher transexual?

Leandrinha: É um passo a passo… Primeiro eu me assumi gay, e depois me descobri trans. Como eu me descobri? Eu acho que é não me identificando com o meu próprio corpo, e não ter ponto de referência, nem contato com o mundo LGBT, ficou bem mais difícil para saber o que eu era. Então eu não sabia o que eu era… eu era um menino, que não me identificava com o meu corpo, e mesmo assim ainda tentava entender aquele corpo, pra ver se alguma coisa estava errada.

Demorou… eu me assumi com 17 anos, hoje eu vejo o jovem se assumindo bem cedo e me dá uma alegria imensa, porque eu acho que quanto mais cedo, melhor. O impacto vai ser gerado do mesmo jeito… Eu entendo que a maioria demore pra se assumir pra família com medo de violência, na qual eu não sou apta a falar porque nunca sofri, mas mesmo assim eu falo por essas pessoas também. O tempo necessário pra se assumir é o tempo que você levar para se entender, se tiver que levar 20, 30 anos, leva… mas não fica a vida inteira tentando viver igual as outras pessoas.

APOGLBT – Quando começou a militar? Sentiu alguma dificuldade?

Leandrinha: Eu comecei a militar quando eu nasci, porque eu já nasci uma pessoas portadora de necessidades especiais…então eu tive que sobreviver para me destacar. A menos que eu quisesse ficar dentro de um quarto, isolada…longe de tudo e de todos.

Depois que eu conquisto o meu lugar no sol, é onde eu falo: “vamo comigo?”, e eu acho que é pra isso que eu sirvo. A minha militância é essa… arrastar essas pessoas, essas mulheres que têm a auto-estima baixíssima, os portadores de necessidades especiais que ainda estão dentro de casa, sentindo vergonha do seu corpo, de sua deficiência…os LGBTs que perderam o senso político da gravidade do momento em que nós estamos vivendo. Eu falo: “Vamo acordar?”.

Acho que nunca tive dificuldade pra militar, porque já nasci assim, né? Claro, é muito difícil, mas nunca tive um momento onde eu pensei em parar de fazer as coisas que eu faço… mas justamente por eu ser obrigada desde pequena a lutar pelo que acredito.

APOGLBT – Você se sente representada pelos movimentos sociais LGBT?

Leandrinha: Nessa hora, LGBTs me crucificam e me matam…Mas eu me sinto muito representada por alguns, outros, não. Porque eu acho que se perdeu o fio da meada política, sabe? Se perdeu o motivo de estarmos fazendo isso…porque da parada LGBT? Se perdeu isso. O que é uma pena, porque se você perguntar para as pessoas que vão na parada qual o tema desse ano, a maior parte não vai saber responder. Elas vão mais por uma boate a céu aberto do que pela causa em sí.

Claro que eu apoio a parada, porque a visibilidade é um passo dado… porque se você está na rua, mesmo que não sabendo direito a importância disso, alguém está te vendo.

APOGLBT – Atualmente, qual a maior importância do seu trabalho?

Leandrinha: Conscientizar as pessoas de que elas são capazes, que elas têm que ser empoderadas, e que de alguma forma estão sendo preconceituosas consigo mesmas.

Desconstruir pra construir de novo é o que eu faço, sabe? Quando uma pessoa me olha e vê todo esse todo meu, eu acho que ela para pra pensar e enxerga uma referência… e eu sinto muito orgulho de ser referência… Quando uma pessoa me elogia eu não fico falando: “Ai, magina…”… EU SOU MESMO! Eu trabalhei pra isso, eu sou boa no que eu faço, eu acredito no meu potencial, eu sou referência e meu trabalho é esse… levar as pessoas comigo.

APOGLBT – Hoje você serve de exemplo para muitas pessoas que compartilham das mesmas dificuldades. E você? Teve ou tem alguém como exemplo de superação?

Leandrinha: Eu tenho milhares de referências… tanto comunicadores como pessoas do meio LGBT. Eu sou comunicadora também, então eu acho que é importante se inspirar nos outros, mas sem perder sua própria identidade. Sempre manter sua essência mesmo.

APOGLBT – Que conselho você daria para quem é LGBT, tem alguma deficiência e se sente sozinha(o)?

Leandrinha: Se conheça, se permita dar o seu espaço, mas se conheça em primeiro lugar… o que mais pesou pra mim foi não me conhecer, então acredito que esse seja o primeiro passo pra você construir uma vida legal.

APOGLBT – Se você pudesse criar uma sociedade perfeita, como ela seria?

Leandrinha: Eu não acredito em uma sociedade perfeita… eu acredito em várias idéias, pontos de vista diferentes. Uma sociedade perfeita seria aquela onde todos nós nos respeitássemos e soubéssemos ouvir outras pessoas, mesmo que não compactuando as idéias… siga aquilo que você acredita, mas não impeça os outros de acreditar em suas idéias próprias. Respeito é a solução pra uma sociedade perfeita.

APOGLBT – Como as pessoas podem entrar em contato com você? Tem site, Facebook, Twitter?

Leandrinha: Eu tenho minha página no Facebook “Leandrinha Du Art”, meu Instagram LeandrinhaDu… Lá eu posto vários textos meus, vários eventos que eu participo e escrevo bastante matérias sobre determinados temas.

Eu converso muito com pessoas do Brasil todo, mulheres, portadores de deficiência de vários lugares… faço o possível pra responder todo mundo. É bastante prazeroso, sabe? Alcançar esse público que eu alcanço é um passo, e cada passo precisa ser valorizado.