sábado, junho 24, 2017
Militância LGBT

A Prefeitura de São Paulo e a Associação da Parada do Orgulho LGBT se reuniram nesta segunda-feira, dia 29 de maio, para alinhar e traçar o planejamento para que a 21ª edição do evento seja um marco para a cidade.

Com estimativa de receber 3 milhões de pessoas, Prefeitura e Associação trabalham juntas para arrecadar recursos junto à iniciativa privada. Diversas empresas de diferentes segmentos, como alimentos e bebidas, cuidados de higiene pessoal, companhias áreas, setor de tecnologia e telefonia estão sendo procuradas para demonstrar apoio e patrocinar a Parada, que contará com um investimento de R$ 1,5 milhão.

De acordo com pesquisa realizada em 2016, cada pessoa que participa da Parada gasta, em média, R$ 73 no evento. Unindo esforços, a Prefeitura de São Paulo e a Associação pretendem melhorar e otimizar a Parada do Orgulho LGBT e torná-la ainda mais a cara de São Paulo.

Publicado originalmente no portal da Prefeitura de São Paulo

Por Leonan Oliveira

Mulher transexual, fotógrafa, produtora e presidente da Associação de Pessoas Portadoras de Deficiência de Passos, essas são apenas algumas das diversas funções de Leandrinha Du Art. A mineira, de 22 anos, é referência de empoderamento, ativismo e resistência LGBT.

Durante uma viagem à São Paulo, onde participou do Ciclo de Debates, ela visitou a sede da Associação da Parada do Orgulho LGBT, e dividiu conosco suas idéias e crenças.

Leandrinha Du Art visita a sede da APOGLBT (26/05)

Confira abaixo nossa entrevista na íntegra:

APOGLBT – Você acredita que ser LGBT e ter alguma deficiência torna tudo mais complicado? Existe preconceito dentro do preconceito?

Leandrinha: Eu acredito que ser LGBT já é complicado… ser portadora de necessidades especiais já é complicado… Os dois juntos é o pacote da desgraça completo. São lutas diferentes, mas não deixa de ser. É mais um enfrentamento para as pessoas porque choca mais.

Existe muito muito preconceito dentro do preconceito. Eu acho que na classe LGBT é muito mais, nem é por conta da deficiência física, mas por conta de alguns pensamentos que você passa a ter, por conta de ser trans e não se importar de se intitular travesti…porque eu sou mulher transexual e a menina da esquina é travesti? Só porque a gente não teve as mesmas oportunidades? Só porque eu tô tendo um destaque maior? Então quando eu me intitulo travesti é para representar essas meninas, que na maioria das vezes não teve a oportunidade que eu tive para chegar onde eu cheguei.

APOGLBT – Como você se descobriu uma mulher transexual?

Leandrinha: É um passo a passo… Primeiro eu me assumi gay, e depois me descobri trans. Como eu me descobri? Eu acho que é não me identificando com o meu próprio corpo, e não ter ponto de referência, nem contato com o mundo LGBT, ficou bem mais difícil para saber o que eu era. Então eu não sabia o que eu era… eu era um menino, que não me identificava com o meu corpo, e mesmo assim ainda tentava entender aquele corpo, pra ver se alguma coisa estava errada.

Demorou… eu me assumi com 17 anos, hoje eu vejo o jovem se assumindo bem cedo e me dá uma alegria imensa, porque eu acho que quanto mais cedo, melhor. O impacto vai ser gerado do mesmo jeito… Eu entendo que a maioria demore pra se assumir pra família com medo de violência, na qual eu não sou apta a falar porque nunca sofri, mas mesmo assim eu falo por essas pessoas também. O tempo necessário pra se assumir é o tempo que você levar para se entender, se tiver que levar 20, 30 anos, leva… mas não fica a vida inteira tentando viver igual as outras pessoas.

APOGLBT – Quando começou a militar? Sentiu alguma dificuldade?

Leandrinha: Eu comecei a militar quando eu nasci, porque eu já nasci uma pessoas portadora de necessidades especiais…então eu tive que sobreviver para me destacar. A menos que eu quisesse ficar dentro de um quarto, isolada…longe de tudo e de todos.

Depois que eu conquisto o meu lugar no sol, é onde eu falo: “vamo comigo?”, e eu acho que é pra isso que eu sirvo. A minha militância é essa… arrastar essas pessoas, essas mulheres que têm a auto-estima baixíssima, os portadores de necessidades especiais que ainda estão dentro de casa, sentindo vergonha do seu corpo, de sua deficiência…os LGBTs que perderam o senso político da gravidade do momento em que nós estamos vivendo. Eu falo: “Vamo acordar?”.

Acho que nunca tive dificuldade pra militar, porque já nasci assim, né? Claro, é muito difícil, mas nunca tive um momento onde eu pensei em parar de fazer as coisas que eu faço… mas justamente por eu ser obrigada desde pequena a lutar pelo que acredito.

APOGLBT – Você se sente representada pelos movimentos sociais LGBT?

Leandrinha: Nessa hora, LGBTs me crucificam e me matam…Mas eu me sinto muito representada por alguns, outros, não. Porque eu acho que se perdeu o fio da meada política, sabe? Se perdeu o motivo de estarmos fazendo isso…porque da parada LGBT? Se perdeu isso. O que é uma pena, porque se você perguntar para as pessoas que vão na parada qual o tema desse ano, a maior parte não vai saber responder. Elas vão mais por uma boate a céu aberto do que pela causa em sí.

Claro que eu apoio a parada, porque a visibilidade é um passo dado… porque se você está na rua, mesmo que não sabendo direito a importância disso, alguém está te vendo.

APOGLBT – Atualmente, qual a maior importância do seu trabalho?

Leandrinha: Conscientizar as pessoas de que elas são capazes, que elas têm que ser empoderadas, e que de alguma forma estão sendo preconceituosas consigo mesmas.

Desconstruir pra construir de novo é o que eu faço, sabe? Quando uma pessoa me olha e vê todo esse todo meu, eu acho que ela para pra pensar e enxerga uma referência… e eu sinto muito orgulho de ser referência… Quando uma pessoa me elogia eu não fico falando: “Ai, magina…”… EU SOU MESMO! Eu trabalhei pra isso, eu sou boa no que eu faço, eu acredito no meu potencial, eu sou referência e meu trabalho é esse… levar as pessoas comigo.

APOGLBT – Hoje você serve de exemplo para muitas pessoas que compartilham das mesmas dificuldades. E você? Teve ou tem alguém como exemplo de superação?

Leandrinha: Eu tenho milhares de referências… tanto comunicadores como pessoas do meio LGBT. Eu sou comunicadora também, então eu acho que é importante se inspirar nos outros, mas sem perder sua própria identidade. Sempre manter sua essência mesmo.

APOGLBT – Que conselho você daria para quem é LGBT, tem alguma deficiência e se sente sozinha(o)?

Leandrinha: Se conheça, se permita dar o seu espaço, mas se conheça em primeiro lugar… o que mais pesou pra mim foi não me conhecer, então acredito que esse seja o primeiro passo pra você construir uma vida legal.

APOGLBT – Se você pudesse criar uma sociedade perfeita, como ela seria?

Leandrinha: Eu não acredito em uma sociedade perfeita… eu acredito em várias idéias, pontos de vista diferentes. Uma sociedade perfeita seria aquela onde todos nós nos respeitássemos e soubéssemos ouvir outras pessoas, mesmo que não compactuando as idéias… siga aquilo que você acredita, mas não impeça os outros de acreditar em suas idéias próprias. Respeito é a solução pra uma sociedade perfeita.

APOGLBT – Como as pessoas podem entrar em contato com você? Tem site, Facebook, Twitter?

Leandrinha: Eu tenho minha página no Facebook “Leandrinha Du Art”, meu Instagram LeandrinhaDu… Lá eu posto vários textos meus, vários eventos que eu participo e escrevo bastante matérias sobre determinados temas.

Eu converso muito com pessoas do Brasil todo, mulheres, portadores de deficiência de vários lugares… faço o possível pra responder todo mundo. É bastante prazeroso, sabe? Alcançar esse público que eu alcanço é um passo, e cada passo precisa ser valorizado.

O casamento é a maneira legal que a sociedade encontrou para oficializar a união entre pessoas que se amam. Como sabemos, a manifestação do amor ultrapassa as barreiras de sexo e gênero, mas ainda hoje existem países que proíbem o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Sinônimo de tradicionalismo e bons costumes, os países asiáticos são um excelente exemplo de onde isso acontece, mas parece que a situação por lá está mudando. A justiça da ilha deu o primeiro passo para a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo na quarta passada 24.

O Código Civil de Taiwan afirma que o contrato de matrimônio só pode ser assinado por um homem e uma mulher, mas a Corte Constitucional determinou que isso vai contra a constituição do lugar, que garante o direito ao casamento e igualdade entre todos os cidadãos.

Centenas de pessoas comemoraram a decisão em frente ao parlamento de Taiwan.

O governo tem 2 anos para aplicar a decisão, e caso o parlamento não aceite, a corte afirma que casais homossexuais poderão fazer o registro de casamento conforme sua interpretação.

Por estas e outras acreditamos em um mundo melhor para todos e todas!

O Líbano se tornou o primeiro país árabe a permitir a organização de uma Parada LGBT, mas os planos para um evento aberto foram cancelados depois de extremistas ameaçarem ataque durante a passeata.

A comunidade LGBT Libanesa estava programada para caminhar pelas ruas de Beirute no domingo (14), mas o evento foi cancelado depois das ameaças islâmicas, a fim de manter a segurança e integridade física dos membros.

Além da Parada, o movimento pelos direitos LGBT organizou uma semana inteira de atividades para discutir a diversidade no Líbano contemporâneo. Até o dia 22 deste mês, estima-se que 4 mil pessoas participaram em mais de 12 eventos, entre conferências, festas e workshops que tiveram lugar em Beirute e em outras cidades vizinhas.

O Presidente da Parada Libanesa, Bertho Makso, contou à Reuters que “É muito incrível. Um grande avanço. Uma enorme visibilidade. Antes, costumávamos ser ONGs individuais, mas agora temos uma semana inteira de atividades acontecendo pela cidade. Mais pessoas serão alcançadas e a tolerância espalhada”.

Embora a semana do orgulho LGBT seja um grande avanço, atos homossexuais ainda são puníveis de prisão no Líbano.

Em cumprimento ao Art. 30, Parágrafos Primeiro e Segundo do Estatuto da Associação da Parada do Orgulho de Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros de São Paulo – APOGLBT-SP, convoca todos os Associados em dia com suas obrigações estatutárias para se reunirem em Assembleia Geral Ordinária de Prestação de Contas do período de 01 de Janeiro de 2016 a 31 de Dezembro de 2016, com apreciação do Conselho Fiscal e da Diretoria.

A assembleia realizar-se-á no dia 05 de junho de 2017 em sua sede, Praça da República, 386 – 2º andar- Cj. 22 – República – São Paulo/SP, em primeira chamada ás 18h com 1/3 total de Associados presentes e em segunda chamada ás 18h30 com qualquer número de Associados presentes.

Ordem do dia:

– Prestação de Contas do Exercício de 2016;
– Previsão Orçamentária para o ano de 2017.

São Paulo, 26 de Maio de 2017.

APOGLBT – SP

A Associação da Parada LGBT de São Paulo (APOGLBT SP) convida outras ONGs de direitos LGBTs, coletivos e militantes independentes para a reunião dos GTs (Grupos de Trabalho) para o Mês do Orgulho LGBT em 2017.

A reunião será neste sábado, 27/05, às 13h30, no Sindicato dos Comerciários de SP (Rua formosa, 99 – 12 andar).

Pedimos a gentileza para que, todas as pessoas interessadas, cadastre seus dados abaixo (caso já tenha se cadastrado em outro momento, não é necessário cadastrar-se novamente!):

A luta da comunidade LGBT por direitos e uma sociedade mais igualitária é histórica. Muitas coisas já foram conquistadas, mas ainda temos muitas coisas para reivindicar.

Um dos grandes perseguidores dos LGBTs atualmente são os extremistas religiosos, incluindo a bancada evangélica, que seguindo sua própria crença, tenta determinar regras e leis para toda a sociedade.

Exatamente por isso, a Parada do Orgulho LGBT em São Paulo desse ano (marcada para o dia 18/06) tem como tema a defesa da laicidade do Estado: “Independente de nossas crenças, nenhuma religião é lei! Todas e todos por um Estado laico”.

Sabendo disso, o GT Juventude promoveu uma ação durante a primeira edição do piquenique para LGBTs com deficiência, organizado pela página Menino Gay . Depois de discutido, o grupo criou frases que resumem o que pensam, e em uma seção de fotos, compartilhou conosco suas conclusões.

Veja abaixo, 12 falas do GT Juventude tem sobre a laicidade do Estado:

– Allan:  “O senhor é meu pastor e sabe que sou LGBT”

– Fabio: “Podemos andar juntos!”

– Guilherme: “Só estarei protegido se o Estado for laico.”

–  Ivone: “Siga o exemplo de Jesus e ame sem distinção.”

– Jefferson: “Primeiramente #ForaBancadaEvangélica, segundamente #VivaALaicidade”

– Leandrinha: “Eu respeito sua religião… Então, respeite minha identidade de gênero”

– Leo: “Sou LGBT e sou religioso, e sei que o Estado deve ser laico”

 – Matheus: “O Estado é laico e eu sou livre!”

– Mike: “Religião prega amor e não ódio às pessoas.”

– Moisés: “Eu respeito sua religião… Então, respeite minha orientação sexual”

– Nath: “Respeito para todos, todas as crenças, em todos os lugares!”

– Rafa: “Sua religião não mandarás em minha vida”

Para jornalistas, fotógrafos e veículos de comunicação interessados em cobrir a Parada do Orgulho LGBT de São Paulo no dia 18/06, ou ainda, a Feira Cultural LGBT ou o Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade, deverão fazer seu credenciamento até o dia 05/06 pelo endereço:

http://paradasp.org.br/credenciamento2017

Muita gente pede credencial de imprensa dias antes da realização do evento. Alguns outros pedem a credencial no dia. Isso é algo impossível. A Parada do Orgulho LGBT de São Paulo é o maior evento de visibilidade LGBT do mundo. Jornalistas e veículos de comunicação sabem que, para eventos deste porte, o credenciamento é iniciado e encerrado meses antes. Nós, para tentar auxiliar todos, conseguimos manter até o dia 05/06. Depois desta data, impossível!“,  ressalta Fabrício Viana, jornalista responsável pela imprensa da APOGLBT SP.

Outro detalhe importante é que, neste ano, todas as credenciais de imprensa terão o texto reforçando que o acesso aos trios durante a Parada é limitado a 15 minutos. Tempo suficiente para fotos, vídeos e pequenas entrevistas. Esse limite é dado porque já existe um número de convidados para cada trio e se todos da imprensa resolvem subir e permanecer, pode sobrecarregar os carros.

Após efetuar o cadastro no link acima, todos devem aguardar a confirmação. A equipe de imprensa da APOGLBT SP vai analisar todos os dados e se precisar, recusar algumas credenciais. A confirmação será dada até o dia 07/06 e as credenciais aprovadas serão entregues dia 09/06.

Além do Credenciamento, veículos que desejarem receber releases e informações da APOGLGBT nestes dias devem fazer também seu cadastro neste link:

http://paradasp.org.br/imprensa

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LGBTs representam grande parte da sociedade, ocupando cargos e sendo referência para muitos. Esse é o caso do professor Luis Lima, que foi dar aula montado de drag queen, na última quarta (17), para promover a reflexão sobre a importância do combate à LGBTfobia.

Foto: Friday Manson/Arquivo pessoal

No dia que é celebrado o dia internacional de combate à LGBTfobia, os alunos de uma escola pública de João Pessoa tiveram aula com Friday Manson, nome usado por Luis no meio artístico.
Ele tem 25 anos, licenciatura e mestrado no ensino de Química, e ressalta a importância dessa representatividade para os alunos LGBTs.

“Desde que comecei a ensinar, há 7 anos, eu sou o professor que eu queria ter tido, principalmente como LGBT. Enquanto estudante, eu achava que eu não podia ocupar alguns espaços e trilhar alguns caminhos porque a sociedade me dizia que aquele espaço não era próprio para quem é homossexual… Não quero que meus alunos se sintam como eu me senti há muitos anos”, disse o professor.

Quanto a se montar de drag queen, ele recebeu a permissão da diretora para fazer a intervenção, que foi colocada em prática com os alunos do Ensino Médio, pautando que o ambiente escolar não deve ser um espaço para o reforçar as diferenças, e sim celebrar a diversidade.

Professor Luis/Arquivo Pessoal

Embora os estudantes já soubessem do lado artístico do professor, essa foi a primeira vez que Luis foi visto de drag pela turma. Ele afirma que os alunos tiveram uma aceitação muito positiva da situação, e que alguns, ao final da aula, foram declarar a admiração e o quanto aquilo foi importante para a composição de um futuro melhor.

“Um aluno disse que a perspectiva dele mudou muito, enquanto LGBT. Disse que eu sou um referencial positivo. Eu até chorei, porque a intenção é essa. Representatividade importa”, afirma.

Na próxima segunda-feira, 22/05, começa o 16º Ciclo de Debates promovido pela Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (APOGLBT SP). O evento, aberto ao público e organizado por Willian Salvador Martins, tem como finalidade desenvolver o diálogo em função da realidade vivida por lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros visando o compartilhamento de experiências, visibilidade e luta da comunidade LGBT.

PROGRAMAÇÃO:

– 22/05 – Segunda-feira
Tema da Parada – “Estado Laico”
Palestrantes: Secretário Márcio Fernandes Elias Rosa, Gedeon Freire Alencar e Orlanda Araújo.

– 23/05 – Terça-feira
Violência contra a mulher LBTT
Mulheres vítimas de intolerância religiosa, racismo, misoginia, bullying e machismo
Palestrantes: Soninha Francine, Viviany Beleboni, Coletiva Luana Barbosa e Fernanda Yonomiris.

– 24/05 – Quarta-feira
Jovens; Sexualidade e Prevenção
Palestrantes: Marcos Blumenfeld Deorato, Ivone de Paula, Fabiola Santos Lopes e Revista Viração.

– 25/05 – Quinta-feira
Família, crianças transgêneros, adoção e terceira idade
Palestrantes: Hellen Lanhellas, Tom Cordeiro, Angela Fontes e Alexya Salvador.

– 26/05 – Sexta-feira                                                                                                                             Empregabilidade e empoderamento LGBT da Pessoa com Deficiência (PCD).
Palestrantes: Ivone Oliveira, Silvana Pereira Gimenes, Junior Nascimento e Leandra Du Art.

Os debates ocorrerão do dia 22/05 até o dia 26/05 (sexta-feira), das 19h às 21h, na Secretaria da Justiça – Pátio do Colégio, nº 184. A entrada é gratuita e não é necessário inscrição. Basta comparecer.

SERVIÇO:

16º Ciclo de Debates – APOGLBT SP
– Data: 22 a 26/05 – Horário: das 19h às 21h – Entrada gratuita.
– Local: Secretaria da Justiça – Pátio do Colégio, 184 (ao lado do metrô Sé). São Paulo / SP
– Realização: APOGLBT
– Apoio: Ibis Budget Frei Caneca, Ibis Paulista, e Ibis Budget Paulista
– Apoio Institucional: Secretaria de Saúde, Secretaria de Justiça e Secretaria de Direitos Humanos
– Patrocinadores: Skol e Uber
– Site da APOGLBT: http://www.paradasp.org.br
– Link do evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/1825505277774197