sábado, junho 24, 2017
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Não existem barreiras para o amor. Quando amamos, nada mais importa. E mostrar este amor ao mundo faz parte da maioria dos casais. Com Isadora Cerullo e Marjorie isso não poderia ser diferente.

Nas Olimpíadas 2016, Isadora beija Marjorie após ser pedida em casamento, na frente de todos. Veja o vídeo:

Jogadora da seleção brasileira de rúgbi, Izzy, como é conhecida, foi pedida em casamento por sua companheira após a cerimônia de entrega de medalhas. E viva o amor. O amor que envolve todas as pessoas, independente de sua orientação sexual ou identidade de gênero.

Parabéns meninas! Vida longa ao casal.

O curso de Escrita Narrativa com temática Queer – 2ª edição é um espaço para quem deseja escrever histórias que tratem de personagens e experiências que desafiem os lugares-comuns da heteronormatividade.

Mas o que é o queer? Longe de buscar uma definição, aqui o queer como um convite à desestruturação de noções tradicionais de gênero e sexualidade. Uma escrita criativa com temática queer é aquela que provoca as expectativas dos leitores em temas relacionados à orientação sexual e identidade de gênero, criando outro espaço para que sujeitos historicamente marginalizados, silenciados ou apagados se manifestem.

E para quem é este curso? Para todas as pessoas que se sentem silenciadas ou que não encontram espaço para se reconhecer nas histórias que já estão sendo contadas – supostamente sobre quem somos. Este é um curso para quem deseja escrever a própria história.

O curso é gratuito. Serão dez encontros, de 23 de agosto a 25 de outubro, sempre às terças-feiras das 19h30 às 22h.

Endereço: Complexo Cultural Funarte, Alameda Nothmann, 1058 – Campos Elíseos, São Paulo/SP.

Cada encontro será orientado por um tema centralizador e contará com exercícios, leituras críticas e debates:

Dia 23/08 – Por que e como escrever
Dia 30/08 – Como planejar uma história
Dia 06/09 – As ferramentas de quem escreve
Dia 13/09 – O tema
Dia 20/09 – A criação de personagem
Dia 27/09 – As tramas do enredo
Dia 04/10 – A narração e o ponto de vista
Dia 11/10 – O tempo narrativo
Dia 18/10 – O uso da descrição
Dia 25/10 – Fechamento / celebração

As vagas para o curso são limitadas. Para se inscrever, preencha o formulário na página www.ninhodeescritores.com/queer

Os inscritos selecionados serão informados via e-mail e, eventualmente, SMS.

Quem ministrará este curso?

Tales Gubes é o fundador do Ninho de Escritores, projeto de aprimoramento da escrita por meio do acolhimento, e escreve sobre gênero e sexualidade em textos e ficção e não ficção. Mestre em Cultura Visual, já ministrou cursos de extensão sobre educação e sexualidade na Universidade Federal de Goiás.

A diversidade sexual existe e está em todos os lugares, implícita ou explicitamente. Nas Olimpíadas do Rio 2016 ela também se fez presente. Durante o revezamento da tocha olímpica no Rio de Janeiro no final da semana passada, dois condutores se beijaram na passagem da tocha.

Durante a abertura das Olimpíadas, mesmo não tendo sido narrado pela TV, três transexuais conduziram as delegações: Lea T. (filha do jogador Toninho Cerezo) à frente da delegação brasileira, Fabíola Fontinelle à frente da República Theca, Índia e outras, e Maria Eduarda Menezes à frente da República Islâmica do Irã.

Somos diversos e estamos mesmo em todos os lugares.

Neste sábado, 06/08, a APOGLBT SP (Associação da Parada do Orgulho LGBT) fará uma reunião de avaliação do XX mês do orgulho LGBT de São Paulo e, para isso, convida outras ONGs de direitos humanos LGBT, coletivos ou militantes autônomos para participar.

A reunião será realizada das 14h até as 17h no Sindicato dos Comerciários: na Rua Formosa nº 99.

Neste encontro também agendaremos as próximas reuniões para início dos trabalhos do XXI Mês do Orgulho LGBT, começando pela escolha do tema de 2017.

Contamos com a participação de todxs!

Para receber nossos informativos por e-mail, cadastre-se aqui.

Para mais informações, entre em contato com: assessoria.imprensa@paradasp.org.br

 

Com o tema “O amor transforma preconceitos”, o curta protagonizado por Laura Zanotti, maquiadora, mulher transexual e ativista LGBT, conta a história de uma tradicional família mineira que vive na zona rural.

Dirigido por Eduardo Zunza, no vídeo, a transexual sai de casa após rejeição e só volta na celebração dos 50 anos de casamento dos seus pais. Ela chega acompanhada pelo companheiro e pela filha.

Laura Zonetti diz que foi uma honra ter representado pessoas LGBTs, especialmente por ser uma mulher transexual, mostrando que todos existimos e estamos em todos os espaços.

O vídeo também faz parte da “Livres & Iguais”, campanha da Organização das Nações Unidas (ONU) pela igualdade LGBTI, com parceria da embaixada do Reino dos Países Baixos no Brasil.

Assista:

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A revelação foi noticiada pelo jornal australiano Herald Sun e, segundo o ator John Cho, a decisão foi tomada pelo escritor Simon Pegg e pelo diretor Justin Lin como uma forma de homenagear o ator George Takei, que hoje tem 79 anos e é um dos principais ativistas da causa LGBT nos Estados Unidos.

Alias, George Takei assumiu publicamente sua homossexualidade em 2005, mesmo ano que outro ator e governador da California, Arnold Schwarzenegger, vetou o projeto que legalizaria o casamento homoafetivo no estado; ele se casou em 2008 com Brad Altman.

Em “Star Trek: Sem Fronteiras” vai mostrar o Sulu com o seu marido e a filha, no momento em que ele sente saudade da família.

O filme estará em cartaz no dia 1º de setembro no Brasil, marcando os 50 anos da franquia: a série foi ao ar na TV americana em 8 de setembro de 1966. A notícia é sempre bem vista por ativistas do movimento LGBT, já que mostra personalidade e personagens importantes assumindo plenamente sua orientação sexual, sem medos ou receios.

A Caixa Cultural Brasília apresenta até o dia 21 de julho, a mostra New Queer Cinema – Segunda Onda, com filmes que desafiaram padrões estéticos, políticos e sexuais na segunda metade da década de 1990. A programação intercala títulos conhecidos do grande público, como “Kids” e “Meninos Não Choram”, com conceituados nomes do cinema autoral, como “Apichatpong Weerasethakul” (Mal dos trópicos), “Karim Aïnouz” (Madame Satã) e “Lucrecia Martel” (O pântano).

PROGRAMAÇÃO PARA HOJE E PARA OS PRÓXIMOS DIAS:

18 de julho (segunda-feira)
16h40 – Rosas selvagens / Les roseaux sauvages, de André Téchiné. FRA, 1994, 110min, 14 anos
18h45 – Vive l’amour / Ai qing wan sui, de Tsai Ming Liang. TWN, 1994, 118min, 16 anos
21h – Meninos não choram / Boys don’t cry, de Kimberly Pierce. EUA, 1999, 118min, 18 anos

19 de julho (terça-feira)
17h – Vida sem destino / Gummo, de Harmony Korine. EUA, 1997, 89min, 18 anos
19h – Lola + Bilidikid / Lola and Billy the Kid, de Kutluğ Ataman. ALE, 1999, 93min, 18 anos
21h – Mal dos trópicos / Sud pralad, de Apichatpong Weerasethakul. TAI/FRA, 2004, 118min, 12 anos

20 de julho (quarta-feira)
16h45 – Meninos não choram / Boys don’t cry, de Kimberly Pierce. EUA, 1999, 118min, 18 anos
19h30 – DEBATE: Novas Configurações do Gênero no Cinema. Com Tania Montoro (pesquisadora) e Denílson Lopes (pesquisador e curador da mostra). Mediação por Mateus Nagime (pesquisador e curador da mostra). Entrada Gratuita. Livre.

21 de julho (quinta-feira)
17h – Elefante / Elephant, de Gus Van Sant. EUA, 2003, 81min, 16 anos
19h – Rosas selvagens / Les roseaux sauvages, de André Téchiné. FRA, 1994, 110min, 14 anos
21h10 – Lola + Bilidikid / Lola and Billy the Kid, de Kutluğ Ataman. ALE, 1999, 93min, 18 anos

 

Serviço:

Telefone: 61 3206-9448 | 61 3206-6456
Horários: Consultar programação
Ingressos: R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes e funcionários CAIXA e doadores de agasalho pagam meia.
Lotação: 406 lugares (8 para cadeirantes)
Bilheteria: de terça a sexta e domingo, das 13h às 21h, e sábado, das 9h às 21h.
Classificação Indicativa: Consultar programação
Acesso para pessoas com deficiência
Patrocínio: Caixa e Governo Federal

Claro que a internet não substitui o primeiro encontro com aquela mulher que você conheceu naquele barzinho badalado do centro, porém, se esse primeiro encontro não aconteceu como você gostaria, que tal uma “força” dos aplicativos? Se eles existem, vamos utilizar, certo?

E se você achava que só os meninos arrasavam com Grindr, Scruff, Hornet, Growl (para ursos), entre outros, engana-se. Meninas também tem seus próprios apps e vão muito bem obrigado. Não sabia? Não faz mal. Aqui vai uma lista feito para elas:

Her – O aplicativo é uma rede social que possui recurso de match para sinalizar quando gosta do perfil de outra usuária conforme requisitos de pesquisas e distância; o ponto positivo é que não possui recursos que exigem upgrade (assinatura, taxas) e diariamente há questões diferentes sobre comportamento e cultura. Também são realizados bate-papo com personalidades, por exemplo, dia 11 de Julho agora teve a entrevistada com a californiana e youtuber Ingrid Nilsen. Um dos pontos que serão melhorados será o idioma português (Brasil) que, até o momento, não está disponível.

Conheça o aplicativo na página oficial https://weareher.com

Wapa (antigo Brenda) – Lembra muito o aplicativo Grindr entre os gays: a busca por outras mulheres é por meio da localização (GPS) e tem um recurso chamado “Piscadela”, similar ao match que já conhecemos do Tinder, porém a versão gratuita tem ações limitadas e propagandas que comprometem a aparência da página inicial do mesmo. A vantagem é que é um diferencial o recurso para bloqueá-lo preservando a privacidade das usuárias caso alguém mexa no celular.

Tenha mais informações sobre o Wapa no site http://wapa-app.com/

Happn – Você cria um perfil nele vinculando o seu Facebook e o app proporciona mais interatividade sobre a vida de alguém: o que ela gosta de ouvir, o que ela tem em comum com você (páginas curtidas) e pode favoritar ou mandar um “charme”. Você tem direito a uma quantidade de charmes para experimentar o aplicativo só que, para conseguir mais, somente se alguma amiga que receber seu convite criar uma conta no Happn ou comprar na loja online pacotes de charmes. Quem cruzar o seu caminho, você será notificada.

Conheça mais sobre o Happn aqui https://www.happn.com

Nos aplicativos acima tem serviço de segurança para denuncias de perfis falsos, uso indevido de conteúdo com direitos autorais e bloquear outras usuárias inconvenientes. E, claro, como toda rede de encontros, seja por aplicativo ou pessoalmente, todo cuidado é sempre bem vindo: a gente nunca conhece 100% a outra pessoa, por mais que tenha um rostinho lindo, vá com calma. Mas, no geral, curta e entregue-se aos “matches”, “likes”, “favoritagens” e tudo o que a vida lhe reserva de bom. Só não se esqueça de combinar e se conhecer pessoalmente, afinal, a vida é muito curta para vivermos apenas no digital. 🙂

Para quem não acompanhou, nesse final de semana em Las Vegas aconteceu o UFC 200. E não foi uma luta “qualquer”, a baiana Amanda Nunes ganhou da Miesha Tatecom ao finalizar a luta com um mata-leão no primeiro round. A comemoração foi em dobro: Amanda é brasileira e a primeira lésbica assumida a ganhar um título no Ultimate Fighter.

Na coletiva de imprensa ela agradeceu a namorada, Nina Ansaroff, companheira de luta na categoria peso-palha do American Top Team.

”É incrível, sou feliz comigo mesma. É isso o que importa. Nina é a melhor parceira de treinos da minha vida. Ela vai ser a próxima campeã dos palhas, podem ter certeza! Ela tem muito talento e significa tudo para mim. Me ajuda demais. Eu a amo. ”

A declaração de amor (que jamais deve ser escondido!) foi exemplar. Parabéns pela conquista, Amanda! Estamos todos orgulhosos! Que você sirva de exemplo para muitas outras meninas que estão no armário e precisam viver uma vida plena e satisfatória. E, de preferência, com grandes conquistas como a sua!

De 44, em 2015, agora subiu para 290 o número de estudantes travestis e transexuais que solicitam na secretaria da escola a vigência do seu direito pelo uso do nome social. É um direito respaldado pelo Decreto Estadual nº55.588, de 17 de março de 2010 que vale também para todos os órgãos de administração paulista, direta e indireta.

“Um dos propósitos dessa legislação é fortalecer, já na escola, a inclusão social desses cidadãos e assegurar-lhes desenvolvimento digno e respeitoso”, explica o professor Thiago Sabatine, responsável pela equipe técnica de Diversidade Sexual e de Gênero da Coordenadoria de Gestão da Educação Básica (CEGB), da Secretaria da Educação do Estado, que levantou estes dados.

Ele explica que o nome social é ligado à identidade de gênero: “É a forma como o indivíduo se vê, o resultado da construção de sua identidade ao longo de sua vida”, afirma.

No levantamento realizado pela CEGB, no início do primeiro semestre de 2015, 44 alunos haviam requerido o nome social e, após seis meses, somavam 127. No final do ano, o crescimento continuou e o total chegou a 182 solicitantes. Hoje, encerrando o primeiro semestre, o nome social é uma realidade para 290 estudantes.

Do total de solicitações, 78% são adoção de nome social feminino; e os 22% restantes, masculino. Entre os solicitantes, 65%estão matriculados na Educação de Jovens e Adultos (EJA) e 35% no ensino fundamental e ensino médio regular. Destaca-se, ainda, que 26% têm menos de 18 anos, e 74%, 18 anos de idade ou mais.

Para reconhecimento às diferenças e prevenção de ações discriminatórias estão inclusas algumas regras como tratamento exclusivo pelo nome social e inclusão do mesmo em documentos internos como lista de chamada, carteirinha de estudante e boletim escolar; porém não é utilizado no histórico escolar, certificados e declarações.

Nos últimos dois anos a Secretaria da Educação promoveu videoconferências de capacitação aos professores e servidores das escolas em respeito ao tema. Os materiais foram ”Intitulados Travestis e Transexuais – O direito ao nome social e Tratamento nominal de discentes, travestis e transexuais, os mesmos estão disponíveis na Videoteca Rede do Saber, uma plataforma de ensino e capacitação à distância, acesse www.rededosaber.sp.gov.br

Em 2013 foram realizados capacitações presenciais, aonde 4 mil educadores foram contemplados nas 91 Diretorias de Ensino do Estado.