quinta-feira, julho 20, 2017
Notícias
Notícias

Por Fabrício Viana.

irangiusti
Iran Giusti. Foto: Arquivo Pessoal

Muita gente critica a Parada do Orgulho LGBT, independente do lugar e da ONG que a administra. A principal reclamação? Que falta política. Falta protesto. Que tudo virou um grande “carnaval” a céu aberto. Claro que em um evento social deste porte, alegria e militância tem que caminhar juntos sempre. E que até a alegria gerada pelas pessoas que se fantasiam e vão apenas para se divertir, sem medo de serem o que são, também é um ato político. Agora, se falta mais política, mais atos políticos, não adianta só criticar. Como diz o artigo (um dos mais lidos em nosso portal) “Antes de criticar a Parada, leia este texto”, a responsabilidade de uma manifestação mais politizada tem que ser de tod@s. Não só dos organizadores. E é justamente isso que Iran Giusti fez, no dia 29 de Maio, na Avenida Paulista, durante a 20ª Parada do Orgulho LGBT.

E o que o jovem Iran fez? Ele comprou cartolina, escreveu frases de protesto e militância e começou a distribuir gratuitamente para todas as pessoas que se interessavam não só em participar da Parada, mas também fazer a diferença. Lindo isso, não? Tanto que fizemos questão de entrevistá-lo em nosso portal e pedimos que todos compartilhem, o máximo que puderem, esta entrevista. Que a atitude dele sirva de exemplo para tod@s. Sempre!

iranGiusti-parada-lgbt-militancia
Iran Giusti criando e distribuindo gratuitamente cartazes de militância durante a 20ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo

Vamos à entrevista?

1) Qual seu nome e formação?
Iran: Iran Giusti, sou formado em Relações Públicas e jornalista de profissão.

2) Na 20ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, você estava distribuindo gratuitamente cartazes de militância LGBT, de quem foi esta ideia?
Iran:
Minha mesmo 🙂

3) Você teve apoio ou financiamento, para produzir estes cartazes, de alguma empresa ou ONG?
Iran: Não tive não, foi tudo do meu bolso mesmo.

4) Amigos ou parentes te ajudaram nesta empreitada?
Iran: No dia alguns amigos foram à Parada e ajudaram na distribuição. Foi bem lindo.

5) Entre as frases dos cartazes, poderia citar algumas pra gente?
Iran: Eu optei por misturar bastante, inserindo frases divertidas com mais políticas: “Vote LGBT“, “Nome Social é Direito“, “Aprovação Lei João Nery já“, “Aprovação Lei 7852 já” e “Meu cu é laico“, “Vamos ser viado pra sempre” (frase do personagem “bicha bichérrima” do Paulo Gustavo), “Cada dia mais bicha, um level a mais, igual um pokemom” (Do documentário Bichas), “Hétero só serve pra fazer mais bicha” (meme popular na internet). Entre outros.

6) Quantos cartazes você produziu e foram distribuídos durante a Parada neste ano? Tem ideia aproximada?
Iran: Foram aproximadamente 120 cartazes. 80 produzidos por mim e o restante por quem passava e escolhia fazer o seu.

entrevista-irangiusti

7) Além de você, teve outras pessoas com a mesma atitude? Ou com algum trabalho de militância deste tipo?
Iran:  Acho que com esse propósito não teve ninguém não, mas como fiquei em um único ponto da Paulista não consigo te precisar.

8) Há quanto tempo você participa da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo? Percebeu alguma mudança na sociedade ao longo dos anos, graças a visibilidade da Parada?
Iran:  Essa foi a minha décima edição. Eu sinto que a Parada está cada vez mais organizada, porém, o evento é na verdade formado de pessoas e são elas que devem fazer o que acham certo. Sinto que ela tem sido mais política e isso é muito importante, em especial em um país onde a política é tão contrária aos direitos LGBT.

9) Muitos criticam a Parada como um enorme carnaval. Dizem que precisa de mais militância e empoderamento, mas não fazem nada para mudar isso. Você fez. Acha que as pessoas deveriam reclamar menos e também colocar a mão na massa? Concorda que a militância tem que ser de todos e não só da ONG APOGLBT, responsável pela Parada do Orgulho LGBT de São Paulo?
Iran:  Eu amo o fato da Parada ser um enorme carnaval, isso é Brasil. A gente tem como característica essa alegria, esse animo, esse amor e é muito importante a gente lembrar que se divertir, beber, beijar na boca é sim um ato político e de resistência, principalmente em uma sociedade homofóbica quanto a nossa. Vale lembrar também que uma coisa não exclue a outra.

10) Para os próximos anos, você pretende fazer a mesma coisa? Tem outras ideias ou projetos para a Parada?
Iran:  Ano que vem vão ser 500 cartazes e por enquanto é só isso, porém, participo de vários projetos e faço matérias de temática LGBT, então, quem sabe não surge uma nova ideia?

11) Para finalizar, gostaria de deixar um recado para todos os leitores e amigos do nosso portal?
Iran:  Queria repetir uma coisa que faço constantemente: se um dia eu for agredido, espancado ou morto por homofobia eu não quero absolutamente ninguém usando camiseta com a minha cara se manifestando ou rezando. Pra mim, a luta é agora, enquanto eu tô vivo.

Iran, obrigado pela entrevista e, novamente, parabéns por sua criatividade, militância e atitude. Que ela realmente sirva de exemplo para muitas pessoas!

A Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo vem manifestar às famílias, amigos e companheiros das vítimas do atentado na boate Pulse, em Orlando, Flórida, nosso mais profundo pesar pela tragédia que resultou na morte de tantos LGBT nesta madrugada de domingo, 12/06.

É inconcebível e inaceitável a perda sofrida. A morte é um fenômeno natural, mas por terrorismo e LGBTFobia, não.

Neste momento, alguns integrantes da APOLGBT, junto com outros movimentos de direitos humanos LGBT, estão em vigília no vão do MASP, em São Paulo.

vigilia-lgbt-fobia-masp2
Aos sobreviventes e aos familiares dos atingidos, nossos votos de solidariedade.

Fernando Quaresma
Presidente da APOGLBT

Um grupo chamado “Montadas Para o Bem“, composto por 10 qrag queens, se unem em Brasília para juntas, arrecadarem roupas, agasalhos e alimentos não perecíveis em frente a boates e pontos de frequência LGBT.

montadasparaobem

Laurie Blue, personagem de Nathan Nagashina, de 24 anos, conta que a campanha social é um projeto antigo, mas que, por falta de tempo, só foi possível agora. A ideia da arrecadação e entrega ser feita “montada”, foi que, além das roupas e alimentos, as “meninas” querem levar alegria, palhaçadas e a arte de ser uma drag queen.

O projeto começou neste mês e é um sucesso. Quem quiser fazer doações, o grupo tem um local fixo, que fica na Velvet Pub — CLN 102, Lojas 28/32, Asa Norte, às quartas-feiras, a partir das 22h.

Também é possível combinar um local pelo Facebook das “Montadas Para o Bem“, no endereço:

https://www.facebook.com/montadasparaobem

Que essa atitude sirva de exemplo para toda a nossa comunidade LGBT. Faça o bem para receber o bem. É assim que iremos construir um mundo melhor para todos. Parabéns meninas!

Em 2016, o livro sobre a homossexualidade, que aborda os processos psíquicos sobre a “entrada e a saída do armário“, do jornalista, escritor e bacharel em psicologia Fabrício Viana, completa 10 anos de existência.

Publicado de forma independente em 2006, Viana enfatiza que escreveu o livro com uma linguagem simples, abordando os principais tópicos do tema como a história da homossexualidade, origem do preconceito científico e religioso, dinâmica psicológica do machismo e até mesmo a homofobia internalizada, presente em diversos homossexuais e que deve ser eliminado.

“Existem muitos livros bons no Brasil sobre a homossexualidade. Eu senti falta de um livro simples, didático, orientado não só aos homossexuais que estão dentro do armário mas também para professores, pais, psicólogos e outros profissionais que gostariam de entender mais sobre o tema. Felizmente consegui. O livro é um sucesso e hoje tornou-se um dos mais conhecidos e respeitados sobre o tema”, enfatiza Viana.

livro-homossexualidadeJá na sua quarta edição, e com mais de 4 mil exemplares vendidos ao longo destes anos, o livro faz parte do catálogo da Editora Orgástica, uma micro editora brasileira focada em diversidade sexual e “literatura LGBT”.

“Eu escrevi o livro O Armário por necessidade. Sempre soube que o assunto era muito pouco discutido de forma aberta e com uma linguagem mais acessível. Hoje, após 10 anos, mesmo a mídia falando mais a respeito, o preconceito e a desinformação continuam grandes. Meu livro serve para todos, até mesmo para quem é assumido, pois trata de assuntos importantes como a homofobia internalizada, que mesmo quem é assumido precisa eliminar.”, continua o autor.

Além do livro O Armário, Fabrício Viana gostou tanto da ideia de escrever que publicou mais livros com temática LGBT, como o “Ursos Perversos” (contos eróticos gays), “Orgias Literárias da Tribo” (uma premiada coletânea de contos, poesias e crônicas não eróticas do universo LGBT) e seu recente sucesso chamado “Theus. Do fogo à busca de si mesmo” (romance com temática gay que também vai para a quarta edição).

“Quando escrevi O Armário, muitos leitores pediram para continuar escrevendo. Como gosto de literatura erótica, lancei o Ursos Perversos. Depois organizei a coletânea Orgias Literárias da Tribo com 10 autores fantásticos. Meu ultimo trabalho é o romance Theus que, pela primeira vez, me assusta! Quase todos os leitores, ao terminar de ler o Theus, me escrevem chorando dizendo que ficaram profundamente abalados. E me agradecem por isso. É incrível”, finaliza Viana.

Tanto o livro O Armário quanto seus outros livros não são vendidos em livrarias. Apenas on-line pelo site da Bons Livros Editora Digital, no endereço http://bonslivroseditoradigital.com.br ou a versão digital (e-book) na Amazon Brasil.

Para contato direto do autor, ele tem o website http://fabricioviana.com. Lá, o leitor também encontra todas suas redes sociais, como Facebook, Twitter, Instagram, Wattpad, Google+, Youtube e SnapChat.

Serviço:

Livro O Armário. Sobre a homossexualidade.
144 páginas. Formato 14x21cm.
4ª edição pela Bons Livros Editora Digital.
http://bonslivroseditoradigital.com.br

Fonte: Revista Exame

Jovem luta pelo meio ambiente, visibilidade trans e crianças carentes.

Conhecida por ser uma youtuber maranhense onde, recentemente, publicou em seu canal sua transformação em mulher, a jovem Vitoria Guarizo, de 18 anos, junto com mais dois jovens, enviou um vídeo para o projeto Click Esperança e foi selecionada.

Vitoria-Guarizo
Julia Saraiva, Vitoria Guarizo e João Pedro Eboli (Foto: Divulgação)

Junto com Julia Saraiva, de 16 anos e João Pedro Eboli, de 15 anos, Guarizo passa a integrar o time de Flávio Canto, ao lado de Dira Paes, Lázaro Ramos e Leandra Leal.

O mais interessante é que os três adolescentes estão ligados a causas sociais. Julia participa de um grupo que visitam instituições de caridade e João é um dos ativistas ligados à causa ambiental. Já Vitória Guarizo, em entrevista ao portal Ego, disse:

“Quero que as transexuais lutem por aquilo que almejam. Que elas principalmente acreditem em si mesmas, pois podem chegar onde quiserem! Se eu tivesse o poder de mudar o mundo, espalharia paz e amor, isso é algo que está em falta hoje em dia. A mudança não virá de alguém de Brasília, nem do vizinho. A mudança tem que começar primeiramente por nós mesmos”

No próximo sábado, dia 11 de junho, às 17h30, no NPP – Núcleo Brasileiro de Pesquisas Psicanalíticas, será realizada uma palestra e exibição do filme ‘NORMAL’ da diretora Jane Anderson, seguido de debate.

transexual-psicanálise-spO filme aborda uma trama familiar, das questões de gênero e dos preconceitos sociais. Depois de 25 anos de casamento com Irma (Jessica Lange), Roy (Tom Wilkinson) conclui que viver sendo uma mulher no corpo de um homem é um fardo, chega no limite de sua tolerância em continuar negando quem é. Determinado a fazer uma cirurgia de redesignação sexual, Roy terá de enfrentar uma trajetória sofrida e cheia de desafios. Mas ao perceber que amigos de trabalho, a população e até mesmo a igreja são contra, Irma mostra compreensão e apoia Roy em sua jornada para se transformar em “Ruth”, o que vai colocar em debate temas como família, escolhas, amor e humanidade.

A palestrante Albangela Machado é psicanalista formada pelo NPP, especialista em casal e família pela UNIFESP e em sexualidade humana pela Faculdade de Medicina da USP.

As inscrições podem ser feitas antes da palestra, no próprio local, pelo investimento de R$ 20,00. Todos os inscritos receberão certificados emitido pelo SINPESP, contendo quatro horas-aula.

Serviço:

Palestra: Transexual – A esposa como mediadora?
Palestrante: Albangela Machado (psicanalista)
Entrada R$ 20,00
Confirme valores e horários no (11) 5575-2063 ou por e-mail angelo@sinpesp.com.br
Local: Rua Humberto I, 501 – Vila Mariana – SP (Metrô Ana Rosa)

Miguel Martins, de 29 anos, é o primeiro soldado homossexual brasileiro a receber autorização para se casar usando a farda de gala da Brigada Militar. A união com o modelo Diego Souza, de 21 anos, é bem vista pela corporação.

Segundo o tenente-coronel Roberto Ortiz Pereira, comandante do batalhão, não há nenhum impedimento para a realização da cerimônia. O uso da farda é uma prerrogativa da função exercida pelo soldado, portanto, não faz sentido negar esse direito.

Martins trabalha no 1º Batalhão de Patrulhamento de Áreas de Fronteira, em Uruguaiana, na fronteira do Rio Grande do Sul com a Argentina e o Uruguai. Ele conta que assumiu a homossexualidade para seus familiares e amigos quando tinha 20 anos e que até então nunca sofreu preconceito por isso.

“Nunca fui desrespeitado ou alvo de piados por ser um PM homossexual. Já efetuei diversas prisões e sequer os criminosos fizeram deboche.”

Fonte: Razões Para Acreditar

Jozi Cats, primeiro time de rugby assumidamente gay na África do Sul, lançou uma campanha contra a homofobia utilizando-se expressões, gírias e estereótipos comuns direcionados à comunidade gay.

Segundo o presidente do time, Teveshan Kuni, a ideia da campanha é não somente atrair novos jogadores mas também criar um ambiente favorável para que outros atletas pudessem assumir sua própria orientação sexual.

morde-fronhas

Em uma das imagens da campanha, “Pillow Bitter” que, traduzindo para nossa cultura, ficaria algo parecido como “Morde Fronhas”, muito utilizado em brincadeiras preconceituosas para caracterizar homossexuais, Kuni ressalta a importância desta ação:

“O que estamos fazendo é tornar as pessoas conscientes do que elas dizem, e como isso pode afetar a comunidade. Um dos nossos jogadores sequer havia se assumido gay para seus amigos e sua família, então, para ele foi como um rito de “sair do armário”

Para Fabrício Viana, autor do livro sobre a homossexualidade “O Armário” e que neste ano completa 10 anos de existência, “Campanhas como esta são importantes para mostrar outras pessoas que assumir-se gay, bi ou lésbica não é o fim do mundo, seja no esporte ou fora dele; e pode ser bem mais libertador do que imaginamos. Uma vida sem mentiras, plena e satisfatória é o que precisamos. Por isso campanhas como esta devem ser compartilhadas sempre!”.

A campanha do time Jozi Catz pode ser vista no seu Facebook, perfil https://www.facebook.com/jozicats

O site Tem Local? É uma plataforma que recebe denúncias de militantes e coletivos

Uma iniciativa motivada por uma necessidade de muitos LGBTs: uma plataforma para denunciar e mapear regiões com casos de ofensas, ameaças, agressões verbais e físicas contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis, mulheres transexuais, homens trans, pansexuais, pessoas não-binárias e/ou intersex.

Desta forma, os usuários do site podem denunciar ações que testemunharam ou foram vítimas, por meio de um simples registro ou ainda, de forma anônima, com o objetivo de mapear a homofobia e transfobia, prezando pela segurança de tod@s.

O site, criado por Thiago Bassi, Antonio Kvalo e Marcus Lemos, está localizado no endereço www.temlocal.com.br e tem uma atenção especial de seus administradores que, no futuro, pretendem colar adesivos nos locais com os dizeres “Aqui tem LGBTFobia”.

Mas, claro, a plataforma Tem Local? apenas marca as denúncias e assim, gera uma estatística acessível a todas as pessoas. Porém, é importante também denunciar aos órgãos de segurança pública e políticas LGBT, ou ainda, pelo Disque Direitos Humanos (Disque 100), qualquer ação discriminatória que presenciar ou seja vítima.

Afinal, a segurança pública e o respeito é dever e direito de todos os cidadãos. Porém, todos nós nos sentimos orgulhosos de ver projetos como este “pipocando” digitalmente. Prova de que, juntos, somos realmente mais fortes.

Por Tâmara Smith*

* Tâmara Smith tem 27 anos, é lésbica, estudante de Comunicação Social/Jornalismo, militante LGBT e assessora de imprensa da APOGLBT. Seu twitter é http://twitter.com/aboiola

A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) irá sediar o VIII Congresso Internacional de Estudos sobre a Diversidade Sexual e de Gênero, que será realizado na Faculdade de Educação (Faced) da UFJF entre os dias 23 e 25 de novembro de 2016. Os interessados em participar com envio de trabalhos devem ficar atentos: as inscrições para apresentação de trabalhos devem ser feitas até o dia 1º de julho. Os trabalhos para comunicação oral, pôsteres e relato de experiência podem ser enviados para o endereço eletrônico congressoabeh2016@gmail.com ou para a página do congresso.

Podem participar profissionais de diversas áreas, como professores (universitários e de educação básica), estudantes universitários, especialistas e graduados. Os interessados devem acessar a página VIII Congresso Internacional de Estudos  sobre a Diversidade Sexual e de Gênero e escolher a forma de participação e pagamento.

Os trabalhos podem ser inscritos em um dos 24 simpósios temáticos. As normas gerais e específicas para trabalho podem ser conferidas no site do evento. Um e-book com os trabalhos selecionados será disponibilizado aos participantes, entidades patrocinadoras e bibliotecas de universidades do Brasil. O resultado da seleção será divulgado no dia 25 de julho.

O congresso é uma realização da Associação Brasileira de Estudos da Homocultura (ABEH). Com o tema “ABEH e a construção de um campo de Pesquisa e Conhecimento: Desafios e Potencialidades de nos (re) inventarmos”, o objetivo do evento é reunir um número significativo de trabalhos acadêmico-científicos e experiências de diferentes áreas do conhecimento, que versem sobre discussões da diversidade sexual e de gênero.

A última edição do Congresso aconteceu na cidade de Rio Grande, na Universidade Federal do Rio Grande (FURG), em 2014 e reuniu 1.500 pessoas. De acordo com o professor da Faced e coordenador geral do evento, Anderson Ferrari, os estudos da homocultura envolvem uma discussão e produção discursiva, de imagem e de representação em torno da diversidade sexual que podem ser pensadas como uma das marcas da contemporaneidade da população LGBTTI. A expectativa de público é de duas mil pessoas.

Outras informações: (32) 2102-3911 (Faculdade de Educação-UFJF)