quarta-feira, agosto 23, 2017
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Não é muito difícil encontrar LGBTs em situações de abandono e rejeição. Para tentar tornar esses momentos menos difíceis, existem associações como a CASA1 – projeto de acolhimento de LGBTs em situações de risco.

A Casa 1 oferece abrigo, cursos, workshops e várias outras atividades promovendo o empoderamento LGBT+. Por ser uma instituição sem fins lucrativos, o lugar passa por algumas dificuldades financeiras, e agora, com “SwishSwishChallenge” ficou muito mais fácil colaborar com o projeto: Você só precisa dançar.

Desenvolvido por Federico Devito, a campanha consiste em gravar um vídeo dançando o novo single da Katy Perry, Swish Swish, no estilo da dança de Russell Got Barzz.

Russel ficou famoso por sua dança “desengonçada”, e viralizou depois que se apresentou com Perry em um programa de TV. Os movimentos do garoto viraram marca registrada da música, e muita gente começou a replicar o passo por toda a internet.

Durante um “surto de idéias durante a madrugada”, Devito resolveu que seria legal usar a popularidade da música (e da dança de Russell) para ajudar alguma causa da comunidade LGBT, e a primeira coisa que veio à sua cabeça foi a Casa1

Em entrevista concedida à APOGLBT, Federico contou que sempre quis ajudar o projeto, mas não sabia como, até ter essa idéia maluca. “A casa1 é muito importante pelo simples fato de saber que: você não está sozinho. Há um lugar que te acolha, que converse, que te abrigue”.

Com a campanha, Federico espera divulgar e ajudar projetos como a CASA1 e promover a união da comunidade LGBT. “Sempre achei que LGBT unido faz a diferença mais do que ficar discordando por bobagem”.

Para ele, a campanha destaca-se de outras por um motivo bem interessante: O humor. “O que torna diferente é o bom humor, é a brincadeira da dança, é mesmo você não sabendo fazer o passinho (é difícil, eu mesmo não consigo) participar e divulgar.”

Foto: NILTON FUKUDA/ESTADÃO

Cada vídeo postado será convertido em uma quantia a ser doada para a Casa1, em São Paulo. Então, a brincadeira está lançada: O participante deve usar toda sua criatividade e refazer o passinho nos lugares mais inusitados, arrasar na originalidade, publicar nas redes sociais com a #SwishSwishChallenge para validar o vídeo e se divertir.

Quanto mais pessoas participarem, maior será a ajuda à CASA1. Mais informações podem ser encontradas no site do Federico Devito.

A equipe Skokka : O ator, escritor e produtor Rafael Bolacha, as atrizes La Diva Croquete e Vallentini, e os promotores Fabiana e Diego.

Nossa 21ª Parada do Orgulho LGBT foi realmente incrível. O tema “Independente de nossas crenças, nenhuma religião é lei! Todas e todos por um Estado Laico.”, discutido pela Associação da Parada LGBT de São Paulo (APOGLBT SP) junto com coletivos, ONGs LGBT e militantes independentes foi propagada por centenas de veículos de comunicação no Brasil e no mundo: levando a sociedade a uma grande reflexão.

O que não esperávamos é que, poucos dias antes, receberíamos um terceiro apoiador que ficou lado a lado de empresas parceiras como a Microsoft e a Accor Hotels. Sim, ela mesma, o Skokka!

Mas, se você não conhece, nós te apresentamos: Skokka é um site de relacionamento adulto que agrega todas as cores da nossa diversidade sexual: travestis, gays, lésbicas, casais, heterossexuais, enfim, um lugar onde todos são bem-vindos!

Presente em mais de 20 países, entre eles Holanda, Alemanha, Suiça, Itália, Colômbia e Peru, a rede Skokka tem milhares de pessoas cadastradas e o relacionamento adulto, focado em sexo, não se restringe a ele: você pode se cadastrar para buscar o amor da sua vida ou simplesmente fazer novos amigos.

Se você gostou, siga o Skokka nas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.

E não esqueça de fazer seu cadastro aqui: https://br.skokka.com/

A Associação da Parada LGBT de São Paulo (APOGLBT SP) convida outras ONGs de direitos LGBTs, coletivos e militantes independentes para a reunião dos GTs (Grupos de Trabalho) para AVALIAÇÃO do Mês do Orgulho LGBT de 2017 e atividades do segundo semestre.

A reunião será neste sábado, 08/07, às 14h00, no espaço do Grupo Pela Vidda/SP – Rua General Jardim, 566 – Vila Buarque.

Pedimos a gentileza para que, todas as pessoas interessadas, cadastre seus dados abaixo (caso já tenha se cadastrado em outro momento, não é necessário cadastrar-se novamente!):

Apesar do voto contrário da chanceler Angela Merkel, o parlamento da Alemanha aprovou na última sexta-feira (30), um projeto de lei que legaliza o casamento entre pessoas do mesmo sexo. A alteração define que a partir de agora, o casamento pode acontecer entre “duas pessoas de sexo diferente ou do mesmo sexo”.

A nova lei, que ainda precisa ser ratificada pela Câmara Alta para entrar em vigor, o que deve acontecer até o final desse ano, irá conceder aos casais LGBTs o direito à adoção.

Foto: Tobias Schewarz/AFP

O projeto foi aprovado por 393 deputados dos partidos de esquerda e por parte da ala conservadora de Merkel, que teve a permissão para votar de acordo com suas crenças individuais.

Depois de votar “Não” ao projeto, Merkel se justificou: “Para mim, o casamento é, segundo nossa Constituição, uma união entre um homem e uma mulher. Por isso eu votei contra”, afirmou.

Agora, a Alemanha se une a outros 20 países ocidentais (sendo 13 europeus) que já legalizaram o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Apesar desses grandes avanços, ainda precisamos lutar muito para que o direito igualitário seja comum em todo o mundo.

Grande representante da cena eletrônica nacional, o DJ Boss in Drama lançou no final da semana passada o lyric video de seu novo single, “Close Certo”.

A canção é interpretada por um dos grandes destaques da nova música brasileira, Linn da Quebrada, que divide a autoria com ele. Com referências da disco e do funk, a canção tem uma letra com mensagem divertida e ao mesmo tempo politizada. “Eu e a Linn queríamos fazer uma música que falasse sobre o ‘Close Certo’, que são atitudes positivas e que inspiram. Uma música para as pessoas dançarem, que fale sobre respeito e união” – conta Boss.

O vídeo, gravado em São Paulo, foi dirigido por Bob Yang e Frederico Evaristo, com produção da Pajú Filmes. A letra da música foi inserida nas imagens por Pedro Hansen.

Recebendo reconhecimento internacional, Boss in Drama está essa semana na França. Ele foi o único DJ brasileiro convidado esse ano para se apresentar no festival Cannes Lions 2017.

Assista:

A Câmara Municipal de São Paulo vai realizar no dia 30 de junho de 2017, a sessão solene em comemoração ao Dia do Orgulho LGBT, por iniciativa da vereadora Adriana Ramalho.

Trata-se de um momento de reflexão sobre a cidadania de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais no município de São Paulo e uma homenagem às pessoas que trabalham pelo fim da discriminação LGBTfóbica.

Entre os homenageados, está a Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (APOGLBT SP), ONG responsável pela maior parada LGBT do mundo e também por diversos eventos do Mês do Orgulho LGBT na capital paulista.

Serviço:

Sessão Solene – Dia do Orgulho LGBT
Dia 30/06 as 18h
Plenário – 1º andar da Câmara Municipal de São Paulo (Viaduto Jacareí, 100)
Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/245922512561383

Agência i7/Mineirão

Precisamos concordar, nunca antes o Mês do Orgulho LGBT, em especial, o Dia Internacional do Orgulho LGBT (28 de Junho) recebeu tanto apoio e demonstrações de empresas e instituições sobre a diversidade sexual.

Ações da Coca-cola (Essa coca é Fanta, e daí?), Shopping Light iluminado com as cores da bandeira LGBT, calçadas coloridas na Paulista, escadas do metrô em São Paulo, centenas de páginas oficiais no Facebook de empresas (talvez milhares, levando em conta também as pequenas e micro empresas) e por ai vai indo.

Mas nada tão significativo quanto o Mineirão todo iluminado com as cores do arco-íris ontem. Sim, significativo pois sabemos que o esporte, em especial o futebol, é quase a casa do machismo: bichas, viadinhos, boiolas e diversos termos difamatórios são desferidos a todo o momento nestes ambientes.

Mesmo assim, o Mineirão resolveu inovar e demonstrar todo o seu respeito à diversidade humana. A iniciativa veio da ação idealizada pela secretaria de estado de Direitos Humanos, Participação Social e Cidadania de Minas Gerais. Outros monumentos da cidade, como o auditório Juscelino Kubitschek e o Espaço do Conhecimento UFMG, na Praça da Liberdade, também foram iluminados para chamar a atenção para a causa de um público que ainda sofre muito com a violência e intolerância.

Atitudes como esta demonstram que precisamos, realmente, ser mais tolerantes com o desconhecido. E que todo LGBT merece nosso respeito.

“O Mineirão tem uma relevância histórica por ser um monumento da cidade e principal casa do futebol mineiro. Quando fomos procurados pela Secretaria de Direitos Humanos entendemos a visibilidade que o estádio traria para uma ação tão respeitável e que precisa ser discutida”, disse a gerente de Relações Institucionais do Mineirão, Ludmila Ximenes.

Para Fabrício Viana, jornalista e autor do livro sobre a homossexualidade chamado O Armário, “São atitudes deste tipo que fazem a sociedade evoluir. Que ajuda, e muito, a militância LGBT se fortalecer e, com o tempo, demonstrar que independente do lugar, todos merecem o respeito a vida e a felicidade. Todos ganham. Ninguém perde”.

Esperamos que mais e mais empresas se unam e lutem, sem medo, pela diversidade sexual. Diversidade humana. Afinal, ela existe e só demonstrando sua existência a LGBTfobia começa a ser eliminada.

É normal que pessoas LGBT escutem um “É só uma fase” quando assumem para o mundo, ser quem realmente são. Com o passar o tempo, as pessoas percebem que aquilo que julgavam ser “uma fase” é, na verdade, muito mais que isso.

Este é o caso de Nick Cardello (54), e Kurt English (52). Acumulando 25 anos de relacionamento, eles se conheceram em 1992, e hoje, moram na Flórida.

Passar 25 anos ao lado de uma pessoa é viver uma vida inteira explorando o amor e a amizade, tendo um enorme significado para os envolvidos. Uma das maneiras que o casal encontrou para celebrar a data foi comparecendo à Parada do Orgulho LGBT de Washington, neste ano.

Na preparação da Parada, Nick contou ao Buzzfeed que começou a compartilhar fotos “mais carinhosas” do casal no Facebook. O que incluía uma foto antiga dele beijando Kurt durante a edição de 1993 da mesma Parada.

Segundo o casal, essa foto tem uma significado bem forte, porque ela foi “meio que uma segunda saída do armário” para eles. Pensando nisso, durante a edição de 2017 do evento, eles foram exatamente ao mesmo lugar, e recriaram a foto.

A ação viralizou em quase todas as plataformas online. Apesar de ter gostado do resultado, Cardello revelou que nunca imaginou que aquilo poderia impactar milhares de pessoas estranhas na internet e tomar as proporções que tomou.

De primeira, ele disse que ficaram assustados e felizes de presenciar suas vidas sendo celebradas daquele jeito. Eles perceberam que a foto tinha um significado muito mais profundo do que eles pensavam.
“Quando a gente começou a ler os comentários, percebemos o quanto aquela foto estava significando para as pessoas… foi bem comovente.”

Uma coisa que deixou os dois bastante surpreso, foi o envolvimento da juventude LGBT com a foto, e com o casal.

“O interessante de ver nas fotos são os comentários dos jovens. Eles não encontram muitas fotos de casais gays envelhecendo juntos”

Segundo Nick e Kurt, eles sentem que de alguma maneira, eles estão sendo exemplo e colaborando na criação da esperança de um futuro para jovens casais.

“Eles estão marcando os seus namorados dizendo que poderiam ser eles. Isso foi muito fofo.”

 

É extremamente difícil imaginar como seria a nossa vida sem algum dos sentidos. O que muitas vezes não nos atentamos é que pessoas sem um ou mais desses sentidos existem e vivem perfeitamente bem.

Seguindo esse raciocínio, o fórum “Reddit” perguntou em uma de suas publicações como os gays que eram cegos souberam que eram gays, sem enxergar.

E você pode ver abaixo as 10 respostas de usuários do fórum:

 

1 – “Eu sentia uma coisa diferente quando abraçava os meninos” – Costco1L

Eu sempre soube que eu era diferente das outras crianças, e me sentia extremamente solitário. Eu não me encaixava com os meninos que enxergavam, e nem com aqueles que eram cegos, o que era muito pior. Todos os garotos eram interessados em esportes e jogos mais violentos, menos eu. Alguns falavam sobre garotas, mas por ser cego de nascimento e nunca ter falado sobre sexo com ninguém, eu não tinha idéia do que estava sendo discutido. Até me envergonho de dizer que eu não sabia exatamente a diferença entre meninos e meninas, exceto que meninas eram bem mais legais comigo,e eu me sentia estranho quando abraçava os meninos. Quando eu tinha 15 anos, uma garota me explicou como os bebês eram fabricados. Eu sabia que se eu admitisse o quão pouco sabia, eu seria alvo de risadas, então fiquei calado.
Eu comprei livros sobre sexo em Braille e comecei a ler sobre, e entendi um pouquinho. A surpresa para mim, e muito importante, foi que eu comecei a perceber que eu era atraído por meninos e homens, e não por garotas. Eu percebi que eu sentia uma coisa bem estranha quando estava com pessoas do mesmo sexo que eu, e que não sentia com as meninas.

 

2 – “Não é muito diferente das pessoas que não são cegas” – AllHarlowsEve

Eu uma pessoa cega. Honestamente, não é tão diferente da maneira como as pessoas “normais” descobrem a sexualidade. Quando eles imaginam beijar uma pessoa, eles sabem se querem beijar garotos ou garotas.

 

3 – “Ele foi pra uma escola só para pessoas cegas… Foi então que ele teve certeza que sentia atração por outros homens.” – Holden_Caufiend

Meu irmão nasceu cego e se assumiu gay recentemente (ele tem 21 anos). A atração sexual vai muito além dos aspectos visuais. Assim como ele me explicou, no ensino fundamental e ensino médio ele começou a perceber que era mais atraído por meninos do que meninas – a voz grossa, determinação, o acento masculino. Ele também disse que pessoas que gostavam de “coisas de garotos” como esporte, armas, vídeo games, etc, eram bem mais atraentes do que aqueles que tinham um jeito mais feminino.
Então, ele foi para uma escola para cegos, e era do time de luta livre lá (Sim, isso é bem masculino) durante todos os anos. Por mais que soe engraçado, foi aí que ele descobriu completamente sua atração por outros homens – uma vez que ele tinha bastante contato físico com eles durante as lutas.

 

4 – “Eu ouvia a voz dos garotos, e elas soavam atrativas para mim.” – Commanderzilyana

Honestamente, acredito que da mesma maneira como qualquer outra pessoa. Eu ouvia as vozes dos garotos e ela pareciam muito atraentes para mim. Embora eu não pudesse vê-los fisicamente, mentalmente eu imaginava como eles eram.
Eu não era cego até meus 14 anos, mas eu só soube que era gay quando eu tinha 18 anos.

 

5 – “Quando eu tinha uns 11 ou 12 anos, eu não entendia muito bem a diferença entre meninos e meninas.” – RedzandBluez

Quando eu tinha uns 11 ou 12 anos, eu não entendia muito bem a diferença entre meninos e meninas. Para mim, eles eram exatamente iguais, a não ser que meninos me atraiam, e meninas não. Eu não sabia nada sobre as partes do corpo (peitos, vagina, pênis, etc.) e mesmo assim, eu era atraído pelo menos sexo que o meu.”

6 – “É tão legal brincar com o meu pênis, então eu conclui que brincar com outros também seria.” – Hypoferramia

Eu estou digitando isso para o meu amigo, que é gay e cego. Ele disse, e eu copiei. “Meu pênis é muito legal de brincar, eu achei que seria legal brincar com alguns diferentes também.”

 

7 – “Eu não precisei ver um pênis para saber que eu não queria tocar em um.” – Anônimo 

Eu mandei mensagem para minha amiga (nós duas somos lésbicas) – e ela é cega. Ela pode ver formas, tons claros e escuros, mas não consegue ver rostos e definitivamente não enxerga características específicas de uma pessoa. Ela me disse: “Eu não precisei ver um pênis para saber que eu não queria tocar em um. Você não pode dizer que as pessoas só vão saber o tipo de genitália que vão gostar só depois de ver, é estranho.”

 

8 – “Inteligência, senso de humor, crenças…” – Rylley20

A atração é a parte mais interessante quando você não enxerga. O que você tem são as vozes, o perfume, a maneira como eles se sentem fisicamente, e outras compatibilidades, como a inteligência, o senso de humor e as crenças.

 

9 – “De verdade, não é muito diferente. ” – Hank_scorpio_123

Eu sou cego desde meu nascimento e sou extremamente gay. Sabe quando você vê alguém e se sente atraído por ele? É meio que isso, mas eu não enxergo.

10 – “Voz, textura da pele, feromônio.” – Hermaeus-whora

Minha amiga lésbica, que é cega, me disse que soube sua sexualidade quando tinha 13 anos – Toda vez que uma enfermeira tocava em seu corpo ela sentia uma coisa boa. Voz, textura da pele, feromônio e etc. Ela também sempre fala que abraçar meninas era bem mais atraente.

Letícia e Daniele

Eventos como a Parada LGBT de São Paulo são únicos: Nele, pessoas se conhecem, direitos são reivindicados, o amor descoberto, e como não poderia ficar de fora, vários pedidos de casamento são feitos. E são tantos que infelizmente a gente não dá conta de registrar. Exceto por um!

Na edição desse ano, o “sim” foi dito pela carioca Daniele que agora é noiva de Letícia, paulistana. E em cima de um dos nossos trios!

Letícia e Daniele se conheceram durante a 17ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, em 2013. Aquilo que elas pensaram ser apenas algo passageiro mudou completamente a vida das garotas.

O relacionamento começou, elas foram morar juntas e se tornaram mães de 3 filhos de 4 patas. Com a relação estável, e certa de que Daniele é o amor de sua vida, Letícia entrou em contato no final de 2016 com o Grupo de Trabalho que coordena o trio de Lésbicas e Bissexuais da APOGLBT SP para pedir ajuda na realização de um sonho: fazer o pedido de casamento em cima de um dos trios da Parada LGBT de São Paulo. Tornar o momento único e especial.

E foi assim que o pedido aconteceu! E para a alegria de todos, Daniele disse sim.

E você? Tem algo deste tipo para nos contar? Aproveite os comentários, ou ainda, vai lá nas nossas redes sociais e comenta! Parada do Orgulho LGBT também tem – e muito – amor!