quinta-feira, julho 20, 2017
Saindo do Armário

É extremamente difícil imaginar como seria a nossa vida sem algum dos sentidos. O que muitas vezes não nos atentamos é que pessoas sem um ou mais desses sentidos existem e vivem perfeitamente bem.

Seguindo esse raciocínio, o fórum “Reddit” perguntou em uma de suas publicações como os gays que eram cegos souberam que eram gays, sem enxergar.

E você pode ver abaixo as 10 respostas de usuários do fórum:

 

1 – “Eu sentia uma coisa diferente quando abraçava os meninos” – Costco1L

Eu sempre soube que eu era diferente das outras crianças, e me sentia extremamente solitário. Eu não me encaixava com os meninos que enxergavam, e nem com aqueles que eram cegos, o que era muito pior. Todos os garotos eram interessados em esportes e jogos mais violentos, menos eu. Alguns falavam sobre garotas, mas por ser cego de nascimento e nunca ter falado sobre sexo com ninguém, eu não tinha idéia do que estava sendo discutido. Até me envergonho de dizer que eu não sabia exatamente a diferença entre meninos e meninas, exceto que meninas eram bem mais legais comigo,e eu me sentia estranho quando abraçava os meninos. Quando eu tinha 15 anos, uma garota me explicou como os bebês eram fabricados. Eu sabia que se eu admitisse o quão pouco sabia, eu seria alvo de risadas, então fiquei calado.
Eu comprei livros sobre sexo em Braille e comecei a ler sobre, e entendi um pouquinho. A surpresa para mim, e muito importante, foi que eu comecei a perceber que eu era atraído por meninos e homens, e não por garotas. Eu percebi que eu sentia uma coisa bem estranha quando estava com pessoas do mesmo sexo que eu, e que não sentia com as meninas.

 

2 – “Não é muito diferente das pessoas que não são cegas” – AllHarlowsEve

Eu uma pessoa cega. Honestamente, não é tão diferente da maneira como as pessoas “normais” descobrem a sexualidade. Quando eles imaginam beijar uma pessoa, eles sabem se querem beijar garotos ou garotas.

 

3 – “Ele foi pra uma escola só para pessoas cegas… Foi então que ele teve certeza que sentia atração por outros homens.” – Holden_Caufiend

Meu irmão nasceu cego e se assumiu gay recentemente (ele tem 21 anos). A atração sexual vai muito além dos aspectos visuais. Assim como ele me explicou, no ensino fundamental e ensino médio ele começou a perceber que era mais atraído por meninos do que meninas – a voz grossa, determinação, o acento masculino. Ele também disse que pessoas que gostavam de “coisas de garotos” como esporte, armas, vídeo games, etc, eram bem mais atraentes do que aqueles que tinham um jeito mais feminino.
Então, ele foi para uma escola para cegos, e era do time de luta livre lá (Sim, isso é bem masculino) durante todos os anos. Por mais que soe engraçado, foi aí que ele descobriu completamente sua atração por outros homens – uma vez que ele tinha bastante contato físico com eles durante as lutas.

 

4 – “Eu ouvia a voz dos garotos, e elas soavam atrativas para mim.” – Commanderzilyana

Honestamente, acredito que da mesma maneira como qualquer outra pessoa. Eu ouvia as vozes dos garotos e ela pareciam muito atraentes para mim. Embora eu não pudesse vê-los fisicamente, mentalmente eu imaginava como eles eram.
Eu não era cego até meus 14 anos, mas eu só soube que era gay quando eu tinha 18 anos.

 

5 – “Quando eu tinha uns 11 ou 12 anos, eu não entendia muito bem a diferença entre meninos e meninas.” – RedzandBluez

Quando eu tinha uns 11 ou 12 anos, eu não entendia muito bem a diferença entre meninos e meninas. Para mim, eles eram exatamente iguais, a não ser que meninos me atraiam, e meninas não. Eu não sabia nada sobre as partes do corpo (peitos, vagina, pênis, etc.) e mesmo assim, eu era atraído pelo menos sexo que o meu.”

6 – “É tão legal brincar com o meu pênis, então eu conclui que brincar com outros também seria.” – Hypoferramia

Eu estou digitando isso para o meu amigo, que é gay e cego. Ele disse, e eu copiei. “Meu pênis é muito legal de brincar, eu achei que seria legal brincar com alguns diferentes também.”

 

7 – “Eu não precisei ver um pênis para saber que eu não queria tocar em um.” – Anônimo 

Eu mandei mensagem para minha amiga (nós duas somos lésbicas) – e ela é cega. Ela pode ver formas, tons claros e escuros, mas não consegue ver rostos e definitivamente não enxerga características específicas de uma pessoa. Ela me disse: “Eu não precisei ver um pênis para saber que eu não queria tocar em um. Você não pode dizer que as pessoas só vão saber o tipo de genitália que vão gostar só depois de ver, é estranho.”

 

8 – “Inteligência, senso de humor, crenças…” – Rylley20

A atração é a parte mais interessante quando você não enxerga. O que você tem são as vozes, o perfume, a maneira como eles se sentem fisicamente, e outras compatibilidades, como a inteligência, o senso de humor e as crenças.

 

9 – “De verdade, não é muito diferente. ” – Hank_scorpio_123

Eu sou cego desde meu nascimento e sou extremamente gay. Sabe quando você vê alguém e se sente atraído por ele? É meio que isso, mas eu não enxergo.

10 – “Voz, textura da pele, feromônio.” – Hermaeus-whora

Minha amiga lésbica, que é cega, me disse que soube sua sexualidade quando tinha 13 anos – Toda vez que uma enfermeira tocava em seu corpo ela sentia uma coisa boa. Voz, textura da pele, feromônio e etc. Ela também sempre fala que abraçar meninas era bem mais atraente.

LGBTs representam grande parte da sociedade, ocupando cargos e sendo referência para muitos. Esse é o caso do professor Luis Lima, que foi dar aula montado de drag queen, na última quarta (17), para promover a reflexão sobre a importância do combate à LGBTfobia.

Foto: Friday Manson/Arquivo pessoal

No dia que é celebrado o dia internacional de combate à LGBTfobia, os alunos de uma escola pública de João Pessoa tiveram aula com Friday Manson, nome usado por Luis no meio artístico.
Ele tem 25 anos, licenciatura e mestrado no ensino de Química, e ressalta a importância dessa representatividade para os alunos LGBTs.

“Desde que comecei a ensinar, há 7 anos, eu sou o professor que eu queria ter tido, principalmente como LGBT. Enquanto estudante, eu achava que eu não podia ocupar alguns espaços e trilhar alguns caminhos porque a sociedade me dizia que aquele espaço não era próprio para quem é homossexual… Não quero que meus alunos se sintam como eu me senti há muitos anos”, disse o professor.

Quanto a se montar de drag queen, ele recebeu a permissão da diretora para fazer a intervenção, que foi colocada em prática com os alunos do Ensino Médio, pautando que o ambiente escolar não deve ser um espaço para o reforçar as diferenças, e sim celebrar a diversidade.

Professor Luis/Arquivo Pessoal

Embora os estudantes já soubessem do lado artístico do professor, essa foi a primeira vez que Luis foi visto de drag pela turma. Ele afirma que os alunos tiveram uma aceitação muito positiva da situação, e que alguns, ao final da aula, foram declarar a admiração e o quanto aquilo foi importante para a composição de um futuro melhor.

“Um aluno disse que a perspectiva dele mudou muito, enquanto LGBT. Disse que eu sou um referencial positivo. Eu até chorei, porque a intenção é essa. Representatividade importa”, afirma.

Que tal, no meio do agito do Parque Ibirapuera, em pleno domingo, discutir questões importantes para gays e homens bissexuais? O convite para essa conversa é da Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo.
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No domingo, 21, a partir de 14h, na marquise, será realizada a roda de conversa Identidades e Vivências de Gays e Homens Bissexuais. O evento é promovido pelo grupo de trabalho desses segmentos que atua na organização da 21ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo.
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A proposta é que gays e homens bissexuais expressem sua diversidade. Para tal, vão falar convidados representantes de ursos e leathers, gay jovem, bissexual ativista, gay com filho, pessoa com HIV e homossexual, transexual masculino e todas as nuances desta grande diversidade.
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Após as contribuições, o debate será aberto a todos os presentes.
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A roda de conversa integra a programação da 21ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo. Para participar, basta comparecer. Participação gratuita.

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Serviço:
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Roda de Conversa Identidades e Vivências de Gays e Homens Bissexuais
Dia 21 as 14h no Parque do Ibirapuera / São Paulo
Local do encontro: Marquise do Ibirapuera
Participação gratuita. Chegue cedo e convide os amigos!
Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/191842994670351/
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Quando idealizamos uma vida profissional, determinamos que questões pessoais não irão interferir nas atividades que exercemos, mas as vezes não é isso que acontece. Esse é o caso do repórter Erick Krominski, que revelou ter perdido um trabalho na TV depois de se assumir homossexual.

Erick ficou conhecido por compor a equipe do CQC (Band) durante a última temporada do programa, que encerrou as atividades em 2015. No começo do ano, ele voltou a ser assunto depois que assumiu, nas redes sociais, o relacionamento com o preparador físico Pablo Soares.

Pablo Soares (esquerda) e Erick Krominski (direita)

Ele afirma que resolveu anunciar o relacionamento depois de perceber o quanto viver um amor “secreto” estava sendo um desconforto para Pablo.

“Tive uma conversa com o Pablo e ele me falou que achava chato ser casado com uma pessoa e não poder falar. Percebi o quanto estava sendo escroto com ele, e uma semana depois fiz a postagem”.

Para Erick, a repercussão não afetou sua carreira, mas revela que teve uma “coincidência suspeita”. Simultaneamente ao anúncio, ele estava negociando com um programa de TV, mas que sem motivo aparente teve as gravações canceladas.

A produção do programa nunca mais entrou com contato com ele, mas continuaram as gravações normalmente.

“Não vejo isso como uma coisa ruim, porque seria estranho no meio do processo descobrir que estava trabalhando com homofóbicos.”, conta.

Para Fabrício Viana, autor do livro sobre a homossexualidade chamado O Armário, “Quando assumimos a homossexualidade, portas se fecham e outras se abrem. Mas nada melhor do que viver nossa sexualidade da melhor forma possível, sendo transparente com os outros e consigo mesmo. É disso que falo no meu livro: uma vida mais autêntica para todos!

Inclusão em um grupo maior é sempre um problema. Não seguir o padrão de sexualidade e gênero impostos pela sociedade significa ser alvo de críticas, preconceitos e olhares tortos em quase todos os lugares. Essa carga de preconceito pode ficar ainda mais pesada quando além de LGBT, você também tem algum tipo de deficiência.

A fim de dar visibilidade aos LGBTs com deficiência e proporcionar a criação de amizades fora do cenário virtual, a página do Facebook “Menino Gay“, está organizando o “1º Piquenique – LGBT com deficiência”, que acontecerá no Parque do Ibirapuera, no próximo dia 30.

Segundo os organizadores, o evento nasceu a partir da necessidade de trocar experiências e visão de mundo, pessoalmente. “Sentíamos falta desse contato presencial, então, em conversa com um amigo meu, o Altair Leonarde, que é uma pessoa com deficiência, ele deu essa ideia de realizarmos esse piquenique, para que possamos conhecer mais LGBT com deficiência.” disse Matheus Emílio, um dos criadores da página.

A proposta do evento é que cada um leve algo para comer/beber, e passe a tarde conversando e conhecendo outras pessoas que, de uma maneira ou de outra, dividem as mesmas dificuldades de inclusão.

O ponto de encontro será no portão 3 do Parque do Ibirapuera, às 13h. Depois do encontro, o grupo pretende ficar atrás do prédio da Bienal.

Mais informações do evento: https://www.facebook.com/events/1026588700776175/

A GLAAD (Gay & Lesbian Alliance Against Defamation) é um das maiores e mais respeitadas organizações de pesquisas dos EUA. Entre seus trabalhos conhecidos, ela orienta jornalistas e profissionais da mídia a retratar de forma não estereotipada gays e lésbicas. E mais, anualmente, premia atores, personalidades e profissionais que fazem um bom trabalho ligados à diversidade sexual. Esta premiação deles é semelhante ao nosso Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade.

Recentemente, a GLAAD publicou uma pesquisa onde mostra que, 20% da chamada Geração Y, se identificam com uma das siglas LGBT. Para quem não sabe, dentro da sociologia, o conceito “Geração Y”, para alguns autores são pessoas que nasceram após 1980 ou segundo outros, pessoas que nasceram entre 1970 e 1990: em outras palavras, que possuem mais afinidade com a Internet.

A pesquisa foi realizada com mais de 200 adultos em novembro/16 para o estudo chamado “Aceleração e Aceitação 2017”. O resultado analisado demonstrou que, aqueles que tinha entre 18 e 34 anos, são mais sucetíveis a se identificarem com as identidades LGBTs.

Segundo Sarah Kate Ellis, presidente da GLAAD, disse que “Esse estudo mostra que uma maravilhosa era de entendimento e tolerância entre as pessoas mais jovens – um sinal inspirador de esperança para o futuro”.

A pesquisa completa (em inglês) pode ser consultada aqui:
http://www.glaad.org/publications/accelerating-acceptance-2017

Embora acostumados com Facebook e outras redes, precisamos entender que tudo não passa de aplicações fechadas que promovem o contato social de seus membros. Tanto que, se alguém publica algo dentro destas redes e é replicado sem autorização em outra, pode ser processado pelo autor.

Claro que não é disso que iremos falar aqui. Mas sim, da quantidade de aplicações de comunidades existentes atualmente. E, em específico, comunidades LGBTs. Por isso apresentamos hoje uma delas: o AMINO APP.

Para quem não conhece, o aplicativo AMINO, que pode ser instalado em smartphones, tablets ou outros dispositivos com Android ou iOS gratuitamente, nada mais é que uma rede de blogs, links e perfis criados, em um sistema fechado (mas que pode ser compartilhado) sobre diferentes temas: esportes, animes, geeks, estilos de vida e, claro, LGBTs.

Tanto que o aplicativo AMINO ganhou uma versão exclusiva LGBT para Android.

Ao instalar, você cria um perfil, inclui fotos e lê notícias e publicações de outros usuários cadastrados. Quanto mais você interage, mais seu nível nele aumenta. E os níveis de interação são bem fofos e criativos:

Lv1: Novo Arco-íris
Lv2: Unicórnio
Lv3: Fada Arco-íris
Lv4: Ninfa Arco-íris
Lv5: Membro Purpurina
Lv6: Brilho LGBT
Lv7: Estrela LGBT
Lv8: Magia LGBT
Lv9: Reluzente LGBT
Lv10: Orgulho LGBT

E assim vai indo até o Lv20. Passando pelos nomes “Celebridade”, “Monas Amadas”, “Mona Lendária” e o “LGBT Forever”.

Gostou? Então corre lá e instala. O aplicativo é gratuito e, pelo que observamos nas publicações, os membros se ajudam muito nas questões de aceitação, encontros, humor, vida sentimental, cultura e, até mesmo, militância.

APP AMINO LGBT para Android:
https://play.google.com/store/apps/details?id=com.narvii.amino.x228302996

APP AMINO para iOS (dentro da aplicação, pesquise a comunidade LGBT):
https://itunes.apple.com/app/id1115565187

Conhece outros aplicativos? Deixe o nome nos comentários! 🙂

A cidade de Lins, no interior de São Paulo, tornou-se a primeira cidade brasileira a ter um prefeito assumidamente gay e casado. Neste sábado (4), o prefeito Edgar de Souza (PSDB) se casou com o empresário Alexsandro Luciano Trindade, com quem mantinha uma união estável há 13 anos.

Edgar começou na política em 2000 e foi eleito vereador. Em 2012, antes de ser eleito prefeito, ele decidiu assumir sua homossexualidade durante a campanha: ˜Falei no palanque: eu não tenho que esconder com quem vivo e quem eu amo. Se esconder não mereço ser prefeito de vocês.”

A declaração foi ótima para a oposição que disse que ele tornaria o “mundo gay” caso fosse eleito. A repercussão ficou tão grande que distribuíram cartazes pela cidade com ele e seu companheiro abraçados e os dizeres “Se votar no 45, essa família vai governar a sua”.

Porém, nada disso resolveu. Por mais que o meio político seja homofóbico, Edgard foi eleito e esta fazendo um bom trabalho. Em várias entrevistas, ele sempre disse que ele se propôs a ter uma vida aberta para que as pessoas pudessem ver que os homossexuais não são diferentes dos heterossexuais. E que política e ser um bom prefeito não tem relação com orientação sexual.

O casamento, com presença de familiares, pajens, daminhas de honra e integrantes da Diversidade Tucana contou até com a presença do governador Geraldo Alckmin.

Vida longa ao casal. E que mais políticos tomem isso como exemplo: saiam do armário e lutem por uma sociedade mais diversa para todos.

A Campus Party é um dos principais eventos de tecnologia do mundo. Ele surgiu na Espanha em 1997 e uma vez por ano tem sua edição em vários países, inclusive no Brasil. Nele, grupos de geeks (similar ao “nerd”, pessoas que tem muita afinidade com tecnologia, jogos eletrônicos ou de tabuleiros, eletrônicos, etc) se encontram para trocar informações, assistir palestras e terem contato com novos produtos e empresas.

No Brasil, a ultima edição do evento ocorreu entre os dias 31 de janeiro e 5 de fevereiro de 2017, e há 3 anos lá dentro, existe um grupo de Geeks LGBTs que se encontram chamado “Campus Pride”.

A ideia, segundo um dos responsáveis, Marcio Brito, é promover o que a Estela Camargo e o Renato Massaro (idealizadores do grupo) desejaram: formar um grupo com interesses em comum, onde todos sejam ou tenham afinidades com o tema LGBT.

Como a Campus Party é anual e tem possibilidade de acampamento, as pessoas geralmente vem de várias regiões do Brasil.

Para participar do grupo do Facebook e, consequentemente das próximas edições da Campus Party junto com eles, basta entrar em contato com o Márcio Brito por meio do seu perfil no Facebook.

Confira algumas fotos do grupo Campus Pride e seu empoderamento LGBT:

Que outros grupos LGBTs, em diversos eventos, se formem. Afinal, somos muitxs e estamos realmente em todas as partes!

Idealizado por Isadora Fraga, 23 anos, e Vicky Fechine, 25 anos, o objetivo do canal no Youtube é falar sobre o “mundo das lésbicas”.

Com o nome de “Vlog Censuradas”, Fraga e Fechine contam que falar sobre o “mundo das lésbicas” é desmistificar a imagem criada pela sociedade sobre a comunidade LGBT, mostrando seu estilo de vida que, se formos observar, não é tão diferente da maioria.

Com atualizações frequentes, o canal tem fanpage no Facebook e conta no Instagram. Só o perfil no Youtube já conta com mais de 3 mil pessoas inscritas totalizando mais de 170 mil visualizações.

Entre os vídeos mais acessados, estão:

5 apps de paquera lésbica

10 séries para Lésbicas

5 filmes de Comédia Lésbica

Para conhecer outros vídeos, acesse o canal:
https://www.youtube.com/CensuradasVlog

E se tiver mais canais interessantes, de gays, lésbicas, bissexuais ou pessoas trans, indique pra gente! 🙂