sábado, junho 24, 2017
Saúde

Na véspera da Parada LGBT aconteceu a primeira edição dos Jogos da Diversidade de São Paulo. Realizado através de uma parceria entre o CDG Brasil – Comitê Desportivo LGBT e a Parada do Orgulho LGBT de São Paulo – APOGLBT. Um evento multiesportivo criado para celebrar a diversidade humana através de jogos e competições esportivas.

Confira algumas fotos:

A primeira edição dos Jogos da Diversidade de São Paulo acontecerá no dia 17/06, véspera da nossa Parada do Orgulho LGBT. O evento foi criado para celebrar a diversidade através de competições esportivas saudáveis entre os membros da comunidade LGBT, e é organizado pela APOGLBT e CDG Brasil – Comitê Desportivo LGBT.

O 1º Jogos da Diversidade LGBT nasceu inspirado nos Gay Games, as “olimpíadas LGBT mundiais” que ocorre desde 1982 em diferentes países, nos moldes dos Jogos Olímpicos e reunindo milhares de atletas e pessoas LGBT ao redor do mundo. Outros eventos também são realizados nos mesmos moldes tanto de abrangência internacional quanto nacional, e no Brasil, embora haja pouca tradição na inclusão desta população em ações esportivas, o Comitê Desportivo LGBT do Brasil em parceria com a Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo decidiram criar este evento multiesportivo e inseri-lo dentro da programação oficial da Parada do Orgulho LGBT deste ano. A ideia foi muito bem recebida pela Federação dos Gay Games, entidade máxima do desporto LGBT mundial e acabou por receber apoio institucional da entidade. O evento também servirá como experiência ao Brasil na realização de eventos esportivos em prol da diversidade, para que em um futuro seja reflexo na candidatura brasileira aos Gay Games.

Dentre as modalidades disponíveis estão: Bilhar, Carteado, Dança, Futebol Feminino, Futsal Masculino, Gaymada, Handebol, Natação e Voleibol, aulas livres de Zumba, além de uma programação cultural bastante agitada, com shows de drag queens, grupos de dança, musica ao ar livre com DJs e Cantores e muito mais. Haverá espaço de alimentação e exposição de banners com atletas brasileiros que assumiram a sua condição como LGBT.

Para participar, basta enviar sua inscrição através do site oficial. Existem duas possibilidades de inscrição: “Inscrição de equipes” para modalidades coletivas, e “Inscrição de atletas” para as individuais. Estão previstas a participação de mais 350 atletas de todo o Brasil, além de mais de 100 voluntários.

A participação é permitida a pessoas maiores de 16 anos de idade, e é gratuita, mas no dia do evento, cada participante deve contribuir com 1 pacote de leite em pó (mínimo 400 gramas), que será doado para uma instituição de caridade.

Os jogos serão realizados no Complexo Desportivo do Ibirapuera. Mais informações no evento oficial.

SERVIÇO:

1º Jogos da Diversidade LGBT
Data: 17 de Junho, sábado
Horário: das 9h às 20h
– Local: Complexo Desportivo do Ibirapuera (Rua Abílio Soares , 1480 – Paraíso, São Paulo, SP)
– Informações para participação no site: www.timebrasil.lgbt/jogosdadiversidade
– Contato: Telefone 11 3439-2001 e e-mail info@timebrasil.lgbt

A primeira edição dos Jogos da Diversidade de São Paulo acontecerá no dia 17/06, véspera da nossa Parada do Orgulho LGBT. O evento foi criado para celebrar a diversidade através de competições esportivas saudáveis entre os membros da comunidade LGBT, e é organizado pela APOGLBT e CDG Brasil – Comitê Desportivo LGBT.

Dentre as modalidades disponíveis estão: Bilhar, Carteado, Dança, Futebol Feminino, Futsal Masculino, Gaymada, Handebol, Natação e Voleibol, além de uma aula livre de Zumba.

Para participar, basta enviar sua inscrição através do site oficial. Existem duas possibilidades de inscrição: “Inscrição de equipes” para modalidades coletivas, e “Inscrição de atletas” para as individuais.

A participação é gratuita, mas no dia do evento, cada participante deve contribuir com 1 pacote de leite em pó (mínimo 400 gramas), que será doado para uma instituição de caridade.

Os jogos serão realizados no Complexo Desportivo do Ibirapuera. Mais informações no evento oficial.

Serviço:

Jogos da Diversidade                                                                                                                                                Dia: 17/06 (Sábado)                                                                                                                                               Hora: Das 08h às 20h                                                                                                                                             Endereço: Complexo Desportivo do Ibirapuera (Rua Abilio Soares, 1480 – São Paulo)
Website: http://www.timebrasil.lgbt/jogosdadiversidade

O Líbano se tornou o primeiro país árabe a permitir a organização de uma Parada LGBT, mas os planos para um evento aberto foram cancelados depois de extremistas ameaçarem ataque durante a passeata.

A comunidade LGBT Libanesa estava programada para caminhar pelas ruas de Beirute no domingo (14), mas o evento foi cancelado depois das ameaças islâmicas, a fim de manter a segurança e integridade física dos membros.

Além da Parada, o movimento pelos direitos LGBT organizou uma semana inteira de atividades para discutir a diversidade no Líbano contemporâneo. Até o dia 22 deste mês, estima-se que 4 mil pessoas participaram em mais de 12 eventos, entre conferências, festas e workshops que tiveram lugar em Beirute e em outras cidades vizinhas.

O Presidente da Parada Libanesa, Bertho Makso, contou à Reuters que “É muito incrível. Um grande avanço. Uma enorme visibilidade. Antes, costumávamos ser ONGs individuais, mas agora temos uma semana inteira de atividades acontecendo pela cidade. Mais pessoas serão alcançadas e a tolerância espalhada”.

Embora a semana do orgulho LGBT seja um grande avanço, atos homossexuais ainda são puníveis de prisão no Líbano.

Que tal, no meio do agito do Parque Ibirapuera, em pleno domingo, discutir questões importantes para gays e homens bissexuais? O convite para essa conversa é da Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo.
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No domingo, 21, a partir de 14h, na marquise, será realizada a roda de conversa Identidades e Vivências de Gays e Homens Bissexuais. O evento é promovido pelo grupo de trabalho desses segmentos que atua na organização da 21ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo.
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A proposta é que gays e homens bissexuais expressem sua diversidade. Para tal, vão falar convidados representantes de ursos e leathers, gay jovem, bissexual ativista, gay com filho, pessoa com HIV e homossexual, transexual masculino e todas as nuances desta grande diversidade.
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Após as contribuições, o debate será aberto a todos os presentes.
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A roda de conversa integra a programação da 21ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo. Para participar, basta comparecer. Participação gratuita.

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Serviço:
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Roda de Conversa Identidades e Vivências de Gays e Homens Bissexuais
Dia 21 as 14h no Parque do Ibirapuera / São Paulo
Local do encontro: Marquise do Ibirapuera
Participação gratuita. Chegue cedo e convide os amigos!
Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/191842994670351/
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Quando idealizamos uma vida profissional, determinamos que questões pessoais não irão interferir nas atividades que exercemos, mas as vezes não é isso que acontece. Esse é o caso do repórter Erick Krominski, que revelou ter perdido um trabalho na TV depois de se assumir homossexual.

Erick ficou conhecido por compor a equipe do CQC (Band) durante a última temporada do programa, que encerrou as atividades em 2015. No começo do ano, ele voltou a ser assunto depois que assumiu, nas redes sociais, o relacionamento com o preparador físico Pablo Soares.

Pablo Soares (esquerda) e Erick Krominski (direita)

Ele afirma que resolveu anunciar o relacionamento depois de perceber o quanto viver um amor “secreto” estava sendo um desconforto para Pablo.

“Tive uma conversa com o Pablo e ele me falou que achava chato ser casado com uma pessoa e não poder falar. Percebi o quanto estava sendo escroto com ele, e uma semana depois fiz a postagem”.

Para Erick, a repercussão não afetou sua carreira, mas revela que teve uma “coincidência suspeita”. Simultaneamente ao anúncio, ele estava negociando com um programa de TV, mas que sem motivo aparente teve as gravações canceladas.

A produção do programa nunca mais entrou com contato com ele, mas continuaram as gravações normalmente.

“Não vejo isso como uma coisa ruim, porque seria estranho no meio do processo descobrir que estava trabalhando com homofóbicos.”, conta.

Para Fabrício Viana, autor do livro sobre a homossexualidade chamado O Armário, “Quando assumimos a homossexualidade, portas se fecham e outras se abrem. Mas nada melhor do que viver nossa sexualidade da melhor forma possível, sendo transparente com os outros e consigo mesmo. É disso que falo no meu livro: uma vida mais autêntica para todos!

No Brasil, a homossexualidade foi considerada doença até 1990. Atualmente, campos de concentração para torturar e “curar” pessoas LGBT pode parecer algo distante, mas ainda é uma realidade que nos assombra. Paola Paredes é fotógrafa, lésbica e recentemente conseguiu entrar em um centro de cura gay, no Equador, e reproduziu tudo em imagens.

O projeto intitulado “Até que você mude”, nasceu depois de Paredes ouvir alguns relatos de pessoas que afirmaram ter passado por tratamento de cura gay em seu país. As “clínicas” onde acontece a ”cura” são ilegais, mas funcionam normalmente por estarem disfarçadas de centro de tratamento para alcoólatras e viciados em drogas.

A fotógrafa só teve acesso depois de fingir interesse no procedimento, e descobriu que lá, os pacientes eram sujeitos à tortura física e emocional, que incluía longos estudos bíblicos e estupro corretivo.

Portando uma câmera escondida, a fotógrafa conseguiu entrar no estabelecimento. A fim de proteger a identidade das vítimas, ela decidiu que não divulgaria as imagens, mas para que a denúncia não fosse perdida, recriaria as imagens, sendo ela mesmo a protagonista.

Segundo uma das entrevistadas era praticamente impossível dormir no local. Quando não era a insônia, o que as mantinham acordadas era a alta música católica colocada para abafar o barulho da tortura com outras mulheres.

Ao entrar em qualquer um dos cômodos, as mulheres encontram artefatos ou um altar para Jesus ou Maria

O momento de “diversão” das mulheres mantidas no local é a maquiagem da manhã que é feita todos os dias. Durante a maquiagem, que é uma atividade obrigatória, uma mulher fica atrás da paciente controlando o uso correto dos produtos. Além disso, elas são obrigadas a andar de saia e salto alto para ser “uma mulher de verdade”.

Mulheres são obrigadas a se maquiar todas as manhãs.

Para Paola Paredes, famílias que não aceitam a sexualidade de seus membros acabam contratando os serviços da clínica como forma de escapar do “problema” que é ter um LGBT na família. “Se minha família não tivesse me aceitado quando eu me assumi, provavelmente eu estaria em um desses centros também.”, disse ela em uma entrevista.

Embora pratiquem atos desumanos, os funcionários do local acreditam que estão fazendo a “obra de Deus” salvando almas perdidas de ir pro inferno.

No Brasil, caso semelhante aconteceu com a ONG chamada MOSES (Movimento pela Sexualidade Sadia). Ela durou 15 anos até que um de seus fundadores, hoje gay assumido e ativista, foi para a imprensa e disse que tudo era uma grande farsa. Parte dessa história foi retratada como ficção no romance gay de Fabrício Viana chamado Theus: do fogo à busca de si mesmo que também aborda outras questões homoafetivas tais como a saída do armário, aceitação e psicologia. Para o autor, embora tenhamos mais visibilidade e entendimento das questões ligadas a orientação sexual e identidade de gênero, clinicas e fazendas de cura gay ainda existem e são terríveis para qualquer ser humano.

Para mais fotos de Paola, visite: www.paolaparedes.com

A GLAAD (Gay & Lesbian Alliance Against Defamation) é um das maiores e mais respeitadas organizações de pesquisas dos EUA. Entre seus trabalhos conhecidos, ela orienta jornalistas e profissionais da mídia a retratar de forma não estereotipada gays e lésbicas. E mais, anualmente, premia atores, personalidades e profissionais que fazem um bom trabalho ligados à diversidade sexual. Esta premiação deles é semelhante ao nosso Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade.

Recentemente, a GLAAD publicou uma pesquisa onde mostra que, 20% da chamada Geração Y, se identificam com uma das siglas LGBT. Para quem não sabe, dentro da sociologia, o conceito “Geração Y”, para alguns autores são pessoas que nasceram após 1980 ou segundo outros, pessoas que nasceram entre 1970 e 1990: em outras palavras, que possuem mais afinidade com a Internet.

A pesquisa foi realizada com mais de 200 adultos em novembro/16 para o estudo chamado “Aceleração e Aceitação 2017”. O resultado analisado demonstrou que, aqueles que tinha entre 18 e 34 anos, são mais sucetíveis a se identificarem com as identidades LGBTs.

Segundo Sarah Kate Ellis, presidente da GLAAD, disse que “Esse estudo mostra que uma maravilhosa era de entendimento e tolerância entre as pessoas mais jovens – um sinal inspirador de esperança para o futuro”.

A pesquisa completa (em inglês) pode ser consultada aqui:
http://www.glaad.org/publications/accelerating-acceptance-2017

A Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) inaugurou, no último dia 24, em São Paulo, o ambulatório do Núcleo de Estudos, Pesquisa, Extensão e Assistência à Pessoa Trans Professor Roberto Farina. Com o objetivo de oferecer assistência multiprofissional de saúde e promover o bem-estar da pessoa trans, o novo ambulatório vai possibilitar um cuidado diferenciado a essa população. O serviço conta com profissionais das áreas da antropologia, cirurgia plástica, enfermagem, fonoaudiologia, ginecologia, endocrinologia, psicologia, psiquiatria e serviço social, com a possibilidade de ampliar para outras especialidades.

Além disso, as ações de pesquisa e extensão do núcleo serão discutidas e amadurecidas oportunamente ainda neste ano, e nesse sentido de construção coletiva, contará com a colaboração de docentes e pesquisadores de todos os campi da universidade.

Estiveram presentes na cerimônia oficial de abertura a chefe de gabinete da Reitoria, Maria José Fernandes, a pró-reitora de Assuntos Estudantis, Andrea Rabinovici, a diretora da Escola Paulista de Medicina (EPM/Unifesp), Emilia Sato, a vice-diretora da Escola Paulista de Enfermagem (EPE/Unifesp), Magda Balieiro, a diretora-adjunta do Centro de Referência e Treinamento DST/Aids, Rosa Alencar, e representando a comunidade trans, a integrante do núcleo Claudete Morais e Alexandre Peixe.

Magnus R. Dias da Silva, professor da Disciplina de Endocrinologia e um dos coordenadores do núcleo, falou sobre a importância desse trabalho, que é resultado de um processo construído coletivamente na instituição. “A pessoa trans sofre por não ter acesso à saúde, em geral, por preconceito da equipe. Trabalhar com e para essa população é um constante redescobrir, e esse núcleo surge de forma a propor mudanças nos paradigmas desse atendimento, seguindo o lema ‘nada de nós sem nós’.”

Durante a cerimônia, foi realizada uma homenagem à família do professor Roberto Farina, representada pela sua filha Domitila Farina. O professor Farina, que recebe o nome do núcleo, foi cirurgião da Escola Paulista de Medicina e pioneiro na cirurgia plástica urogenital para transexuais no Brasil, na década de 1970.

Atendimentos

O atendimento do ambulatório acontece às terças-feiras, das 13h às 17h, na Rua Napoleão de Barros, nº 859, em conjunto com o Ambulatório de Medicina Geral e Familiar do Departamento de Medicina Preventiva da EPM/Unifesp.

Os agendamentos das consultas são feitos exclusivamente por meio da Central de Regulação de Ofertas de Serviços de Saúde (CROSS-SUS), por indicação da triagem do Ambulatório de Saúde Integral para Travestis e Transexuais do Centro de Referência e Treinamento (CRT) DST/Aids-SP, localizado na rua Santa Cruz, nº 81, na Vila Mariana. Os agendamentos para triagem no CRT podem ser feitos pelo telefone: (11) 5087-9984, das 8h às 11h.

Para conhecer mais sobre o núcleo, acesse aqui:
http://nucleotrans.unifesp.br

Embora acostumados com Facebook e outras redes, precisamos entender que tudo não passa de aplicações fechadas que promovem o contato social de seus membros. Tanto que, se alguém publica algo dentro destas redes e é replicado sem autorização em outra, pode ser processado pelo autor.

Claro que não é disso que iremos falar aqui. Mas sim, da quantidade de aplicações de comunidades existentes atualmente. E, em específico, comunidades LGBTs. Por isso apresentamos hoje uma delas: o AMINO APP.

Para quem não conhece, o aplicativo AMINO, que pode ser instalado em smartphones, tablets ou outros dispositivos com Android ou iOS gratuitamente, nada mais é que uma rede de blogs, links e perfis criados, em um sistema fechado (mas que pode ser compartilhado) sobre diferentes temas: esportes, animes, geeks, estilos de vida e, claro, LGBTs.

Tanto que o aplicativo AMINO ganhou uma versão exclusiva LGBT para Android.

Ao instalar, você cria um perfil, inclui fotos e lê notícias e publicações de outros usuários cadastrados. Quanto mais você interage, mais seu nível nele aumenta. E os níveis de interação são bem fofos e criativos:

Lv1: Novo Arco-íris
Lv2: Unicórnio
Lv3: Fada Arco-íris
Lv4: Ninfa Arco-íris
Lv5: Membro Purpurina
Lv6: Brilho LGBT
Lv7: Estrela LGBT
Lv8: Magia LGBT
Lv9: Reluzente LGBT
Lv10: Orgulho LGBT

E assim vai indo até o Lv20. Passando pelos nomes “Celebridade”, “Monas Amadas”, “Mona Lendária” e o “LGBT Forever”.

Gostou? Então corre lá e instala. O aplicativo é gratuito e, pelo que observamos nas publicações, os membros se ajudam muito nas questões de aceitação, encontros, humor, vida sentimental, cultura e, até mesmo, militância.

APP AMINO LGBT para Android:
https://play.google.com/store/apps/details?id=com.narvii.amino.x228302996

APP AMINO para iOS (dentro da aplicação, pesquise a comunidade LGBT):
https://itunes.apple.com/app/id1115565187

Conhece outros aplicativos? Deixe o nome nos comentários! 🙂