terça-feira, maio 23, 2017
Saúde

Do dia 01 ao dia 07/11/2016 acontece o 2º Congresso Nacional Online sobre Diversidade Sexual, evento organizado pelo advogado e defensor dos Direitos LGBTs William Bryan. E melhor, gratuito e por meio da internet.

O primeiro evento focou na conscientização do público geral e especializado para melhor lidarem com as diversidades sexuais e de gênero, e essas palestras serão retransmitidas no 2º evento, que terá seu foco na Orientação aos próprios LGBTs sobre longo processo de Aceitação, Superação e Conquistas pessoais. Aliás, esse é o foco do segundo encontro: diversos profissionais e estudiosos indicarão o caminho as pessoas LGBT para viver com felicidade de forma plena, com respeito, paz, amor próprio e compartilhado.

O projeto CONADS trata sobre a luta contra a discriminação, intolerância sexual e de gênero, e concepções ultrapassadas que pioram o setor cultural do nosso país. Até o momento, diversos profissionais já confirmaram suas palestras, entre eles:

Adriana Souza, Coach de Corpo e Alma, Especialista em Florais de Bach e Idealizadora do Hoje eu me sinto. Trabalha reconectando as pessoas às suas essências naturalmente perfeitas. Cada ser é único e especial, por isso o tratamento respeita o ritmo e objetivos particulares de cada indivíduo, trazendo de volta a plenitude, leveza e alegria, que é sua por direito. Abordará o tema da autoaceitação, e da percepção das nossas qualidades, independente do ponto de vista social, explorando a essência perfeita, nata em todos os seres humanos.

Anderson Schirmer é Professor Doutor em Psicologia Social pela PUC/SP e trabalha em consultório particular. Sua linha de pesquisa é Psicanálise, Políticas da Sexualidade e Homofobia.

Fabrício Viana, jornalista, escritor e bacharel em psicologia. Com mais de 20 mil leitores, Viana é autor do livro O Armário (sobre a homossexualidade), Ursos Perversos (literatura erótica), Orgias Literárias da Tribo (coletânea LGBT premiada), Theus: Do fogo à busca de si mesmo (romance com temática gay) e outras publicações. Entre seus projetos, destacam-se a “Criando Livros” e a “Bons Livros Editora Digital

Henrique Goetten, Mago, Sacerdote, Coach Transformacional e Palestrante de Ética e Diversidade Humana.
Estuda filosofia como autodidata desde os 16 anos na área de neurolinguística, ética, metafísica e física quântica voltadas à transcendência da matéria. Autor do Curso e Livro “Língua Solta” dedicado às pessoas que têm dificuldades de se comunicar interna e externamente. Atualmente dedica a vida a ajudar pessoas a se libertarem de seus paradigmas e descobrirem o EU verdadeiro, para que possam conquistar seus objetivos e realizar seus sonhos de maneira simples e definitiva

Marcos Lacerda, Psicólogo Mestre em Psicologia Social e Especialista em Psicologia Clínica e Teoria Psicanalítica pela UFPB. Autor do premiado Romance “Um Estranho em Mim”, e do Romance “Libélula” (Pontes Editores). Atua em clínica particular desde 1993, em que enfatiza, principalmente, os temas: saúde mental, vida cotidiana, preconceito e violência.

Além de muitos outros nomes:

congresso-nacional-diversidadesexual-genero

Para se inscrever e assistir a todas as palestras gratuitamente é simples, basta acessar o link abaixo e se cadastrar com nome e e-mail:
http://www.inads.com.br/conads

Cursei cinco anos de psicologia e meu foco de estudos pessoais foi sempre a sexualidade humana. Por isso, em 2006, escrevi o livro chamado O ARMÁRIO justamente para ajudar pessoas com este tipo de pergunta “É possível deixar a homossexualidade? Abandonar o homossexualismo?”

Antes de mais nada, o termo “homossexualismo” não é mais utilizado. Ele tem o sufixo “ismo” que caracteriza doença. Sim, a homossexualidade, há muitos anos, foi considerado uma perversão sexual pela ciência médica. E isso eu também cito no meu livro O ARMÁRIO. Aliás, se você tiver oportunidade, leia este meu livro na versão impressa ou digital: ele é, de fato, bem esclarecedor. Mas, continuando, a homossexualidade há muitos anos foi condenada pela religião e também pela ciência. Porém, depois de muitos estudos e pesquisas, constatou-se algo muito interessante:

A homossexualidade não é uma doença. Ela não é uma perversão sexual. Como eu digo sempre, baseado nos meus estudos, é que ela é apenas uma vertente saudável da sexualidade humana. Nada mais que isso.

Se você tem problemas com seus desejos homossexuais, mais uma vez, recomendo ler meu livro O ARMÁRIO pois ele não irá forçar você a “se assumir”. Mas te mostrará caminhos e possibilidades que eu passei, enquanto homossexual, e o que você pode ou não fazer para melhorar a sua vida. Claro que a decisão final, e eu explico isso no livro, é sempre sua. Você é o único responsável por todas as opções que faz na sua vida. O que não pode acontecer, é ter sofrimento. Isso, não. E se você veio parar nesta página, com certeza deve estar sofrendo com isso.

Mas porque eu insisto que você leia meu livro O ARMÁRIO? Bom, embora eu tenha me formado em psicologia e estudado muito a sexualidade humana, eu não tenho uma clínica psicológica. Na verdade, neste exato momento que escrevo este post, eu trabalho como jornalista na APOGLBT, ONG responsável pela maior Parada LGBT do mundo. E amo o meu trabalho. Logo, não dou assistência psicológica (não trabalho como psicólogo) nem em clínica, nem por e-mail ou chat. Porém, este meu livro O ARMÁRIO eu escrevi em 2006 para ajudar pessoas como você, e, entre nós, ele já ajudou – realmente – muita gente: afinal, é um livro que fala sobre a entrada e a saída do armário, família, religião, machismo e outras questões que eu considero importantes para uma vida saudável ou autêntica.

Como eu digo lá também, caso você leia e seu problema ainda seja muito grave, procurar uma ajuda psicológica é uma alternativa. Apenas tome cuidado pois muitos psicólogos, infelizmente, não tem preparo ou conhecimento sobre a homossexualidade e pode acontecer (narro casos no livro também) de você encontrar alguns deles que são homofóbicos e que acreditam na “terapia de conversão”. A famosa “cura gay”.

Fuja disso. Cura gay não existe. Reversão da homossexualidade também não. Caso opte por ler O ARMÁRIO, e quiser ler meu romance gay chamado THEUS: Do fogo à busca de si mesmo, apesar de ser uma obra de ficção, ele narra justamente a vida de um jovem que é internada em uma fazenda religiosa de “cura gay” que, na verdade, não cura nada.

Logo, o importante neste momento é você, de fato, buscar ajuda em livros sérios sobre a homossexualidade que vá realmente te ajudar com estas questões. Com eu digo em outro artigo que escrevi, chamado “Psicologia: a importância de “sair do armário”. Leia e compartilhe!” você só conseguirá ser realmente feliz sendo quem realmente você é.

Boa sorte! E se quiser assistir a um depoimento em vídeo, onde conto como eu “saí do armário“, o link é este aqui:
http://fabricioviana.com/depoimento-como-eu-sai-do-armario-saindodoarmario

Ainda se interessar, conheça meus outros livros com temática LGBT e me siga nas redes sociais. Tenha certeza que, se você caiu aqui, eu estarei torcendo para que você encontre paz e um conforto sobre esta questão. Apenas evite livros religiosos por enquanto, especialmente de pastores condenando a homossexualidade. Entenda, pela ciência/psicologia, o que foi dito acima: a homossexualidade é apenas uma vertente saudável da sexualidade humana.

Grande abraço!
Fabrício Viana

Com o tema “O amor transforma preconceitos”, o curta protagonizado por Laura Zanotti, maquiadora, mulher transexual e ativista LGBT, conta a história de uma tradicional família mineira que vive na zona rural.

Dirigido por Eduardo Zunza, no vídeo, a transexual sai de casa após rejeição e só volta na celebração dos 50 anos de casamento dos seus pais. Ela chega acompanhada pelo companheiro e pela filha.

Laura Zonetti diz que foi uma honra ter representado pessoas LGBTs, especialmente por ser uma mulher transexual, mostrando que todos existimos e estamos em todos os espaços.

O vídeo também faz parte da “Livres & Iguais”, campanha da Organização das Nações Unidas (ONU) pela igualdade LGBTI, com parceria da embaixada do Reino dos Países Baixos no Brasil.

Assista:

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Para quem não acompanhou, nesse final de semana em Las Vegas aconteceu o UFC 200. E não foi uma luta “qualquer”, a baiana Amanda Nunes ganhou da Miesha Tatecom ao finalizar a luta com um mata-leão no primeiro round. A comemoração foi em dobro: Amanda é brasileira e a primeira lésbica assumida a ganhar um título no Ultimate Fighter.

Na coletiva de imprensa ela agradeceu a namorada, Nina Ansaroff, companheira de luta na categoria peso-palha do American Top Team.

”É incrível, sou feliz comigo mesma. É isso o que importa. Nina é a melhor parceira de treinos da minha vida. Ela vai ser a próxima campeã dos palhas, podem ter certeza! Ela tem muito talento e significa tudo para mim. Me ajuda demais. Eu a amo. ”

A declaração de amor (que jamais deve ser escondido!) foi exemplar. Parabéns pela conquista, Amanda! Estamos todos orgulhosos! Que você sirva de exemplo para muitas outras meninas que estão no armário e precisam viver uma vida plena e satisfatória. E, de preferência, com grandes conquistas como a sua!

Você perdeu o 15º Ciclo de Debates realizado em São Paulo pela Associação da Parada LGBT? Mora em outra região e não pode comparecer? Não faz mal. Gravamos e disponibilizamos os vídeos para que você assista on-line.

Os temas deste ano são recorrentes e foram muito bem discutidos por excelentes profissionais. Aqui estão os vídeos de todos os dias. Assista e compartilhe!

Lei de Identidade de Gênero

Relação de trabalho X Relações Homoafetivas

LGBT em situação de Rua

Educação e Gênero

Saúde da Mulher, Cultura e Empoderamento Feminino.

Além de atividade física, grupos promovem visibilidade e protesto contra todos os tipos de preconceito!

Os encontros são organizados em São Paulo e no Rio de Janeiro por dois grupos distintos, e que fazem a diferença:

Gay Bikers

Em São Paulo, o “SP Gay Bikers” é o primeiro grupo de amantes LGBT de bicicletas do Brasil. Promovem os encontros e passeios há quase 7 anos passando por vários lugares da capital paulista. Inclusive em cidades próximas. As regras para fazer parte do grupo são: ser maior de idade (+18), ter uma bicicleta e usar capacete e outros acessórios de segurança durante os passeios. Os organizadores não cobram taxas e o grupo não tem filiação-partidária. Neste domingo, 9, por exemplo, eles se reunirão na Rua São Carlos do Pinhal, 451, próximo da Avenida Paulista. Para mais informações, eles possuem uma fanpage no endereço: https://www.facebook.com/SPGAYBIKERS

BiciQueer

Na capital carioca, o grupo BiciQueer Rio tem projeto semelhante. Eles já estão organizando o próximo encontro acontecerá dia 24, penúltimo domingo de julho, a partir das 13h na Praça Cinelândia. Algumas das regras são: usar protetor solar, utilizar equipamentos de segurança e, quem desejar, pode ir de patins, patinete, triciclo, skate ou outro meio de locomoção sem motor.

Segundo Aurora Black, 21 anos, assistente de edição:

“A BiciQueer Rio é a filha mais nova do BiciQueer Recife. A nossa ideia é juntar LGBTQs e protestar por lugares seguros para nós mesmas na cidade. A BiciQueer é coletiva. Pra fazer parte, basta chegar (e você nem precisa ter uma bike pra isso). Esse é um serviço pra comunidade, e de forma alguma queremos lucrar com isso. A ideia de usar locomoção que dependa da propulsão humana tem a ver com um alinhamento da comunidade com a vontade de ser cidadão e se sentir mais pertencente a cidade, que é uma coisa que tem sido cada vez mais difícil diante dos dados assustadores de assassinatos que temos sofrido. Essa será nossa primeira edição aqui no Rio, criamos o evento ontem e já temos mais de 640 pessoas interessadas. Isso mostra que realmente queremos e precisamos ir pras ruas. Lá em Recife, a primeira edição aconteceu em 24 de Agosto e rola semanalmente, aqui será mensal.”, conta com exclusividade ao ParadaSP.org.br.

Mais detalhes na página:https://www.facebook.com/biciqueerrio

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Thiago Aranha, diretor-presidente da ONG

A Casa de Apoio Brenda Lee reabriu em março, acolhe travestis e transexuais portadores de HIV, após cinco anos de atendimentos suspensos, o renascimento do legado de Brenda Lee é representado pelo Thiago Aranha diretor-presidente da ONG.

Em 1985, um ano depois de ter comprado o imóvel no bairro da Bela Vista, aconteceu uma série de assassinatos de travestis em São Paulo, Brenda, então, acolheu um número maior de meninas e, assim, a pensão recebeu o nome de Palácio das Princesas. Com o tempo, algumas de suas amigas começaram a aparecer doentes e ela as acolhia também. Até que recebeu o primeiro paciente portador do vírus HIV, em 1986, e virou casa de apoio.

Em entrevista ao Agência Aids, Thiago explica sobre o fechamento da casa entre 2011 e 2015:

“As atividades de acolhimento foram encerradas porque a diretoria não sabia mais lidar com o novo perfil das acolhidas. Na época da Brenda, a maioria dos usuários era de travestis que vinham da Europa doentes de aids. Em 2011, já eram travestis mais jovens, usuárias de drogas, que precisam até de reabilitação. Por falta de estrutura para lidar com o novo perfil, a procura também foi diminuindo.”

Outro motivo que contribuiu no encerramento das atividades desse período, e causou muitos problemas entre as usuárias, foi a antiga regra de quarentena, pois como elas chegavam com a saúde muito debilitada pelo HIV de hospitais especializados como Emílio Ribas, elas precisavam ficar 40 dias confinadas na casa. Com o avanço e inovações no tratamento do HIV, essa regra perdeu sentido.

”Uma das primeiras mudanças que fiz, foi extinguir essa regra.” conta Thiago.

Em 2013 a Casa de Apoio Brenda Lee foi reestruturada para retornar ao serviço de acolhimento, revendo documentos, conforme Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), adaptações e promoção de rodas de conversa aos interessados.

A casa possui 4 andares, 6 quartos ocupados, sala de estar, sala de TV, cozinha, banheiros, recepção e laje com varanda; funciona 24 horas e por mais que a casa tenha foco em pessoas travestis e transexuais, jovens gays também são acolhidos.

“A Brenda dizia que tudo o que a sociedade rejeitava, ela acolhia. Se um homossexual estava com AIDS e todo mundo dava as costas para ele, ela ia atrás, trazia pra cá e cuidava. Buscamos trazer sempre esse exemplo para o nosso dia a dia. Ela ajudou as pessoas num momento que ninguém sabia nada sobre a aids. Recebeu e cuidou dos primeiros casos da doença e também tinha uma ala para cuidar das que estavam com tuberculose”, continua Thiago, que, antes de ser diretor-presidente da ONG, era voluntário.

Após seu assassinato, a família de Brenda Lee não quis assumir a casa, que foi comprada, virou ONG para que sua memória fosse mantida e seu trabalho também, comenta ainda Thiago Aranha.

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Para ajudar a Casa de Apoio Brenda Lee, basta entrar em contato no telefone (11) 3112-1384 ou no endereço Rua Major Diogo, 779, Bela Vista, São Paulo – SP.

Serviço

Casa de Apoio Brenda Lee
Tel.: (11) 3112-1384
Rua Major Diogo, 779, Bela Vista, São Paulo – SP

Para quem não sabe, o Centro de Referência e Treinamento-DST/AIDS-SP (CRT-DST/AIDS) é uma unidade de referência normativa, de avaliação e de coordenação do Programa Estadual para Prevenção, Controle, Diagnóstico e Tratamento de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) e da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS) no Estado de São Paulo.

Além de coordenar o Programa Estadual de DST/AIDS-SP, o CRT-DST/AIDS tem por finalidade: elaborar e implantar normas relativas às DST/AIDS, no âmbito do SUS/SP; elaborar propostas de prevenção; prestar assistência médico-hospitalar, ambulatorial e domiciliar a pacientes com DST/AIDS; propor e executar ações de vigilância epidemiológica e controle das DST/AIDS; desenvolver programas de formação, treinamento e aperfeiçoamento, como também desenvolver e apoiar pesquisa científica em seu campo de atuação e promover o intercâmbio técnico-científico com outras instituições nacionais e internacionais.

Localizado no bairro Vila Mariana, São Paulo, o Centro de Referência e Treinamento-DST/AIDS, é um complexo ambulatorial e hospitalar de 6.189.91 metros quadrados. Conta ainda com diversos funcionários e colaboradores em três turnos, fazendo parte da equipe médicos sanitaristas, infectologistas, ginecologistas, pediatras, neurologistas, psiquiatras, otorrinolaringologistas, dermatologistas, proctologistas, pneumologistas, urologistas, enfermeiros, dentistas, farmacêuticos, biologistas, nutricionistas, psicólogos, assistentes sociais, técnicos de laboratório e de enfermagem e oficiais administrativos.

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Trabalho voluntariado

O trabalho voluntário funciona no CRT de 2ª a 6ª feira, em horário comercial. O voluntário pode atuar em um de projetos uma ou duas vezes por semana.

Atualmente, o CRT tem voluntários que atuam na internação realizando visitas, ajudando no fluxo interno encaminhando as pessoas para as recepções ou demais locais de atendimento, há voluntários que também desenvolvem atividades de Heiki, arteterapia, dança e outros que atuam em um Projeto de Leitura em salas de espera. O CRT também está aberto para novas propostas de trabalho voluntariado.

As pessoas interessadas deverão preencher ficha de interesse no link abaixo:
http://formsus.datasus.gov.br/site/formulario.php?id_aplicacao=3144

Aqueles com dificuldade de acesso à Internet poderão ligar para agendar o preenchimento da ficha no Núcleo de Desenvolvimento do CRT DST/AIDS localizado à Rua Santa Cruz, 81 –  Vila Mariana, próximo ao metrô Santa Cruz.

Mais informações com Tânia pelo telefone: 11-5087-9858 ou e-mail taniacnn@crt.saude.sp.gov.br

Serviço:

Seja voluntário no Centro de Referência e Treinamento-DST/AIDS-SP
Rua Santa Cruz, 81 – Vila Mariana – SP
CEP: 04121-000 – Tel: 11 5087-9911
contato@crt.saude.sp.gov.br

1-homofobia-internalizada

Fabrício Viana é jornalista, escritor e bacharel em psicologia. Ele produziu em seu canal no Youtube um vídeo explicando sobre o quanto é importante gays não só saírem do armário mas também se livrarem da homofobia internalizada. Assista e compartilhe!

Para se inscrever no canal dele, entre no vídeo abaixo e clique em se inscrever:

https://www.youtube.com/watch?v=4g86bMeBmOw

Chandelly Kidman, personagem drag queen de Dackson Mikael de Sousa Rodrigues, 24 anos, resolveu conciliar suas performances nos palcos da noite LGBT com animações para crianças que fazem tratamento de câncer.

Em entrevista dada ao portal G1, Dackson disse que estes projetos sociais o alimentam como ser humano. Seu trabalho, que é realizado uma vez por mês no Hospital São Marcos, clinica referência no tratamento do câncer no Piauí, diverte não só as crianças mas também pais, mães e até mesmo os profissionais de saúde do local.

“Esse projeto significa muito tanto para mim quanto para as crianças porque isso acaba sendo uma extensão do tratamento que elas fazem no hospital. Era um desejo pessoal e eu não tinha noção do quanto era importante. Estou fazendo parte da vida dessas crianças e de alguma forma ajudo no tratamento. Com o projeto, eu reflito mais sobre o mundo por conta do poder dessa sutiliza”, disse.

Dackson Mikael de Sousa Rodrigues
Chandelly Kidman, que existe há 4 anos, nasceu de um concurso chamado Brasilian Drag. Depois disso, ela já se apresentou em São Paulo, Rio de Janeiro, Maranhão e Pará.

“Esse projeto (com as crianças) me dá um gás e me dá uma noção do que é o mundo humano. A gente vê e percebe o poder da gentileza. Me alimenta como pessoa, como artista. É uma troca de energias”