quarta-feira, agosto 23, 2017
Segmento G
Segmento - Gays

Na próxima segunda-feira, 22/05, começa o 16º Ciclo de Debates promovido pela Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (APOGLBT SP). O evento, aberto ao público e organizado por Willian Salvador Martins, tem como finalidade desenvolver o diálogo em função da realidade vivida por lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros visando o compartilhamento de experiências, visibilidade e luta da comunidade LGBT.

PROGRAMAÇÃO:

– 22/05 – Segunda-feira
Tema da Parada – “Estado Laico”
Palestrantes: Secretário Márcio Fernandes Elias Rosa, Gedeon Freire Alencar e Orlanda Araújo.

– 23/05 – Terça-feira
Violência contra a mulher LBTT
Mulheres vítimas de intolerância religiosa, racismo, misoginia, bullying e machismo
Palestrantes: Soninha Francine, Viviany Beleboni, Coletiva Luana Barbosa e Fernanda Yonomiris.

– 24/05 – Quarta-feira
Jovens; Sexualidade e Prevenção
Palestrantes: Marcos Blumenfeld Deorato, Ivone de Paula, Fabiola Santos Lopes e Revista Viração.

– 25/05 – Quinta-feira
Família, crianças transgêneros, adoção e terceira idade
Palestrantes: Hellen Lanhellas, Tom Cordeiro, Angela Fontes e Alexya Salvador.

– 26/05 – Sexta-feira                                                                                                                             Empregabilidade e empoderamento LGBT da Pessoa com Deficiência (PCD).
Palestrantes: Ivone Oliveira, Silvana Pereira Gimenes, Junior Nascimento e Leandra Du Art.

Os debates ocorrerão do dia 22/05 até o dia 26/05 (sexta-feira), das 19h às 21h, na Secretaria da Justiça – Pátio do Colégio, nº 184. A entrada é gratuita e não é necessário inscrição. Basta comparecer.

SERVIÇO:

16º Ciclo de Debates – APOGLBT SP
– Data: 22 a 26/05 – Horário: das 19h às 21h – Entrada gratuita.
– Local: Secretaria da Justiça – Pátio do Colégio, 184 (ao lado do metrô Sé). São Paulo / SP
– Realização: APOGLBT
– Apoio: Ibis Budget Frei Caneca, Ibis Paulista, e Ibis Budget Paulista
– Apoio Institucional: Secretaria de Saúde, Secretaria de Justiça e Secretaria de Direitos Humanos
– Patrocinadores: Skol e Uber
– Site da APOGLBT: http://www.paradasp.org.br
– Link do evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/1825505277774197

Foi no dia 17 de Maio de 1990 que ocorreu a exclusão da homossexualidade da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID) da Organização Mundial da Saúde (OMS). Essa foi uma importante vitória para o movimento LGBT (gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros) comemorada por pessoas e ONGs de vários países.

diainternacionalcontraahomofobia

“O mundo inteiro comemora esta data. Foi quando a homossexualidade deixou de ser uma doença pela ciência e se torna, finalmente, o que ela sempre foi: apenas uma expressão saudável da sexualidade humana! Todos, LGBTs e simpatizantes pela causa, temos que comemorar!”, diz Nelson Matias Pereira, sócio fundador e diretor da APOGLBT (ONG responsável pela Parada do Orgulho LGBT de São Paulo).

No Brasil, somente aos 04 de Junho de 2010, por meio do Decreto do Presidente da República, o Dia Nacional de Combate à Homofobia foi oficialmente instituído.

Para Diego Oliveira, que organiza o Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade:

A luta pelos direitos dos LGBTs é uma luta de todos. Por isso o Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade contempla pessoas e empresas que, de uma forma ou de outra, contribuem por um mundo melhor para todos. Não precisa ser militante LGBT para fazer algo em benefício aos LGBTs.“, enfatiza Diego.

Nas redes sociais, pessoas e organizações do mundo inteiro celebram esta data. Em 2017, por exemplo, esta é a data oficial para a abertura do Mês do Orgulho LGBT de São Paulo promovido pela APOGLBT SP. O vídeo do Mês do Orgulho 2016 é este aqui:

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Vamos, tod@s junt@s, comemorar!

Que tal, no meio do agito do Parque Ibirapuera, em pleno domingo, discutir questões importantes para gays e homens bissexuais? O convite para essa conversa é da Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo.
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No domingo, 21, a partir de 14h, na marquise, será realizada a roda de conversa Identidades e Vivências de Gays e Homens Bissexuais. O evento é promovido pelo grupo de trabalho desses segmentos que atua na organização da 21ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo.
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A proposta é que gays e homens bissexuais expressem sua diversidade. Para tal, vão falar convidados representantes de ursos e leathers, gay jovem, bissexual ativista, gay com filho, pessoa com HIV e homossexual, transexual masculino e todas as nuances desta grande diversidade.
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Após as contribuições, o debate será aberto a todos os presentes.
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A roda de conversa integra a programação da 21ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo. Para participar, basta comparecer. Participação gratuita.

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Serviço:
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Roda de Conversa Identidades e Vivências de Gays e Homens Bissexuais
Dia 21 as 14h no Parque do Ibirapuera / São Paulo
Local do encontro: Marquise do Ibirapuera
Participação gratuita. Chegue cedo e convide os amigos!
Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/191842994670351/
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Quando falamos sobre cultura, o Brasil é um dos países mais ricos do mundo. Sendo um dos setores mais explorados, a música está presente na vida da maioria da população, que é composta por diferentes pessoas, de diferentes gêneros, cores e classes sociais.

Apesar dessa diversidade, os “fabricantes” de cultura, atualmente, são majoritariamente heterossexuais. Para para que essa cultura da diversidade possa refletir a realidade e sentimentos de todos, uma coisa é essencial: a representatividade.

Por isso, listamos abaixo 15 artistas LGBTs que estão dominando o mercado sonoro brasileiro. Confira:

– Jhonny Hooker

Com mais de 10 anos de carreira, o cantor e ator nascido em Recife é assumidamente Gay, e já recebeu diversos prêmios por seu trabalho. O visual performático e maquiagens fortes lembram Ney Matogrosso, mas isso não torna Hooker menos autêntico.

Multimídia, o artista já fez novela na Globo (“Geração Brasil”), e já teve suas canções na trilha sonora de outras produções.

– Gloria Groove

Nascida na zona leste de São Paulo, Gloria Groove é profissional quando o assunto é empoderamento. Seu maior sucesso, “Império”, já conta com quase 2 milhões de visualizações no Youtube.

O pouco tempo de carreira não impediu a Drag Queen Rapper de conquistar seu espaço. Negra e periférica, Groove é uma voz LGBT num meio totalmente machista e homofóbico.

– Daniela Mercury

Já consagrada no cenário musical do Brasil, Daniela se assumiu lésbica recentemente e desde então, luta publicamente pela igualdade de gêneros.

A cantora foi abraçada rapidamente por toda a comunidade LGBT, e se considera uma “diva gay”.
Mercury é a prova de qualquer pessoa pode ser “o canto dessa cidade”. E continuar incrível.

– Rico Dalasam

Gay, negro e periférico, o rapper que une o movimento negro e o LGBT tem uma forte voz. Dalasam tem um discurso militante e de aceitação, além de roupas e acessórios que fazem qualquer um repensar as questões de gêneros atuais.

Sua música , “Aceite-c”, imprime com exatidão a imagem do artista, que merece bastante atenção do público.

– Mulher Pepita

Hey Pepitaaaaa!

Facilmente associada ao ativismo LGBT, Pepita é uma das primeiras funkeiras transexuais do Brasil. Moradora da cidade do Rio de Janeiro, ela é sucesso nas noites cariocas.

A cantora voltou aos holofotes depois da participação na música “Chifrudo”, de Lia Clark.

– Aretuza Lovi


Aretuza é uma Drag Queen que canta, dança, faz humor e tudo mais que uma boa drag faz. Ela é reconhecida por muitos como um dos ícones LGBT de Brasília, participando de paradas e campanhas contra Homofobia.

Seu trabalho mais famoso, “Catuaba”, é uma parceria com Gloria Groove e conta, atualmente, com quase 2,5 milhões de visualizações no Youtube.

– Mc Linn da Quebrada


Um dos discursos mais fortes, politizados e militantes do mercado sonoro, Linn da quebrada sabe passar sua mensagem.

Seu single, “Bixa Preta”, é um hino de aceitação e empoderamento. “Bixa estranha, louca, preta e da favela”. Ela é referencia de resistência.

Você PRE-CI-SA conhecer essa mulher!

– Banda Uó


Formada em 2010, a Banda Uó é sucesso desde sempre. Com quase 3 milhões de visualizações, a paródia de “Whip My Hair”, intitulada “Shake de Amor”, arremessou a banda aos holofotes.

Composta por Candy Mel (Mulher trans), Davi Sabbag e Matheus Carrilho, a banda faz até o mais tímido da roda de amigos cair na dança.

– Mc Trans


“Mc Trans” é como é conhecida Camilla Monforte, uma cantora e compositora trans de funk.

Conhecida por alguns como “Transanitta” (Porque fazia cover da Anitta), ela já morou na rua por não ser aceita por sua família, e hoje, usa a voz que tem para transmitir mensagens de igualdade e empoderamento LGBT.

Seu clipe, “Lacração”, já tem mais de 2 milhões de reproduções. É impossível não dançar ao som de Mc Trans.

– Silva


Cantor, compositor e produtor musical, Silva é assumidamente bissexual. Em “Feliz e ponto”, o artista nascido no Espírito Santo aparece celebrando todas as formas de amor. A produção conta com quase 2,5 milhões de visualizações.

Com sonoridade bastante agradável, Silva conquistou rapidamente o público.

– Mc Xuxu


Mc Xuxu é travesti, funkeira e está conquistando seu espaço no mercado musical. Ela quer passar a diversidade em suas letras com alegria e animação.

“Um beijo” foi o primeiro sucesso da cantora, e hoje, conta com quase 2,5 milhões de visualizações.

Xuxu é um verdadeiro poço de militância e resistência. “As gay, as bi, as trans e as sapatão, o clã tá formado pra fazer revolução”.

– Jaloo


Inventivo e lúdico, Jaloo é um cantor e compositor nascido no Pará, que se declara uma pessoa não-Binária.

Os clipes são sempre uma obra de arte, e o estilo de Jaloo é um caso a parte: Ele é um verdadeiro quebrador de regras.

Um verdadeiro exemplo de resistência.

– Liniker


Com uma voz de arrepiar, Liniker é gay, negro e periférico. Sente na pele o que é fazer parte de vários segmentos que sofrem preconceito em nossa sociedade, mas converte esse preconceito em força para disseminar sua mensagem.

Elx é vocalista da banda “Liniker e os Caramelows”, e sua imagem é marcada por quebrar todas as regras de gênero estabelecidos. Brinco, maquiagem, turbante e vestidos são peças essenciais na criação de Liniker.

– Lia Clark


É isso mesmo, hein!

Lia Clark é uma das mais famosas drag queens do Brasil. Cantora e compositora de pop e funk, ela é dona de alguns hits que são obrigatórios nas baladas do país.

A drag de 25 anos ficou nacionalmente conhecida com a música intitulada “Trava Trava”, que, hoje, conta com mais de 3 milhões de visualizações.

Além disso, a diva arrastou milhares de fãs durante os blocos de carnaval de 2017.

– Pabllo Vittar


Pabllo Vittar é uma drag, cantora e compositora nascida no maranhão. A diva foi introduzida na mídia com “Open Bar”. Depois disso, só sucesso compõe a carreira de Vittar.

Em Janeiro de 2016, ela foi anunciada como a vocalista da banda do programa “Amor e Sexo”. E em 2017 lançou seu primeiro álbum, “Vai passar mal”.

Presente no álbum, está o hit “Todo dia”. A parceria com Rico Dalasam foi eleita a música do ano no carnaval e, hoje, com quase 13 milhões de visualizações é o vídeo de drag queen mais popular do mundo, ultrapassando a drag americana, Rupaul.

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Existe o consenso popular de que depois que morremos, encontramos o descanso e a paz eterna. Esse não é o caso de Robert Huskey e John Zawadski, um casal americano vítima de homofobia “póstuma” nos Estados Unidos: uma funerária se recusou a cremar o corpo de Robert ao descobrir que ele era marido de John, o contratante dos serviços.

Robert Huskey e John Zawadski

John Zawadski está processando a funerária “Picayune” por danos morais e quebra de contrato. De acordo com o processo registrado por John e seu sobrinho, a empresa teria se recusado a executar os serviços contratados por “não lidar com o tipo dele”. Zawadski está sendo representado pela Lambda Legal, um ONG que luta pelos direitos LGBT.

A funerária fechou um acordo com o sobrinho de Zawadski, afirmando que o corpo seria buscado e cremado, e que a documentação seria entregue após o procedimento. Mas foi quando John preencheu o formulário se identificando como o viúvo que a empresa cancelou o contrato.

A ação potencializou o sofrimento da família, que precisou encontrar outra empresa de última hora. John havia planejado um memorial ao marido, mas teve que ser cancelado devido a logística, já que o novo crematório ficava 90 Km de distância do atual.

“Eu senti como se o ar tivesse sido tirado de mim. Bob (apelido de Robert) foi a minha vida, e nós sempre nos sentimos tão bem-vindos nessa comunidade. E agora, num momento de tanta perda e dor, alguém fazer o que eles fizeram comigo, conosco, com o Bob, eu não consigo acreditar”, lamenta o viúvo.

A família quer ser indenizada por danos morais e quebra de contrato. Nos Estados Unidos não existe uma lei para auxiliar esse tipo de caso.

Em nota, a funerária nega as acusações.

Como alguns sabem, Heitor Werneck foi escolhido para cuidar da parte artística de alguns eventos do Mês do Orgulho LGBT em 2017, como a Parada LGBT de São Paulo e a Feira Cultural LGBT.

Para isso, ele está cadastrando artistas dos mais variados ramos para uma possível contratação. Todxs serão bem-vindxs: cantores, drag queens, grupos de dança, shows diversos, grupo de teatro, etc.

O cadastro deverá ser feito até o dia 30 de Maio. Possivelmente os artistas terão que fazer uma performance para a seleção que ocorrerá em uma casa noturna no centro de São Paulo.

Todos os detalhes serão informados as pessoas cadastradas pela assistente do Werneck. Após o cadastro, é necessário aguardar o contato dela.

Boa sorte!

Quando idealizamos uma vida profissional, determinamos que questões pessoais não irão interferir nas atividades que exercemos, mas as vezes não é isso que acontece. Esse é o caso do repórter Erick Krominski, que revelou ter perdido um trabalho na TV depois de se assumir homossexual.

Erick ficou conhecido por compor a equipe do CQC (Band) durante a última temporada do programa, que encerrou as atividades em 2015. No começo do ano, ele voltou a ser assunto depois que assumiu, nas redes sociais, o relacionamento com o preparador físico Pablo Soares.

Pablo Soares (esquerda) e Erick Krominski (direita)

Ele afirma que resolveu anunciar o relacionamento depois de perceber o quanto viver um amor “secreto” estava sendo um desconforto para Pablo.

“Tive uma conversa com o Pablo e ele me falou que achava chato ser casado com uma pessoa e não poder falar. Percebi o quanto estava sendo escroto com ele, e uma semana depois fiz a postagem”.

Para Erick, a repercussão não afetou sua carreira, mas revela que teve uma “coincidência suspeita”. Simultaneamente ao anúncio, ele estava negociando com um programa de TV, mas que sem motivo aparente teve as gravações canceladas.

A produção do programa nunca mais entrou com contato com ele, mas continuaram as gravações normalmente.

“Não vejo isso como uma coisa ruim, porque seria estranho no meio do processo descobrir que estava trabalhando com homofóbicos.”, conta.

Para Fabrício Viana, autor do livro sobre a homossexualidade chamado O Armário, “Quando assumimos a homossexualidade, portas se fecham e outras se abrem. Mas nada melhor do que viver nossa sexualidade da melhor forma possível, sendo transparente com os outros e consigo mesmo. É disso que falo no meu livro: uma vida mais autêntica para todos!

Direcionada para jornalistas e veículos de comunicação, a 1ª Coletiva de Imprensa da Parada LGBT de São Paulo será realizada na próxima quarta (17) no auditório Franco Montoro da Secretaria de Justiça (Pátio do Colégio, 184) a partir das 10h.

Estarão presentes Claudia Regina (presidente da Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo), representantes do governo municipal e estadual, secretário de justiça, Skol e Uber (patrocinadores).

Para participar, jornalistas e veículos de imprensa deverão fazer seu cadastro no link abaixo até o dia 15/05:
http://paradasp.org.br/convite2017

Após o cadastro, a confirmação será feita dia 15 e 16/05 por telefone ou e-mail.

Dúvidas e outras informações podem ser sanadas pelo telefone 11 3335-1040 com Fabrício Viana ou Leonan Oliveira.

Vídeo do Mês do Orgulho 2016:

Aproveitando, para o credenciamento de imprensa, veículos deverão se cadastrar em outra lista:
http://paradasp.org.br/credenciamento2017

A Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (APOLGBT SP), em parceria com a Evnts, disponibiliza diversos pacotes de hospedagem com preços promocionais para todas as pessoas que virão à Parada do Orgulho LGBT de São Paulo dia 18/06 ou em alguns dos eventos que fazem parte da Agenda 2017 do Mês do Orgulho LGBT.

Para escolher sua hospedagem, basta entrar no link abaixo e seguir todos os procedimentos no site parceiro:

https://hoteis.evnts.rocks/sp/21-parada-orgulho-lgbt-sp

Caso tenha algum dificuldade ou dúvida sobre a página acima, escreva para o atendimento da Evnts com seu telefone e aguarde o contato: paradasp@evnts.com.br

Gays protestam em frente à boate: "Gays contra as armas".

Diariamente, vários casos de homofobia são registrados ao redor do mundo, mas somente alguns deles vêm a tona.

Um dos casos mais famosos da atualidade foi o massacre ocorrido em Junho de 2016, na boate Pulse, Florida. Conhecida mundialmente como um cenário onde muito sangue LGBT foi derramado, a boate construirá um memorial em homenagem as vítimas.

A proprietária, Barbara Poma, afirmou na última quinta-feira, que os detalhes do memorial serão determinados em conjunto com as pessoas afetadas pelo massacre. Inicialmente, a homenagem será temporária, mas existem planos para a construção de algo fixo, em Orlando.

“Aquilo que começou como um lugar de alegria e felicidade, agora é chão sagrado”, disse Poma em uma coletiva de imprensa, salientando que o desenvolvimento do projeto não será algo rápido.

No dia 12 de Junho, Omar Marteen abriu fogo contra as pessoas presentes em uma das festas promovidas pela boate. 49 pessoas morreram e cerca de 58 pessoas ficaram machucadas.

“Nós nunca podemos esquecer o real motivo do nosso projeto…não deixaremos o ódio vencer”, encerrou Barbara.