quinta-feira, junho 22, 2017
Segmento T

Foi no dia 17 de Maio de 1990 que ocorreu a exclusão da homossexualidade da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID) da Organização Mundial da Saúde (OMS). Essa foi uma importante vitória para o movimento LGBT (gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros) comemorada por pessoas e ONGs de vários países.

diainternacionalcontraahomofobia

“O mundo inteiro comemora esta data. Foi quando a homossexualidade deixou de ser uma doença pela ciência e se torna, finalmente, o que ela sempre foi: apenas uma expressão saudável da sexualidade humana! Todos, LGBTs e simpatizantes pela causa, temos que comemorar!”, diz Nelson Matias Pereira, sócio fundador e diretor da APOGLBT (ONG responsável pela Parada do Orgulho LGBT de São Paulo).

No Brasil, somente aos 04 de Junho de 2010, por meio do Decreto do Presidente da República, o Dia Nacional de Combate à Homofobia foi oficialmente instituído.

Para Diego Oliveira, que organiza o Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade:

A luta pelos direitos dos LGBTs é uma luta de todos. Por isso o Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade contempla pessoas e empresas que, de uma forma ou de outra, contribuem por um mundo melhor para todos. Não precisa ser militante LGBT para fazer algo em benefício aos LGBTs.“, enfatiza Diego.

Nas redes sociais, pessoas e organizações do mundo inteiro celebram esta data. Em 2017, por exemplo, esta é a data oficial para a abertura do Mês do Orgulho LGBT de São Paulo promovido pela APOGLBT SP. O vídeo do Mês do Orgulho 2016 é este aqui:

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Vamos, tod@s junt@s, comemorar!

Quando falamos sobre cultura, o Brasil é um dos países mais ricos do mundo. Sendo um dos setores mais explorados, a música está presente na vida da maioria da população, que é composta por diferentes pessoas, de diferentes gêneros, cores e classes sociais.

Apesar dessa diversidade, os “fabricantes” de cultura, atualmente, são majoritariamente heterossexuais. Para para que essa cultura da diversidade possa refletir a realidade e sentimentos de todos, uma coisa é essencial: a representatividade.

Por isso, listamos abaixo 15 artistas LGBTs que estão dominando o mercado sonoro brasileiro. Confira:

– Jhonny Hooker

Com mais de 10 anos de carreira, o cantor e ator nascido em Recife é assumidamente Gay, e já recebeu diversos prêmios por seu trabalho. O visual performático e maquiagens fortes lembram Ney Matogrosso, mas isso não torna Hooker menos autêntico.

Multimídia, o artista já fez novela na Globo (“Geração Brasil”), e já teve suas canções na trilha sonora de outras produções.

– Gloria Groove

Nascida na zona leste de São Paulo, Gloria Groove é profissional quando o assunto é empoderamento. Seu maior sucesso, “Império”, já conta com quase 2 milhões de visualizações no Youtube.

O pouco tempo de carreira não impediu a Drag Queen Rapper de conquistar seu espaço. Negra e periférica, Groove é uma voz LGBT num meio totalmente machista e homofóbico.

– Daniela Mercury

Já consagrada no cenário musical do Brasil, Daniela se assumiu lésbica recentemente e desde então, luta publicamente pela igualdade de gêneros.

A cantora foi abraçada rapidamente por toda a comunidade LGBT, e se considera uma “diva gay”.
Mercury é a prova de qualquer pessoa pode ser “o canto dessa cidade”. E continuar incrível.

– Rico Dalasam

Gay, negro e periférico, o rapper que une o movimento negro e o LGBT tem uma forte voz. Dalasam tem um discurso militante e de aceitação, além de roupas e acessórios que fazem qualquer um repensar as questões de gêneros atuais.

Sua música , “Aceite-c”, imprime com exatidão a imagem do artista, que merece bastante atenção do público.

– Mulher Pepita

Hey Pepitaaaaa!

Facilmente associada ao ativismo LGBT, Pepita é uma das primeiras funkeiras transexuais do Brasil. Moradora da cidade do Rio de Janeiro, ela é sucesso nas noites cariocas.

A cantora voltou aos holofotes depois da participação na música “Chifrudo”, de Lia Clark.

– Aretuza Lovi


Aretuza é uma Drag Queen que canta, dança, faz humor e tudo mais que uma boa drag faz. Ela é reconhecida por muitos como um dos ícones LGBT de Brasília, participando de paradas e campanhas contra Homofobia.

Seu trabalho mais famoso, “Catuaba”, é uma parceria com Gloria Groove e conta, atualmente, com quase 2,5 milhões de visualizações no Youtube.

– Mc Linn da Quebrada


Um dos discursos mais fortes, politizados e militantes do mercado sonoro, Linn da quebrada sabe passar sua mensagem.

Seu single, “Bixa Preta”, é um hino de aceitação e empoderamento. “Bixa estranha, louca, preta e da favela”. Ela é referencia de resistência.

Você PRE-CI-SA conhecer essa mulher!

– Banda Uó


Formada em 2010, a Banda Uó é sucesso desde sempre. Com quase 3 milhões de visualizações, a paródia de “Whip My Hair”, intitulada “Shake de Amor”, arremessou a banda aos holofotes.

Composta por Candy Mel (Mulher trans), Davi Sabbag e Matheus Carrilho, a banda faz até o mais tímido da roda de amigos cair na dança.

– Mc Trans


“Mc Trans” é como é conhecida Camilla Monforte, uma cantora e compositora trans de funk.

Conhecida por alguns como “Transanitta” (Porque fazia cover da Anitta), ela já morou na rua por não ser aceita por sua família, e hoje, usa a voz que tem para transmitir mensagens de igualdade e empoderamento LGBT.

Seu clipe, “Lacração”, já tem mais de 2 milhões de reproduções. É impossível não dançar ao som de Mc Trans.

– Silva


Cantor, compositor e produtor musical, Silva é assumidamente bissexual. Em “Feliz e ponto”, o artista nascido no Espírito Santo aparece celebrando todas as formas de amor. A produção conta com quase 2,5 milhões de visualizações.

Com sonoridade bastante agradável, Silva conquistou rapidamente o público.

– Mc Xuxu


Mc Xuxu é travesti, funkeira e está conquistando seu espaço no mercado musical. Ela quer passar a diversidade em suas letras com alegria e animação.

“Um beijo” foi o primeiro sucesso da cantora, e hoje, conta com quase 2,5 milhões de visualizações.

Xuxu é um verdadeiro poço de militância e resistência. “As gay, as bi, as trans e as sapatão, o clã tá formado pra fazer revolução”.

– Jaloo


Inventivo e lúdico, Jaloo é um cantor e compositor nascido no Pará, que se declara uma pessoa não-Binária.

Os clipes são sempre uma obra de arte, e o estilo de Jaloo é um caso a parte: Ele é um verdadeiro quebrador de regras.

Um verdadeiro exemplo de resistência.

– Liniker


Com uma voz de arrepiar, Liniker é gay, negro e periférico. Sente na pele o que é fazer parte de vários segmentos que sofrem preconceito em nossa sociedade, mas converte esse preconceito em força para disseminar sua mensagem.

Elx é vocalista da banda “Liniker e os Caramelows”, e sua imagem é marcada por quebrar todas as regras de gênero estabelecidos. Brinco, maquiagem, turbante e vestidos são peças essenciais na criação de Liniker.

– Lia Clark


É isso mesmo, hein!

Lia Clark é uma das mais famosas drag queens do Brasil. Cantora e compositora de pop e funk, ela é dona de alguns hits que são obrigatórios nas baladas do país.

A drag de 25 anos ficou nacionalmente conhecida com a música intitulada “Trava Trava”, que, hoje, conta com mais de 3 milhões de visualizações.

Além disso, a diva arrastou milhares de fãs durante os blocos de carnaval de 2017.

– Pabllo Vittar


Pabllo Vittar é uma drag, cantora e compositora nascida no maranhão. A diva foi introduzida na mídia com “Open Bar”. Depois disso, só sucesso compõe a carreira de Vittar.

Em Janeiro de 2016, ela foi anunciada como a vocalista da banda do programa “Amor e Sexo”. E em 2017 lançou seu primeiro álbum, “Vai passar mal”.

Presente no álbum, está o hit “Todo dia”. A parceria com Rico Dalasam foi eleita a música do ano no carnaval e, hoje, com quase 13 milhões de visualizações é o vídeo de drag queen mais popular do mundo, ultrapassando a drag americana, Rupaul.

Quer mais? Conhece outros? Outras? Deixe nos comentários!

Em São Carlos (SP), Leona Zanforlin, uma mulher transexual, foi impedida de abrir um crediário utilizando seu nome social em uma loja de departamento da cidade, mesmo apresentando o RG na hora do cadastro. Segundo uma das funcionárias da loja, o sistema não aceitava o nome feminino da assinatura do documento e, no verso, o nome masculino.

A jovem de 24 anos contou que foi até Pernambucanas com sua mãe, a fim de comprar roupões. Tudo estava indo bem, até que chegou a hora do pagamento, quando uma das atendentes ofereceu que a compra fosse efetuada via crediário. Para o cadastro, Leona precisou entregar um documento oficial com foto.

“Depois que pegou meu documento, ela alegou que não poderia ser feito o crediário pela questão da minha assinatura estar com o nome feminino e na frente, e o masculino atrás. Só que meu RG foi emitido pela SSP (Secretaria de Segurança Pública), e ela disse que é sistêmico, que o sistema da loja recusa”.

Leona conta que gravou o áudio da discussão e logo em seguida acionou a polícia para oficializar a denúncia por Transfobia. Quando a viatura chegou na loja, a própria atendente disse que daria pra fazer o cadastro manualmente, só que iria demorar um pouco mais, mas Leona não aceitou.

“Me senti humilhada”, disse ela.

Um boletim de ocorrência foi registrado na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), constando preconceito e homofobia como itens da denúncia. Segundo Leona, a funcionária duvidou que ela fosse realmente chamar a polícia, e em nenhum momento ofereceu que o cadastro fosse feito manualmente.

Em nota, a Loja Pernambucanas afirmou que houve um erro no sistema, já que a loja permite nome social nos cartões de crédito, e que apesar do ocorrido, defende a diversidade e a inclusão, inclusive no quadro de colaboradores.

No texto, a loja ainda revelou que irá reforçar internamente as orientações sobre questões de gênero.

Foto: Gabriel Nogueira/Catraca Livre

Muitos acreditam que o cristianismo é uma religião impossível para pessoas LGBTs, mas isso não é verdade. Alexya Salvador é prova disso. Ela é pastora na Igreja da Comunidade Metropolitana, mãe de dois filhos, e Trans!

Foto: Gabriel Nogueira/Catraca Livre

Ela é a primeira entrevistada da série de reportagens “Mãe que TRANSformam” , produzida pelo portal “Catraca Livre”. Durante a conversa, Alexya conta como é ser mãe, passando por temas como transexualidade, preconceito, criação dos filhos e dificuldades da maternidade.

A pastora afirma que o desejo de ser mãe surgiu na infância, ao observar a maneira como sua mãe a criava. Segundo Alexya, sua mãe era super rígida, mas que agora percebe que isso foi uma coisa necessária e primordial na composição da pessoa que ela é hoje, e que agora era ela quem era rígida com os filhos. “É igualzinho. Tal mãe, tal filha mesmo!”.

Por ter um filho com necessidades especiais e uma filha trans, ela afirma que suas lutas são várias. Gabriel (filho) precisa de uma atenção maior quando se trata de aprendizagem, já com Ana Clara, o problema ainda é mais intenso, pois ela tenta preparar a filha para uma sociedade transfóbica.

“E ela deve crescer sabendo que o mundo não vai aceitá-la da forma que ela é, mas que ela tem que aceitar o mundo como ele é, pra ela mesma ser feliz.”

Para ela, a maternidade ensinou a se cobrar mais, para que possa ser um exemplo bom para seus filhos. Tornando-a uma pessoa melhor a cada dia.

Quando perguntada a dar um conselhos às outras mães, Alexya disse que as dificuldades virão, mas que a resposta para lidar com elas é, e sempre será o amor.

“Eu digo para todas as mães, e não apenas as de crianças transgêneras ou homossexuais, que o melhor é o amor incondicional. Se houver um amor incondicional, ele é capaz de romper toda e qualquer barreira, esteja esta pessoa onde ela estiver.”

Você pode acompanhar a reportagem na íntegra, na página do Catraca Livre

Como alguns sabem, Heitor Werneck foi escolhido para cuidar da parte artística de alguns eventos do Mês do Orgulho LGBT em 2017, como a Parada LGBT de São Paulo e a Feira Cultural LGBT.

Para isso, ele está cadastrando artistas dos mais variados ramos para uma possível contratação. Todxs serão bem-vindxs: cantores, drag queens, grupos de dança, shows diversos, grupo de teatro, etc.

O cadastro deverá ser feito até o dia 30 de Maio. Possivelmente os artistas terão que fazer uma performance para a seleção que ocorrerá em uma casa noturna no centro de São Paulo.

Todos os detalhes serão informados as pessoas cadastradas pela assistente do Werneck. Após o cadastro, é necessário aguardar o contato dela.

Boa sorte!

Direcionada para jornalistas e veículos de comunicação, a 1ª Coletiva de Imprensa da Parada LGBT de São Paulo será realizada na próxima quarta (17) no auditório Franco Montoro da Secretaria de Justiça (Pátio do Colégio, 184) a partir das 10h.

Estarão presentes Claudia Regina (presidente da Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo), representantes do governo municipal e estadual, secretário de justiça, Skol e Uber (patrocinadores).

Para participar, jornalistas e veículos de imprensa deverão fazer seu cadastro no link abaixo até o dia 15/05:
http://paradasp.org.br/convite2017

Após o cadastro, a confirmação será feita dia 15 e 16/05 por telefone ou e-mail.

Dúvidas e outras informações podem ser sanadas pelo telefone 11 3335-1040 com Fabrício Viana ou Leonan Oliveira.

Vídeo do Mês do Orgulho 2016:

Aproveitando, para o credenciamento de imprensa, veículos deverão se cadastrar em outra lista:
http://paradasp.org.br/credenciamento2017

A Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (APOLGBT SP), em parceria com a Evnts, disponibiliza diversos pacotes de hospedagem com preços promocionais para todas as pessoas que virão à Parada do Orgulho LGBT de São Paulo dia 18/06 ou em alguns dos eventos que fazem parte da Agenda 2017 do Mês do Orgulho LGBT.

Para escolher sua hospedagem, basta entrar no link abaixo e seguir todos os procedimentos no site parceiro:

https://hoteis.evnts.rocks/sp/21-parada-orgulho-lgbt-sp

Caso tenha algum dificuldade ou dúvida sobre a página acima, escreva para o atendimento da Evnts com seu telefone e aguarde o contato: paradasp@evnts.com.br

Gays protestam em frente à boate: "Gays contra as armas".

Diariamente, vários casos de homofobia são registrados ao redor do mundo, mas somente alguns deles vêm a tona.

Um dos casos mais famosos da atualidade foi o massacre ocorrido em Junho de 2016, na boate Pulse, Florida. Conhecida mundialmente como um cenário onde muito sangue LGBT foi derramado, a boate construirá um memorial em homenagem as vítimas.

A proprietária, Barbara Poma, afirmou na última quinta-feira, que os detalhes do memorial serão determinados em conjunto com as pessoas afetadas pelo massacre. Inicialmente, a homenagem será temporária, mas existem planos para a construção de algo fixo, em Orlando.

“Aquilo que começou como um lugar de alegria e felicidade, agora é chão sagrado”, disse Poma em uma coletiva de imprensa, salientando que o desenvolvimento do projeto não será algo rápido.

No dia 12 de Junho, Omar Marteen abriu fogo contra as pessoas presentes em uma das festas promovidas pela boate. 49 pessoas morreram e cerca de 58 pessoas ficaram machucadas.

“Nós nunca podemos esquecer o real motivo do nosso projeto…não deixaremos o ódio vencer”, encerrou Barbara.

No Brasil, a homossexualidade foi considerada doença até 1990. Atualmente, campos de concentração para torturar e “curar” pessoas LGBT pode parecer algo distante, mas ainda é uma realidade que nos assombra. Paola Paredes é fotógrafa, lésbica e recentemente conseguiu entrar em um centro de cura gay, no Equador, e reproduziu tudo em imagens.

O projeto intitulado “Até que você mude”, nasceu depois de Paredes ouvir alguns relatos de pessoas que afirmaram ter passado por tratamento de cura gay em seu país. As “clínicas” onde acontece a ”cura” são ilegais, mas funcionam normalmente por estarem disfarçadas de centro de tratamento para alcoólatras e viciados em drogas.

A fotógrafa só teve acesso depois de fingir interesse no procedimento, e descobriu que lá, os pacientes eram sujeitos à tortura física e emocional, que incluía longos estudos bíblicos e estupro corretivo.

Portando uma câmera escondida, a fotógrafa conseguiu entrar no estabelecimento. A fim de proteger a identidade das vítimas, ela decidiu que não divulgaria as imagens, mas para que a denúncia não fosse perdida, recriaria as imagens, sendo ela mesmo a protagonista.

Segundo uma das entrevistadas era praticamente impossível dormir no local. Quando não era a insônia, o que as mantinham acordadas era a alta música católica colocada para abafar o barulho da tortura com outras mulheres.

Ao entrar em qualquer um dos cômodos, as mulheres encontram artefatos ou um altar para Jesus ou Maria

O momento de “diversão” das mulheres mantidas no local é a maquiagem da manhã que é feita todos os dias. Durante a maquiagem, que é uma atividade obrigatória, uma mulher fica atrás da paciente controlando o uso correto dos produtos. Além disso, elas são obrigadas a andar de saia e salto alto para ser “uma mulher de verdade”.

Mulheres são obrigadas a se maquiar todas as manhãs.

Para Paola Paredes, famílias que não aceitam a sexualidade de seus membros acabam contratando os serviços da clínica como forma de escapar do “problema” que é ter um LGBT na família. “Se minha família não tivesse me aceitado quando eu me assumi, provavelmente eu estaria em um desses centros também.”, disse ela em uma entrevista.

Embora pratiquem atos desumanos, os funcionários do local acreditam que estão fazendo a “obra de Deus” salvando almas perdidas de ir pro inferno.

No Brasil, caso semelhante aconteceu com a ONG chamada MOSES (Movimento pela Sexualidade Sadia). Ela durou 15 anos até que um de seus fundadores, hoje gay assumido e ativista, foi para a imprensa e disse que tudo era uma grande farsa. Parte dessa história foi retratada como ficção no romance gay de Fabrício Viana chamado Theus: do fogo à busca de si mesmo que também aborda outras questões homoafetivas tais como a saída do armário, aceitação e psicologia. Para o autor, embora tenhamos mais visibilidade e entendimento das questões ligadas a orientação sexual e identidade de gênero, clinicas e fazendas de cura gay ainda existem e são terríveis para qualquer ser humano.

Para mais fotos de Paola, visite: www.paolaparedes.com

O primeiro happy hour DNA (Drinks, Networking & Attitude) acontecerá na primeira quarta-feira de cada mês com segunda edição amanhã, dia 3 de maio, no Espaço 555.

Um espaço descontraído para que executivos, profissionais liberais, empreendedores e empresários possam trocar experiências e realizar contatos de trabalho. Assim é o DNA (Drinks, Networking & Attitude), o encontro mensal promovido pela CCLGBTB (Câmara de Comércio LGBT Brasileira) e pela Hornet Gay Social Network, que objetiva expandir os negócios entre profissionais que apoiem ou sejam parte da comunidade LGBT nacional e internacional.

Buscando uma visão geral dos espaços LGBT em São Paulo a 2nd edition está programada para as 18h30 de quarta-feira, 3 de maio no Espaço 555 (Rua São João 555, Centro, São Paulo/SP).

A participação é gratuita e pede-se que os interessados confirmem presença e levem os cartões de visitas para facilitar os contatos.

AGENDA:

DNA – Drinks, Networking & Attitude
Data: 3 de maio de 2017, quarta-feira/ 18h30
Local: Espaço 555 – Avenida São João 555
(próximo à Estação República do Metrô)
Organização CCLGBTB e Hornet
Informações e RSVP: secretaria@cclgbtb.com.br