sábado, abril 29, 2017
Sexualidade e Gênero

A família Stronger – coletivo de jovens LGBT da capital paulista – e o Instituto Awuré promovem o I Congresso Diversas Vozes será realizado no dia 17 de maio, visando celebrar a data de combate nacional a LGBTfobia, a partir das 18h, na Câmara Municipal de São Paulo para LGBTs, integrantes de movimentos sociais, religiosos de matrizes africanas, jovens e demais interessados nas temáticas gênero, sexualidade, religiosidade, raça e etnia.

De acordo com a organização, o objetivo é divulgar informações sobre a história do movimento LGBT, promover reflexões sobre questões de gênero e sexualidade aos jovens e, com isso, despertar o desejo de militarem pelos direitos humanos e consequentemente pela comunidade LGBT.

O evento será composto de uma mesa em que os debatedores abordarão temáticas relacionadas à orientação sexual, identidade de gênero, religiosidade, racismo, machismo e misoginia.

Dentre os debatedores estão a professora Sheila Farias Costa, que é pós graduada na UNICAMP em ensino de história e editora executiva da revista Alternativa L (revista voltada para o público LGBT de São Paulo), Micheli Moreira, graduada em administração de empresas, membro do coletiva Luana Barbosa, do coletivo Periferia Preta e da caminhada de mulheres lésbicas e bissexuais, Thiago Oliveira Dias Muniz, graduando em matemática no Instituto Federal de SP e parceiro do Centro de Cidadania LGBT – Zona Sul na região de santo Amaro auxiliando nos encontros de homens Trans na instituição, Amanda Marfree, uma das cem primeiras alunas a concluir ensino médio via programa TRANSCIDADANIA, militante e ativista do movimento trans e Priscila Valentina, conselheira do Instituto Nice, ex-articuladora do Centro de Cidadania LGBT Arouche, frequentadora do candomblé a mais de 20 anos.

Na mediação da mesa estará presente Claudia Rosa, yalorixá, educadora social, ex- técnica de coordenadoria de participação popular e atualmente está envolvida em projetos sociais envolvendo mulheres e pessoas de baixa renda na periferia de São Paulo. Também estará o membro do coletivo família Stronger, Elvis Justino Souza, graduando em Gestão de Políticas Públicas – Universidade Nove de Julho e representante político do grupo. E o convidado Marcelo Monteiro, presidente Nacional do PPLE – Partido Popular da Livre Expressão.

SERVIÇO:

1º Congresso Diversas Vozes
Endereço: Palácio Anchieta – Viaduto Jacareí, 100 – Bela Vista
São Paulo – SP – CEP: 01319-900 – Salão Nobre – 8º andar.
Link do evento no Facebook:
https://www.facebook.com/events/42722720430686

Após ter o pedido de alteração de gênero em seus documentos oficiais negado, uma mulher transsexual abriu um processo contra o estado de Idaho (EUA) na última terça (18), afirmando que agentes policiais haviam a humilhado com termos pejorativos como “traveco” e “bicha” dentro de um dos escritórios de segurança do estado.

A cidadã afirma não sentir-se confortável com o gênero identificado em seus documentos oficiais e que isso está fazendo com que ela sofra discriminação.

A vítima, de 28 anos, que é identificada apenas pelas iniciais “F.V.”, pediu para que seu documento – onde diz que ela é homem – fosse alterado. Mas os oficiais, além de negar o pedido, foram extremamente preconceituosos.

“O gênero incorreto nos documentos de F.V. a expôs à hostilidade quando ela visitou o escritório de segurança social”, relata o processo. Depois de ver o documento, funcionários do escritório se referiram a ela como “traveco”. O texto afirma ainda que um deles a chamou de “bicha” enquanto a vítima deixava o local.

Muitos estados americanos permitem que indivíduos transsexuais alterem o gênero e o nome em seus documentos, mas Idaho ainda não é um deles.

Infelizmente, ainda vivemos numa sociedade bastante opressora e a chave para combater esse sistema é a resistência. Ou seja, RESISTA. A luta LGBT por igualdade de direitos civis é uma só. Ela não enxerga fronteiras ou barreiras físicas. É uma guerra constante e histórica.

O espetáculo teatral Pobre Super-Homem, Avesso do Herói de Brad Fraser, retorna em curta temporada de 11 de Junho de 2017 a 25 de junho de 2017 na SP Escola de Teatro.

A peça, escrita pelo autor canadense na década de 90, passa por uma releitura de Jean Mendonça, inspirado pela obra de Caio Fernando Abreu e fotografias do livro “Flexões, um estudo sobre a sexualidade plural”, de André Martins e João Zambom.

A primeira temporada ocorreu em Dezembro de 2016, dando sequência a um trabalho do mesmo diretor, que trouxe o espetáculo “Amor e Restos Humanos” e o autor Brad Fraser ao espaço Caixa Cultural São Paulo em Junho de 2015.

Em Pobre Super-Homem, Avesso do Herói, David é um artista plástico bem sucedido em crise de criatividade e decide retomar a profissão de garçom.

Shannon é uma transexual infectada pelo HIV que sonha em fazer uma cirurgia de mudança de sexo.
Kryla ( amiga de David e Shannon ) é uma jornalista bem sucedida, independente e procura entender as relações humanas.

Violet e Matt, casados, são proprietários de um restaurante onde todas as personagens transitam e vivem suas histórias.

As história retrata a vida, seus caminhos e a busca constante por transformações que tragam um novo sentido para nossas vidas na metrópole, tão demarcada pela virtualidade, solidão e o caos.

Teaser:

SERVIÇO:

Pobre Super-Homem, Avesso do Herói
Domingos, dias 11, 18 e 25 de Junho de 2017 às 19:00
Sábado, dia 17 de Junho ( Véspera da Parada ), às 22:00
Praça Franklin Roosevelt, 210 – Centro

Inédito, o documentário Ingrid apresenta as memórias de uma mulher transexual, sua busca por autoconhecimento e a luta pela igualdade de direitos

Ganhador do Prêmio Aquisição SescTV, na categoria Melhor Filme, durante a 16ª edição do Goiânia Mostra Curtas, realizada no ano passado, o documentário Ingrid (2016, 6’45”, MG), dirigido por Maick Hannder, traz depoimentos de Ingrid Leão, uma jovem que nasceu em um corpo masculino. Ela relembra a infância, a adolescência e o dia em que se tornou mulher. O curta, filmado em preto e branco, será exibido pela primeira vez no SescTV, no dia 20/4, quinta, às 21h (assista também em sesctv.org.br/avivo).

Ingrid recorda seu sofrimento, quando ainda era criança, ao se descobrir em um corpo que, segundo ela, não a pertencia. Sem entender o que estava acontecendo, a menina só queria ter cabelos longos. “Minha mãe sempre me obrigava a cortá-lo e aquilo me machucava de certa forma”, relata. Ela conta que o que mais marcou a sua infância foi ter que ir ao barbeiro, local frequentado apenas por homens. “Eu não me sentia à vontade”.

Com um corpo que não retratava o que se passava em sua cabeça, Ingrid rememora quando começou a entrar em conflitos consigo mesma. “Eu sabia que não ia ter seios, não ia ter quadril largo, não ia ter pernas torneadas. Eu sabia que minha voz não seria delicada”, fala. “Mas uma coisa eu sabia que poderia ser minha, meu cabelo grande, e sempre me tiravam isso”, completa. Ingrid diz que sentiu medo ao pensar sobre as transformações que viriam na puberdade e, na adolescência, começou sua busca por um corpo feminino. Ela também comenta sobre os problemas que devido ao uso de hormônios e sobre o dia em que se tornou mulher. “Ali é onde eu comecei a sentir a verdadeira pessoa que eu sou”.

O filme surgiu da necessidade do diretor de falar sobre a autoimagem, mas por tratar de questões sobre sexualidade e gênero, acabou ganhando um contexto social importante, ao representar minorias invisíveis. “Para um diretor, isso significa uma responsabilidade a mais. Aprendi muito com todo o processo e fico muito grato pela Ingrid ter confiado em mim para contar sua história”, comenta Hannder.

Sobre o SescTV:

SescTV é um canal de difusão cultural do Sesc em São Paulo, distribuído gratuitamente, que tem como missão ampliar a ação do Sesc para todo o Brasil. Sua grade de programação é permeada por espetáculos, documentários, filmes e entrevistas. As atrações apresentam shows gravados ao vivo com grandes nomes da música e da dança. Documentários sobre artes visuais, teatro e sociedade abordam nomes, fatos e ideias da cultura brasileira. Ciclos temáticos de filmes e programas de entrevistas sobre literatura, cinema e outras artes também estão presentes na programação.

SERVIÇO:

Prêmio Aquisição SescTV, na categoria Melhor Filme, na Goiânia Mostra Curtas 2016
Ingrid
Direção: Maick Hannder
Duração: 6’45”
Ano: 2016

Estreia: 20/4, quinta, às 21h
Reapresentações: 22/4, sábado, às 20h; 23/4, domingo, às 6h30; 24/4, segunda, às 22h; e 26/4, quarta, às 6h30.. Classificação indicativa: 14 anos

Para sintonizar o SescTV:
Canal 128, da Oi TV
Ou consulte sua operadora
Assista também online em sesctv.org.br/aovivo
Siga o SescTV no twitter: http://twitter.com/sesctv
E no facebook: https: facebook.com/sesctv

A APOGLBT SP, ONG responsável pela maior parada LGBT do mundo e outros eventos que compreendem o Mês do Orgulho (agenda aqui http://paradasp.org.br/agenda2017) abre uma vaga de estágio na área de jornalismo/assessoria de imprensa para o mês de Abril, Maio e Junho.

Perfil que buscamos:

– Boa redação;
– Vivência em redes sociais/hootsuite;
– Conhecimento/contato com veículos de imprensa;
– Conhecimentos sobre os movimentos sociais LGBTs (história, termos utilizados, vivência, etc);
– Estar devidamente matriculadx (a partir do quarto semestre) no curso de jornalismo ou comunicação social com habilitação em jornalismo;

Sobre o estágio:

O estágio será de segunda a sexta, das 10h as 17h30, com horário de almoço e ajuda de custos. A ONG está localizada na Praça da República em São Paulo (precisa ter fácil acesso ao local).

Envio de currículos:

Os currículos devem ser enviados para o e-mail fabricio.viana@paradasp.org.br até 13/04. Todxs xs candidatxs precisam ter disponibilidade para início imediato. Dúvidas? Apenas por e-mail.

A GLAAD (Gay & Lesbian Alliance Against Defamation) é um das maiores e mais respeitadas organizações de pesquisas dos EUA. Entre seus trabalhos conhecidos, ela orienta jornalistas e profissionais da mídia a retratar de forma não estereotipada gays e lésbicas. E mais, anualmente, premia atores, personalidades e profissionais que fazem um bom trabalho ligados à diversidade sexual. Esta premiação deles é semelhante ao nosso Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade.

Recentemente, a GLAAD publicou uma pesquisa onde mostra que, 20% da chamada Geração Y, se identificam com uma das siglas LGBT. Para quem não sabe, dentro da sociologia, o conceito “Geração Y”, para alguns autores são pessoas que nasceram após 1980 ou segundo outros, pessoas que nasceram entre 1970 e 1990: em outras palavras, que possuem mais afinidade com a Internet.

A pesquisa foi realizada com mais de 200 adultos em novembro/16 para o estudo chamado “Aceleração e Aceitação 2017”. O resultado analisado demonstrou que, aqueles que tinha entre 18 e 34 anos, são mais sucetíveis a se identificarem com as identidades LGBTs.

Segundo Sarah Kate Ellis, presidente da GLAAD, disse que “Esse estudo mostra que uma maravilhosa era de entendimento e tolerância entre as pessoas mais jovens – um sinal inspirador de esperança para o futuro”.

A pesquisa completa (em inglês) pode ser consultada aqui:
http://www.glaad.org/publications/accelerating-acceptance-2017

A Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) inaugurou, no último dia 24, em São Paulo, o ambulatório do Núcleo de Estudos, Pesquisa, Extensão e Assistência à Pessoa Trans Professor Roberto Farina. Com o objetivo de oferecer assistência multiprofissional de saúde e promover o bem-estar da pessoa trans, o novo ambulatório vai possibilitar um cuidado diferenciado a essa população. O serviço conta com profissionais das áreas da antropologia, cirurgia plástica, enfermagem, fonoaudiologia, ginecologia, endocrinologia, psicologia, psiquiatria e serviço social, com a possibilidade de ampliar para outras especialidades.

Além disso, as ações de pesquisa e extensão do núcleo serão discutidas e amadurecidas oportunamente ainda neste ano, e nesse sentido de construção coletiva, contará com a colaboração de docentes e pesquisadores de todos os campi da universidade.

Estiveram presentes na cerimônia oficial de abertura a chefe de gabinete da Reitoria, Maria José Fernandes, a pró-reitora de Assuntos Estudantis, Andrea Rabinovici, a diretora da Escola Paulista de Medicina (EPM/Unifesp), Emilia Sato, a vice-diretora da Escola Paulista de Enfermagem (EPE/Unifesp), Magda Balieiro, a diretora-adjunta do Centro de Referência e Treinamento DST/Aids, Rosa Alencar, e representando a comunidade trans, a integrante do núcleo Claudete Morais e Alexandre Peixe.

Magnus R. Dias da Silva, professor da Disciplina de Endocrinologia e um dos coordenadores do núcleo, falou sobre a importância desse trabalho, que é resultado de um processo construído coletivamente na instituição. “A pessoa trans sofre por não ter acesso à saúde, em geral, por preconceito da equipe. Trabalhar com e para essa população é um constante redescobrir, e esse núcleo surge de forma a propor mudanças nos paradigmas desse atendimento, seguindo o lema ‘nada de nós sem nós’.”

Durante a cerimônia, foi realizada uma homenagem à família do professor Roberto Farina, representada pela sua filha Domitila Farina. O professor Farina, que recebe o nome do núcleo, foi cirurgião da Escola Paulista de Medicina e pioneiro na cirurgia plástica urogenital para transexuais no Brasil, na década de 1970.

Atendimentos

O atendimento do ambulatório acontece às terças-feiras, das 13h às 17h, na Rua Napoleão de Barros, nº 859, em conjunto com o Ambulatório de Medicina Geral e Familiar do Departamento de Medicina Preventiva da EPM/Unifesp.

Os agendamentos das consultas são feitos exclusivamente por meio da Central de Regulação de Ofertas de Serviços de Saúde (CROSS-SUS), por indicação da triagem do Ambulatório de Saúde Integral para Travestis e Transexuais do Centro de Referência e Treinamento (CRT) DST/Aids-SP, localizado na rua Santa Cruz, nº 81, na Vila Mariana. Os agendamentos para triagem no CRT podem ser feitos pelo telefone: (11) 5087-9984, das 8h às 11h.

Para conhecer mais sobre o núcleo, acesse aqui:
http://nucleotrans.unifesp.br

Embora acostumados com Facebook e outras redes, precisamos entender que tudo não passa de aplicações fechadas que promovem o contato social de seus membros. Tanto que, se alguém publica algo dentro destas redes e é replicado sem autorização em outra, pode ser processado pelo autor.

Claro que não é disso que iremos falar aqui. Mas sim, da quantidade de aplicações de comunidades existentes atualmente. E, em específico, comunidades LGBTs. Por isso apresentamos hoje uma delas: o AMINO APP.

Para quem não conhece, o aplicativo AMINO, que pode ser instalado em smartphones, tablets ou outros dispositivos com Android ou iOS gratuitamente, nada mais é que uma rede de blogs, links e perfis criados, em um sistema fechado (mas que pode ser compartilhado) sobre diferentes temas: esportes, animes, geeks, estilos de vida e, claro, LGBTs.

Tanto que o aplicativo AMINO ganhou uma versão exclusiva LGBT para Android.

Ao instalar, você cria um perfil, inclui fotos e lê notícias e publicações de outros usuários cadastrados. Quanto mais você interage, mais seu nível nele aumenta. E os níveis de interação são bem fofos e criativos:

Lv1: Novo Arco-íris
Lv2: Unicórnio
Lv3: Fada Arco-íris
Lv4: Ninfa Arco-íris
Lv5: Membro Purpurina
Lv6: Brilho LGBT
Lv7: Estrela LGBT
Lv8: Magia LGBT
Lv9: Reluzente LGBT
Lv10: Orgulho LGBT

E assim vai indo até o Lv20. Passando pelos nomes “Celebridade”, “Monas Amadas”, “Mona Lendária” e o “LGBT Forever”.

Gostou? Então corre lá e instala. O aplicativo é gratuito e, pelo que observamos nas publicações, os membros se ajudam muito nas questões de aceitação, encontros, humor, vida sentimental, cultura e, até mesmo, militância.

APP AMINO LGBT para Android:
https://play.google.com/store/apps/details?id=com.narvii.amino.x228302996

APP AMINO para iOS (dentro da aplicação, pesquise a comunidade LGBT):
https://itunes.apple.com/app/id1115565187

Conhece outros aplicativos? Deixe o nome nos comentários! 🙂

Há quase um ano, a partir de uma roda de conversa feita durante a ocupação do prédio da faculdade de Letras na USP, foi formado um grupo de estudos de Literatura LGBT. O sentimento do grupo é de que autores e obras LGBT sempre foram negligenciados no curso e, por isso, decidiram estudar por conta própria. Desde então, foram realizadas reuniões para discutir autores, poemas, contos, romances e filmes para pensar em como as questões LGBT aparecem neles e os fazem tão importantes enquanto resistência política e retrato de uma realidade marginalizada.

Este sarau, que acontecerá em dois períodos, é uma forma de apresentar o grupo a todas as pessoas que quiserem participar das discussões. Durante o evento, terão microfone aberto para que os participantes possam ler trechos de obras LGBT e compartilhar o que pensam delas.

Em um objetivo futuro, o grupo pensa em levar estas discussões além da universidade, participando de diversos saraus e convidando pessoas para a faculdade. A ideia é o trânsito destes saberes e a construção de um conhecimento não só acadêmico.

Neste I Sarau de Literatura LGBT, terá a presença confirmada da Editora Malagueta e dos autores Hugo Guimarães e Fabricio Viana, divulgando suas obras. Além disso, o Centro de Cidadania LGBT Arouche levará sua unidade móvel para a realização de testes de HIV e distribuição de preservativos gratuitos e esclarecimento de dúvidas. O evento é gratuito. E, claro, cervejas serão vendidos no local pelos organizadores, para ajudar no clima de descontração.

Serviço:

I Sarau de Literatura LGBT – Letras USP
Horário: das 11:40 às 14:00 e das 17:30 às 19:20.
Local: Quadrado da Letras – Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/
Realização: Grupo de Estudos Literatura LGBT – Letras USP
Apoio: Centro Acadêmico de Estudos Linguísticos e Literários “Oswald de Andrade” – CAELL USP; e Centro de Cidadania LGBT Arouche.
Endereço: Av. Prof. Luciano Gualberto, 403 – Cidade Universitária, São Paulo, SP.

Participe de oficina sobre Estado Laico!

A APOGLBT SP, por meio do seu Grupo de Trabalho chamado Comunicação Cidadã, terá ação inédita neste ano e você é fundamental para realizá-la!

Como forma de propagar o tema da Parada deste ano, a defesa do Estado Laico, a entidade colocará estandes em pontos de grande movimentação de pessoas na cidade de São Paulo. O objetivo é, por meio do diálogo e de material impresso, conversar com o público em geral sobre a importância da separação da religião e do Estado, e o quanto a nossa cidadania corre risco enquanto isso não acontece.

Para você participar dessa ação, inscreva-se na oficina que será realizada neste sábado, dia 1º de abril, entre 14h e 17h30, no Sindicato dos Comerciários (R. Formosa, 99 – Centro, São Paulo – SP). No evento, especialistas falarão sobre Estado Laico e será alinhada a forma de atuação do voluntariado nessa atividade.

Para inscrever-se, preencha o formulário abaixo! E chame mais e mais pessoas! Evento no Facebook, clique aqui.