quinta-feira, julho 20, 2017
Vídeos LGBT

Parece que não, mas isso é algo muito comum: um garoto se apaixona por outro garoto na escola. Tema, inclusive, do livro infantojuvenil chamado Bem-Te-Vi da escritora brasileira Marli Porto. O que não é comum, são animações retratando essa fase da vida de muitos jovens que não sabem o que fazer nessa hora tão peculiar: a inexperiência é a principal delas, além do preconceito.

Segundo Esteban Bravo, cineasta idealizador de In a Heartbeat junto com Beth David, “Ser gay é um assunto que não tem sido amplamente explorado pela animação. Nove em cada dez jovens LGBT relataram incidência de bullying com base em suas orientações e identidades. Por isso o tema do filme”.

E o projeto não nasceu do dia para o outro. No ano passado eles lançaram uma campanha no Kickstarter para ajudar a angariar fundos para a finalização da produção. O objetivo era arrecadar $ 3.000 (aproximadamente R$ 10.000), mas as pessoas gostaram tanto da ideia que eles conseguiram mais de $ 14.000 (quase R$ 46.000).

O filme completo será lançado nos próximos meses. Mas o trailer nós podemos conferir agora (e ficou encantador):

Gostaram?

Grande representante da cena eletrônica nacional, o DJ Boss in Drama lançou no final da semana passada o lyric video de seu novo single, “Close Certo”.

A canção é interpretada por um dos grandes destaques da nova música brasileira, Linn da Quebrada, que divide a autoria com ele. Com referências da disco e do funk, a canção tem uma letra com mensagem divertida e ao mesmo tempo politizada. “Eu e a Linn queríamos fazer uma música que falasse sobre o ‘Close Certo’, que são atitudes positivas e que inspiram. Uma música para as pessoas dançarem, que fale sobre respeito e união” – conta Boss.

O vídeo, gravado em São Paulo, foi dirigido por Bob Yang e Frederico Evaristo, com produção da Pajú Filmes. A letra da música foi inserida nas imagens por Pedro Hansen.

Recebendo reconhecimento internacional, Boss in Drama está essa semana na França. Ele foi o único DJ brasileiro convidado esse ano para se apresentar no festival Cannes Lions 2017.

Assista:

Uma das melhores maneiras de presenciar e salvar um acontecimento em nossa memória é registrando-a em foto ou vídeo. Ver o vídeo produzido por alguém é, na verdade, enxergar pelo olho de outra pessoa.

Por isso, sabendo que nem todas as pessoas tiveram a oportunidade de ir em nossa Parada do Orgulho LGBT, nós juntamos 07 vídeos produzidos por Youtubers, e que imprimem diferentes visões que irão, de certa forma, proporcionar a experiência da Parada à todos.

Confira:

– Canal Fábio Pastorello

 

– Canal Chá dos 5

 

– Canal DNA da Balada

 

– Canal Comprei um unicórnio

 

 

– Canal Leonardo Azevedo

 

– Canal Lilly&Bea

 

Canal das Bee

Letícia e Daniele

Eventos como a Parada LGBT de São Paulo são únicos: Nele, pessoas se conhecem, direitos são reivindicados, o amor descoberto, e como não poderia ficar de fora, vários pedidos de casamento são feitos. E são tantos que infelizmente a gente não dá conta de registrar. Exceto por um!

Na edição desse ano, o “sim” foi dito pela carioca Daniele que agora é noiva de Letícia, paulistana. E em cima de um dos nossos trios!

Letícia e Daniele se conheceram durante a 17ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, em 2013. Aquilo que elas pensaram ser apenas algo passageiro mudou completamente a vida das garotas.

O relacionamento começou, elas foram morar juntas e se tornaram mães de 3 filhos de 4 patas. Com a relação estável, e certa de que Daniele é o amor de sua vida, Letícia entrou em contato no final de 2016 com o Grupo de Trabalho que coordena o trio de Lésbicas e Bissexuais da APOGLBT SP para pedir ajuda na realização de um sonho: fazer o pedido de casamento em cima de um dos trios da Parada LGBT de São Paulo. Tornar o momento único e especial.

E foi assim que o pedido aconteceu! E para a alegria de todos, Daniele disse sim.

E você? Tem algo deste tipo para nos contar? Aproveite os comentários, ou ainda, vai lá nas nossas redes sociais e comenta! Parada do Orgulho LGBT também tem – e muito – amor!

Mostra de Cinema tem filmes Esteros, Mãe só há uma e Divinas Divas na sua programação

A Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, dentro da programação do Mês do Orgulho LGBT 2017, promove a Mostra de Cinema dia 12, 13 e 14 de Junho no Cine Belas Artes. Entre os filmes escolhidos para exibição gratuita estão Esteros, Os Invisíveis e Divinas Divas.

Segue a programação:

Dia 12 as 21h30
Exibição do filme: Esteros
Data de lançamento 8 de junho de 2017 (1h 17min)
Direção: Papu Curotto
Elenco: Ignacio Rogers, Esteban Masturini, Renata Calmon, Maria Merlino, Marcelo Subiotto, Pablo Cura e Felipe Titto
Gêneros: Drama, Romance
Nacionalidades: Argentina, Brasil
Sinopse: Matias e Jerônimo são dois grandes amigos de infância que cresceram juntos em Paso de los Libres, cidade folclórica na fronteira entre Brasil e Argentina. Durante a adolescência, a atração sexual inesperada entre os dois surge e o desejo floresce. No centro de preconceitos familiares, a história de amor entre eles é interrompida, mas, dez anos depois, eles se reencontram e têm uma nova chance.

Dia 13 as 21h30
Exibição do filme: Mãe só há uma
Data de lançamento 2016 (1h 22min)
Direção: Anna Muylaert
Elenco: atores desconhecidos
Gênero Drama
Nacionalidade Brasil
Sinopse: Após denúncia anônima, o adolescente Pierre é obrigado a fazer um teste de DNA. Ele descobre que foi roubado da maternidade e que a mulher que o criou não é sua mãe biológica. Após a revelação o garoto é obrigado a trocar de família, de nome, de casa, de escola, tudo isso em meio às descobertas da juventude.

Dia 14 as 21h30
Exibição do filme: Divinas Divas
Data de lançamento 22 de junho de 2017
Direção: Leandra Leal
Elenco: Miguel Falabella, Rogéria, Jane di Castro, Valéria, Brigitte de Búzios, Fujika de Holliday, Camile K. E Eloína.
Gênero: Documentário
Nacionalidade: Brasil
Sinopse: A história de Maurice, Monette, Lucien e Thérèse, que nasceram entre as duas guerras mundiais. Hoje, eles são idosos e homossexuais, mas, tirando essas características, não têm nada em comum. Através deles, o filme retrata um século de história da sociedade francesa.

Os ingressos gratuitos para assistir aos filmes serão distribuídos 30 minutos antes de cada exibição. Cheguem cedo! Sujeito a lotação da sala.

Serviço:

Mostra de Cinema do Mês do Orgulho LGBT 2017
Exibição dos filmes Esteros, Mãe só há uma e Divinas Divas
Dias 12, 13 e 14 com exibição de um dos filmes as 21h
Ingressos gratuitos. Retirar 30 minutos antes de cada exibição ((Sujeito a lotação da sala.)
Local: R. da Consolação, 2423 – Consolação, São Paulo – SP

 

Durante a CCXP Tour Nordeste, que aconteceu entre os dias 13 e 16 de Abril, a Netflix apresentou os três primeiros minutos da segunda temporada de Sense8 onde cenas da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo aparecem.

No primeiro trecho, Will Gorski (Brian J. Smith) aparece dormindo do lado de Riley (Tuppence Middleton) e tendo um pesadelo. Ele acorda e vê Nomi (Jamie Clayton). Ela ira passar por um estranho experimento e pede ajuda. Nesta hora Nomi some do quarto de Will, que acorda em transe assustado.

No segundo trecho, Will e Riley saem de um museu. Seguranças estão escoltando as pessoas de um ataque terrorista. Lito (Mighel Ángel Silvestre) toma o controle do corpo da Riley e eles passam ser serem vistos.

Já no terceiro trecho mostra Lito na Parada do Orgulho LGBT de São Paulo. Ele é chamado no palco do trio na Parada e diz que está muito assustado. Ele comenta que sempre teve que esconder sua sexualidade mas agora declara ao mundo que é gay. O pessoal vai a loucura e chama seu namorado Hernando (Afonso Herrera) para o palco. Os dois se beijam em grande festa. Outros protagonistas da série aparecem.

Durante a parada, nós registramos algumas imagens das gravações, publicadas em nosso Instagram e Facebook, confira:

A segunda temporada de Sense8 começa a ser exibida na Netflix dia 5 de Maio.

Para ver outras fotos, acesse:
http://paradasp.org.br/veja-as-fotos-da-nossa-20o-parada-do-orgulho-lgbt-de-sao-paulo

Inédito, o documentário Ingrid apresenta as memórias de uma mulher transexual, sua busca por autoconhecimento e a luta pela igualdade de direitos

Ganhador do Prêmio Aquisição SescTV, na categoria Melhor Filme, durante a 16ª edição do Goiânia Mostra Curtas, realizada no ano passado, o documentário Ingrid (2016, 6’45”, MG), dirigido por Maick Hannder, traz depoimentos de Ingrid Leão, uma jovem que nasceu em um corpo masculino. Ela relembra a infância, a adolescência e o dia em que se tornou mulher. O curta, filmado em preto e branco, será exibido pela primeira vez no SescTV, no dia 20/4, quinta, às 21h (assista também em sesctv.org.br/avivo).

Ingrid recorda seu sofrimento, quando ainda era criança, ao se descobrir em um corpo que, segundo ela, não a pertencia. Sem entender o que estava acontecendo, a menina só queria ter cabelos longos. “Minha mãe sempre me obrigava a cortá-lo e aquilo me machucava de certa forma”, relata. Ela conta que o que mais marcou a sua infância foi ter que ir ao barbeiro, local frequentado apenas por homens. “Eu não me sentia à vontade”.

Com um corpo que não retratava o que se passava em sua cabeça, Ingrid rememora quando começou a entrar em conflitos consigo mesma. “Eu sabia que não ia ter seios, não ia ter quadril largo, não ia ter pernas torneadas. Eu sabia que minha voz não seria delicada”, fala. “Mas uma coisa eu sabia que poderia ser minha, meu cabelo grande, e sempre me tiravam isso”, completa. Ingrid diz que sentiu medo ao pensar sobre as transformações que viriam na puberdade e, na adolescência, começou sua busca por um corpo feminino. Ela também comenta sobre os problemas que devido ao uso de hormônios e sobre o dia em que se tornou mulher. “Ali é onde eu comecei a sentir a verdadeira pessoa que eu sou”.

O filme surgiu da necessidade do diretor de falar sobre a autoimagem, mas por tratar de questões sobre sexualidade e gênero, acabou ganhando um contexto social importante, ao representar minorias invisíveis. “Para um diretor, isso significa uma responsabilidade a mais. Aprendi muito com todo o processo e fico muito grato pela Ingrid ter confiado em mim para contar sua história”, comenta Hannder.

Sobre o SescTV:

SescTV é um canal de difusão cultural do Sesc em São Paulo, distribuído gratuitamente, que tem como missão ampliar a ação do Sesc para todo o Brasil. Sua grade de programação é permeada por espetáculos, documentários, filmes e entrevistas. As atrações apresentam shows gravados ao vivo com grandes nomes da música e da dança. Documentários sobre artes visuais, teatro e sociedade abordam nomes, fatos e ideias da cultura brasileira. Ciclos temáticos de filmes e programas de entrevistas sobre literatura, cinema e outras artes também estão presentes na programação.

SERVIÇO:

Prêmio Aquisição SescTV, na categoria Melhor Filme, na Goiânia Mostra Curtas 2016
Ingrid
Direção: Maick Hannder
Duração: 6’45”
Ano: 2016

Estreia: 20/4, quinta, às 21h
Reapresentações: 22/4, sábado, às 20h; 23/4, domingo, às 6h30; 24/4, segunda, às 22h; e 26/4, quarta, às 6h30.. Classificação indicativa: 14 anos

Para sintonizar o SescTV:
Canal 128, da Oi TV
Ou consulte sua operadora
Assista também online em sesctv.org.br/aovivo
Siga o SescTV no twitter: http://twitter.com/sesctv
E no facebook: https: facebook.com/sesctv

Segundo a Revista Attitude, a Disney Channel exibiu nos EUA o primeiro beijo gay em um desenho animado produzido pela Disney. O episódio da animação “Star vs. as Forças do Mal”, teve beijo entre dois homens, beijo entre duas mulheres e beijo entre casais formados por um homem e uma mulher.

Os beijos fazem parte de um número musical chamado “Apenas Amigos” (Just Friends) onde Star está com seu melhor amigo em um show quando todos os casais que estão no público começam a se beijar.

A cena dura poucos segundos e, segundo a mesma revista, o episódio causou controvérsia entre os jovens americanos, principalmente porque Star e Marco não ficaram juntos no final.

Nas redes sociais a polêmica gerada por grupos anti-LGBTs é com o envolvimento das crianças que assistem. Por outro lado, especialistas da área de edução e psicologia deixam claro que é só um beijo. E que ninguém é influenciado por isso. Se assim fosse, não existiriam gays, visto que todos eles cresceram vendo beijos heterossexuais nas novelas, filmes e TVs e nem por isso ˜se tornam heterossexuais˜.

Assista ao trecho aqui:

Idealizado por Isadora Fraga, 23 anos, e Vicky Fechine, 25 anos, o objetivo do canal no Youtube é falar sobre o “mundo das lésbicas”.

Com o nome de “Vlog Censuradas”, Fraga e Fechine contam que falar sobre o “mundo das lésbicas” é desmistificar a imagem criada pela sociedade sobre a comunidade LGBT, mostrando seu estilo de vida que, se formos observar, não é tão diferente da maioria.

Com atualizações frequentes, o canal tem fanpage no Facebook e conta no Instagram. Só o perfil no Youtube já conta com mais de 3 mil pessoas inscritas totalizando mais de 170 mil visualizações.

Entre os vídeos mais acessados, estão:

5 apps de paquera lésbica

10 séries para Lésbicas

5 filmes de Comédia Lésbica

Para conhecer outros vídeos, acesse o canal:
https://www.youtube.com/CensuradasVlog

E se tiver mais canais interessantes, de gays, lésbicas, bissexuais ou pessoas trans, indique pra gente! 🙂