Conheça Leo Alves (PSOL), Candidato LGBTI+ Deputado Estadual

ELEIÇÕES 2018

Conheça as candidaturas LGBT por São Paulo nas eleições 2018

A Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, a ONG responsável pela maior Parada do Orgulho LGBT do mundo, dando continuidade ao tema da Parada LGBT 2018 “PODER PARA LGBTI+, NOSSO VOTO, NOSSA VOZ” traz para você eleitor e eleitora um Raio -X de quem são as pessoas LGBT candidatas a deputadas estaduais e federais pelo estado de São Paulo. O objetivo desta página Eleições 2018 é orientar a comunidade LGBTi+ da importância da escolha dos seus candidatos e candidatas para elegermos o maior número possível de representantes da nossa comunidade nesta eleição.

Se você é candidato ou candidata LGBTI+ e quiser ser divulgado nesta seção, entre em contato pelo e-mail paradasp@paradasp.org.br


Conheça Leo Alves (PSOL), Candidato LGBTI+ Deputado Estadual

Nome que consta no registro eleitoral
Leo Alves

Partido Político que está Filiado
PSOL – Candidato Deputado Estadual

Profissão:
Conselho Tutelar

Qual é o seu envolvimento com o movimento social LGBT?
Faço do movimento LGBT da minha cidade, atuei na luta pelo debate de gênero e sexualidade no Plano Municipal de Educação e fui o candidato a vereador LGBT mais votado em 2016.

O que já fez de concreto que tenha resultado em impacto positivo para a comunidade LGBT?
Diversos encontros e fóruns onde debatemos estereótipos e preconceitos. Além de levantar demandas e cobrarmos políticas públicas do governo municipal.

Como você vai fazer para conseguir apoio de modo a ter maioria no parlamento e, desta forma, aprovar projetos pró LGBTI+?
Um mandato precisa ser um instrumento de luta, quero incentivar a participação direta da população nas votações e comissões da ALESP.
Além de buscar apoio com outros parlamentares e bancadas.

Como pretende enfrentar as resistências que pode vir a ter na Casa Legislativa de bancadas conservadoras como a da Boi, Bala e da Bíblia?
Através da mobilização das LGBTS, Mulheres, Negritude e todos os setores da sociedade.

Se eleita ou eleito, pretende ter quantos funcionários no gabinete? Como será as escolhas delas/deles? Qual vai ser o critério de escolha dessas pessoas?
Dividiremos as escolhas por gênero / orientação sexual e etnia

Como pretende usar os recursos do mandato?
Com emendas parlamentares aplicadas a cidadania LGBT, com prioridade na saúde e na educação.

Qual vai ser sua primeira medida se eleita/eleito?
Vou apresentar um projeto para que o Centro de Referência LGBT de Campinas vire referência e modelo de política pública do estado de São Paulo.

Quais políticas LGBT pretende encampar? Como?
Além de defender que o Centro de Referência LGBT de Campinas vire política pública do estado de São Paulo. Expandindo a criação em outros municípios.
Oferecendo acolhimento a população LGBTs em vulnerabilidade.
Defendo que o projeto Transcidadania seja implantado, oferendo bolsas para estudos a população de Transexuais e Travestis além de inserção no mercado de trabalho.
Vou dar visibilidade a lei estadual já existente que pune estabelecimentos que agirem com preconceito referente a idade de gênero e/ou orientação sexual.
Vamos cobrar da coordenação de políticas públicas para a diversidade do estado de SP, formação para os funcionários públicos da área da saúde, segurança e educação, garantindo a dignidade de tratamento da população LGBT.

Com quais setores da sociedade e seus representantes pretende se aliar para conseguir maioria para aprovar leis que garantam os nossos direitos?
Setores da sociedade civil, artistas, midia e os parlamentares que apoiem a cidadania LGBT.

Qual sua posição em relação à reforma da previdência? Justifique.
Sou contrário, a reforma da previdência de Temer é um ataque aos trabalhadores.
Sou a favor de um reforma que acabe com privilégios dos políticos e do judiciário.

Qual seu posicionamento em relação à reforma trabalhista? Justifique.
Sou contrário, visto que o patrão detem uma relação de poder com um funcionário, o funcionário jamais terá o poder de negociação de forma individualizada.

Qual a sua posição em relação a legalização de algumas drogas e do aborto? Justifique.
Sou favorável, sobre as drogas para enfraquecer o tráfico de drogas. E acabar com a prisão de pessoas por pouca quantidade de drogas. Mas também cobrar o incentivo à prevenção e ao uso consciente.
Sobre aborto, é direito das mulheres decidirem.

O acesso a armas de fogo deve ser controlado com maior rigor pelo Estado? Justifique.
Deve ser controlado. Isso já é uma tendência mundial, armas causam mais mortes.

O aborto deve ser tratado como crime? Justifique.
Não. Isso é uma hipocrisia, quem tem dinheiro faz em clínicas particulares e ninguém fica nem sabendo.
Por conta dessa hipocrisia várias mulheres morrem todos os dias.

A maioridade penal deve ser reduzida para 16 anos? Justifique.
Não. Nós precisamos investir em educação e políticas públicas de proteção a infância e a adolescência.
Reduzir a maioridade não resolve o problema de segurança pública.
Também precisamos entender que a Casa Escola recupera muito mais os adolescentes do que o sistema carcerário para adultos.

O consumo de maconha deve ser tratado como crime? Justifique.
Não. Álcool, açúcar e etc, matam muito mais e são legalizados.
Também temos quase 200 mil presos que foram pregos com poucas quantidades de drogas, a maioria e maconha, essas pessoas não oferecem risco a sociedade.

Os professores devem ter total liberdade para expressarem suas ideias e opiniões em sala de aula (sem nenhuma limitação colocada pelo Estado ou pelas famílias)? Justifique.
Claro que sim, a escola deve ser um ambiente democrático e livre.

Você é a favor da pena de morte? Justifique.
Não.

Site/link com mais informações:
https://www.facebook.com/leonardoalvesumdenos

Se você é candidato ou candidata LGBTI+ e quiser ser divulgado nesta seção, entre em contato pelo e-mail paradasp@paradasp.org.br


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Publicado por: Fabrício Viana
Fabrício Viana é jornalista (MTB 80753/SP), gay, escritor premiado e responsável pela assessoria e comunicação da APOGLBT SP, ONG que realiza a maior Parada LGBT do mundo. Mais sobre Viana, aqui