HIV: Em São Paulo, 95% dos casos positivos têm vírus indetectável

A Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo divulgou dados sobre o tratamento de HIV na capital em seu relatório de Gestão 2017-2020 e constatou que atualmente 95% das pessoas atendidas pela prefeitura que fazem uso de antirretrovirais possuem carta viral indetectável: isto é, além de controlarem a evolução do HIV para AIDS, elas não transmitem o vírus mesmo em relações sem proteção.

Esta é uma grande conquista diante do enfrentamento à epidemia de HIV, visto que a meta estipulada pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) era de 90%.

Além disso, o relatório mostra também que o percentual de pessoas que começam o tratamento com os antirretrovirais assim que o vírus é descoberto melhorou significativamente. Há quatro anos, por exemplo, a média geral era de seis meses: tempo que a pessoa começava a tomar a medicação. Hoje o tratamento se inicia em menos de 30 dias.

Para acessar o relatório completo, clique aqui.

 


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Publicado por: Fabrício Viana
Fabrício Viana é o jornalista (MTB 80753/SP) responsável pela assessoria de imprensa e comunicação da APOGLBT SP, ONG que realiza a maior Parada LGBT do mundo. Para a página de Imprensa, aqui. Contato com a Diretoria da ONG, aqui. Seja um Associado/a, aqui