Médico é demitido após se recusar a tratar transexual no feminino

O caso aconteceu na cidade de Dudley, no Reino Unido. O médico David Mackereth, de 56 anos, perdeu o emprego após se recusar a tratar uma paciente trans no feminino (respeitando sua identidade de gênero).

Segundo nota da BBC, na ocasião, David durante uma conversa com o gerente do centro de avaliação médica onde trabalhava, disse que jamais chamaria um  “barbudo de 1.80m de altura” de “senhora”.

Entretanto, após o processo, o juiz reconheceu o erro do médico “A falta de crença no transgenerismo [sic] e a objeção de consciência ao transgenerismo [sic] em nosso julgamento são incompatíveis com a dignidade humana e conflitam com os direitos fundamentais de outros”

David não gostou e disse que vai apelas da decisão.

Segundo ele: “Sem integridade intelectual e moral, a medicina não pode funcionar e meus 30 anos como médico agora são considerados irrelevantes em comparação com o risco de que outra pessoa possa se ofender”

O problema de David não é só seu preconceito, sua LGBTfobia.

É sim, a falta de bom senso e respeito ao próximo.

Mesmo porque, é justo que cada pessoa seja chamada do nome que gostaria de ser chamada. Essa é a dica básica. Essa é a chave pro respeito ao próximo, seja no Reino Unido ou em qualquer parte do mundo.


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Publicado por: Fabrício Viana
Fabrício Viana é o jornalista (MTB 80753/SP) responsável pela assessoria e comunicação da APOGLBT SP, ONG que realiza a maior Parada LGBT do mundo. Para a página de Imprensa, aqui. Contato com a Diretoria da ONG, aqui. Seja um Associado/a, aqui