Segundo a Anistia Internacional, 58 ativistas foram mortos no Brasil em 2017

A Anistia Internacional divulgou um documento denunciando um contínuo padrão de homicídios de defensores dos direitos humanos no Brasil. Em 2016, foram 66 mortes. Em 2017, esse número chegou a 58.

A organização contratada pela Anistia Internacional, que produziu o documento, informa que a maioria dos homicídios envolveram questões relacionadas a disputas de terras e meio ambiente. Como por exemplo, a chacina da fazenda em Santa Lúcia, no Pará, que terminou com dez trabalhadores mortos pela polícia em maio.

Ainda no relatório, a Anistia Internacional aponta dados sobre ataques sofridos pela comunidade LGBT, colocando o Brasil entre os campeões mundiais de homicídios de transgêneros.

Além de ativistas, o Grupo Gay da Bahia estima que, em 2017, mais de 400 LGBTs tenham sido vítimas de LGBTfobia. Sem falar nos casos que não são registrados.

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