domingo, março 26, 2017
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Fernando Quaresma


Hoje temos mais uma missão cumprida. Tivemos o Bloco da Diversidade que reuniu nas ruas as pessoas que vivem a diversidade.

Em nome da APOGLBT SP, agradeço à Prefeitura de São Paulo, Polícia Militar, CET, Guarda Civil, aos que trabalharam nas unidades de saúde, AMBEV que nos patrocinou, Alinne Rosa que abrilhantou o bloco, DJ Adipe Neto, Drag Queen Tchaka e Carla Rangell como madrinha do Bloco.

Agora estamos focados preparando o Mês do Orgulho junto à 21ª edição da maior Parada LGBT do mundo para todos que vão para a Av. Paulista, no dia 18 de Junho, em busca de viver a diversidade que temos em nossa sociedade.

Fernando Quaresma
Presidente da APOGLBT SP

Folia começa no Largo do Arouche, tem Drag Queen Tchaka como apresentadora e a trans Carla Rangell como Madrinha.

Em sua quarta edição, o Bloco da Diversidade da APOGLBT, ONG responsável pela maior Parada LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros) do mundo, vai às ruas do centro de São Paulo levar alegria, diversão e muita música com Alinne Rosa e diversas atrações logo após a quarta-feira de cinzas.

O Bloco da Diversidade tem como tradição divulgar a cultura do carnaval por meio de samba de raiz, samba enredo, axé e marchinhas para relembrar os bailes carnavalescos LGBT que aconteciam na capital paulista. Trata-se de uma série de ações da ONG para começar a divulgar o tema da Parada do Orgulho de 2017 que ocorrerá no dia 18 de Junho: “Independente de nossas crenças, nenhuma religião é lei! Todas e todos por um Estado Laico”

Dentre as atrações do bloco estão a cantora Alinne Rosa e o DJ Adipe Neto. A folia, que tem concentração as 15h, terá apresentação da Rainha das Festas Tchaka e a participação da madrinha trans Carla Rangell.

“Todas as pessoas, de todas as orientações sexuais e identidade de gênero são bem-vindas. Não por acaso somos o Bloco da Diversidade! Nosso objetivo é unir pessoas, sem preconceito, em uma grande festa cultural que reúne alegria, diversão e respeito!”, enfatiza Fernando Quaresma, presidente da APOGLBT.

Com concentração no Largo do Arouche as 15h, o Bloco da Diversidade começa seu trajeto entre 16h e 18h, passando pela Avenida São João, Avenida Ipiranga, Praça da República/Avenida São Luis/Praça da República, Rua Vieira de Carvalho e Largo do Arouche.

A marca de cerveja Skol, mais uma vez, demonstra sua atitude pró-respeito às minorias e também confirma sua presença no Bloco da Diversidade. É o #CarnavalRedondo. Para facilitar a lembrança da data, a APOLGBT criou o link http://paradasp.org.br/blocodadiversidade e sugere que as pessoas também confirmem a participação no evento do Facebook.

SERVIÇO:

Bloco da Diversidade da Parada LGBT de São Paulo
– Data: 05 de março de 2017
– Horário: concentração as 15h, início do percurso entre 16h e 18h
– Local: Largo do Arouche – Ao lado do metrô República
– Realização: APOGLBT (http://paradasp.org.br)
– Evento no Facebook: http://paradasp.org.br/blocodadiversidade

Dia 10 de Novembro, as 18h, a Autêntica Editora, a APOGLBT (Associação da Parada do Orgulho LGBT de SP) e a Livraria Cultura convidam para o bate-papo e sessão de autógrafos do livro Família “Homoafetivas: A insistência em ser feliz”, da autora Lícia Loltran.

O encontro, que será realizado na Livraria Cultura em São Paulo, terá também a participação de Fernando Quaresma e Renato Viterbo, diretores da APOGBLT SP. A mediação ficará por conta de Fabrício Viana, jornalista e organizador do I Congresso Nacional Online de Literatura Queer.

Sobre o livro: 

“Famílias homoafetivas: A insistência em ser feliz” tem 192 páginas, formato 16x23cm e foi lançado em 20/05/2016. Segundo o jornalista Céres Santos:

Este livro-reportagem de Lícia Loltran é um convite à desconstrução de estereótipos sobre os relacionamentos homoafetivos. Há, na sociedade, uma distorção quanto ao público e o privado dessas relações e uma tendência em limitá-las, apenas, ao campo do sexo e da intimidade (privado) e não ao da afetividade, da busca pela felicidade e do respeito à diversidade. De forma humana e sensível, Lícia Loltran traz para o público leitor histórias de vida que ressaltam a busca pela felicidade fora dos “padrões” judaico-cristãos. Essas histórias também destacam as dificuldades de casais homoafetivos na legalização de suas uniões, nas adoções e, principalmente, na superação de preconceitos. Mesmo que o teor “militante” não se faça presente nos textos, este livro é, na verdade, uma brilhante iniciativa de humanizar casais de mulheres com filhos que fogem da heteronormatividade, mas que, para existirem, tiveram de se sujeitar a leis e à ordem estabelecida. Nesse sentido, o livro tem uma perspectiva política, pois traz situações decorrentes da própria luta dos casais homoafetivos, como a superação de barreiras familiares, sociais e institucionais. Tudo isso sem cansar o leitor, pois cada narrativa está recheada de detalhes, singularidades que, no conjunto, se tornam plurais. Na verdade, a leitura de Famílias homoafetivas: a insistência em ser feliz é mais que um convite à reflexão sobre o sentido de democracia e de respeito à diversidade em uma sociedade ainda homofóbica.

Sobre a autora:

LÍCIA LOLTRAN nasceu em 1992, em Juazeiro-BA. É jornalista formada pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB)e graduanda em Direito pela Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (FACAPE). A ideia de escrever sobre famílias homoafetivas partiu de uma inquietação da escritora em entender como essas formações familiares nasciam e conviviam com uma sociedade ainda eivada de preconceito e pré-conceitos.

Participe!

livro-homoafetividade

Serviço:

Bate-papo e sessão de autógrafos do livro Família Homoafetivas, escrito por Lícia Loltran
Participação no evento de Fernando Quaresma e Renato Viterbo (diretoria da APOGLBT SP)
Data 10 de Novembro de 2017 às 18h
Local:
Livraria Cultura – Conjunto Nacional
Avenida Paulista 2.073 – São Paulo / SP

Nesta terça-feira, Fernando Quaresma, presidente da APOLGBT (ONG responsável pela Parada do Orgulho LGBT de São Paulo) conversou com Line Chamberland, diretora da equipe de Pesquisa sobre Sexualidades e Gêneros e membro da Rede Quebequense em Estudos Feministas da Universidade do Quebec, em Montreal.

Line-Chamberland

O encontro teve como principal objetivo trocar experiências sobre os movimentos sociais entre as duas cidades sobre educação, militância, homofobia, gênero e sexualidades. Quebec é a cidade mais antiga do Canadá, com 508 mil habitantes e possuí diversos programas voltados aos LGBTs.

Mais informações sobre Line Chamberland
http://www.saravyc.ubc.ca/person/line-chamberland

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