domingo, março 26, 2017
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ATO BASTA, CHEGA DE LGBTFOBIA!

Em 65 dias de 2017, 70 LGBTS ASSASSINADOS no Brasil!

O cruel assassinato da trans DANDARA no Ceará é apenas mais um de um genocídio diário. 338 HOMOCÍDIOS no ano passado. Precisamos pressionar o Governo Temer para aprovar a criminalização da homofobia!

A APOGLBT SP convoca todas as ONGs de militância, coletivos e militantes independentes para se unirem a este ATO BASTA, CHEGA DE LGBTFOBIA!

O ato será no dia 18/03/2017 na Praça Roosevelt, com concentração as 16h e início as 17h. Sairemos em caminhada pela Av. Ipiranga, Praça da República, Vieira de Carvalho e Largo do Arouche.

Até o momento, estão com a gente:
– Família Stronger
– Mães pela Diversidade
– Associação Cultural Dynamite
– Familia Lobos
– Familia Vallentiny.
– Roda de Conversa
– Comissão da oab de Jundiaí
– Ong Liberdade de Amar
– Instituto Nice
– ONG Aliados (Aliança Pela Livre Identidade e Apoio â Diversidade de Orientação Sexual) de Jundiaí/SP
– Cursinho Transformação
– Forum LGBT de Mogi das Cruzes
– Associação Casarão Brasil
– Instituto Omindaré
– Diversidade Tucana Municipal
– Revolta da Lâmpada
– Grupo de Advogados pela Diversidade Sexual e de Gênero
– IBRAT
– CAIS – Centro de Apoio e Inclusão Social de Travestis e Transexuais

Faça parte desta lista. Mande um e-mail para parada@paradasp.org.br e vamos, todas as pessoas juntas, promover este ato contra a LGBTFobia que, em 65 dias, já matou 70 pessoas LGBTs.

Serviço:

ATO BASTA, CHEGA DE LGBTFOBIA!
Dia 18/03, concentração as 16h
Local Praça Roosevelt – São Paulo / SP
Link do evento http://paradasp.org.br/atobasta

Dia 29/01, domingo passado, um grupo de Drag Queens estava realizando um curso perto do Shopping Penha em São Paulo quando resolveram ir até o shopping para almoçar. Logo na entrada, seguranças do shooping barraram a entrada deles alegando o “uso de maquiagem”. Algo que mulheres também utilizam.

O caso repercutiu por todo o Brasil. Mais uma vez, a homofobia foi caracterizada de forma explícita e cruel. E engana-se que sejam casos isolados. Infelizmente acontece mais do que imaginamos.

Um dos pontos chaves do grupo foi justamente não deixar por isso mesmo, chamaram a polícia e registraram um boletim de ocorrência. E mais, estão programando para este domingo (05/02), um encontro gigantesco com outras drags, ativistas e coletivos de lutas pelos direitos LGBTs para irem até o shopping dar muita pinta (em forma de protesto, claro!).

Caso sinta-se à vontade, convide seus amigos e participe também. O link do evento no Facebook é:
https://www.facebook.com/events/370631633318873/

Se não está sabendo deste caso, assista a um dos programas noticiados na TV aberta:

(Foto: Reprodução/EPTV)

Tatiana Lozano Pereira e Alex Pereira, mãe e padrasto, foram presos nesta quarta (11) em Cravinhos (SP) após terem confessado à polícia terem matado a facadas o filho homossexual Itaberli Lozano, de 17 anos.

Segundo um tio paterno, Dario Rosa, a mãe não aceitava a homossexualidade do filho, que foi encontrado carbonizado em um canavial. Gerente de supermercado, Tatiana, de 32 anos, e o padrasto e tratorista, Alex, de 30 anos, disse por meio de seu advogado que as facadas foram desferidas em legítima defesa após uma discussão com o jovem. Depois, o corpo foi levado por eles até o canavial onde o queimaram.

“A mãe dele não aceitava e a gente já desconfiava, porque ela não quis prestar queixa. Acho que a mãe tem que cuidar do filho e não fazer o que ela fez. Ele era um rapaz que trabalhava, era educado, era um menino, mas estava na fase de trabalhador”, disse o tio ao jornal JB.

Foto: Reprodução Facebook. Itaberli Lozano

Ainda segundo Dario, a mãe não aceitava o fato do filho ser gay e, por isso, Itaberli foi morar com os familiares por um tempo. Dario acredita que o crime tenha motivações homofóbicas.

“Esse caso trágico é um dos muitos retratos que temos da LGBTFOBIAfobia em nossa sociedade. Embora tenhamos a maior Parada do Orgulho LGBT do mundo, anda é triste saber que a intolerância, inclusive dentro das famílias de LGBTS, ainda persiste e pode matar. E mata. Que esses atos bárbaros fortaleçam a luta por uma lei que puna os requintes de crueldade existentes nos crimes de LGBTFOBIA.”, enfatiza Fernando Quaresma, advogado e presidente da APOGLBT SP.

Grupos, ativistas e coletivos estão promovendo um ato dia 29/01 no Masp, em São Paulo, contra essa violência às pessoas LGBTS, para confirmar sua presença, o link no Facebook é:
https://www.facebook.com/events/347664998950730

Centro Cultural Banco do Brasil do Rio demitiu uma funcionária acusada de homofobia. O fato ocorreu na última sexta-feira, 30, quando um casal de lésbicas visitava o local. Ao saírem dali, modificaram um quadro e escreveram “Fora Lésbica!”

Em uma publicação na página oficial do CCBB Rio de Janeiro, o CCBB pede desculpas pelo lamentável fato ter ocorrido dentro do seu espaço e que repudia qualquer tipo de preconceito. Também, na mesma publicação, informam que fizeram o registro do boletim de ocorrência na 1ª Delegacia de Polícia Centro Rio, relatando a discriminação sofrida pelas duas frequentadoras.

Para ilustrar a postagem, o CCBB usou uma foto tirada no Programa Educativo realizado em 17/05/2016 – Dia Internacional Contra a Homofobia:

Foto/Reprodução CCBB – Programa Educativo realizado em 17/05/2016 – Dia Internacional Contra a Homofobia

Além da funcionária, que teria visto e debochou da situação, um homem que também estava junto, foi considerado suspeito do ato e também estará sendo investigado. Se comprovado sua participação, ele poderá ser acusado pelos crimes de constrangimento ilegal e injúria.

Para Claudio Nascimento, coordenador do programa Rio Sem Homofobia, em entrevista ao site G1, “Após registrar a ocorrência, ela vai continuar recebendo nosso apoio jurídico e psicológico. A companheira dela está tão desconfortável com a situação que não quis vir registrar a ocorrência. Mas ainda espero que, após ver que a companheira foi bem tratada na delegacia, ela se anime a fazer o registro.”

E que mais gente não se cale diante das agressões homofóbicas.

Já estava tudo programado: nesta quinta, 05/01, a cantora Kim Burrell interpretaria uma canção ao lado de Pharrel Williamns no programa de Ellen DeGeneres. Entretanto, a participação de Burrell foi cancelada após ela deixar claro que não pediria desculpas sobre um vídeo onde ela aparece discursando contra homossexuais dentro de uma igreja.

No vídeo, Burrell se refere aos homossexuais como “pervertidos” e diz que “Deus os ama, mas odeia o pecado deles”. O discurso homofóbico foi feito na Igreja de Amor e Liberdade de Houston, nos Estados Unidos.

Ellen DeGeneres, uma das lésbicas mais respeitadas da televisão americana, postou em seu twitter:

Traduzindo:

“Para quem perguntou, Kim Burrell não aparecerá em meu show”.

E assim começamos bem o ano. Homofobia? Não!

Tchau querida Burrell!

Talles De Oliveira Faria não é drag e nem trans. Porém, no sábado passado, 17, durante a formatura do ITA (Instituto Tecnológico da Aeronáutica) em São José dos Campos, ele foi à sua formatura de vestido e salto alto, em protesto contra o bullying homofóbico que sofreu durante todo o curso de sua carreira militar.

Por outro lado, o ITA nega formalmente a homofobia que o jovem sofreu.

Talles, sendo um dos assuntos mais comentados nesta semana, gravou um vídeo explicando toda a homofobia que ele sofreu durante o curso e publicou em seu perfil do Facebook.

Assista aqui:.

E que mais pessoas tenham esta atitude diante da homofobia.

Uma das notícias mais comentadas nos últimos dias é, com certeza, da Lexi Magnusson, casada e mãe de quatro crianças, ela decidiu decorar seu quintal com as cores da bandeira LGBT em resposta a sua vizinha homofóbica.

“Nossa nova vizinha disse para nós que ela se mudou para cá com a família porque seus filhos estavam muitos expostos aos gays e transgêneros de Oregon”, disse Magnusson em seu perfil do Facebook. Moradora de Washington, Estados Unidos, ela utilizou 10 mil lâmpadas coloridas para enfeitar seu jardim.

Em entrevista ao Buzzfeed, ela disse ainda que sua vizinha ficou horrorizada com o fato de seu filho ter convidado uma garota para sua formatura e a mesma ter respondido que não poderia, pois já tinha namorada.

“As crianças serão expostas em qualquer lugar e que eu estava feliz que as crianças de hoje entendam isso e não sejam malvadas umas com as outras”, disse Magnusson.

Até o momento, a publicação tem mais de 13 mil curtidas e 1,8 mil compartilhamentos. Como se diz por aqui, “essa mãe lacrou!”. Esperamos que essa consciência cresça cada dia mais no mundo.

Miguel Silvestre, ator que interpreta o personagem gay Lito Rodrigues na série Sense 8 da NetFlix, lamenta a homofobia existente no Brasil em entrevista dada durante a CCXP em São Paulo.

A CCXP – Comic Con Experience ocorreu entre os dias 1 e 4 de Dezembro e recebeu convidados, artistas, empresas e diversos profissionais da área do entretenimento no Brasil e no mundo. Um deles, foi Miguel Silvestre que, conhecendo a história e casos homofóbicos no Brasil, disse:

É mesmo muito triste que isso aconteça. Ainda mais em um país como o Brasil com a maior parada gay no mundo, onde as pessoas expressam como amam. O que eu admiro em Sense8 é como ele mostra que por mais diferentes sejam as culturas e as pessoas, no final somos muito semelhantes.

A segunda temporada da série, comandada por Lana e Lilly Wachowski e que teve cenas gravadas durante a Parada do Orgulho LGBT de São Paulo neste ano, esta prevista para ir ao ar em Maio de 2017. Segundo rumores, um especial de Natal deve ir ao ar no dia 23 de Dezembro.

Vamos aguardar!

Para quem mora em São Paulo, nesta quarta (30), as 20h30, será exibido o filme “Jogo Truncado” durante o Festival de Cinema de Futebol (Cinefoot).

No vocabulário do futebol, “jogo truncado” é usado quando uma partida está brigada. A palavra “truncado” também significa incompleto ou cortado. Nesse sentido, “Jogo truncado” discute a luta pela diversidade e respeito dentro do futebol brasileiro, a partir dos movimentos de torcedores contra a homofobia e o sexismo nos estádios.

Serviço:

JOGO TRUNCADO
CINEFOOT – São Paulo
Dia 30/11, as 20h30 – quarta-feira no Museu do Futebol
Praça Charles Miller, s/n – Estádio do Pacaembu
Confira a programação completa: www.cinefoot.org

A SEDPAC (Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Participação Social e Cidadania), por meio do EFDH (Programa Escola de Formação em Direitos Humanos) promoverá, a partir de dezembro, os cursos “Direitos Humanos e Cidadania: Proteção, Promoção e Reparação dos Direitos das Pessoas LGBT e de Identidade de Gênero” e o curso “Direitos Humanos e Cidadania: Proteção, Promoção e Reparação dos Direitos das Mulheres”.

Oferecidos na plataforma EAD (Ensino à Distância), por meio da plataforma Moodle, e com carga horária de 60horas/aulas, os cursos são destinados aos agentes públicos estaduais e municipais, estudantes universitários e membros da sociedade civil.

Com término previsto para 5 de fevereiro de 2017, os cursos terão disciplinas com temas relacionados aos Direitos Humanos e Dignidade da Pessoa Humana, Classificações dos Direitos Humanos, Cidadania e Direitos Humanos, Legislação, Identificação e enfrentamento das violações de Direitos Humanos, Redes de Atendimento e Proteção, Planejamento, monitoramento e avaliação em Ações de Direitos Humanos.

Outros temas serão oferecidos em módulos específicos para cada curso, como Proteção, Promoção e Reparação dos Direitos das Mulheres e dos Direitos das Pessoas LGBT e de Identidade de Gênero.

Todxs xs interessadxs devem fazer sua inscrição pelo site www.direitoshumanos.mg.gov.br, menu Cursos e Capacitações, digitando o código SEDPAC280 para o curso sobre direitos LGBT e SEDPAC281 para direitos das mulheres.