sábado, abril 29, 2017
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Um lugar onde o respeito às diferenças, a tolerância e o amor sejam as principais características de convivência é o sonho de qualquer pessoa. Acompanhado de muita cultura e comida boa, “O vale” promete ser o mais novo ponto de encontro de LGBTs em São Paulo.

“O Vale – Gastronomia e Arte”, é um espaço cheio de Food Trucks, na região da Consolação, que além da comida, oferece uma dose generosa de cultura e inclusão.

O nome do espaço tem como referência a “brincadeira” de falar sobre o “Vale dos homossexuais”, como um lugar onde todos os Gays, Lésbicas, Bis e Trans serão enviados, e lá viverão juntos. É assim que firma Lam Matos, ativista trans, presidente do instituto brasileiro de transmasculinidade (IBRAT) e assessor do novo espaço.

“Pensei, por que não termos um vale de verdade? Um espaço de descontração, respeito, arte e cultura?”, comenta Lam Matos.

Além do arco-íris luminoso presente na fachada, o espaço ainda conta com bandeiras do movimento LGBT, Trans e dos Ursos distribuídos por toda área interna, evidenciando a identidade do vale.

Em meio a tanta comida boa, os clientes poderão desfrutar de atrações culturais, de artistas que, assim como o espaço, valorizam a arte como elemento essencial em nossas vidas. “A idéia é que essa parte de cultura seja colaborativa. A gente divulga o artista, e o artista nos divulga”.

Apesar de LGBTs terem preferência, qualquer artista é bem-vindo ao vale.

Um ponto importante do negócio, e que Lam destaca, é a responsabilidade social do lugar. Segundo ele, conforme vagas de emprego forem surgindo, pessoas LGBT terão preferência na contratação, já que o mercado ainda é muito preconceituoso.

“O vale” tem entrada dupla (Rua Frei Caneca nº 927 / Peixoto Gomide nº 162), em São Paulo, e funciona de terça à domingo.

“Todxs são bem-vindxs, menos o preconceito”, enfatiza Lam.

Sobre viagens e amores, 04/05 nos cinemas.

Só é possível compreender as diferenças quando entendemos que antes de tudo, somos todos humanos. Quando dois mundos são colocados em contato, acontece um forte choque cultural e social, que pode gerar desconforto, resistência e preconceito com o diferente.

“Sobre viagens e amores” é um filme independente que chega aos cinemas brasileiros no dia 4 de Maio, e vai nos mergulhar em uma emocionante aventura acompanhados de Marco e Maria, colegas de quarto italianos que vão aos Estados Unidos.

Aquilo que parecia ser a viagem dos sonhos, se tornou um grande problema: Maria é homofóbica e ao chegar em São Francisco descobre que a hospedagem será na casa de Matt e Paul, um casal gay.

O contato com o casal despertou em Maria o fato que mais incomoda Marco: o jeito esnobe e conservador. Ao longo da viagem, a resistência e o preconceito da italiana atrapalha a convivência dos quatro, que inicialmente não conseguem desenvolver uma amizade.

O que Maria não esperava era que aquela viagem iria mudar drasticamente a maneira como ela encara a vida, e que junto com Marco, Matt e Paul viveria o período mais incrível de sua vida.

Dirigido por Gabriele Muccino, que já trabalhou em grandes obras como “Sete Vidas” e “A procura da felicidade”, o longa promete emocionar o público e mostrar que a convivência com o outro pode revelar quem nós realmente somos, e nos deixar heranças que levaremos para sempre.

“Se não for pra ser feliz, nem vale a pena viajar!”

Foto: Kevin Gallagher

A intolerância religiosa, infelizmente, ainda é uma das maiores causadoras de violência no mundo. Algumas pessoas tentam, de maneira autoritária, impor sua religião ao resto da sociedade, que nem sempre rebate o ódio com mais ódio. Os moradores da “Rua Gay”, em Nova York, são exemplo disso. Depois de receber uma cruz de madeira misteriosamente acorrentada à rua, algo inesperado aconteceu: transformaram o fanatismo em amor.

Tudo começou no início da sexta-feira santa (14/04), quando uma enorme cruz de madeira apareceu acorrentada à um portão de um dos apartamentos da rua. A cruz em questão era “viajante”, porque todos os dias aparecia em um lugar diferente, presa à algum ponto fixo, impossibilitando que ela fosse removida.

Os moradores receberam o ato ofensivo e decidiram que aquilo não poderia permanecer daquele jeito. “Para ser sincera, eu sou cristã, e a cruz significa amor, paz e esperança. E, claramente, o dono dela não compartilha esses valores” disse Micah Latter, uma das moradoras da rua ao portal Huffpost.

De acordo com Micah, foram feitas várias denúncias para que as autoridades removessem a cruz da rua, mas não houve nenhuma resposta. Foi então que ela teve uma idéia: porque não pegar esse símbolo de intolerância e transformar em um símbolo de amor e aceitação?

No Domingo, a moradora e mais 10 vizinhos se reuniram ao redor da cruz e a pintaram com as cores da bandeira LGBT. Foi um momento bastante feliz, onde eles beberam champagne e no final trocaram os cadeados que prendiam a cruz, para que assim, o dono original não conseguisse mais retirá-la.

Foto: Kevin Gallagher

A cruz serviu para aproximar os vizinhos, que na correria do dia a dia não dedicavam tempo para essa troca de experiência.

Uma mensagem ainda foi deixada junto à cruz: “Desculpa, mas você não pode mais mover a cruz. Nós colocamos nosso próprio cadeado de amor em suas correntes e tampamos o buraco da fechadura. A cruz do amor pertence à rua agora, então, muito obrigado!”

Mais fotos:

A luta contra a imposição religiosa é uma guerra de longa data, que terá outro ato no dia 18/06, pois é tema da Parada LGBT de São Paulo deste ano que tem como tema “Independente de nossas crenças, nenhuma religião é lei! Todas e todos por um Estado Laico.” Saiba mais AQUI

A Associação da Parada LGBT de São Paulo (APOGLBT SP) convida outras ONGs de direitos LGBTs, coletivos e militantes independentes para a reunião de continuação dos trabalhos dos GTs (Grupos de Trabalho) para o Mês do Orgulho LGBT em 2017.

A reunião será neste sábado, 29/04, às 13h30, no Sindicato dos Comerciários de SP (Rua formosa, 99 – 12 andar)

Pedimos a gentileza para que, todas as pessoas interessadas, cadastre seus dados abaixo (caso já tenha se cadastrado em outro momento, não é necessário cadastrar-se novamente!):

Para algumas pessoas do meio LGBT o cristianismo parece ser uma religião impossível, mas isso não é um problema para Toni Reis e David Harrad. O casal, que mora em Curitiba, teve seus três filhos batizados na igreja católica na manhã do último domingo (23).

Juntos há 27 anos, o casal afirma que passou por mais quatro igrejas paranaenses, mas não conseguiu agendar o batismo por “questões democráticas”. Foi então que, ao falar com o arcebispo metropolitano de Curitiba, Dom José Antonio Peruzzo, o casal ouviu o “sim” imediatamente.

Dom José, além de autorizar o batismo, pediu para que o padre Élio Dall’Agnol realizasse o sacramento de Alyson (16), Jéssica (14) e Filipe (12), na Catedral de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais.

Toni, que é uma das lideranças da militância LGBT, foi criado nos princípios da igreja católica e disse ter chorado ao menos três vezes durante a cerimônia. “Foi muito emocionante”, conta ele.

Os cinco membros da família vão, pelo menos um domingo do mês, à missa. Após o batismo, os três recém batizados disseram sentir-se incluídos e “purificados”.

A cerimônia durou 1h15 e reuniu cerca de 40 pessoas. Mas, para a família, foi resultado de um longo processo que envolveu diversos procedimentos burocráticos, tal qual a alteração nos documentos das crianças que agora são registradas no nome dos dois pais.

Você já imaginou viver correndo o risco de ser agredido apenas por existir? Então, a comunidade LGBT não apenas imagina, como vive essa realidade. A LGBTfobia é um caso sério no Brasil: a cada dia, cinco novas denúncias são registradas pelo Ministério da Justiça e Cidadania.

No ultimo ano, foram registrados 1.876 queixas de agressão pelo Disque 100 (Sendo 96 apenas em Minas Gerais). Apesar desses números serem graves, eles não nos dão a real dimensão do problema, pois não existe uma estatística oficial para contabilizar as ocorrências de violência causados por homofobia e questões de gênero.

O antropólogo e fundador do Grupo Gay da Bahia (GGB), Luiz Mott, afirma que embora os números sejam imprecisos, o Brasil é campeão mundial quando o assunto é o assassinato de LGBTs. Segundo ele, pessoas Trans são as mais afetadas porque vivem, em sua maioria, da prostituição, uma das profissões mais perigosas do mundo.

Baseado em informações divulgadas pela imprensa, o levantamento feito pelo GGB estima que cerca de 343 LGBTs Brasileiros foram assassinados no ano passado. Esse é o maior número desde o início das medições. Em 47% dos casos (144), as vítimas eram transexuais e travestis.

Tiffany Maria tem 27 anos, é trans e conhece bem essa realidade. “Quando eu me assumi, só a prostituição me acolheu. As pessoas não sabiam lidar, queriam me agredir. Não consegui continuar na escola e nem em um emprego formal.”

Segundo a jovem, desde os 13 anos ela sentia que o corpo no qual vivia não condizia com a pessoa que ela era, e que isso já a fez ser agredida diversas vezes ao longo da vida. “Já teve caso de homem que apontou arma para mim. Nem sei dizer quantas vezes eu fui agredida”. Apesar disso, Tiffany nunca denunciou nenhum dos agressores por não acreditar que isso traria algum resultado.

Muitos dos casos não chegam à delegacia, afirma a delegada do Coordenação de Direitos Humanos da Polícia Civil, Elizabeth Martins, mas garante que todo caso denunciado é apurado com rigor e seriedade. “Muitas não nos procuram por vergonha”.

Engano é pensar que só aqueles que vivem da prostituição são vítimas da transfobia. Naomi Savage, de 35 anos, é modelo e foi brutalmente agredida por um homem às vésperas do carnaval do Rio. Ela afirma que não conhecia o agressor e que não existiu um motivo aparente para o ato.

“Foi a pior coisa que já me aconteceu. Depois de muito apanhar consegui entrar em um taxi, Mas o meu agressor disse que foi roubado por mim e o taxista me retirou do carro à força.” Seguindo a sensação de medo e vergonha, Naomi não denunciou a agressão.

Esses casos não foram os primeiros e nem serão os últimos a acontecer, mas precisamos denunciar. Só assim poderemos combater a intolerância.

A família Stronger – coletivo de jovens LGBT da capital paulista – e o Instituto Awuré promovem o I Congresso Diversas Vozes será realizado no dia 17 de maio, visando celebrar a data de combate nacional a LGBTfobia, a partir das 18h, na Câmara Municipal de São Paulo para LGBTs, integrantes de movimentos sociais, religiosos de matrizes africanas, jovens e demais interessados nas temáticas gênero, sexualidade, religiosidade, raça e etnia.

De acordo com a organização, o objetivo é divulgar informações sobre a história do movimento LGBT, promover reflexões sobre questões de gênero e sexualidade aos jovens e, com isso, despertar o desejo de militarem pelos direitos humanos e consequentemente pela comunidade LGBT.

O evento será composto de uma mesa em que os debatedores abordarão temáticas relacionadas à orientação sexual, identidade de gênero, religiosidade, racismo, machismo e misoginia.

Dentre os debatedores estão a professora Sheila Farias Costa, que é pós graduada na UNICAMP em ensino de história e editora executiva da revista Alternativa L (revista voltada para o público LGBT de São Paulo), Micheli Moreira, graduada em administração de empresas, membro do coletiva Luana Barbosa, do coletivo Periferia Preta e da caminhada de mulheres lésbicas e bissexuais, Thiago Oliveira Dias Muniz, graduando em matemática no Instituto Federal de SP e parceiro do Centro de Cidadania LGBT – Zona Sul na região de santo Amaro auxiliando nos encontros de homens Trans na instituição, Amanda Marfree, uma das cem primeiras alunas a concluir ensino médio via programa TRANSCIDADANIA, militante e ativista do movimento trans e Priscila Valentina, conselheira do Instituto Nice, ex-articuladora do Centro de Cidadania LGBT Arouche, frequentadora do candomblé a mais de 20 anos.

Na mediação da mesa estará presente Claudia Rosa, yalorixá, educadora social, ex- técnica de coordenadoria de participação popular e atualmente está envolvida em projetos sociais envolvendo mulheres e pessoas de baixa renda na periferia de São Paulo. Também estará o membro do coletivo família Stronger, Elvis Justino Souza, graduando em Gestão de Políticas Públicas – Universidade Nove de Julho e representante político do grupo. E o convidado Marcelo Monteiro, presidente Nacional do PPLE – Partido Popular da Livre Expressão.

SERVIÇO:

1º Congresso Diversas Vozes
Endereço: Palácio Anchieta – Viaduto Jacareí, 100 – Bela Vista
São Paulo – SP – CEP: 01319-900 – Salão Nobre – 8º andar.
Link do evento no Facebook:
https://www.facebook.com/events/42722720430686

Parceria com SP Escola de Teatro, Assessoria de Cultura para Gêneros e Etnias (ACGE) e Governo do Estado de São Paulo permitem encontros a partir de dia 20 de abril de 2017, quinta-feira, na histórica casa da instituição de ensino no Brás

A Câmara de Comércio Lésbica, Gay, Bissexual e Transgênera Brasileira (CCLGBTB) anuncia a data do primeiro ensaio da CCLGBTB pelo Maestro Ettore Veríssimo.

O Coral CCLGBTB, regido pelo Maestro Ettore Veríssimo com direção artística de Bruna Dias e acompanhamento do pianista Rodrigo Hyppólito, tem como objetivo central reunir a população LGBT representando o Brasil nesse movimento global de combate ao preconceito e respeito à diversidade. Os encontros acontecerão na histórica sede da SP Escola de Teatro no Brás, mesmo edifício que acolheu a artista Pagu nos primeiros anos de sua formação educacional. A casa é localizada na Avenida Rangel Pestana, 2401, Brás e os encontros acontecerão todas as quintas-feiras, a partir do dia 20 de abril, das 20h às 22h.

“Os corais são capazes de reunir diferentes vozes em uma canção uníssona, numa metáfora semelhante à comunidade LGBT no mundo: a diversidade que cria a união”, anunciou Ricardo Gomes sobre o novo projeto.

“Agradeço ao presidente Ricardo Gomes e toda a diretoria da Câmara pela oportunidade iniciada com nosso Coral da CCLGBTB, que com muito prazer irei reger e coordenar desde seu início. Os interessados podem se cadastrar no site da CCLGBTB: www.camaradecomerciolgbt.com.br, link Serviços/ Coral da CCLGBTB. Que 2017 marque um novo ponto de celebração LGBT no mundo e que a intolerância e a homofobia comecem a retroceder diante de nossa força e união. Boa sorte a todos nós!”, afirmou o maestro no discurso oficial de abertura.

O Coral não exige experiência anterior e os ensaios são abertos a pessoas LGBT ou simpatizantes.

SERVIÇO:

Primeiro Ensaio do Coral CCLGBTB por Maestro Ettore Veríssimo
Data: 20 de abril de 2017 – Quinta-feira
Horário: 20h às 22h
Local: SP Escola de Teatro
Avenida Rangel Pestana, 2401, Brás
(próximo às estações Bresser e Brás do Metrô e do Trem)
Inscrições pelo site www.camaradecomerciolgbt.com.br
Link Serviços / Coral da CCLGBTB

A GLAAD (Gay & Lesbian Alliance Against Defamation) é um das maiores e mais respeitadas organizações de pesquisas dos EUA. Entre seus trabalhos conhecidos, ela orienta jornalistas e profissionais da mídia a retratar de forma não estereotipada gays e lésbicas. E mais, anualmente, premia atores, personalidades e profissionais que fazem um bom trabalho ligados à diversidade sexual. Esta premiação deles é semelhante ao nosso Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade.

Recentemente, a GLAAD publicou uma pesquisa onde mostra que, 20% da chamada Geração Y, se identificam com uma das siglas LGBT. Para quem não sabe, dentro da sociologia, o conceito “Geração Y”, para alguns autores são pessoas que nasceram após 1980 ou segundo outros, pessoas que nasceram entre 1970 e 1990: em outras palavras, que possuem mais afinidade com a Internet.

A pesquisa foi realizada com mais de 200 adultos em novembro/16 para o estudo chamado “Aceleração e Aceitação 2017”. O resultado analisado demonstrou que, aqueles que tinha entre 18 e 34 anos, são mais sucetíveis a se identificarem com as identidades LGBTs.

Segundo Sarah Kate Ellis, presidente da GLAAD, disse que “Esse estudo mostra que uma maravilhosa era de entendimento e tolerância entre as pessoas mais jovens – um sinal inspirador de esperança para o futuro”.

A pesquisa completa (em inglês) pode ser consultada aqui:
http://www.glaad.org/publications/accelerating-acceptance-2017

Há quase um ano, a partir de uma roda de conversa feita durante a ocupação do prédio da faculdade de Letras na USP, foi formado um grupo de estudos de Literatura LGBT. O sentimento do grupo é de que autores e obras LGBT sempre foram negligenciados no curso e, por isso, decidiram estudar por conta própria. Desde então, foram realizadas reuniões para discutir autores, poemas, contos, romances e filmes para pensar em como as questões LGBT aparecem neles e os fazem tão importantes enquanto resistência política e retrato de uma realidade marginalizada.

Este sarau, que acontecerá em dois períodos, é uma forma de apresentar o grupo a todas as pessoas que quiserem participar das discussões. Durante o evento, terão microfone aberto para que os participantes possam ler trechos de obras LGBT e compartilhar o que pensam delas.

Em um objetivo futuro, o grupo pensa em levar estas discussões além da universidade, participando de diversos saraus e convidando pessoas para a faculdade. A ideia é o trânsito destes saberes e a construção de um conhecimento não só acadêmico.

Neste I Sarau de Literatura LGBT, terá a presença confirmada da Editora Malagueta e dos autores Hugo Guimarães e Fabricio Viana, divulgando suas obras. Além disso, o Centro de Cidadania LGBT Arouche levará sua unidade móvel para a realização de testes de HIV e distribuição de preservativos gratuitos e esclarecimento de dúvidas. O evento é gratuito. E, claro, cervejas serão vendidos no local pelos organizadores, para ajudar no clima de descontração.

Serviço:

I Sarau de Literatura LGBT – Letras USP
Horário: das 11:40 às 14:00 e das 17:30 às 19:20.
Local: Quadrado da Letras – Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/
Realização: Grupo de Estudos Literatura LGBT – Letras USP
Apoio: Centro Acadêmico de Estudos Linguísticos e Literários “Oswald de Andrade” – CAELL USP; e Centro de Cidadania LGBT Arouche.
Endereço: Av. Prof. Luciano Gualberto, 403 – Cidade Universitária, São Paulo, SP.