sexta-feira, julho 21, 2017
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Uma pulseira do arco-íris adquirida no exterior e perdida aqui no Brasil deu origem à uma ideia. A dificuldade de encontrar produtos direcionados à comunidade LGBT fez com que a ideia se tornasse um projeto. Assim nasceu a Logay, uma loja online que acredita no sonho da inclusão, na igualdade e no respeito à diversidade.

Dedicada ao público que acredita que a vida é bonita demais para ficar dentro de um armário, a Logay aposta em sua Linha Pride, que conta com produtos exclusivos criados e elaborados para exaltar o orgulho e o jeito colorido de ser de cada um de nós. Dentre as opções, encontram-se peças de vestuário, acessórios, presentes e até itens de decoração, como almofadas e quadros. Essa demonstração de respeito e tolerância levaram, também, à escolha de produtos multimarcas que abraçam a causa.

A comunidade sempre procurou abraçar as tendências da moda e do bom gosto, e este fator contribuiu para moldar a Logay. Logar é o ato de se identificar. Partindo deste princípio, a loja quer que você se identifique com ela. Você que sempre veste as cores do arco-íris, seja diariamente ou através de pequenos – ou grandes –  gestos.

Recentemente, na última 17ª Feira Cultural LGBT de São Paulo, a Logay firmou uma parceria com a APOGLBT – Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, na qual um kit foi elaborado para comemorar a Parada Gay e o Mês do Orgulho. Parte das vendas foi revertida para a associação e foi um enorme sucesso!

Para conhecer a loja, basta acessar http://logay.com.br. A entrega é feita para todo o Brasil – frete grátis para as compras acima de R$190 – e é oferecido parcelamento em até 3x sem juros para parcelas mínimas de R$50. Você ainda pode contatá-los através do e-mail contato@logay.com.br e seguir a página no Instagram – @logaybr – e no Facebook – http://fb.com/logaybr.

O prefeito João Doria (PSDB) divulgou na semana passada, no seu Programa de Metas 2017-2020, diversas ações que serão realizadas até o final do seu mandato. Entre elas esta a ampliação e qualificação dos Centros de Cidadania LGBT.

O custo do projeto, junto com outros centros, está previsto em R$ 60,3 milhões. Um das ideias é integrar o programa Transcidadania aos centros que atualmente estão localizados nas zonas Norte, Central, Sul e Leste da capital.

De acordo com o programa, em 2016, foram encaminhadas apenas 75% das denúncias recebidas contra populações vulneráveis (LGBTs, negros, migrantes, população de rua, população indígena, jovens, idosos, dentre outros).

O principal desafio da meta é manter a qualidade do atendimento enquanto se amplia e o melhora significativamente.

A Câmara Municipal de São Paulo vai realizar no dia 30 de junho de 2017, a sessão solene em comemoração ao Dia do Orgulho LGBT, por iniciativa da vereadora Adriana Ramalho.

Trata-se de um momento de reflexão sobre a cidadania de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais no município de São Paulo e uma homenagem às pessoas que trabalham pelo fim da discriminação LGBTfóbica.

Entre os homenageados, está a Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (APOGLBT SP), ONG responsável pela maior parada LGBT do mundo e também por diversos eventos do Mês do Orgulho LGBT na capital paulista.

Serviço:

Sessão Solene – Dia do Orgulho LGBT
Dia 30/06 as 18h
Plenário – 1º andar da Câmara Municipal de São Paulo (Viaduto Jacareí, 100)
Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/245922512561383

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Se descobrir e assumir-se é a parte mais difícil e importante durante a vida de uma pessoa LGBT. A maneira como acontece esse processo é único, de um jeito para cada pessoa, e fica marcado para sempre.

Por isso, o fotógrafo Alejandro Ibarra resolveu criar uma série de fotografias, intitulada “Coming Out Stories”, para registrar este momento.

No projeto, Ibarra fotografou as pessoas e, no final pediu para que elas escrevessem (na foto) algo que foi importante sobre a “saída do armário” de cada um.

Confira:

1. Leo, 25 anos. – Assumido aos 18

“Eu nunca planejei me assumir. Mas depois que meu amigo me beijou, eu sabia que eu queria sentir aquela paixão de novo.”

2. Cole, 24 anos. – Assumida aos 17

“Duas semanas depois que eu me assumi para o meu pai, ele me viu com a minha primeira namorada.”

3. Jose Jorge, 27 anos. – Assumido aos 17

“Minha mãe me perguntou brincando se eu gostava de garotas. Eu disse “Não”.”

4. Alex, 30 anos. – Assumido aos 21

“O meu irmão me revelou pra minha família depois de mexer no meu celular e ler as minhas mensagens com meu melhor amigo.”

5. Diego, 25 anos. – Assumido – Assumido aos 16

“Eu coloquei umas músicas da Lady Gaga de fundo pra me dar coragem.”

6. Diana, 31 anos. 0 Assumida aos 22

“A primeira pessoa pra quem eu contei foi minha melhor amiga, e ela foi embora.”

7. Geraldo, 26 anos. – Assumido aos 22

“Em uma manhã, minha mãe me escutou tocando “Reflection” de Mulan no piano. Assim que eu terminei, ela começou a chorar e disse, “Você sabe que eu amo você, você gostando de meninos ou meninas, tá?”

8. Moises Omar, 28 anos. – Assumido aos 17

“Eu nunca me assumi oficialmente. Eu sempre fui eu mesmo.”

9. Aaron, 32 anos. – Assumido aos 31

“A primeira preocupações dos meus pais foi: E nossos netinhos ruivos?”

10. Jaimie, 40 anos – Assumido aos 20

“Na última noite que eu morei na minha casa, minha mãe me deu um presente de despedida: Um guia de viagem gay.”

11. Michael, 31 anos. – Assumido aos 15.


“Minha avó me ofereceu todo dinheiro que ela tinha para que eu conseguisse “ajuda”. Eu disse pra ela ficar com o dinheiro, eu não estou quebrado, e não preciso de conserto.”

12. Assaad, 26 anos. – Assumido aos 20

“Eu nunca precisei contar pra ninguém. Eles que me contaram.”

13. Bart, 45 anos. – Assumido aos 21

“Eu me senti rejeitado pelos meus próprios pais, mas lembro que minha tia Natalie me fazia sentir seguro.”

Agência i7/Mineirão

Precisamos concordar, nunca antes o Mês do Orgulho LGBT, em especial, o Dia Internacional do Orgulho LGBT (28 de Junho) recebeu tanto apoio e demonstrações de empresas e instituições sobre a diversidade sexual.

Ações da Coca-cola (Essa coca é Fanta, e daí?), Shopping Light iluminado com as cores da bandeira LGBT, calçadas coloridas na Paulista, escadas do metrô em São Paulo, centenas de páginas oficiais no Facebook de empresas (talvez milhares, levando em conta também as pequenas e micro empresas) e por ai vai indo.

Mas nada tão significativo quanto o Mineirão todo iluminado com as cores do arco-íris ontem. Sim, significativo pois sabemos que o esporte, em especial o futebol, é quase a casa do machismo: bichas, viadinhos, boiolas e diversos termos difamatórios são desferidos a todo o momento nestes ambientes.

Mesmo assim, o Mineirão resolveu inovar e demonstrar todo o seu respeito à diversidade humana. A iniciativa veio da ação idealizada pela secretaria de estado de Direitos Humanos, Participação Social e Cidadania de Minas Gerais. Outros monumentos da cidade, como o auditório Juscelino Kubitschek e o Espaço do Conhecimento UFMG, na Praça da Liberdade, também foram iluminados para chamar a atenção para a causa de um público que ainda sofre muito com a violência e intolerância.

Atitudes como esta demonstram que precisamos, realmente, ser mais tolerantes com o desconhecido. E que todo LGBT merece nosso respeito.

“O Mineirão tem uma relevância histórica por ser um monumento da cidade e principal casa do futebol mineiro. Quando fomos procurados pela Secretaria de Direitos Humanos entendemos a visibilidade que o estádio traria para uma ação tão respeitável e que precisa ser discutida”, disse a gerente de Relações Institucionais do Mineirão, Ludmila Ximenes.

Para Fabrício Viana, jornalista e autor do livro sobre a homossexualidade chamado O Armário, “São atitudes deste tipo que fazem a sociedade evoluir. Que ajuda, e muito, a militância LGBT se fortalecer e, com o tempo, demonstrar que independente do lugar, todos merecem o respeito a vida e a felicidade. Todos ganham. Ninguém perde”.

Esperamos que mais e mais empresas se unam e lutem, sem medo, pela diversidade sexual. Diversidade humana. Afinal, ela existe e só demonstrando sua existência a LGBTfobia começa a ser eliminada.

É extremamente difícil imaginar como seria a nossa vida sem algum dos sentidos. O que muitas vezes não nos atentamos é que pessoas sem um ou mais desses sentidos existem e vivem perfeitamente bem.

Seguindo esse raciocínio, o fórum “Reddit” perguntou em uma de suas publicações como os gays que eram cegos souberam que eram gays, sem enxergar.

E você pode ver abaixo as 10 respostas de usuários do fórum:

 

1 – “Eu sentia uma coisa diferente quando abraçava os meninos” – Costco1L

Eu sempre soube que eu era diferente das outras crianças, e me sentia extremamente solitário. Eu não me encaixava com os meninos que enxergavam, e nem com aqueles que eram cegos, o que era muito pior. Todos os garotos eram interessados em esportes e jogos mais violentos, menos eu. Alguns falavam sobre garotas, mas por ser cego de nascimento e nunca ter falado sobre sexo com ninguém, eu não tinha idéia do que estava sendo discutido. Até me envergonho de dizer que eu não sabia exatamente a diferença entre meninos e meninas, exceto que meninas eram bem mais legais comigo,e eu me sentia estranho quando abraçava os meninos. Quando eu tinha 15 anos, uma garota me explicou como os bebês eram fabricados. Eu sabia que se eu admitisse o quão pouco sabia, eu seria alvo de risadas, então fiquei calado.
Eu comprei livros sobre sexo em Braille e comecei a ler sobre, e entendi um pouquinho. A surpresa para mim, e muito importante, foi que eu comecei a perceber que eu era atraído por meninos e homens, e não por garotas. Eu percebi que eu sentia uma coisa bem estranha quando estava com pessoas do mesmo sexo que eu, e que não sentia com as meninas.

 

2 – “Não é muito diferente das pessoas que não são cegas” – AllHarlowsEve

Eu uma pessoa cega. Honestamente, não é tão diferente da maneira como as pessoas “normais” descobrem a sexualidade. Quando eles imaginam beijar uma pessoa, eles sabem se querem beijar garotos ou garotas.

 

3 – “Ele foi pra uma escola só para pessoas cegas… Foi então que ele teve certeza que sentia atração por outros homens.” – Holden_Caufiend

Meu irmão nasceu cego e se assumiu gay recentemente (ele tem 21 anos). A atração sexual vai muito além dos aspectos visuais. Assim como ele me explicou, no ensino fundamental e ensino médio ele começou a perceber que era mais atraído por meninos do que meninas – a voz grossa, determinação, o acento masculino. Ele também disse que pessoas que gostavam de “coisas de garotos” como esporte, armas, vídeo games, etc, eram bem mais atraentes do que aqueles que tinham um jeito mais feminino.
Então, ele foi para uma escola para cegos, e era do time de luta livre lá (Sim, isso é bem masculino) durante todos os anos. Por mais que soe engraçado, foi aí que ele descobriu completamente sua atração por outros homens – uma vez que ele tinha bastante contato físico com eles durante as lutas.

 

4 – “Eu ouvia a voz dos garotos, e elas soavam atrativas para mim.” – Commanderzilyana

Honestamente, acredito que da mesma maneira como qualquer outra pessoa. Eu ouvia as vozes dos garotos e ela pareciam muito atraentes para mim. Embora eu não pudesse vê-los fisicamente, mentalmente eu imaginava como eles eram.
Eu não era cego até meus 14 anos, mas eu só soube que era gay quando eu tinha 18 anos.

 

5 – “Quando eu tinha uns 11 ou 12 anos, eu não entendia muito bem a diferença entre meninos e meninas.” – RedzandBluez

Quando eu tinha uns 11 ou 12 anos, eu não entendia muito bem a diferença entre meninos e meninas. Para mim, eles eram exatamente iguais, a não ser que meninos me atraiam, e meninas não. Eu não sabia nada sobre as partes do corpo (peitos, vagina, pênis, etc.) e mesmo assim, eu era atraído pelo menos sexo que o meu.”

6 – “É tão legal brincar com o meu pênis, então eu conclui que brincar com outros também seria.” – Hypoferramia

Eu estou digitando isso para o meu amigo, que é gay e cego. Ele disse, e eu copiei. “Meu pênis é muito legal de brincar, eu achei que seria legal brincar com alguns diferentes também.”

 

7 – “Eu não precisei ver um pênis para saber que eu não queria tocar em um.” – Anônimo 

Eu mandei mensagem para minha amiga (nós duas somos lésbicas) – e ela é cega. Ela pode ver formas, tons claros e escuros, mas não consegue ver rostos e definitivamente não enxerga características específicas de uma pessoa. Ela me disse: “Eu não precisei ver um pênis para saber que eu não queria tocar em um. Você não pode dizer que as pessoas só vão saber o tipo de genitália que vão gostar só depois de ver, é estranho.”

 

8 – “Inteligência, senso de humor, crenças…” – Rylley20

A atração é a parte mais interessante quando você não enxerga. O que você tem são as vozes, o perfume, a maneira como eles se sentem fisicamente, e outras compatibilidades, como a inteligência, o senso de humor e as crenças.

 

9 – “De verdade, não é muito diferente. ” – Hank_scorpio_123

Eu sou cego desde meu nascimento e sou extremamente gay. Sabe quando você vê alguém e se sente atraído por ele? É meio que isso, mas eu não enxergo.

10 – “Voz, textura da pele, feromônio.” – Hermaeus-whora

Minha amiga lésbica, que é cega, me disse que soube sua sexualidade quando tinha 13 anos – Toda vez que uma enfermeira tocava em seu corpo ela sentia uma coisa boa. Voz, textura da pele, feromônio e etc. Ela também sempre fala que abraçar meninas era bem mais atraente.

A primeira edição dos Jogos da Diversidade de São Paulo acontecerá no dia 17/06, véspera da nossa Parada do Orgulho LGBT. O evento foi criado para celebrar a diversidade através de competições esportivas saudáveis entre os membros da comunidade LGBT, e é organizado pela APOGLBT e CDG Brasil – Comitê Desportivo LGBT.

O 1º Jogos da Diversidade LGBT nasceu inspirado nos Gay Games, as “olimpíadas LGBT mundiais” que ocorre desde 1982 em diferentes países, nos moldes dos Jogos Olímpicos e reunindo milhares de atletas e pessoas LGBT ao redor do mundo. Outros eventos também são realizados nos mesmos moldes tanto de abrangência internacional quanto nacional, e no Brasil, embora haja pouca tradição na inclusão desta população em ações esportivas, o Comitê Desportivo LGBT do Brasil em parceria com a Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo decidiram criar este evento multiesportivo e inseri-lo dentro da programação oficial da Parada do Orgulho LGBT deste ano. A ideia foi muito bem recebida pela Federação dos Gay Games, entidade máxima do desporto LGBT mundial e acabou por receber apoio institucional da entidade. O evento também servirá como experiência ao Brasil na realização de eventos esportivos em prol da diversidade, para que em um futuro seja reflexo na candidatura brasileira aos Gay Games.

Dentre as modalidades disponíveis estão: Bilhar, Carteado, Dança, Futebol Feminino, Futsal Masculino, Gaymada, Handebol, Natação e Voleibol, aulas livres de Zumba, além de uma programação cultural bastante agitada, com shows de drag queens, grupos de dança, musica ao ar livre com DJs e Cantores e muito mais. Haverá espaço de alimentação e exposição de banners com atletas brasileiros que assumiram a sua condição como LGBT.

Para participar, basta enviar sua inscrição através do site oficial. Existem duas possibilidades de inscrição: “Inscrição de equipes” para modalidades coletivas, e “Inscrição de atletas” para as individuais. Estão previstas a participação de mais 350 atletas de todo o Brasil, além de mais de 100 voluntários.

A participação é permitida a pessoas maiores de 16 anos de idade, e é gratuita, mas no dia do evento, cada participante deve contribuir com 1 pacote de leite em pó (mínimo 400 gramas), que será doado para uma instituição de caridade.

Os jogos serão realizados no Complexo Desportivo do Ibirapuera. Mais informações no evento oficial.

SERVIÇO:

1º Jogos da Diversidade LGBT
Data: 17 de Junho, sábado
Horário: das 9h às 20h
– Local: Complexo Desportivo do Ibirapuera (Rua Abílio Soares , 1480 – Paraíso, São Paulo, SP)
– Informações para participação no site: www.timebrasil.lgbt/jogosdadiversidade
– Contato: Telefone 11 3439-2001 e e-mail info@timebrasil.lgbt

O casamento é a maneira legal que a sociedade encontrou para oficializar a união entre pessoas que se amam. Como sabemos, a manifestação do amor ultrapassa as barreiras de sexo e gênero, mas ainda hoje existem países que proíbem o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Sinônimo de tradicionalismo e bons costumes, os países asiáticos são um excelente exemplo de onde isso acontece, mas parece que a situação por lá está mudando. A justiça da ilha deu o primeiro passo para a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo na quarta passada 24.

O Código Civil de Taiwan afirma que o contrato de matrimônio só pode ser assinado por um homem e uma mulher, mas a Corte Constitucional determinou que isso vai contra a constituição do lugar, que garante o direito ao casamento e igualdade entre todos os cidadãos.

Centenas de pessoas comemoraram a decisão em frente ao parlamento de Taiwan.

O governo tem 2 anos para aplicar a decisão, e caso o parlamento não aceite, a corte afirma que casais homossexuais poderão fazer o registro de casamento conforme sua interpretação.

Por estas e outras acreditamos em um mundo melhor para todos e todas!

O Líbano se tornou o primeiro país árabe a permitir a organização de uma Parada LGBT, mas os planos para um evento aberto foram cancelados depois de extremistas ameaçarem ataque durante a passeata.

A comunidade LGBT Libanesa estava programada para caminhar pelas ruas de Beirute no domingo (14), mas o evento foi cancelado depois das ameaças islâmicas, a fim de manter a segurança e integridade física dos membros.

Além da Parada, o movimento pelos direitos LGBT organizou uma semana inteira de atividades para discutir a diversidade no Líbano contemporâneo. Até o dia 22 deste mês, estima-se que 4 mil pessoas participaram em mais de 12 eventos, entre conferências, festas e workshops que tiveram lugar em Beirute e em outras cidades vizinhas.

O Presidente da Parada Libanesa, Bertho Makso, contou à Reuters que “É muito incrível. Um grande avanço. Uma enorme visibilidade. Antes, costumávamos ser ONGs individuais, mas agora temos uma semana inteira de atividades acontecendo pela cidade. Mais pessoas serão alcançadas e a tolerância espalhada”.

Embora a semana do orgulho LGBT seja um grande avanço, atos homossexuais ainda são puníveis de prisão no Líbano.

A Associação da Parada LGBT de São Paulo (APOGLBT SP) convida outras ONGs de direitos LGBTs, coletivos e militantes independentes para a reunião dos GTs (Grupos de Trabalho) para o Mês do Orgulho LGBT em 2017.

A reunião será neste sábado, 27/05, às 13h30, no Sindicato dos Comerciários de SP (Rua formosa, 99 – 12 andar).

Pedimos a gentileza para que, todas as pessoas interessadas, cadastre seus dados abaixo (caso já tenha se cadastrado em outro momento, não é necessário cadastrar-se novamente!):