domingo, março 26, 2017
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parada do orgulho lgbt

Como parte da ação #PrideForEveryone (#OrgulhoParaTodos), o Google lançou um vídeo ontem que faz o internauta participar, digitalmente, de várias Paradas do Orgulho LGBT no mundo dentro de uma experiência curiosa: 360º

Com imagens gravadas nas Paradas do Orgulho LGBT do Brasil, Estados Unidos, Colômbia, Índia, Austrália, Reino Unido, Irlanda e Itália, o usuário pode, com um click do mouse, mudar a câmera para todos os lados e “sentir” como se estivesse participando daquele momento:

O projeto tem o objetivo de trazer a sensação de empolgação ao fazer parte da celebração pelo respeito à diversidade, pois ”Há pessoas que infelizmente não podem participar por conta de leis que criminalizam pessoas LGBTs ou por medo de serem discriminados pela família e amigos”, segundo pesquisa da empresa Engadget.

Na 20ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, funcionários do Google com seus parentes e amigos na marcha registraram com a câmera 360° graus alguns momentos com vista para a gigante bandeira da visibilidade trans, além dos 3 milhões de participantes.

A primeira ação para a Campanha #VoteLGBT de 2016 foi realizar uma pesquisa sobre o perfil político das pessoas que frequentaram a Caminhada de Mulheres Lésbicas e Bissexuais e a Parada do Orgulho LGBT de São Paulo.

Nos dias 28 e 29 de maio, cerca de 60 voluntárias e voluntários realizaram entrevistas com 1.122 pessoas, perguntando sobre suas opiniões com relação ao movimento LGBT, às eleições municipais e à conjuntura política nacional. A elaboração dos questionários e a interpretação dos resultados contou com a colaboração de pesquisadores da USP, Unifesp e Cebrap. A seguir, apresentamos uma síntese dos principais resultados dessa pesquisa.

Atos LGBT são atos políticos

Há uma discussão muito grande sobre se as Paradas LGBT são manifestações políticas ou se são apenas festas, carnavais fora de época. Essa discussão passa, inclusive, pela problematização do conceito de política: ele deve ou não incluir a diversão? No caso da população LGBT, que muitas vezes precisa se restringir aos guetos e à noite para não ser vítima de agressão, o simples fato de se expor à luz do dia numa grande via pública não seria um ato político?

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A Pesquisa #VoteLGBT mostra que, mesmo sem essa problematização, a Parada de São Paulo se alinha ao conceito mais tradicional de manifestação política. Das pessoas entrevistadas, 47,8% disseram ter ido à avenida Paulista por motivações políticas. A importância da visibilidade, a afirmação identitária, a luta por novos direitos, a defesa dos já conquistados e até mesmo o protesto em relação à conjuntura política nacional foram alguns dos motivos mais frequentemente mencionados para a ida à Parada. Para 37,4% dos entrevistados, a diversão era o motivo de ir ao evento.

A Caminhada de Mulheres Lésbicas e Bissexuais, por sua vez, manifesta ainda mais claramente sua motivação política por parte de 83,9% das participantes, em contraposição a apenas 7,1% que disseram ter ido para se divertir. A maior politização da Caminhada com relação à Parada foi inclusive um dos motivos mencionados pelas entrevistadas para ter comparecido ao evento.

Concordância com reivindicações do movimento LGBT

Listamos seis das principais reivindicações do movimento LGBT e perguntamos qual era o grau de concordância dos entrevistados com relação a elas. Todas receberam alto grau de aceitação, pelo menos acima de 70%.

Considerando a margem de erro das pesquisas, podemos dizer que o casamento igualitário, o direito de LGBTs adotarem filhos e o direito de travestis e transexuais adequarem seus documentos a sua identidade de gênero tiveram a mesma aceitação total na Caminhada (por volta de 96%) e na Parada (por volta de 92%).

A bolsa de estudos para travestis e transexuais em situação de pobreza, por sua vez, contou com 75,4% de aprovação na Parada. Em todos os outros casos, a concordância total fica acima de 80% e, na Caminhada, nenhuma reivindicação tem mais de 3% de discordância.

LGBTs não se sentem representados pelos políticos

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Apenas 2,7% da Parada e 0,7% da Caminhada concordam totalmente que os políticos representam a população LGBT.

Essa desconfiança se reflete na avaliação de políticos específicos. Jair Bolsonaro (PSC-RJ), deputado abertamente LGBT-fóbico, é o mais mal avaliado, com a reprovação de 96,8% das entrevistadas da Caminhada e 84,1% da Parada. Ele é seguido por José Serra (PSDB-SP): 71% da Parada e 91,2% da Caminhada não confiam no compromisso do senador com a população LGBT.

Histórica aliada do movimento LGBT, a senadora Marta Suplicy teve expressiva rejeição, entre 41,5% dos entrevistados da Parada e 61,6% da Caminhada.

O político com maior grau de confiança é o deputado federal Jean Wyllys (Psol-RJ), único congressista assumidamente LGBT e autor do projeto de lei que regulariza o casamento igualitário: 52,3% da Caminhada e 43,3% da Parada declararam confiar muito em Wyllys.

Rejeição a Michel Temer, apoio a Dilma Rousseff e posicionamento sobre novas eleições

A rejeição a Michel Temer na presidência da República foi explícita nas duas manifestações: apenas 7% da Parada e 0,7% da Caminhada desejam que o vice se mantenha à frente do governo federal. A percepção de que o governo Temer não é favorável a LGBTs é ampla: 56,5% da Parada e 87,3% da Caminhada concordam totalmente que Temer representa um retrocesso nos direitos LGBTs.

Na Parada, 53,7% são a favor de novas eleições e 32,2% querem Dilma Rousseff na presidência. Na Caminhada, os números se invertem: 57,9% são a favor de Dilma e 36,3% querem novas eleições presidenciais. O apoio a Dilma é ainda mais explícito na Caminhada, se considerarmos que 61,3% das entrevistadas foram a alguma manifestação contrária ao impeachment da presidenta (na Parada, esse número é de 29%).

Ainda assim, a avaliação das políticas LGBTs do governo da presidenta Dilma é baixa. 47,5% da Parada e 54,3% da Caminhada declararam-se insatisfeitos.

 

Relatório Completo

Os resultados finais da pesquisa estão disponíveis nos seguintes links:
http://votelgbt.com/pesquisa/Caminhada2016
http://votelgbt.com/pesquisa/Parada2016

Para saber mais sobre a VoteLGBT, visite:
https://www.facebook.com/votelgbt

Por Fabrício Viana.

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Iran Giusti. Foto: Arquivo Pessoal

Muita gente critica a Parada do Orgulho LGBT, independente do lugar e da ONG que a administra. A principal reclamação? Que falta política. Falta protesto. Que tudo virou um grande “carnaval” a céu aberto. Claro que em um evento social deste porte, alegria e militância tem que caminhar juntos sempre. E que até a alegria gerada pelas pessoas que se fantasiam e vão apenas para se divertir, sem medo de serem o que são, também é um ato político. Agora, se falta mais política, mais atos políticos, não adianta só criticar. Como diz o artigo (um dos mais lidos em nosso portal) “Antes de criticar a Parada, leia este texto”, a responsabilidade de uma manifestação mais politizada tem que ser de tod@s. Não só dos organizadores. E é justamente isso que Iran Giusti fez, no dia 29 de Maio, na Avenida Paulista, durante a 20ª Parada do Orgulho LGBT.

E o que o jovem Iran fez? Ele comprou cartolina, escreveu frases de protesto e militância e começou a distribuir gratuitamente para todas as pessoas que se interessavam não só em participar da Parada, mas também fazer a diferença. Lindo isso, não? Tanto que fizemos questão de entrevistá-lo em nosso portal e pedimos que todos compartilhem, o máximo que puderem, esta entrevista. Que a atitude dele sirva de exemplo para tod@s. Sempre!

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Iran Giusti criando e distribuindo gratuitamente cartazes de militância durante a 20ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo

Vamos à entrevista?

1) Qual seu nome e formação?
Iran: Iran Giusti, sou formado em Relações Públicas e jornalista de profissão.

2) Na 20ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, você estava distribuindo gratuitamente cartazes de militância LGBT, de quem foi esta ideia?
Iran:
Minha mesmo 🙂

3) Você teve apoio ou financiamento, para produzir estes cartazes, de alguma empresa ou ONG?
Iran: Não tive não, foi tudo do meu bolso mesmo.

4) Amigos ou parentes te ajudaram nesta empreitada?
Iran: No dia alguns amigos foram à Parada e ajudaram na distribuição. Foi bem lindo.

5) Entre as frases dos cartazes, poderia citar algumas pra gente?
Iran: Eu optei por misturar bastante, inserindo frases divertidas com mais políticas: “Vote LGBT“, “Nome Social é Direito“, “Aprovação Lei João Nery já“, “Aprovação Lei 7852 já” e “Meu cu é laico“, “Vamos ser viado pra sempre” (frase do personagem “bicha bichérrima” do Paulo Gustavo), “Cada dia mais bicha, um level a mais, igual um pokemom” (Do documentário Bichas), “Hétero só serve pra fazer mais bicha” (meme popular na internet). Entre outros.

6) Quantos cartazes você produziu e foram distribuídos durante a Parada neste ano? Tem ideia aproximada?
Iran: Foram aproximadamente 120 cartazes. 80 produzidos por mim e o restante por quem passava e escolhia fazer o seu.

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7) Além de você, teve outras pessoas com a mesma atitude? Ou com algum trabalho de militância deste tipo?
Iran:  Acho que com esse propósito não teve ninguém não, mas como fiquei em um único ponto da Paulista não consigo te precisar.

8) Há quanto tempo você participa da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo? Percebeu alguma mudança na sociedade ao longo dos anos, graças a visibilidade da Parada?
Iran:  Essa foi a minha décima edição. Eu sinto que a Parada está cada vez mais organizada, porém, o evento é na verdade formado de pessoas e são elas que devem fazer o que acham certo. Sinto que ela tem sido mais política e isso é muito importante, em especial em um país onde a política é tão contrária aos direitos LGBT.

9) Muitos criticam a Parada como um enorme carnaval. Dizem que precisa de mais militância e empoderamento, mas não fazem nada para mudar isso. Você fez. Acha que as pessoas deveriam reclamar menos e também colocar a mão na massa? Concorda que a militância tem que ser de todos e não só da ONG APOGLBT, responsável pela Parada do Orgulho LGBT de São Paulo?
Iran:  Eu amo o fato da Parada ser um enorme carnaval, isso é Brasil. A gente tem como característica essa alegria, esse animo, esse amor e é muito importante a gente lembrar que se divertir, beber, beijar na boca é sim um ato político e de resistência, principalmente em uma sociedade homofóbica quanto a nossa. Vale lembrar também que uma coisa não exclue a outra.

10) Para os próximos anos, você pretende fazer a mesma coisa? Tem outras ideias ou projetos para a Parada?
Iran:  Ano que vem vão ser 500 cartazes e por enquanto é só isso, porém, participo de vários projetos e faço matérias de temática LGBT, então, quem sabe não surge uma nova ideia?

11) Para finalizar, gostaria de deixar um recado para todos os leitores e amigos do nosso portal?
Iran:  Queria repetir uma coisa que faço constantemente: se um dia eu for agredido, espancado ou morto por homofobia eu não quero absolutamente ninguém usando camiseta com a minha cara se manifestando ou rezando. Pra mim, a luta é agora, enquanto eu tô vivo.

Iran, obrigado pela entrevista e, novamente, parabéns por sua criatividade, militância e atitude. Que ela realmente sirva de exemplo para muitas pessoas!

Quem participou das atividades do Mês do Orgulho LGBT promovido pela APOGLBT, sabe que a ONG lançou a campanha nas redes sociais “Marque-se #ChegaDeTransfobia” e que, felizmente, teve muitos adeptos! O que poucos sabem é que a campanha continua nas redes sociais fazendo muito barulho!

Quer participar? É muito fácil. Basta marcar o rosto com as cores da bandeira trans, tirar uma foto e publicar com a hashtag #ChegaDeTransfobia. Vale também marcar as mãos, alterar o fundo da imagem, tudo o que leve as cores da bandeira trans e principalmente a ideia do tema da 20ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo deste ano: “Lei de Identidade de Gênero, Já! Todas as pessoas juntas contra a transfobia“.

Veja agora alguns dos posts que encontramos na rede:

#ChegaDeTransfobia

Uma foto publicada por Alex Viana (@fracasilva) em

Lei de identidade de gênero já! #chegadetransfobia

Uma foto publicada por Rafael Arrais (@rafaarrais) a

foi lindo, com muito amor e muita luta #ChegaDeTransfobia

Uma foto publicada por Bruno Arrais (@brunurbano) em

@ Colher foi presença na 16ª Feira Cultural LGBT de SP, em comemoração ao mês do Orgulho LGBT ?? #chegadetransfobia #feiralgbt #paradagay

Uma foto publicada por Colher de Sopa Filmes (@colherdesopafilmes) em

#chegadetransfobia #avenidapaulista #lgbt #trans #luta #paradalgbt #militancialgbt

Uma foto publicada por Raquel (@riaquel) em

#chegadetransfobia

Uma foto publicada por laila (@lailasouzaphoto) em

#chegadetransfobia #paradalgbt2016 #euapoioessacausa @paradasp

Uma foto publicada por The Life Is Made Of Choices.. (@amandaa_fs) em

#DireitoTrans #Trans #Transgênero #Travesti #Transexual #NomeSocialÉDireito #ChegaDeTransfobia

Uma foto publicada por ObyZarling (@obyzarling) em

#chegadetransfobia

Uma foto publicada por laila (@lailasouzaphoto) em

Marque-se ??? #ChegaDeTransfobia

Uma foto publicada por Brends (@brendslima_) em

Nossa 20º Parada do Orgulho LGBT de São Paulo foi linda. Como em todos os anos, uniu alegria e militância. Alegria pela fantasia e sorriso das pessoas em não ter medo de serem quem são. E militância pois, todas as pessoas juntas, focadas no tema “Lei de Identidade de Gênero, Já! Todas as pessoas juntas contra a transfobia.

Para marcar em nossas memórias este momento incrível de visibilidade LGBT, afinal, ainda somos a maior Parada do Orgulho LGBT do mundo, segue algumas fotos clicadas por nosso fotógrafo. Você pode copiar e publicar em suas redes sociais.

Não esqueça de ver também o comunicado de agradecimento do nosso presidente Fernando Quaresma. E também de nos seguir no Instagram, Twitter e Facebook.

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Nós, da Associação da Parada do Orgulho de Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros de São Paulo (APOGLBT -SP), ONG responsável pela organização e realização da Parada do Orgulho LGBT há 20 anos, vem a público agradecer todas as pessoas, que como nós trabalharam o ano todo para que essa manifestação de visibilidade LGBT se tornasse possível, bem como todas as atividades do Mês do Orgulho LGBT pudesse ser realizada.

Agradecemos também, todas as pessoas que conseguiram unir na Avenida Paulista dois pontos importantes: alegria e militância.

Alegria com suas fantasias, felicidade no rosto e um orgulho de ser quem de fato são, sem medos ou receios.

Militância por entender que a Parada é antes de qualquer coisa, uma manifestação social e política.

Aliás, muitas pessoas que nos acompanha nas redes sociais, entendeu o recado e marcou o rosto com as cores da bandeira trans, fruto de nossa campanha #ChegaDeTransfobia, campanha esta que continuará o ano todo, para garantir o que a Comunidade LGBT quer alcançar e que foi nosso tema neste ano “Lei de Identidade de Gênero, Já! Todas as Pessoas Juntas Contra a Transfobia”

A APOGLBT agradece a todas as empresas que acreditaram nesse projeto e que nos patrocinaram ou apoiaram,  Skol e Caixa Econômica Federal, agradecer a Prefeitura de São Paulo que através da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania e sua Coordenadoria de Políticas para LGBT, destinou R$ 1,5 milhão em estrutura para a Parada 2016 (divididos entre Caminhada Lésbica, Manifestação Parada LGBT e Show de encerramento), ao Governo do Estado de São Paulo, que garantiu a estrutura da Feira da Diversidade 2016 e ao Sindicato dos Comerciários do Estado de São Paulo, que nos deu todo apoio na realização do Ciclo de Debates e do Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade, disponibilizando seu auditório.

Agradecemos a Four X Entertainment, Groupe 360 e OCP pelo apoio na organização do evento. Afinal, não é fácil realizar uma manifestação social de direitos LGBTs desta magnitude. Nem tudo sai conforme gostaríamos, mas de uma coisa temos certeza, foi mais uma Parada do Orgulho LGBT linda e com representatividade mundial.

Reforçando o que foi dito acima, “nosso trabalho continua o ano todo”. Seja por meio das nossas atividades como o Ato Basta!, Bloco da Diversidade, Ciclo de Debates, Ciclo de Leituras Dramáticas, Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade, Feira Cultural da Diversidade LGBT ou outras manifestações que coordenamos, através  das nossas mídias sociais, por meio do nosso portal www.paradasp.org.br que publica notícias e matérias da APOGLBT-SP, mas publica também materiais de terceiros, onde a Cultura, Cidadania e o Respeito às Políticas LGBT são importantes para toda nossa comunidade.

Nosso muito obrigado,

Fernando Quaresma
Presidente da APOGLBT SP

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O hotel Ibis Paulista é uma das diversas empresas Gay friendly (que demonstram publicamente seu respeito à diversidade, não tendo preconceito) e por isso apoia a 20° Parada do Orgulho LGBT.

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Neste ano, terá um bar montado em frente ao hotel, das 11h às 18h, com DJ e muita energia para você arrasar neste evento de militância, alegria e busca por direitos. #ibispaulista #chegadetransfobia

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O hotel fica com o bar fica localizado na Avenida Paulista, 2355. Também tem a unidade da Consolação, localizado na Rua da Consolação, 2303. Vamos todos arrasar. Afinal, a Parada do Orgulho LGBT de São Paulo é o maior evento social que mistura alegria e militância da comunidade LGBT.

20ª Parada do Orgulho LGBT no Facebook, faça parte e convide os amigos:
https://www.facebook.com/events/1118531188214099