sábado, abril 29, 2017
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Com casais heterossexuais, gays e personagens trans, a campanha do Governo Federal foi lançada agora, no final de Dezembro, e inclui cartazes e vídeos que falam a respeito da prevenção ao HIV.

No vídeo abaixo, por exemplo, citam não apenas o uso da camisinha, mas também sobre PreP e até mesmo comentam, rapidamente, que quem tem HIV e toma medicação, geralmente tem carga viral baixa e não transmite HIV.

Bacana, não? Assista ao vídeo completo aqui:

Entre os cartazes, alguns deles, aqui:

Em nota divulgada nesta terça, 30/11, a Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que pelo menos 40% dos portadores do vírus HIV no mundo, não sabem que possuem o vírus no corpo.

Segundo Margaret Chan, diretora geral da OMS, “Milhões de pessoas que têm o HIV não se beneficiam do tratamento indispensável e que, igualmente, pode impedir que transmitam o vírus a outros indivíduos”.

Uma das principais razões do desconhecimento das pessoas é a dificuldade de acesso aos lugares que realizam o diagnóstico. Para piorar, dos que sabem que tem o vírus, aproximadamente 18 milhões não tem acesso ao tratamento de antirretrovirais.

Diante desta estimativa, a OMS incentiva o autoteste, que pode ser feito com um pouco de saliva ou furando a ponta do dedo com uma agulha. Além do mais, o autoteste proporciona um resultado privado, em lugar confortável e com resultado pronto em até 20 minutos.

Nos últimos 10 anos, o total de pessoas que souberam que tinham HIV passou de 12% a 40% na escala mundial. E, conforme alguns estudos, quem tem HIV, toma antirretrovirais e tem carga viral indetectável, não transmite HIV para outras pessoas. Um dos problemas do HIV é, realmente, não saber que tem. Quem não sabe, tem carga viral alta, uma probabilidade de transmissão maior e, quando descobre o vírus, geralmente é tarde demais.

Por isso, na dúvida, a melhor forma de prevenção é o uso da camisinha. Agora, se você praticou sexo desprotegido, faça o teste. É um bem que você fará para você mesmo e para todos aqueles que tem contato.

Marcos Vinícius Borges Tadeu é médico, gay assumido e resolveu fazer a diferença: criou o canal Doutor Maravilha onde divide, junto com os internautas, dicas sobre saúde para a população LGBT.

Como médico residente na área de infectologia do HC/UFMG, os canais do Borges já tem mais de 1 mil inscritos no Youtube e mais de 62 mil curtidas na sua página do Facebook.

Assista a apresentação dele sobre o projeto:

Para acompanhar Borges, os links são:

Youtube:
https://www.youtube.com/watch?v=_vGbiGcMV3k

Fanpage:
https://www.facebook.com/doutormaravilha

Website:
http://doutormaravilha.com.br/

Pois é, o mundo ainda tem muita gente boa e que faz, de fato, a diferença. Parabéns Marcos. Vida longa ao seu projeto!

Além de atividade física, grupos promovem visibilidade e protesto contra todos os tipos de preconceito!

Os encontros são organizados em São Paulo e no Rio de Janeiro por dois grupos distintos, e que fazem a diferença:

Gay Bikers

Em São Paulo, o “SP Gay Bikers” é o primeiro grupo de amantes LGBT de bicicletas do Brasil. Promovem os encontros e passeios há quase 7 anos passando por vários lugares da capital paulista. Inclusive em cidades próximas. As regras para fazer parte do grupo são: ser maior de idade (+18), ter uma bicicleta e usar capacete e outros acessórios de segurança durante os passeios. Os organizadores não cobram taxas e o grupo não tem filiação-partidária. Neste domingo, 9, por exemplo, eles se reunirão na Rua São Carlos do Pinhal, 451, próximo da Avenida Paulista. Para mais informações, eles possuem uma fanpage no endereço: https://www.facebook.com/SPGAYBIKERS

BiciQueer

Na capital carioca, o grupo BiciQueer Rio tem projeto semelhante. Eles já estão organizando o próximo encontro acontecerá dia 24, penúltimo domingo de julho, a partir das 13h na Praça Cinelândia. Algumas das regras são: usar protetor solar, utilizar equipamentos de segurança e, quem desejar, pode ir de patins, patinete, triciclo, skate ou outro meio de locomoção sem motor.

Segundo Aurora Black, 21 anos, assistente de edição:

“A BiciQueer Rio é a filha mais nova do BiciQueer Recife. A nossa ideia é juntar LGBTQs e protestar por lugares seguros para nós mesmas na cidade. A BiciQueer é coletiva. Pra fazer parte, basta chegar (e você nem precisa ter uma bike pra isso). Esse é um serviço pra comunidade, e de forma alguma queremos lucrar com isso. A ideia de usar locomoção que dependa da propulsão humana tem a ver com um alinhamento da comunidade com a vontade de ser cidadão e se sentir mais pertencente a cidade, que é uma coisa que tem sido cada vez mais difícil diante dos dados assustadores de assassinatos que temos sofrido. Essa será nossa primeira edição aqui no Rio, criamos o evento ontem e já temos mais de 640 pessoas interessadas. Isso mostra que realmente queremos e precisamos ir pras ruas. Lá em Recife, a primeira edição aconteceu em 24 de Agosto e rola semanalmente, aqui será mensal.”, conta com exclusividade ao ParadaSP.org.br.

Mais detalhes na página:https://www.facebook.com/biciqueerrio