sexta-feira, julho 21, 2017
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Um triangulo bissexual é mote da comédia romântica “3 Formas de Amar” no Teatro Augusta.

No final de 1994, estreava no Brasil um filme despretensioso que abordava a relação entre três jovens diante de novas possibilidades de amar. O tempo passou e “3 formas de amar” ainda é referência na lista de filmes com temática LGBT e registro marcante na memória de muitos trintões. Para a alegria dos nostálgicos, a versão teatral estreou dia 1 de outubro e fica em cartaz até o final do mês, sempre aos sábados e domingos no Teatro Augusta.

Nesta nova versão, livremente inspirada no filme, os papeis de Josh Charles, Lara Flynn Boyle e Stephen Baldwin são vividos respectivamente pelos atores Tiago Pessoa, Thalyta Medeiros e Diego Biaginni. Eles interpretam três jovens que dividem o aluguel e as despesas de um apartamento em São Paulo. Amor, incertezas e muitos desejos fazem parte do universo desses jovens que ainda se prepararam para a famigerada vida adulta.

Na comédia, dirigida por Renato Andrade, Leo é um rapaz acanhado, recém-chegado do interior, Alexia é uma aspirante a atriz e Vinicius é o vértice divertido e irresponsável do triangulo amoroso que se forma entre eles. São desconhecidos, completamente diferentes, mas que se aproximam em meio às dificuldades de se viver em uma grande metrópole. Aos poucos, surge uma amizade e um imbróglio amoroso, repleto de questionamentos típicos da juventude.

Embora se passe nos anos 90, época em que bissexualidade ainda era um assunto abafado, a história não se foca nos dramas ou discussões sobre o tema. Seu diferencial é apresentar uma relação de poliamor de maneira simples e divertida. É uma história sobre três jovens, que em dado momento, se veem apaixonados uns pelos outros e precisam lidar com esse sentimento, com o amor e suas infinitas formas de amar.

Ficha Técnica:

ADAPTAÇÃO: Pessoa Produções
DIREÇÃO: Renato Andrade
ELENCO: Diego Biaginni, Thalyta Medeiros e Tiago Pessoa.
FOTOS: Caio Gallucci
LUZ: Bob Lima
CENÁRIO: Cristiano Panzarin
FIGURINOS: Renato Andrade

SERVIÇO:

LOCAL: Teatro Augusta (Rua Augusta 943, Consolação), sala principal, 304 lugares. Estacionamento conveniado. Acesso a deficiente.
DATA: 01/10 até 30/10 (Sábado 22h e Domingo 20h)
INGRESSOS: R$50,00 (Inteira). Aceita cartões.
INFORMAÇÕES: (11) 3151 4141
DURAÇÃO: 70 min
GÊNERO: Comedia Romântica
CLASSIFICAÇÃO: 14 anos

Lembra da obra prima de Jorge Amado? Dona Flor e Seus Dois Maridos? Imagine uma história parecida, mas com temática homoafetiva? Essa é a proposta da Cia. Marujo de Teatro composta por três formandos do Estúdio de Treinamento Artístico (ETA).

A peça começa com o blogueiro de culinária Floriano imerso em uma vida monótona após ter perdido seu marido Vadinho. Para apimentar as coisas, chega Gabriela, uma prostituta fugida de Santana do Agreste dizendo que está grávida do falecido.

Mas Vadinho não está tão “falecido assim”, seu espírito entra em cena e a bagunça está armada!

O texto é incrível e faz referência a outros textos de Jorge Amado, porém, sempre discutindo as questões de gênero, aceitação e feminismo.

O espetáculo começa em 24 de Setembro e vai até final de Outubro no Teatro ETA, em São Paulo.

Assista ao teaser em vídeo:

Serviço:

Teatro do ETA
Telefone (confirme valores e horários antes):  (11) 2615-6257
R$ 15 no site Eventick.
24/09 a 29/10
Sábado – 19h

UMA CAMA QUEBRADA é um espetáculo livremente inspirado no livro “Urânios”, do escritor Roberto Muniz Dias, escrito em 2013. É uma tentativa de sintetizar o pensamento do escritor acerca da poliafetividade e da desconstrução dos desejos. A obra conta a história de três homens envolvidos numa relação poliamorosa.

A narrativa é entrecortada pelas falas deste mesmo personagem em três tempos: o convívio, a separação e o diálogo inusitado com a figura misteriosa de um quadro. A peça se aventura nestas memórias de um amor nada convencional. Entre o presente e o passado, um quadro de um galo colorido o remete sempre a esta paixão inusitada. O amor entre estes três homens se intensifica à medida que não descobrem o que fazer com ele. No final, as identidades são esfaceladas pela lembrança, pelos medos, ciúmes e a morte das coisas vivas.

A peça encerra um tema contemporâneo que discute as relações afetivas pós-modernas.

ENCENAÇÃO:

A montagem da peça teatral será realizada nas cidades de Brasília e São Paulo. Está programada uma temporada de duas semanas, de quinta-feira a domingo, em horários que serão estabelecidos no curso do projeto.

A previsão de encenação da peça será para o primeiro semestre de 2017.

O projeto intenciona problematizar questões tão presentes na sociedade moderna como afetividades direitos humanos e respeito à diversidade como forma de suscitar artisticamente o debate. Temas como estes são importantes para trazer à comunidade a conscientização sobre cidadania e diversidade sexual.

LINK DO CATARSE PARA COLABORAÇÃO:

Para contribuir com o projeto, basta seguir as orientações do Catarse.Me, site de financiamento coletivo de projetos onde o proponente, caso tenha 100% de contribuições de amigos e pessoas interessadas, consegue o apoio financeiro solicitado. Lembrando que não existe um valor fixo para contribuições.

Você pode apoiar o projeto até 21/08/2016, às 23h59m59s:

https://www.catarse.me/pt/camaquebrada

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Na Semana da Diversidade, a peça de teatro “Pra Inglês Ver“, do diretor Isser Korik, oferece um desconto bem atrativo para que você – e seus convidados – possam assistir a peça. O valor de cada ingresso será de apenas R$ 12,00! É isso mesmo! Basta imprimir a imagem abaixo ou salvar em seu smartphone e apresentar na bilheteria.

teatro-ingles-paraver Sinopse:

A comédia “Pra Inglês Ver”, uma grande brincadeira com a língua inglesa e a importância dada à fluência no idioma dentro do ambiente corporativo.

Com texto de autora que prefere usar o pseudônimo Maria Clotilde, a comédia se passa numa empresa multinacional, onde os executivos precisam se desdobrar para conseguir a fluência na língua inglesa e realizar uma apresentação ao CEO (Chief Executive Officer), que está chegando do exterior. Nessa visita será decidido o futuro profissional de alguns dos executivos, que chegam a contratar uma professora de inglês para se preparar para a grande apresentação.

Maria Clotilde dá algumas pistas sobre sua real identidade. É atriz e professora de inglês com bastante experiência nas duas funções e já ministrou aulas em ambientes corporativos. “Este texto é meu primeiro exercício na dramaturgia. Por isso pensei em escrever sobre algo que conheço bem, mas, por enquanto, sem revelar minha identidade”, diz. Ela conta que necessidade de fluência na língua inglesa é uma realidade que ganha toques dramáticos em muitas situações. “Já vi profissionais terem sua carreira interrompida porque não conseguiam atender às necessidades de sua função profissional”, conta a autora.

O diretor Isser Korik conta que quando leu o texto de Maria Clotilde imediatamente percebeu que havia material para retomar sua pesquisa sobre teatro popular, iniciada com o autor e diretor Carlos Alberto Soffredini nas montagens do Núcleo de Estética Teatral Popular entre 1985 e 1988. “Vi a possibilidade de fazer um rico jogo com os atores que põem a plateia no centro da representação e, o tempo todo, criam cumplicidade com o público”, conta o diretor.

Os personagens, conforme a observação do diretor, são muito bem descritos e tem características marcantes. “Os personagens são tipos muito bem definidos e isto combina muito com o teatro popular”, explica Isser Korik, lembrando que na peça o idioma é pronunciado como soaria em língua portuguesa, detalhe que garante efeito cômico às cenas.

Entre aulas desastrosas e um inglês pouco fluente, os executivos alunos passam por situações ainda piores, quando um escândalo corporativo envolvendo o alto escalão da empresa é descoberto.

Serviço:

Teatro: Para Inglês Ver
Shopping Pátio Higienópolis
Avenida Higienópolis, 618
Horários:
Terça a Quinta, das 15h às 21h / Sexta, das 15h às 24h /
Sábado, das 12 às 24h / Domingo, das 12 às 20h